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Herói - Workpédia

 
Herói


  • Nome dado pelos gregos aos grandes homens divinizados.

  • Aquele que se distingue por seu valor ou por suas ações extraordinárias, principalmente por feitos brilhantes durante a guerra.

  • Principal personagem de uma obra literária (poema, romance, peça de teatro etc.) ou cinematográfica.

  • Principal personagem de uma aventura, de um acontecimento.
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    Cuba é sinónimo de Revolução. Desde 1 de Janeiro de 1959 que a maior ilha das Caraíbas é um marco incontornável para o resto do mundo. E, precisamente 50 anos depois, a sua influência - apesar de diminuta - não desapareceu de todo. Muitos de nós crescemos influenciados pela Revolução cubana, pelas façanhas e desventuras dos seus protagonistas. Para alguns, a Revolução cubana significa uma história de heroísmo, de luta pela liberdade e contra o imperialismo. Para outros, é justamente o contrário: um símbolo de ditadura e de opressão. O que é certo é que Cuba desata paixões, e falar do que foi, do que é, e do que será a Revolução de Fidel Castro acaba por ser um verdadeiro desafio. Os êxitos da Revolução cubana podem ser encontrados na área social, onde a pequena ilha caribenha supera os restantes países latino-americanos e mesmo muitas das nações mais ricas e mais industrializadas. Muitos coincidem em qualificar o desenvolvimento de uma poderosa rede nacional de assistência social como a maior vitória dos cubanos; essa rede de assistência social serviu para impedir que os 20% dos cubanos mais pobres caísse na miséria extrema. O estado encarrega-se dessas famílias, entregando-lhes dinheiro extra, cestas alimentares, vestuário e também mobiliário. No caso de deficientes físicos ou mentais, as autoridades cubanas chegam mesmo a pagar um salário para que essas pessoas recebam os cuidados necessários. Logo no início da Revolução foram tomadas medidas para benefício dos mais pobres. A reforma agrária deu emprego a 100% dos camponeses. Uns receberam terras, outros integraram-se em cooperativas e muitos converteram-se em operários de fazendas estatais. Foram proibidos os despejos nas cidades, foi decretada uma redução das rendas de casa e foi finalmente feita uma reforma urbana que converteu 85% dos cubanos em proprietários das suas próprias residências, uma realidade que se mantém nos dias de hoje. Prioridade à infância Não existem em Cuba meninos de rua. Os órfãos e os filhos de doentes mentais ou de pessoas presas vivem em instituições onde têm garantidos, casa, comida, cuidados médicos e educação - incluindo estudos superiores. A esperança de vida dos cubanos é a mais elevada da América Latina Mas esses não constituem uma excepção, porque 100% das crianças cubanas frequentam a escola, que é efectivamente obrigatória até ao nono ano e gratuita até ao nível universitário. Os livros escolares são igualmente gratuitos. Em Cuba, a lei obriga os pais a enviar os filhos para a escola. Trata-se de um direito da criança que, se for violado, pode implicar a perda da sua custódia e a tomada de medidas judiciais contra os encarregados de educação. E ninguém está