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ágeis
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Assuntos relacionados a
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[ Poesia ] Pergunta aberta : Poesia é igual a alimento?
O Vento Levou
Asas
?Asas para que vos quero??
Talvez para um vôo pelo mundo...
Quem sabe, para um mergulhar profundo...
Ou talvez para chegar até o mar.
Esses mares nunca antes navegados...
Esses mares, com lembranças do passado,
De frágeis naus, a lhe desafiar.
Asas, da imaginação do navegante,
Que pelo mar viu monstros horripilantes,
E se encantou com sereias a cantar.
Asas, que deram a Ulisses força de voltar,
Que a fúria de Poseidon sobreviveu,
Para realizar o objetivo, sonho seu,
De, para sua bela ítaca, retornar.
Assas, que tenho em meu viver,
Qual gaivota, e que me faz vencer,
Toda tormenta de nuvens,
Que possam, um dia, meu céu ameaçar.
?Asas, pra que vos quero??
Vos quero...simplesmente...
Para poder voar...
(Moricell)
[ Fiat ] Pergunta aberta : Por que ainda existe tanto preconceito com FIAT, Renault e outras?
Sou sócio em uma oficina mecânica e, atualmente, está mais do que claro que a manutenção dos carros FIAT e RENAULT estão na mesma média dos concorrentes, sendo que em alguns casos como o do Mille e Palio o custo de manutenção é menor que o dos concorrentes Celta e Gol, por exemplo.
É interessante como as pessoas ainda acreditam que apenas VW e GM não quebram ou possuem manutenção barata. Gol com motor AP não existe mais e a GM mudou tanto que até os próprios proprietários reclamam da qualidade de seus carros atuais, quando comparam-nos com os bons Monza e Kadett, esses sim excelentes produtos!
Gente, vamos acordar!!! O mundo mudou, as coisas mudaram!!! Se FIAT ou RENAULT fossem tão ruins, não teriam o grande volume de vendas que atingiram nos últimos anos, inclusive em frotas de empresas e locadoras, que não aceitam carros ruins e frágeis pois significa prejuízo.
Estou levantando esse assunto pois tenho visto na prática que essa crença de que FIAT e RENAULT não prestam é extremamente equivocada.
O que vocês acham? Até quando vamos viver do passado?
:o)
Um abraço a todos e Feliz 2009!
[ Amigos ] Pergunta aberta : Quem gosta das músicas de Raimundo Fágner?
[ Futebol Brasileiro ] Pergunta aberta : Atenção: aqui no YR não se pode zuar os são-pauletas?
[ Outras - Notícias e Eventos ] Pergunta aberta : A Lógica de Einstein !!!!!!!!!!!!!!!!?
Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, o gênio Albert Einstein que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
É simples - respondeu Einstein -não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.
'Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos'.
Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança. (Albert Einstein)
Conclusão :
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.
E o que os outros pensam, é problema deles.
[ Outras - Família e Relacionamentos ] Pergunta aberta : Pedofilia institucionalizada. A erotização do corpo começa na mais tenra idade?
A banalização do corpo pela mídia leva a uma erotização precoce que leva a um culto a sexualidade em tenra idade. Você concorda?
Pedofilia institucionalizada, por Naele Ochoa Piazetta
Ao tomarmos conhecimento de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes, os sentimentos que nos assolam são, comumente, os de raiva e repúdio.
Raiva contra uma conduta humana doentia e incompreensível para a grande maioria de nós, adultos saudáveis; repúdio porque, ao mesmo tempo em que não a aceitamos, desejamos bani-la para recônditos lugares, afastando-a de nosso convívio.
Utilizo a expressão ?nosso convívio? com o intuito específico de salientar que o molestador está em todos os lugares, não só, como queremos tanto acreditar, nos desvãos das vilas pobres, entre indivíduos de menor poder aquisitivo e pouca ou nenhuma escolaridade. Pelo contrário. O pedófilo desembarca nos aeroportos internacionais, passeia pelos shopping centers, circula em automóveis caros e, vezes sem conta, reside conosco ou desfruta de nossa confiança.
