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Estrada - Workpédia

 
Estrada


  • Caminho, em geral público, mais ou menos largo, que, situado fora do perímetro urbano, liga uma localidade a outra, e pelo qual transitam pessoas, animais ou veículos.

  • Fig. Caminho; modo de proceder; meio, expediente: a estrada do dever.

  • Estrada real, a principal de uma região, que liga a capital a outro centro importante.

  • Estrada de ferro, via férrea ou ferrovia.

  • Estrada de rodagem, aquela em que transitam carros, ônibus e caminhões; rodovia, auto-estrada.
  • Assuntos relacionados a Estrada

    Exército tenta desbloquear rodovia interditada há três dias no interior de SP

    [ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Oque é isto?? será verdade?? saiu nos jornais?

    JOVEM NEGRO E TRABALHADOR Ã? BARBARAMENTE ASSASSINADO DENTRO DAS CASAS BAHIA EM SÃ?O PAULO. 19 de novembro de 2008 JOVEM NEGRO TRABALHADOR Ã? BARBARAMENTE ASSASSINADO DENTRO DAS CASAS BAHIA EM SÃ?O PAULO AS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO VALE DO RIBEIRA â?? SP ESTÃ?O UNIDAS A ONG "CASA DO ZEZINHO" E DIVULGA SUA NOTA DE REPÃ?DIO E INDIGNAÃ?Ã?O. A Casa do Zezinho está de luto. A ONG "Casa do Zezinho" mostra seu profundo repúdio e indignação. Um dos seus filhos queridos, o jovem Alberto Milfont Jr. (23), foi barbaramente assassinado dentro das Casas Bahia na Estrada de Itapecerica por um segurança terceirizado, que trabalha nessa instituição, na segunda feira por volta das 16 horas. O segurança, em sua defesa, alega que agiu assim porque simplesmente o jovem estava mal vestido. O jovem Alberto, mal vestido, morre com a nota fiscal, com comprovante de compra nas mãos. Enquanto aguardava dentro da loja, "roupa de trabalhador", sua esposa Darilene (22) voltava do caixa aonde fora pagar a prestação da compra de um colchão. Foi abordado pelo assassino, terno preto. Depois de um bate boca ligeiro, o segurança saca da arma e atira à queima roupa. O jovem tomba sem vida. Suas últimas palavras: "Sou cliente, não sou ladrão!". A partir daí se calou. Calou da mesma forma como estamos calados, sufocados há 500 anos. Que grande equívoco este país! Mal vestido, roupa de trabalho é um sinal verde para o braço armado da sociedade, o assassino pago para atirar. Alberto deixa esposa e um filho de 5 meses. Alberto deixa morto à remota esperança de milhares de jovens brasileiros. Estudar pra quê? Trabalhar pra quê? Ser honesto pra quê? Brasileiros alfabetizados, respondam honestamente essa pergunta! O menino brincalhão, comprido e de pernas finas entrou para a Casa do Zezinho aos 10 anos. Sua turma do Parque Santo Antônio já estava todinha ali. "Vai ser muito legal, ali vamos nos divertir para valer". O jovem deixa excelentes recordações em toda nossa comunidade, onde permaneceu como um membro muito querido até 2003. Estava de casamento marcado com a jovem Darilene, com quem tinha um filho de apenas 5 meses. Suspeita e pobreza sempre juntas na nossa história. Nenhum (a) jovem "mal vestido" (leia-se moreno, pardo) da periferia ousa sequer pisar num shopping de grife da cidade sem levantar as mais alarmantes suspeitas. Nenhuma placa, nenhum sinal explícito essa indesejabilidade, como faziam com os negros os norte-americanos. Diferentemente dos americanos, aqui o jovem da periferia já traz gravada na carne, na alma, essa interjeição.Nenhuma revolta, nenhuma vingança organizada. Nada que a sociedade deva se preocupar. Apenas o destempero de um segurança idiotizado, uma peça para reposição. No Cemitério São Luiz o murmúrio surdo da mãe e da jovem esposa. Dentes cravados, os jovens cabisbaixos que acompanham o enterro trazem o sangue nos olhos. "O mano Alberto subiu!". Com muita raiva seguimos com eles, solidários, para tentar preservar essa auto estimação covardemente destruída desde o seu nascimento nas favelas. A vitória da morte exercida com eficiência certeira desde sempre no país pelo braço armado contratado pela sociedade dominante e pelos seus comparsas que dominam toda a estrutura de poder do estado. PARA AS CASAS BAHIA DEIXAMOS COMO LEMBRANÃ?A O CARNÃ? SALDADO COM A HONRA E A DIGNIDADE DE UM JOVEM TRABALHADOR. ADEUS MANO ALBERTO! Recebido em 20 de novembro de 2008.

    [ Física ] Pergunta aberta : um caminhão colide contra um caminhão em repouso em uma estrada.O caminhão exerce algum tipo de força...?

    [ Outras - Destinos ] Pergunta aberta : Será que a estrada que liga Curitiba/PR até São Francisco do Sul/SC, esta em boas condições, posso viajar?

    [ Letras ] Pergunta aberta : Pra quem gosta de Ana Carolina,que tal essa?

    http://br.youtube.com/watch?v=Mb3Sa4d7i6E&feature=related Te olho nos olhos e você reclama Que te olho muito profundamente. Desculpa, Tudo que vivi foi profundamente... Eu te ensinei quem sou... E você foi me tirando... Os espaços entre os abraços, Guarda-me apenas uma fresta. Eu que sempre fui livre, Não importava o que os outros dissessem. Até onde posso ir para te resgatar? Reclama de mim, como se houvesse a possibilidade... De me inventar de novo. Desculpa...se te olho profundamente, Rente à pele... A ponto de ver seus ancestrais... Nos seus traços. A ponto de ver a estrada... Muito antes dos seus passos. Eu não vou separar as minhas vitórias Dos meus fracassos! Eu não vou renunciar a mim; Nenhuma parte, nenhum pedaço do meu ser Vibrante, errante, sujo, livre, quente. Eu quero estar viva e permanecer Te olhando profundamente." É isso aí Como a gente achou que ia ser A vida tão simples é boa Quase sempre É isso aí Os passos vão pelas ruas Ninguém reparou na lua A vida sempre continua Eu não sei parar de te olhar Eu não sei parar de te olhar Não vou parar de te olhar Eu não me canso de olhar Eu não sei parar De te olhar É isso aí Há quem acredite em milagres Há quem cometa maldades Há quem não saiba dizer a verdade É isso aí Um vendedor de flores Ensinar seus filhos a escolher seus amores Eu não sei parar de te olhar Não sei parar de te olhar Não vou parar de te olhar Eu não me canso de olhar Eu não sei parar...de te olhar Eu não sei parar...de te olhar Beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeijos à todos amigos lindos do YAHOO!

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