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Hebraica - Workpédia

 
Hebraica
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[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Religião é o homem forte domando o homem fraco...?

O homem Jesus Cristo, culto e sábio, discípulo dos homens de ciência da sua época, tentou em vão, salvar da ignorância e do culto ao sobrenatural, uma humanidade cega da realidade natural, pois ele, Jesus, valorizava e reconhecia, como única e certa, as verdades naturais, e, portanto científicas, em uma época onde a verdade, melhor aceita, pertencia a um mundo sobrenatural. A religião, torcendo os fatos, prega uma imagem forjada da pessoa humana que realmente foi esse homem de ciência do Velho Mundo chamado Jesus Cristo. Portanto a verdadeira luta de Jesus Cristo foi para acabar com o que ele chamava de costumes pagãos da época, e ainda muito praticados hoje, por todas as religiões. Se Jesus Cristo fosse um homem do século XXI diria o seguinte: Da religião ?Porque o coração deste povo está endurecido, e ouviram de mau grado com seus ouvidos, e fecharam seus olhos; para que não vejam com os olhos da razão, e ouçam com os ouvidos dos lúcidos, e compreendam com o coração dos homens de ciência, e se convertam para minha verdadeira verdade, e eu os cure da ignorância natural.? Da ciência: ?Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos porque ouvem. Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós verdes e não o viram; e ouvi o que vós ouvis, e não o ouviram.? Havia ciência na antiguidade Alexandria é uma cidade ao norte do Egito, situada a Oeste do delta do rio Nilo, às margens do Mar Mediterrâneo. É o principal porto do país, a principal cidade comercial e a segunda maior cidade do Egito. Tem 3,5 milhões de habitantes (2001). A cidade ficou conhecida por causa do empreendimento de tornar-se, na antigüidade, o centro de todo conhecimento do homem, com a criação da Biblioteca de Alexandria. Possui vastas instalações portuárias(embarque de algodão). A parte ocidental do porto ocupa cerca de 900ha e a parte oriente constitui o porto de pesca. Entre estas duas docas está localizada a cidade maometana, com ruas estreitas e bazares. Possui uma universidade e uma escola superior árabe. É a metrópole do comércio egípcio do algodão e centro de inúmeras indústrias. Tem refinaria de petróleo, central térmica, praia e aeroporto. Escola de Alexandria: "A Escola de Alexandria durou vários séculos (do final do século IV a.C. até o VII d.C.), e durante esse período teve alguns momentos de glória. (...). Alexandre Magno morreu no ano de 323 a.C., e nessa data se estabeleceu o início da dinastia dos Ptolomeus (iniciada por Ptolomeu I, um general de Alexandre que proclamou a si mesmo Imperador). O maior promotor da Escola, entretanto, foi Ptolomeu II (que governou o Egito de 285 a 246 a.C.). Ele é tido como o protetor das letras e um administrador eficiente (a ele se atribui a construção do farol ? tido como uma das maravilhas do mundo antigo). Foi depois dele, em 145 a.C., que ocorreu a primeira depredação da Escola. Ela foi saqueada, como represália, em uma guerra civil. Reestruturada, reencontrou um novo auge, e também o seu infortúnio, no século primeiro antes de Cristo. Nesse período, foi Cleópatra (que nasceu em 69 a.C. e morreu em 30 a.C., e que foi a última linhagem dos Ptolomeus) quem governou o Egito" (SPINELLI, Miguel. Helenização e Recriação de Sentidos. A Filosofia na Época da Expansão do Cristianismo - Séculos II, III e IV. Porto Alegre: Edipucrs, 2002, cap. VII). História da biblioteca de Alexandria Considera-se que tenha sido fundada no início do século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II do Egito, após seu pai ter construído o Templo das Musas (Museum). É atribuída a Demétrio de Falero sua organização inicial. Uma nova biblioteca foi inaugurada em 2003 próxima ao sítio da antiga. Estima-se que a biblioteca tenha armazenado mais de 400.000 rolos de papiro, podendo ter chegado a 1.000.000. Foi destruída parcialmente inúmeras vezes, até que em 646 d.C. foi destruída num incêndio acidental (acreditou-se durante toda a Idade Média que tal incêndio houvesse sido causado pelos árabes). Conta-se que um dos incêndios da lendária biblioteca foi provocado por Júlio César. Em caçada ao seu inimigo de Triunvirato (formado por César, Pompeu e Crasso), Pompeu, César deparou com a cidade de Alexandria, governada na época por Ptolomeu XII, irmão de Cleópatra. Pompeu foi decapitado por um dos tutores do jovem Ptolomeu, e sua cabeça foi entregue a César juntamente com o seu anel. Diz-se que ao ver a cabeça do inimigo César pôs-se a chorar. Apaixonando-se perdidamente por Cleópatra, César conseguiu colocá-la no poder através da força. Os tutores do jovem faraó foram mortos, mas um conseguiu escapar. Temendo que o homem pudesse escapar de navio mandou incendiar todos, inclusive os seus. O incêndio alastrou-se e atingiu uma parte da famosa biblioteca. A instituição da antiga biblioteca de Alexandria tinha como o principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional. Continha livros que foram levados de Aten ...Atenas. Existia também matemáticos ligados à biblioteca, como por exemplo Euclides de Alexandria. Ela se tornou um grande centro de comércio e fabricação de papiros. A lista dos grandes pensadores que freqüentaram a biblioteca e o museu de Alexandria inclui nomes de grandes gênios do passado. Importantes obras sobre geometria, trigonometria e astronomia, bem como sobre idiomas, literatura e medicina, são creditados a eruditos de Alexandria. Segundo a tradição, foi ali que 72 eruditos judeus traduziram as Escrituras Hebraicas para o grego, produzindo assim a famosa Septuaginta. Os grandes nomes da Alexandria antiga Euclides: matemático, quarto século a.C. O pai da geometria e o pioneiro no estudo da óptica. Sua obra Os Elementos foi usada como padrão da geometria até o século XIX. Aristarco de Samos: astrônomo, terceiro século a.C. O primeiro a presumir que os planetas giram em torno do Sol. Usou a trigonometria na tentativa de calcular a distância do Sol e da Lua, e o tamanho deles. Arquimedes: matemático e inventor, terceiro século a.C. Realizou diversas descobertas e fez os primeiros esforços científicos para determinar o valor do pi (?). Calímaco(c. 305-c. 240 a.C.): poeta e bibliotecário grego, compilou o primeiro catálogo da Biblioteca de Alexandria, um marco na história do controle bibliográfico, o que possibilitou a criação da relação oficial (cânon) da literatura grega clássica. Seu catálogo ocupava 120 rolos de pariro. Eratóstenes : polímata (conhecedor de muitas ciências) e um dos primeiros bibliotecários de Alexandria, terceiro século a.C. Calculou a circunferência da Terra com razoável exatidão. Galeno: médico, segundo século d.C. Seus 15 livros sobre a ciência da medicina tornaram-se padrão por mais de 12 séculos. Herófilo: médico, considerado o fundador do método científico, o primeiro a sugerir que a inteligência e as emoções faziam parte do cérebro e não do coração. Hipátia: astrônoma, matemática e filósofa, terceiro século d.C. Uma das maiores matemáticas, diretora da Biblioteca de Alexandria; por ser pagã, foi assassinada, sofrendo linchamento, a mando de São Cirilo. Ptolomeu: astrônomo, segundo século d.C. Os escritos geográficos e astronômicos eram aceitos como padrão.