isento; sessenta mil crianças cubanas com limitações físicas ou psíquicas frequentam escolas especiais em que recebem aulas normais, fisioterapia e cuidados psicológicos, uma combinação que lhes permite desenvolver ao máximo as suas habilidades e possibilidades. Nessas escolas juntam-se dois dos maiores êxitos da Revolução cubana: a educação e a saúde pública. Esta última desenvolveu um gigantesco sistema nacional que abrange todos os cidadãos sem quaisquer excepções. O sistema tem quatro níveis: o de médico de família, que vive a poucos quarteirões da casa do paciente; o da clínica do bairro; o do hospital da zona; e o dos institutos especializados. Toda a assistência médica é gratuita, com excepção dos medicamentos - que são subvencionados. Nada fica de fora do sistema cubano de saúde pública. Desde a mais ligeira dor de cabeça ao tratamento de doenças associadas ao HIV/Sida, passando pelos transplantes de orgãos, cuidados odontológicos e até cirurgia estética. Os resultados são visíveis quando se comparam as estatísticas das Nações Unidas sobre a esperança de vida. Cuba ocupa o terceiro lugar no continente americano, com uma esperança média de vida de 76 anos para os homens e 80 anos para as mulheres. Em relação à mortalidade infantil, as cifras da ONU mostram que Cuba tem 5 mortos em cada mil nascimentos, algo que, no continente americano, é apenas comparável ao Canadá. Saúde para todos Da mesma forma como ninguém morre em Cuba devido a doenças curáveis, muito poucos morrem devido aos efeitos dos ciclones que atravessam aquela ilha todos os anos. A Defesa Civil, criada pela Revolução, é capaz de evacuar milhões de cubanos para lugares seguros. Há assistência do Estado durante a passagem de ciclones No ano passado, por exemplo, Cuba foi atingida por três poderosos ciclones, que provocaram danos a meio milhão de casas, destruiram a maior parte das colheitas e derrubaram centenas de torres de alta tensão. Apesar disso, foram registadas apenas 7 mortes. Antes de 1959, e mesmo durante os primeiros anos da Revolução, havia centenas e às vezes mesmo milhares de mortos de cada vez que Cuba fosse atingida por um ciclone. E isso sem contar com as enormes perdas económic Antes de 1959, e mesmo durante os primeiros anos da Revolução, havia centenas e às vezes mesmo milhares de mortos de cada vez que Cuba fosse atingida por um ciclone. E isso sem contar com as enormes perdas económicas que ocorriam. E também são muito poucas as vítimas da violência social. Praticamente não há insegurança para os cidadãos. Comparada inclusive com os países mais seguros da região, Cuba é, sem dúvidas, uma das sociedades mais pacíficas do continente americano e mesmo do mundo. É um acto extraordinário um assalto à mão armada e os roubos com pistolas ou com armas brancas quase que não existem. Os delitos mais comuns são o roubo de fios de ouro, de relógios ou de pastas que, em geral, ocorrem sem ameaças de violência física. Sem dúvida, a tranquilidade nas ruas tem a ver com a presença constante da polícia. Mas muitos argumentam também que o nível de educação, o acesso à saúde e o controlo da pobreza contribuem de forma determinante para o fraco índice de violênci

