Excomungado -
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Excomungado
Maldito,
segregado
(falando-se de
alguém
ou de
alguma
coisa com
desprezo
ou
cólera).
S.m.
Pessoa
que
sofreu
pena de
excomunhão.
Uma das
designações
do
diabo.
Assuntos relacionados a
Excomungado
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : A lenda da ?VENDA DE INDULGÊNCIAS??
Baseados nas calúnias publicada pelo ?pastor? Lauro Barros, a totalidade dos sites protestantes caluniam que a Igreja católica vendia indulgência, quando isso é uma lorota.DEMONSTRANDO OS FATOS PELA PENA DE LUTERO: Por volta de 1515, Um monge alemão, chamado Lutero, irou-se contra outro monge na Alemanha, que em desobediência ao Papa (em Roma), andava cobrando pelas indulgências apostólicas numa pequena cidade alemã. Daí em 31 de Outubro de 1517, a tese de Lutero nº 91: ?Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do Papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido?. Veja que, o que o mercenário monge Tetzel fazia, não era a opinião do Papa. Na verdade, a cólera de Lutero, foi contra o ato deste dominicano mercenário, chamado Johann Tetzel. Como prova disso, dizia Lutero em sua tese nº 50: ?Deve-se ensinar aos cristãos que, se o Papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas?. Mas, os protestantes não ensinaram nada disso. Desonestamente ensinam até hoje que foi o Papa que vendia as indulgências, até caluniam que Tetzel vendia bula papal, pura calúnia odiosa. Lutero não era contra as indulgências apostólicas, escreveu em sua tese 71: ?Seja excomungado e amaldiçoado quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.? E sim, contra a venda delas por inescrupulosos que faziam isso sem o conhecimento do Papa, coisa que os protestantes maliciosamente resolveram distorcer para diabolicamente rapinar na ignorância. Até os slogans sujos atribuídos ao mercenário Tetzel, eles transferiram para a boca do Papa. Deus tenha misericórdia destes ?artistas da oratória? (1Cor 1,17). segue? O próprio Lutero alertava contra esses blasfemadores que costumam diminuir o poder papal, em sua tese 77: ?A afirmação de que nem mesmo São Pedro, caso fosse o Papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o Papa?. E continua na tese 78: ?Dizemos contra isto que qualquer Papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc., como está escrito em I. Coríntios XII?.Como vemos, um mar de mentiras engoliu os protestantes de hoje. Vivem uma fantasia odiosa virtual onde só o dinheiro de seus ?dízimos? é real. A Igreja Católica nunca vendeu indulgência, Lutero rebelou-se incitado por príncipes devassos alemães. O Papa levou dois anos o convidando amigavelmente a comparecer a Roma para explicar o caso, enquanto este fazia arruaças queimando as bulas, até ser excomungado. Assegurou Gottfried Fitzer, no livro Was Luther wirklich sagte: nunca houve a propalada exposição pública das ?noventa e cinco teses? de Lutero. É UMA FARSA, também confirmada por dois historiadores, Erwin Iserloh e KIemens Houselmann. Do relato de Johannes Schneider, um criado de Lutero, é que se extraiu de maneira errada e fantasiosa, a notícia da afixação das teses. Não encontramos, em seu manuscrito, nenhuma referência a este fato, escreveu apenas: ?No ano de 1517, Lutero apresentou em Wittenberg, sobre o EIba, segundo a antiga tradição da universidade, certas sentenças para discussão, porém modestamente e sem haver desejado insultar ou ofender alguém? . Foi tudo uma farsa que engana os protestantes até hoje. Sabe-se que esta lenda da afixação das teses, foi inventada mais tarde, após a morte de Lutero, pelo alemão Melanchthon, em 1546. Provou-se que ele, Melanchthon, em 1517, estava na cidade de Tünbigen, e não em Wittenberg. Sábio conselho é o de Jesus nas Escrituras: O diabo é o pai da mentira (Jo 8,44). A lorota, está no site metodista: http://www.imwja.hpg.ig.com.br/seitas/catolicismo.htme Diz: A última fonte citada, ?O Papa e o Concílio?, é tradução das lorotas anteriores, traduzidas por Rui Barbosa. (O Papa e o Concílio), foi forjada na Alemanha em 1870 pelo apostata Döllinger, sob o pseudônimo de Janus, por encomenda do tirano Bismarck, para irresponsavelmente atacar a Igreja, tendo sido esquecida depois por ser um trabalho sujo; traduziu-a Rui Barbosa, em sua juventude, e depois arrependeu-se, pelas calúnias e pelo ataque apaixonado que o livro faz contra a Igreja Católica, não permitindo mais sua rei
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