Essa pedofilia, devidamente combatida por ações governamentais e não-governamentais, sendo a mais recente a inclusão de novos tipos penais incriminadores no Estatuto da Criança e do Adolescente, contemplando, também, os praticados pela internet (Lei nº 11.829 de 25/11/08), não é a que busco abordar neste artigo. Interessa-me lançar à luz as tantas outras configurações que o abuso sexual assume ? através da propaganda, dos programas de televisão, da música, da dança, enfim, em quase todas as modalidades de expressão cultural.
Basta ligarmos a televisão e sem surpresa ou constrangimento vemos uma verdadeira elegia ao corpo, especialmente ao corpo feminino. Ele é exposto sem pudores em cenas sexuais em novelas. É vilipendiado pelas mulheres melancia ou samambaia. É chamariz absolutamente desnecessário na propaganda para vender imóveis ou leite em pó.
As possuidoras desses corpos femininos usam-nos e os deixam usar com o intuito do lucro fácil e da fama efêmera. Censurável, de mau gosto, não nos compete julgar, pois adultas e em pleno gozo de suas faculdades mentais. Sempre podemos mudar de canal ou ler um bom livro.
O que causa espécie é a exploração da imagem das menores de idade com a nossa absurda e absoluta conivência. Não é preciso recorrer a qualquer esforço para encontrar um exemplo: a novela Malhação, cujos atores e público-alvo são os adolescentes, não economiza nas cenas eróticas.
Dois ícones povoaram a infância das nascidas na década de 90. Sandy e Carla Peres, a bailarina do É o Tchan. Conforme se estabelecia o discurso familiar, a menina sonhava ser uma ou outra. Discurso familiar e discurso cultural, eternamente ligados, reforçando bons ou maus valores.
A erotização do corpo começa na mais tenra idade. A pedofilização, termo usado para definir a prática social contemporânea que aceita e estimula uma espécie outra de pedofilia, que não o crime sexual contra a criança propriamente dito, banalizou-se a ponto de não mais o percebermos nas mensagens subliminares recebidas continuamente.
Levantar a cortina de nossa cegueira e hipocrisia é o ponto nodal para erradicar o crime sexual contra a criança. Se não o fizermos, nos resta lamentar por nossas frágeis Lolitas, perdidas na confusão de antagônicos conceitos.
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2320947.xml&template=3898.dwt&edition=11241§ion=1012
[ Outras - Artes e Humanidades ] Pergunta aberta : Aceita uma poesia yahoo?
[ Outras - Família e Relacionamentos ] Pergunta aberta : "(...) se estou perdoado, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo..."?
--->> Reflexão....
Naquele dia de sol, Mário chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão em frente à porta de sua casa. Após 20 anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguiu: Comprou um caminhão.
Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisição. A partir de agora, seria seu próprio patrão.
Ao chegar próximo do caminhão, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho de apenas 6 anos estava martelando alegremente a lataria do caminhão.
Irritado e aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das mãos dele e, totalmente fora de controle, martelou as mãozinhas do garoto.
Sem entender o que estava acontecendo, o menino se pôs a chorar de dor, enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.
Na seqüência, ela trouxe o marido de volta à realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer curativos.
O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas frágeis mãozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para cirurgia imediata.
Passadas várias horas, o cirurgião veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão e os dedinhos tiveram que ser amputados.
De resto, falou o médico, a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. Os pais poderiam aguarda-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.
Com um aperto no coração, os pais esperaram que a criança despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai o menino abriu um sorriso e falou:
"Papai, me desculpe, eu só queria consertar o seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo."
O pai, com lágrimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que não tinha importância o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.
O menino insistiu: "quer dizer que não está mais bravo comigo?"
"Não, mesmo", falou o pai.
"Então", perguntou o garoto, "se estou perdoado, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo?"
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Jamais nos permitamos a ira, que é sempre má companhia.
Domemos as nossas más tendências e nossos impulsos agressivos, recordando que nada na vida é mais precioso do que as pessoas.
As coisas que possamos adquirir nos servirão por algum tempo, mas, somente os nossos amores estarão conosco sempre, não importando o local ou as condições que venhamos a nos encontrar.
Fonte: Site "Momento de Reflexão"
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