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Contaminado - Workpédia

 
Contaminado
contaminado adj (part de contaminar) 1 O mesmo que infeccionado. 2 O mesmo que corrompido.
Assuntos relacionados a Contaminado

[ Participação Civil ] Pergunta aberta : O que você acha do comportamento da mídia nacional com a crise mundial? ?

Meio sem rumo a nossa mídia, não acham?! Almir Ribeiro (Carta Capital): "Nos tempos de crise deve-se prestar atenção aos istas de economia. Assim como as manhãs de primavera são ideais para observar pássaros, a crise é o melhor momento para apanhar de calças curtas certos impostores da mídia. Na adversidade econômica a realidade se impõe de forma contundente e inibe a palpitaria irresponsável. Sobretudo numa turbulência econômica como a atual, com fatos negativos a nos surpreender todos os dias. A certeza de ontem vira dúvida hoje, e mesmo duvidar torna-se um atributo mais seletivo. A atual conjuntura trouxe confusão ao clubinho liberal da mídia nacional. Os países que sempre lhes inspiraram a doutrina agora estão puxando a procissão da crise e enviando sinais contraditórios. Washington passou a sinalizar protecionismo, aumento descontrolado de gasto público, nacionalização empresas e bancos falidos e outras velhas proibições, deixando de calças curtas os invertebrados istas dos meios de divulgação econômica. Por outro lado, há uma injustificável excitação na mídia com a possibilidade do abutre da recessão que sobrevoa o hemisfério Norte cruzar a linha do Equador e pousar em Brasília. Embora os números da economia não tenham confirmado esse pessimismo, os editoriais tendenciosos já não conseguem disfarçar suas expectativas e funcionam como uma campanha pela recessão. Faz parte do estado de chantagem permanente que os controladores da mídia propõem, de forma seletiva, em seu jogo de interesses políticos. Apesar dos alarmes falsos do noticiário, o brasileiro vai se informando como pode. Vai se desviando do estilo tendencioso e deformador dos istas nativos e percebendo a conjuntura econômica em seu contato com a economia real, e não somente pelo telejornal. Felizmente, a capacidade de reação da economia nacional diante da crise mundial tem demonstrado que o país não foi contaminado pelo pessimismo. A despeito da má-vontade dos meios noticiosos, as adversidades têm sido enfrentadas pelas armas de política econômica de que o governo dispõe, sem lançar mão de planos ou medidas econômicas de exceção, tão comuns nos governos anteriores que contavam com o apoio da mídia. E é sempre bom constatar que nossa batalha econômica preserva os valores democráticos, como a liberdade de expressão. Nem todos os países têm esse privilégio." __________________ Um abraço.

[ Outros - Ecologia e Meio Ambiente ] Pergunta aberta : Quantos litros de água e quanto de terra são contaminados por um litro de óleo?

[ Yahoo! Respostas ] Pergunta aberta : O que você acha absurdo?