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    VALE A PENA LER ATE O FIM......... História número 1 Muitos anos atrás, Al Capone possuía virtualmente Chicago. Capone não era famoso por nenhum ato heróico. Ele era notório por empastar a cidade com tudo relativo a contrabando, bebida, prostituição e assassinatos. Capone tinha um advogado apelidado 'Easy Eddie'. Era o seu advogado por um excelente motivo. Eddie era muito bom! Na realidade, sua habilidade, manobrando no cipoal legal, manteve Al Capone fora da prisão por muito tempo. Para mostrar seu apreço, Capone lhe pagava muito bem. Não só o dinheiro era grande, como Eddie também tinha vantagens especiais. Por exemplo, ele e a família moravam em uma mansão protegida, com todas as conveniências possíveis. A propriedade era tão grande que ocupava um quarteirão inteiro em Chicago. Eddie vivia a vida da alta roda de Chicago, mostrando pouca preocupação com as atrocidades que ocorriam à sua volta. No entanto, Easy Eddie tinha um ponto fraco. Ele tinha um filho a quem amava afetuosamente. Eddie cuidava para que seu jovem filho tivesse o melhor de tudo: roupas, carros e uma excelente educação. Nada era poupado. Preço não era objeção. E, apesar do seu envolvimento com o crime organizado, Eddie tentou lhe ensinar o que era certo e o que era errado. Eddie queria que seu filho se tornasse um homem melhor do que ele. Mesmo assim, com toda a sua riqueza e influência, havia duas coisas que ele não podia dar ao filho: ele não podia transmitir-lhe um bom nome ou um bom exemplo. Um dia, o Easy Eddie chegou a uma decisão difícil. Easy Eddie tentou corrigir as injustiças de que tinha participado. Ele decidiu que iria às autoridades e contaria a verdade sobre Al 'Scarface' Capone, limpando o seu nome manchado e oferecendo ao filho alguma semelhança de integridade. Para fazer isto, ele teria que testemunhar contra a quadrilha, e sabia que o preço seria muito alto. Ainda assim, ele testemunhou. Em um ano, a vida de Easy Eddie terminou em um tiroteio em uma rua de Chicago.. Mas aos olhos dele, ele tinha dado ao filho o maior presente que poderia oferecer, ao maior preço que poderia pagar. A polícia recolheu em seus bolsos um poema, recortado de uma revista. O poema: 'O relógio de vida recebe corda apenas uma vez e nenhum homem tem o poder de decidir quando os ponteiros pararão, se mais cedo ou mais tarde. Agora é o único tempo que você possui. Viva, ame e trabalhe com vontade. Não ponha nenhuma esperança no tempo, pois o relógio pode parar a qualquer momento.' História número 2 A Segunda Guerra Mundial produziu muitos heróis. Um deles foi o Comandante Butch O'Hare. Ele era um piloto de caça, operando no porta-aviões Lexington, no Pacífico Sul. Um dia, o seu esquadrão foi enviado em uma missão. Quando já estavam voando, ele notou pelo medidor de combustível que alguém tinha esquecido de encher completamente os tanques. Ele não teria combustível suficiente para completar a missão e retornar ao navio. O líder do vôo o instruiu a voltar ao porta-aviões. Relutantemente, ele saiu da formação e iniciou a volta à frota. Quando estava voltando ao navio-mãe viu algo que fez seu sangue gelar: um esquadrão de aviões japoneses voava na direção da frota americana. Com os caças americanos afastados da frota, ela ficaria indefesa ao ataque. Ele não podia alcançar seu esquadrão nem avisar a frota da aproximação do perigo. Havia apenas uma coisa a fazer. Ele teria que desviá-los da frota de alguma maneira. Afastando todos os pensamentos sobre a sua segurança pessoal, ele mergulhou sobre a formação de aviões japoneses. Seus canhões de calibre 50, montados nas asas, disparavam enquanto ele atacava um surpreso avião inimigo e em seguida outro. Butch costurou dentro e fora da formação, agora rompida e incendiou tantos aviões quanto possível, até que sua munição finalmente acabou. Ainda assim, ele continuou a agressão. Mergulhava na direção dos aviões, tentando destruir e danificar tantos aviões inimigos quanto possível, tornando-os impróprios para voar. Finalmente, o exasperado esquadrão japonês partiu em outra direção. Profundamente aliviado Butch O'Hare e o seu avião danificado se dirigiram para o porta-aviões. Logo à sua chegada ele informou seus superiores sobre o acontecido. O filme da máquina fotográfica montada no avião contou a história com detalhes. Mostrou a extensão da ousadia de Butch em atacar o esquadrão japonês para proteger a frota. Na realidade, ele tinha destruído cinco aeronaves inimigas. Isto ocorreu no dia 20 de fevereiro de 1942, e por aquela ação Butch se tornou o primeiro Ás da Marinha na 2ª Guerra Mundial, e o primeiro Aviador Naval a receber a Medalha Congressional de Honra . No ano seguinte Butch morreu em combate aéreo com 29 anos de idade. Sua cidade natal não permitiria que a memória deste herói da 2ª Guerra desaparecesse, e hoje, o Aeroporto O'Hare, o principal de Chicago, tem esse nome em tributo à coragem deste grande homem. Assim, se por ventura você passar no O'Hare In

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