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Ficaram
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Na epoca de Jesus Cristo os Judeus e seus seguidores gritaram Barrabas e crucificaram Jesus.
Hoje a historia se repete, as cartas estão bem a mostra, cada um tem seu livre arbitrio, Muitos estão gritando Barrabas(IsraEUA) e outros gritam -Jesus Jesus, Jesus é a vítima(Palestinos) mais os graduados adoradores de Israel, gritam Barrabas, Barrabas...!
Nessa gritaria toda EU GRITO JESUS(Palestina) e vc grita oque Barrabas(IsraEUA)? Quando os Judeus crucificaram Jesus Cristo, antes os Judeus haviam espalhado para todos os lados que Jesus era um impostor, mentiroso e tudo de ruim, Hoje temos o nosso proprio livre arbitrio para sabermos quem é o mentiroso e o assasasino, quem roubou e quem foi roubado, quem massacra e quem se defende com as armas que tem. EU GRITO JESUS E VCS? GRITAM BARRABAS? Eu enchergo a historia se repetindo, Quem crucificou Jesus, hoje, crucifica os palestinos, e eu NÂO vou gritar BARRABAS. Qual de vcs vai gritar barrabas?
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A lenda das mulheres guerreiras foi o que deu origem ao nome do estado mais extenso do Brasil e do maior rio da região amazônica, um dos maiores do mundo. Os primeiros europeus, ao chegarem às terras da futura Amazônia, contaram ter encontrado tribos de mulheres cujos costumes assemelhavam-se aos das famosas Amazonas da Capadócia, na Ásia Menor.
A palavra Amazonas vem de a (sem) + mazos (seios), portanto, sugere significar "mulheres sem seios" ou, pelo menos, sem algum dos seios. Diz-se que as Amazonas extirpavam o seio direito para melhor manusear suas armas durante as batalhas.
A tribo vivia sem permitir a presença de homens. Apenas quando precisavam procriar, elas buscavam os machos de outras tribos, mas depois da cópula eles eram obrigados a voltar à tribo de origem. Os filhos das Amazonas, quando nasciam meninas eram criadas com a mãe para aprender o ofício da guerra. Mas quando nasciam meninos, eram entregues ao pai.
Segundo o folclorista Walcyr Monteiro, foi o navegante espanhol Francisco de Orellana, em 1541, o primeiro a contar que ao chegar ao Mar Dulce, atual rio Amazonas, ele e seus tripulantes teriam sido atacados por uma tribo de mulheres descritas pelo Frei Gaspar de Carvajal como muito altas e de peles muito claras, com cabelos compridos, trançados e enrolados no alto da cabeça. E mais: guerreando completamente nuas, portando apenas seus arcos e flexas.
Pelos relatos, aquela foi uma batalha e tanto, na foz do rio Nhamundá (atual limite entre o Pará e o Amazonas). De um lado, os espanhóis surpresos com tantas guerreiras que jamais esperavam encontrar. De outro, as mulheres comandando uma legião de índios.
Os espanhóis foram vencidos e tiveram que fugir, mas conseguiram capturar um índio que contou sobre a tribo de mulheres.
Disse ele que havia cerca de setenta tribos semelhantes na região; que elas viviam sem a presença de homens e que dominavam as tribos vizinhas. O índio contou ainda que quando era tempo de procriar as guerreiras pegavam índios à força, nas tribos dominadas. Depois de engravidá-las, eles eram mandados embora. De pronto, os espanhóis as identificaram como sendo as Amazonas e passaram a chamar o então Mar Dulce de "rio de Las Amazonas".
Outro detalhe importante é que os índios, por desconhecimento da lenda das Amazonas da Capadócia, chamavam as mulheres das tais tribos de Icamiabas, ou "mulheres sem marido".
Diziam os índios que as Icamiabas (ou Amazonas, para os europeus) presenteavam os homens após a cópula com pequenos artefatos semelhantes a sapos entalhados em algum mineral esverdeado, como a pedra de jade (jadeíta) ou a nefrita, por exemplo. O presente era chamado de Muiraquitã.
Isso tudo acontecia durante um ritual dedicado à Lua. Os Muiraquitãs eram pendurados no pescoço do visitante e usados por eles até os próximos encontros sexuais.
A tribo de mulheres sem maridos nunca foi encontrada por pesquisadores, mas o mesmo não se pode dizer dos Muiraquitãs. Os pequenos adornos que seriam utilizados nos rituais de fertilidade têm sido encontrados com freqüência na região do Baixo rio Amazonas, justamente onde Francisco de Orellana diz ter travado uma batalha com as lendárias mulheres.
Diz-se que quem encontra uma pedra de Muiraquitã terá sorte no amor e força contra as doenças. Até hoje, muitos artesãos confeccionam peças similares para vendê-las em feiras de artesanatos da região. Os verdadeiros Muiraquitãs estão em museus ou em coleções particulares.
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