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Julgar - Workpédia

 
Julgar


  • Decidir um litígio na qualidade de juiz ou árbitro: julgar um processo.

  • Pensar, supor: julgou necessário protestar.

  • Avaliar, emitir opinião, formular um juízo: julgar uma pessoa pela aparência.

  • Reputar, considerar: julgo-o bastante competente.

  • V.pr. Ter-se por, considerar-se.
  • Assuntos relacionados a Julgar

    [ Poesia ] Pergunta aberta : Um discurso reflexivo, leia e comente?

    Sobre o Certo e o Errado Se tivesse de dar hoje uma definição sobre o certo e o errado, diria que não os defino, não posso dizer sim e nem não Tenho visões sobre tudo o que é certo e errado mas não sou de tomar uma decisão equivalente para classificar-lhes Por que não há algo concreto que defina o que é ou o que não é certo, se houvesse inocentes não iriam para cadeira da morte Se não posso confiar em definição pronta não há certo e errado até que eu mesmo vá e comprove com os meus olhos Que o certo a se fazer numa situação errada é admitir o erro e reconstruir o agora com a reflexão sobre o próprio erro E o errado é ter a pretensão de sempre estar certo sobre qualquer situação tornando eclíptico o conhecimento e o método Mas responder-me a estas questões levou a querer saber se minhas próprias respostas sobre as perguntas estavam corretas Procurei então olhar no fundo de mim, atrás daquele que se esconde de mim que se manifesta somente quando erro Lá distante em uma parte que eu não conheço permitiu que perguntasse sobre o que é o certo e errado... Esta parte do meu ser mergulhando em mim diz-me que não existe, tudo tornaram-se questões de visões que divergem Uma da outra, como a matéria que se mistura para formar um corpo qualquer no espaço, igual as nuvens e os relâmpagos no céu. Disse-me que um dia houve o real conhecimento dessa questão mas foi perdido quando o primeiro mortal contestou Não por causa da duvida em si mas por que ele não foi até o fim para saber a resposta, abrindo para todo sempre o espaço da duvida O que gerou desde então as certezas andrógenas que permeiam a mente dos filósofos que se opõem a ver tal origem Quem chega à verdade acaba ficando louco, já que será único no mundo a saber sobre tal fundamento universal. Sendo louco uma vez nunca mais voltará ao ?normal? pois não pode negar a mesma verdade que não é revelada e sim ?se revela? Este olhará que o errado e o certo então não farão mais sentido, e que um leque de novas oportunidades se abrirá a cada situação O mundo ficará em ritmo e consonância disformes, sem sentido e perdido, quando olhares pra todos então dirás Ninguém neste mundo merece julgar...

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Artigo do jornalista Elio Gaspari! Quem é o bandido; quem é o herói?

    ARTIGO DO JORNALISTA ELIO GASPARI Em 2008 remunera-se o terrorista de 1968. Elio Gaspari é o jornalista responsável por este artigo. (ainda bem que sobram alguns poucos responsáveis que não se venderam para o governo atual e que divulgam estas verdades absurdas que deveriam ser do conhecimento do povão). Elio Gaspari *Daqui a oito dias completam-se 40 anos de um episódio pouco lembrado e injustamente inconcluso. À primeira hora de 20 de março de 1968, o jovem Orlando Lovecchio Filho, 22 anos, deixou seu carro numa garagem da Avenida Paulista e tomou o caminho de casa. Uma explosão arrebentou-lhe a perna esquerda. Pegara a sobra de um atentado contra o consulado americano, praticado por terroristas da Vanguarda Popular Revolucionária. (Nem todos os militantes da VPR podem ser chamados de terroristas, mas quem punha bomba em lugar público, terrorista era). Lovecchio teve a perna amputada abaixo do joelho e a carreira de piloto comercial destruída. O atentado foi conduzido por Diógenes Carvalho Oliveira e pelos arquitetos Sérgio Ferro e Rodrigo Lefevre, além de Dulce Maia e uma pessoa que não foi identificada.A bomba do consulado americano explodiu oito dias antes do assassinato de Edson Lima Souto no restaurante do Calabouço, no Rio de Janeiro, e nove meses antes da imposição ao país do Ato Institucional nº 5. Essas referências cronológicas desamparam a teoria segundo a qual o AI-5 provocou o surgimento da esquerda armada. Até onde é possível fazer afirmações desse tipo, pode-se dizer que sem o AI-5 certamente continuaria a haver terrorismo e sem terrorismo certamente teria havido o AI-5.O caso de Lovecchio tem outra dimensão. Passados 40 anos, ele recebe da viúva uma pensão especial de R$571,00 mensais. Nada a ver com o Bolsa Ditadura. Para não estimular o gênero coitadinho, é bom registrar que ele reorganizou sua vida, caminha com uma prótese, é corretor de imóveis e mora em Santos com a mãe e um filho.A vítima da bomba não teve direito ao Bolsa Ditadura, mas o bombista Diógenes teve. No dia 24 de janeiro passado, o governo concedeu-lhe uma aposentadoria de R$1.627,00 mensais, reconhecendo ainda uma dívida de R$400.000,00 de pagamentos atrasados. Em 1968, com mestrado cubano em explosivos, Diógenes atacou dois quartéis participou de quatro assaltos, três atentados à bomba e uma execução. Em menos de um ano, esteve na cena de três mortes, entre as quais a do capitão americano Charles Chandler, abatido quando saía de casa. Tudo isso antes do AI-5.Diógenes foi preso em março de 1969 e um ano depois foi trocado pelo cônsul japonês, seqüestrado em São Paulo. Durante o tempo em que esteve preso, ele foi torturado pelos militares que comandavam a repressão política. Por isso, foi uma vítima da ditadura, com direito a ser indenizado pelo que sofreu. Daí a atribuir suas malfeitorias a uma luta pela democracia iria enorme distância. O que ele queria era outra ditadura. Andou por Cuba, Chile, China e Coréia. Voltou ao Brasil com a anistia e tornou-se o 'Diógenes do PT'. Apanhado num contubérnio do grão-petismo gaúcho com o jogo do bicho, deixou o partido em 2002. Lovecchio, que ficou sem a perna, recebe um terço do que é pago ao cidadão que organizou a explosão que o mutilou. (Um projeto que revê o valor de sua pensão, de iniciativa da ex-deputada petista Mariângela Duarte está adormecido na Câmara.) Em 1968, antes do AI-5, morreram sete pessoas pela mão do terrorismo de esquerda. Há algo de errado na aritmética das indenizações e na álgebra que faz de Diógenes uma vítima e de Lovecchio um estorvo. Afinal, os terroristas também sonham. **** Se julgarem conveniente, repassem, pois há a necessidade de algumas pessoas saberem quem são os santos que foram torturados, e, hoje estão recebendo a grana imensa dos nossos impostos. Os mais jovens não sabem muita coisa, pois a verdadeira história não foi/não é contada, e quem a conta hoje distorce os fatos, ou seja, eles eram anjos. E, a idéia era construir um paraíso no Brasil (tipo Cuba, Coréia do Norte).

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