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[ Participação Civil ] Pergunta aberta : Pesquisa diz que paulistano é o mais insatisfeito com a vida sexual. Você concorda?
Os paulistanos são os mais insatisfeitos do país com a qualidade geral da vida sexual que levam. Enquanto a média nacional de insatisfação chega a 20,5% entre os homens e 23,64% entre as mulheres; na capital paulista o índice dos que consideram o sexo regular ou péssimo atinge 25,4% dos homens e 29,1% das mulheres. O levantamento mostra que o morador de Manaus é o mais satisfeito do país nesse quesito: apenas 15,8% dos homens e mulheres reclamam de sua vida sexual.
Mineiro faz mais sexo e carioca tem mais orgasmo, diz pesquisa
Os dados pertencem à pesquisa Mosaico Brasil, a maior já feita sobre sexo e afetividade no país, e que entrevistou 4.206 homens e 4.031 mulheres acima de 18 anos em dez capitais brasileiras ao longo de 2008. O estudo foi divulgado na manhã desta terça-feira (25) durante entrevista em um hotel na Zona Oeste de São Paulo e foi conduzido pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, com o patrocínio do laboratório Pfizer.
Na contramão da satisfação com o sexo, o estudo mostrou ainda que as mulheres que vivem em São Paulo, mais que os homens, consideram a vida sexual o terceiro fator mais importante para a qualidade de vida. Para os paulistanos, o sexo é o quarto fator, atrás de uma alimentação saudável, tempo de convivência com a família e a prática de exercícios regulares. O estudo revela ainda que essa preocupação da mulher de São Paulo não supera apenas a dos homens que vivem em São Paulo, mas as pessoas de todo o país.
Embora o sexo seja colocado como segundo fator de qualidade de vida por 77,8% os cariocas, os homens que mais valorizam o sexo no Brasil, 81,7% das paulistanas colocaram o sexo como terceiro fator.
?A mulher mostrou que para ela o sexo é um item de qualidade de vida, mas isso não significa que ela o está fazendo como queria. Pela vida atribulada, pelos múltiplos compromissos, provavelmente ela não exercita o item da qualidade de vida da forma como gostaria?, afirmou Carmita Abdo, coordenadora do estudo. Para a professora da USP, são exatamente esses os fatores que justificam o índice de insatisfação com o sexo na capital paulista.
O estresse e a correria do dia-a-dia também são usados por Carmita para esclarecer por que o morador de São Paulo é o que deseja, no país, um menor número de relações sexuais na semana. Enquanto os homens gostariam de ter 5,2 relações, as mulheres desejam ter 3,5 relações. Em Belo Horizonte, esse desejo para os mineiros é de oito relações e para as mineiras de 5,3 vezes. Na prática, o número atingido de relações sexuais pelos paulistas é ainda menor. Eles praticam sexo 2,8 vezes na semana e elas, 2,1 vezes.
Segundo Carmita, o fato de os homens afirmarem ter uma relação a mais que as mulheres, em média, se justifica por motivos ?tradicionais? e alguns mais recentes. ?O homem ainda trai mais que a mulher e também existe mais homossexuais masculinos do que femininos?, disse. Na cidade de São Paulo, a pesquisa ouviu um total de 1.526 homens e mulheres. A maior faixa etária abordada foi entre 26 a 40 anos, mas até pessoas acima de 71 anos foram entrevistadas.
O funcionário público Luiz Carlos Bassaneli, de 30 anos, concorda com o resultado da pesquisa. Para ele, além do estresse e da rotina pesada de trabalho de quem mora em São Paulo, o estilo de vida de hoje tem prejudicado a qualidade do sexo. ?O sexo virou um espécie de consumo. Você tem de pensar em quantidade e não em qualidade. É uma pressão muito grande da sociedade pela aparência, por tudo?, afirmou.
A pesquisa foi realizada nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Cuiabá, Manaus, Salvador e Fortaleza. Entre os dados relevantes o estudo, está a consolidação da importância do sexo na vida do brasileiro e a maior facilidade com que ele fala sobre o assunto. Pela pesquisa, 95% dos brasileiros afirmam hoje que o sexo é importante ou muito importante para a vida e 57,9% dos homens e 60,6% conversam mais sobre sexo com a família. Além disso, cerca de 45% dos brasileiros se consideram realizados tanto na vida sexual como na afetiva.
[ Solteiros e Namorando ] Pergunta aberta : Como esqueço um grande amor?
Conhecei esse homem em um site de relacionamento em setembro, de cara surgiu algo bem maior que amizade entre nós, ficávamos madrugadas inteiras conversando. Durante o dia trocávamos emails, ele no serviço e eu em casa. Ele em Sampa e eu em Cuiabá. Depois começamos a nos falar por skype horas a fio. Trocávamos fotos, músicas, combinávamos em quase tudo. Conversávamos sobre tudo. Quanta coisa ele mudou para melhor na minha vida! Eu com 18 anos, ele 39, ele que nunca gostou de jovenzinhas, só foi saber minha idade de verdade quando leu no orkut, porque eu mentia, rsrs, nem acreditou quando viu, disse que eu era mesmo espetacular por ser tão culta e madura tão jovem. Me escrevia emails apaixonados, lindos. E mesmo em assunto de sexo sempre combinávamos, era algo muito legal, aquilo de cumplicidade, sabe aquela abertura mental, um homem sem preconceitos? Parecia que nos conheciamos desde sempre.
Planejávamos alianças, eu iria transferir a facul em um ano para ir viver com ele, até filho queríamos, faziamos planos de onde iriamos quando eu fosse vê-lo fim do ano.
Estava tudo lindo, porém ele reviu um amor do passado em outubro e desde esse dia mudou muito, nunca conseguiu esquecê-la, uma mulher que ele não via há quinze anos, que nunca chegou a namorar mas sempre amou, foi revê-la e pronto, foi cada vez ficando mais distante de mim, mais frio, o amor se foi, a paixão acabou.
E começo de novembro, ele terminou comigo, disse que não poderia me enganar e nem enganar a ele, que nunca esqueceu a outra mulher, que não conseguia mais sentir nada por mim.
Faltavam 20 dias para eu vê-lo em São Paulo, estava com tudo arrumado, eu já sentia que a relação estava ruim desde que ele viu essa "ex" mesmo assim não pensei que ele fosse terminar e quando terminou foi horrível para mim e até hoje eu sofro, choro, estou mal.
Já tentei me relacionar com outros homens e não consigo, eles parecem ridículos e ínfimos perto dele.
Não consigo esquecê-lo por nada, já procurei psicólogo até, nunca pensei que fosse ficar louca por alguém dessa forma, eu o amo muito ainda, uma paixão incrível.
Ele quer me conhecer fim do ano, quando eu for a sampa ver meus pais, mas ele deixou claro que só como amigo.
Não aguento mais buscá-lo em outros homens, não consigo tirá-lo da mente, tenho medo de ficar doida já. Sinto como se nunca mais fosse achar alguém igual ou melhor que ele.
As questões são:
1 - Se eu for visitá-lo, o "mito", o meu princípe encantado cairá e eu enfim deixarei de fantasiar em torno dele, o verei como realmente ele é, deixarei de amá-lo ou corro o risco de me apaixonar ainda mais quando tocá-lo?
2 - Como faço para esquecê-lo? Como se esquece uma paixão assim? Alguém com o qual sonhamos tanto, em que tudo combinava?
Por favor, me ajudem.
Beijos no coração de todos.
[ Amigos ] Pergunta aberta : Se vcs fossem comparados(as) a um tipo de docê...qual tipo seria...rsrsrr...?
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