Jornal da Tarde ? quarta feira - 26 de novembro de 2008. HC falha no controle de infecção Pronto-socorro precisa de reforma urgente para evitar contaminação de pacientes, diz comissão FABIANE LEITE, fabiane.leite@grupoestado.com.br Relatório interno do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, obtido pela reportagem, apontou 20 falhas no controle de infecções de seu pronto-socorro central e necessidade urgente de reformas para evitar contaminações de pacientes e funcionários. Até sabão para lavar as mãos faltava na unidade, segundo visita feita no último dia 18 de novembro pela subcomissão de infecção hospitalar do Instituto Central. Outros graves problemas foram encontrados, como o armazenamento de sangue ao lado de materiais limpos e de comida ao lado de comadres, recipientes utilizados para a coleta de urina dos doentes. Foi detectado ainda o uso indevido da substância glutaraldeído para a limpeza de instrumentos, o que é desaconselhado - especialmente após a epidemia de infecção hospitalar por micobactérias que atingiu diversas unidades do País. Também a Vigilância Sanitária estadual já advertiu a unidade sobre a necessidade de obras de adequação do PS, que atende cerca de 300 pessoas por dia. O HC é um hospital ligado ao governo do Estado, localizado na zona oeste de São Paulo, e o maior da América Latina. Obras de readequação do PS estão com mais de um ano de atraso e macas acumulam-se em razão da falta de espaço físico e de organização da rede de saúde. Apesar de há um ano o PS central só cuidar de urgências e emergências e não receber mais casos simples, continua sendo responsável pelo atendimento de grande número de doentes crônicos, cujos quadros de saúde se agravam e que acabam ficando muitos dias internados no local. Segundo o diretor-executivo do Instituto Central da unidade, Carlos Suslik, as visitas da subcomissão são comuns, feitas a cada seis meses e, depois de detectados os problemas, eles são corrigidos e o grupo retorna para verificar o que foi feito. Ainda de acordo com ele, somente por meio dos relatórios internos é possível saber a realidade dos problemas, pois assim os funcionários não temem informá-los. "O erro é um tesouro para que se tome ações." Suslik afirmou ainda que, depois de registrada uma série de problemas na execução das obras, a empresa responsável desistiu do contrato e foi punida administrativamente - não poderá fechar novos contratos com o Estado. Nova licitação já foi aberta, mas o próprio diretor prevê que ela só recomece no início do próximo ano. Ele reconheceu, no entanto, que o atraso nas reformas contribui para os problemas apontados no relatório. "Mas alguns erros eram de processo mesmo", destacou. Aparelhos sujos A subcomissão verificou ainda, na data da visita, que leitos para pacientes que necessitam de isolamento não estavam adequadamente apartados dos demais pacientes e que também outras áreas, como a que atende problemas vasculares, não estão adequadas para receber doentes. Foram encontrados também durante a visita da subcomissão aparelhos para verificar a pressão sujos de sangue, lixos transbordando, aplicação de medicação sem luvas, sinais de reaproveitamento de seringas para aspiração de medicações, fios elétricos expostos ao lado de cilindros de oxigênio e algodões contaminados com sangue perto de remédios. Ontem um bebê aguardava atendimento ao lado de sacos de lixo azuis com roupas - e marcados com a palavra "infectante". OS PROBLEMAS Falta de sabão para médicos lavarem as mãos Área do pronto-socorro deve ser revista, para atender normas e prevenir infecções Sala de observação inadequada. Havia lixo cheio, sangue colhido ao lado de materiais limpos Além disso, a comissão interna do HC detectou na observação a aplicação de medicação sem luvas e o armazenamento conjunto de dieta, roupas, remédios e comadres Também foram encontrados sinais de reaproveitamento de seringas para aspiração de medicações Na sala de medicações, a caixa de material cortante transbordava e fios elétricos estavam ao lado do torpedo de oxigênio. Os funcionários não usavam luvas Na emergência, além da falta de sabão, havia algodões com sangue perto de remédios No saguão do pronto-socorro, a comissão encontrou macas e fios expostos. Não havia pias no local O relatório também aponta a presença de lâminas de bisturis expostas e geladeiras sem controle de temperatura Além dos problemas apontados pela comissão, as obras de melhoria no pronto-socorro do Hospital das Clínicas, prometidas para outubro, ainda não terminaram Recebido por email de um grande amigo. Abraços a todos que possuem educação.

[ Governo ] Pergunta aberta : O ministro Mantega: país crescerá 4% em 2009, sem recessão?Ainda bem que estamos na ERA LULA!!?

Que bom que temos LULA no poder, já pensou esta crise nas mãos dos tucanalhas? "A situação no Brasil está sob controle, graças ao que nós fizemos", disse nesta segunda-feira (24) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele prestou contas dos reflexos da crise econômica no Brasil, em reunião com todos os ministros convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Granja do Torto. Mantega previu para 2009 um crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) "em torno de 4%". "O Brasil se encontra numa situação muito mais favorável que os países avançados e mesmo os países emergentes". Vive um momento de "certo dinamismo econômico". e até setembro não se sentiu a crise. "Haverá uma deterioração", admitiu, "mas não recessão". O ministro fez a defesa das "medidas importantes" do governo para fundamentar seu otimismo. "O governo brasileiro já está fazendo uma ação anticíclica", para que a economia brasileira "vá para um patamar em torno de 4%", afirmou. Mantega lembrou também que a valorização do dólar hoje não implica em aumento da dívida pública brasileira, mas em redução, graças à posição credora do país. Segundo ele, a dívida pública caiu de 41% do PIB brasileiro para 37%. "Nós ainda sairemos (da crise) de forma robusta e mantendo o crescimento. Não haverá recessão", repeiu o ministro. "O Brasil está em posição mais favorável... o país foi pego num momento de dinamismo", salientou o ministro, destacando os bons fundamentos da economia, o forte ritmo da atividade econômica doméstica e a menor vulnerabilidade do Brasil aos choques externos. Polêmica com "contaminação" que vem de fora Mantega voltou a descartar um "pacote anticrise" da parte do governo federal, defendendo intervenções pontuais. Ele destacou o papel dos investimentos públicos, das obras do PAC, e agregou: "Tudo isso mantém a economia brasileira em crescimento. O governo continuará tomando medidas anticíclicas de modo a estimular o crescimento", disse. O ministro polemizou com a ansiedade dos jornalistas durantre a coletiva. ?Há uma contaminação da visão que temos por aqui. Como lá fora a situação é crítica, é de redução do nível de atividade, de desemprego aumentando, muitas vezes somos contaminados como se o Brasil estivesse nas mesmas condições. O Brasil não está nas mesmas condições?, assegurou. A projeção do ministro em relação ao desempenho da economia no próximo ano não bate com as estimativas de analistas do mercado. De acordo com pesquisa semanal do Banco Central, analistas e empresários esperam uma expansão de 3% do PIB em 2009, após um avanço de 5,24% em 2008. Em outra pesquisa divulgada nesta segunda-feira, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o país deve crescer, em média, 3,9% num horizonte de três a cinco anos. Da redação, com agências

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