[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Trata-se de uma simples e correta explicação do conceito bíblico?

[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Vaticano reafirmou o dogma do inferno?

O que diz a Bíblia? Deixo que a resposta provenha de peritos católicos: ?Uma distinção entre o corpo e a alma não é declarado expressamente em parte alguma das Escrituras.? ? ?Dictionnaire de la Bible? (Dicionário da Bíblia), editado por F. Vigoroux. ?O conceito de ?alma?, significando uma realidade puramente espiritual, imaterial distinta do ?corpo?, . . . não existe na Bíblia.? ? Georges Auzou, Professor de Escritura Sagrada, Seminário de Ruão, França. A Bíblia declara expressamente: ?A alma que pecar, perecerá.? (Eze. 18:4, 20, Pontifício Instituto Bíblico) Isto não só mostra que a alma humana não é inerentemente imortal, mas também mostra que o castigo para o pecado incessante não é o tormento (quer seja físico quer mental), mas é a morte. A Bíblia diz ainda mais: ?O salário do pecado é a morte, e a graça de Deus é a vida eterna.? (Rom. 6:23, A Bíblia de Jerusalém, católica) A vida eterna ou a morte eterna ? esta é a escolha que Deus coloca diante de suas criaturas. ? João 3:16, 36; Deu. 30:19, 20. As palavras hebraicas e gregas traduzidas erroneamente ?inferno?, em algumas versões da Bíblia, significam, ou a sepultura comum da humanidade morta (Heb. seol; Gr., hádes), da qual haverá uma ressurreição, ou a destruição eterna (Gr., géenna). Cuidadosa leitura da Bíblia convencerá a qualquer pessoa honesta de que o ?fogo eterno? preparado para o Diabo, seus anjos e os homens iníquos (Mat. 25:41, 46) é símbolo da destruição, ?a segunda morte?, da qual não haverá ressurreição. ? (Apo.) Rev. 20:9, 10; 21:8. ?Deus é amor.? (1 João 4:8) O dogma do tormento eterno no inferno é uma crassa representação falsa do Deus justo e amoroso a quem os cristãos verdadeiros adoram. O fator motivador da adoração verdadeira é o amor, e não o temor mórbido. (1 João 4:16-19) Por reacender a idéia do inferno não-bíblico, o Vaticano certamente está desonrando A DEUS. VEJA TAMBÉM: O que é mesmo o inferno??http://www.watchtower.org/t/20020715/article_02.htm Você tem uma alma imortal? http://www.watchtower.org/t/20070715/article_01.htm

[ Ajuda para Lição de Casa ] Pergunta aberta : preciso pesquisa sobre gramática hebraica meteg, maqquef,daguesh lene, dages lene, forte e conjuntivo.?


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