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Adotar - Workpédia

 
Adotar


  • Tomar, escolher, preferir, seguir: adotou a opinião do adversário.

  • Direito Admitir legalmente como filho ou filha.
  • Assuntos relacionados a Adotar

    [ Outras - Sociedade e Cultura ] Pergunta aberta : A origem do '@' e do '&'! Você sabia?

    A origem do @. Na idade média os livros eram escritos pelos copistas a mão. Precursores da taquigrafia, os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço, nem para o trabalho ser mais rápido. O motivo era de ordem econômica: _inta e papel eram valiosíssimos. Então, foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (o *m* ou o *n*) que nasalizava a vogal anterior. O nome espanhol Francisco, que era grafado *Phrancisco*, ficou com a abreviatura *Phco.* e *Pco*. Daí, foi fácil *Francisco* ganhar em espanhol o apelido *Paco*. * **Por sua vez, os santos, ao serem citados pelos copistas, eram identificados por algum feito significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de Jesus Christi Pater Putativus, ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde os copistas passaram a adotar a abreviatura JHS PP e depois apenas PP. A pronúncia dessas letras em seqüência explica porque José em espanhol tem o apelido de Pepe.*** * **Já para substituir a palavra latina et (que se traduz por e), os copistas criaram o símbolo &, que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras. Este sinal é popularmente conhecido como 'e' comercial e, em inglês, tem o nome de ampersand, que vem do and (e, em inglês) + per se (do latim porsi) + and.* * **Com o mesmo recurso do entrelaçamento de suas letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina ad, que, entre outros, tinha o sentido de casa de.*** * **Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas os símbolos @ e & continuaram a ser usado s nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço. Por exemplo: o registro contábil 10@£3 significava 10 unidades ao preço de 3 libras cada uma. Naquela época, o símbolo @ já ficou conhecido, em inglês, como at (a ou em).* * **No século XIX, nos portos da Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar práticas comerciais e contábeis dos ingleses.*** * **Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @ (**a* ou *em**), acharam**,** por engano**,** que o símbolo seria uma unidade de peso.*** * **Para esse entendimento, contribuíram duas coincidências: * _1- **a unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cujo a ** **inicial lembra a forma do símbolo;*** * _ 2- **os carregamentos desembarcados vinham freqüentemente em fardos de uma arroba. Dessa forma, os espan hóis interpretavam aquele mesmo registro de **10@£3** assim: _Dez arrobas custando 3 libras cada uma.*** * **Então, o símbolo @ passou a ser usado pelos espanhóis para significar arroba.*** * **Arroba veio do árabe ar-ruba, que significa a quarta parte; a arroba ( 15 kg em números redondos) correspondia a ¼ de outra medida de origem árabe (quintar), o quintal ( 58,75 kg ).* * **As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais datilografados). O teclado tinha o símbolo @, que sobreviveu nos teclados dos computadores.*** * **Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio eletrônico (e-mail, em inglês), Roy Tomlinson aproveitou o símbolo @ (at**,** em **i**nglês), disponível no teclado, e aplicou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor.*** * **Assim, Fulano@ProvedorX ficou significando: Fulano no provedor (ou na casa) X.* * **Em diversos idiomas, o símbolo @ ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma. ** **Em italiano, chiocciola **;**(caracol)**;** em sueco**,** snabel** ** (tromba de elefante)**;** em holandês**,** apestaart**,**(rabo de macaco). **Em outros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel, em Israel; strudel, na Áustria; pretzel, em vários países europeus.* (Nem eu sabia disso; transcrevi o e-mail de um amigo, para conhecimento geral!).

    [ Outras - Família e Relacionamentos ] Pergunta aberta : Já pensou em adotar uma criança? Por que?

    [ Adoção ] Pergunta aberta : Juiza da Florida permite adocao po casais gays. Vc e afavor ou contra? Porque?

    Uma juíza da Flórida declarou inconstitucional uma lei estadual que proíbe adoção por casais gay e deu sentença a favor de um homossexual que reivindicava o direito de adotar duas crianças, informou hoje a imprensa local. A juíza Cindy Lederman, do condado de Miami-Dade, autorizou Frank Gill, de 47 anos, a adotar dois meio-irmãos de quatro e oito anos que ele e seu companheiro criam desde 2004. Lederman rejeitou também o argumento da procuradoria do estado da Flórida de que a lei que proíbe a adoção por homossexuais promove a moralidade pública e defende os interesses das crianças adotadas, que poderiam sofrer preconceitos por terem pais de um mesmo sexo. As crianças "deixaram para trás um mundo de privações e empobrecimento emocional para entrar em um novo mundo seguro, de educação, estruturado e estimulante", assinalou a juíza, para agregar que "eles são uma família, uma boa família" em todos os sentidos, "exceto aos olhos da lei". Pouco depois de a juíza divulgar sua decisão, Valerie J. Martin, assistente do procurador-geral, indicou a intenção do estado de apelar da decisão da magistrada. A Flórida é o único estado dos EUA que proíbe homossexuais de adotar crianças. O governador da Flórida, Charlie Crist, expressou anteriormente seu apoio a esta lei em vigor há 31 anos, embora ainda não tenha se pronunciado sobre a sentença da juíza Lederman. Gill, que cuida das crianças junto com seu companheiro, expressou aos jornalistas sua profunda satisfação. "Chorei de alegria pela primeira vez em minha vida", disse. Qual sua opiniao? A favor ou contra? E porque?

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Piada de Humor Negro: A Hidrelétrica que Corrêa não quer pagar está em pleno vapor!!Ode a picaretagem!?

    Ela fornece 10% de toda a energia necessária àquele país! O Brasil está na mão de bos.tas, este Celso Amorim já deveria ter sido rebaixado a contínuo em qualquer país decente! Até Quando!? Por Rubens Barbosa Até quando? Parafraseando lorde Palmerston, primeiro-ministro e ministro do Exterior inglês na metade do século 19, a defesa do interesse brasileiro deveria ser o único objetivo do Ministério das Relações Exteriores. Ocasionalmente, pode ser apropriado adotar uma atitude magnânima, se essa for a única maneira de proteger nosso interesse, acrescentou Malcom Rifkind, ministro do Exterior britânico durante minha gestão à frente da Embaixada em Londres. A política externa brasileira na América do Sul parece ignorar esses princípios elementares. A compreensão, a solidariedade e a paciência estratégica levam à aceitação de qualquer atitude, mesmo hostil ou inamistosa, de nossos vizinhos. Esses atos são absorvidos com naturalidade em nome da diplomacia da generosidade, que parece não entender o efeito das transformações políticas, econômicas e sociais por que passa a região e a mudança de percepção em relação ao Brasil. A nova ênfase visando a privilegiar iniciativas bilaterais, dada a paralisia do processo de integração, vem apresentando parcos resultados: a generosidade não fez desaparecerem demandas, reservas, ressentimentos e, agora, está sendo utilizada para inflamar a opinião pública com ataques ao imperialismo brasileiro. O fato é que para preservar o processo de integração comercial, que, na realidade, só existe na retórica dos governantes sul-americanos, o Brasil aceitou, na Bolívia, a nacionalização das refinarias da Petrobrás e o aumento do preço do gás. Propôs o ingresso da Venezuela no Mercosul e agora tenta acomodar a falta de cooperação de Caracas para negociar as condições de seu ingresso. Aceita discutir com o Paraguai um tema tão sensível como Itaipu e observa sem maior reação as invasões de terras e os atentados à vida de fazendeiros brasileiros que vivem naquele país, promovidos pelo MST paraguaio, ajudado pelo MST brasileiro. Abúlicos, aceitamos que a Argentina imponha restrições a empresas brasileiras e ao comércio bilateral e reative acordo de salvaguardas, contrário às regras do Mercosul, que vai ser aplicado sem ter entrado em vigor no Brasil. Nos últimos dias, o Brasil colheu mais um resultado da política de generosidade. O governo do Equador, alegando irregularidades na construção de uma hidrelétrica, em ação desproporcional à importância da questão, decidiu expulsar duas empresas brasileiras (a companhia construtora e outra, estatal) e cancelar outros contratos que nada tinham que ver com o problema, solucionável por negociação ou arbitragem. Na ocasião, o presidente do Equador anunciou que não iria pagar o empréstimo tomado do BNDES, amortizado por meio dos bancos centrais da região. Seguindo a política de compreensão e de generosa boa vontade com nossos vizinhos, o Itamaraty a tudo assistiu sem esboçar reação na defesa da empresa, apenas adiou missão ministerial que iria abrir novos créditos para o Equador. Agora, o presidente Rafael Correa oficializou o calote da dívida. O Itamaraty finalmente reagiu, informando que "recebeu com preocupação" a notícia da decisão do governo equatoriano de impetrar juízo arbitral na Corte Internacional de Arbitragem da Câmara de Comércio Internacional com vista a suspender o pagamento da dívida com o BNDES, relativa ao financiamento da hidrelétrica. No comunicado oficial da Chancelaria se reconhece, ingenuamente, que a decisão do governo equatoriano foi anunciada em evento público sem prévia consulta ou notificação ao governo brasileiro e que a natureza e a forma de adoção das medidas tomadas pelo governo do Equador não se coadunam com o espírito de diálogo, de amizade e de cooperação que caracteriza as relações entre o Brasil e o Equador. Para dar uma satisfação à opinião pública, cada vez mais crítica e impaciente com a maneira como as relações com nossos vizinhos vêm sendo mantidas, o Itamaraty chamou para consultas o embaixador em Quito. O gesto, mais simbólico do que efetivo, é um avanço nas posições adotadas até aqui, mas não representa uma mudança de posição. O aparente endurecimento da posição do governo brasileiro pode ser explicado mais pela irritação do presidente Lula, cuja imagem foi arranhada pelo desafio do líder equatoriano, do que por motivações de política externa. A Petrobrás, depois de ameaçada de expulsão, aceitou as condições impostas pelo Equador para assinar um novo contrato, sem nenhuma garantia de cumprimento. É possível prever que a reação do governo brasileiro se vai limitar à convocação do embaixador e que insista na retomada do diálogo sempre conciliador. Vamos ver se "o comércio bilateral vai acabar", como prometeu o Itamaraty, em arroubo retórico. A retirada do embaixador chega tarde e é muito pouco. Deveria ter sido a primeira providência quando o governo boliviano ocupou man

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