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Igualmente - Workpédia

 
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[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Cuba - 50 anos de Revolução ?

Cuba é sinónimo de Revolução. Desde 1 de Janeiro de 1959 que a maior ilha das Caraíbas é um marco incontornável para o resto do mundo. E, precisamente 50 anos depois, a sua influência - apesar de diminuta - não desapareceu de todo. Muitos de nós crescemos influenciados pela Revolução cubana, pelas façanhas e desventuras dos seus protagonistas. Para alguns, a Revolução cubana significa uma história de heroísmo, de luta pela liberdade e contra o imperialismo. Para outros, é justamente o contrário: um símbolo de ditadura e de opressão. O que é certo é que Cuba desata paixões, e falar do que foi, do que é, e do que será a Revolução de Fidel Castro acaba por ser um verdadeiro desafio. Os êxitos da Revolução cubana podem ser encontrados na área social, onde a pequena ilha caribenha supera os restantes países latino-americanos e mesmo muitas das nações mais ricas e mais industrializadas. Muitos coincidem em qualificar o desenvolvimento de uma poderosa rede nacional de assistência social como a maior vitória dos cubanos; essa rede de assistência social serviu para impedir que os 20% dos cubanos mais pobres caísse na miséria extrema. O estado encarrega-se dessas famílias, entregando-lhes dinheiro extra, cestas alimentares, vestuário e também mobiliário. No caso de deficientes físicos ou mentais, as autoridades cubanas chegam mesmo a pagar um salário para que essas pessoas recebam os cuidados necessários. Logo no início da Revolução foram tomadas medidas para benefício dos mais pobres. A reforma agrária deu emprego a 100% dos camponeses. Uns receberam terras, outros integraram-se em cooperativas e muitos converteram-se em operários de fazendas estatais. Foram proibidos os despejos nas cidades, foi decretada uma redução das rendas de casa e foi finalmente feita uma reforma urbana que converteu 85% dos cubanos em proprietários das suas próprias residências, uma realidade que se mantém nos dias de hoje. Prioridade à infância Não existem em Cuba meninos de rua. Os órfãos e os filhos de doentes mentais ou de pessoas presas vivem em instituições onde têm garantidos, casa, comida, cuidados médicos e educação - incluindo estudos superiores. A esperança de vida dos cubanos é a mais elevada da América Latina Mas esses não constituem uma excepção, porque 100% das crianças cubanas frequentam a escola, que é efectivamente obrigatória até ao nono ano e gratuita até ao nível universitário. Os livros escolares são igualmente gratuitos. Em Cuba, a lei obriga os pais a enviar os filhos para a escola. Trata-se de um direito da criança que, se for violado, pode implicar a perda da sua custódia e a tomada de medidas judiciais contra os encarregados de educação. E ninguém está isento; sessenta mil crianças cubanas com limitações físicas ou psíquicas frequentam escolas especiais em que recebem aulas normais, fisioterapia e cuidados psicológicos, uma combinação que lhes permite desenvolver ao máximo as suas habilidades e possibilidades. Nessas escolas juntam-se dois dos maiores êxitos da Revolução cubana: a educação e a saúde pública. Esta última desenvolveu um gigantesco sistema nacional que abrange todos os cidadãos sem quaisquer excepções. O sistema tem quatro níveis: o de médico de família, que vive a poucos quarteirões da casa do paciente; o da clínica do bairro; o do hospital da zona; e o dos institutos especializados. Toda a assistência médica é gratuita, com excepção dos medicamentos - que são subvencionados. Nada fica de fora do sistema cubano de saúde pública. Desde a mais ligeira dor de cabeça ao tratamento de doenças associadas ao HIV/Sida, passando pelos transplantes de orgãos, cuidados odontológicos e até cirurgia estética. Os resultados são visíveis quando se comparam as estatísticas das Nações Unidas sobre a esperança de vida. Cuba ocupa o terceiro lugar no continente americano, com uma esperança média de vida de 76 anos para os homens e 80 anos para as mulheres. Em relação à mortalidade infantil, as cifras da ONU mostram que Cuba tem 5 mortos em cada mil nascimentos, algo que, no continente americano, é apenas comparável ao Canadá. Saúde para todos Da mesma forma como ninguém morre em Cuba devido a doenças curáveis, muito poucos morrem devido aos efeitos dos ciclones que atravessam aquela ilha todos os anos. A Defesa Civil, criada pela Revolução, é capaz de evacuar milhões de cubanos para lugares seguros. Há assistência do Estado durante a passagem de ciclones No ano passado, por exemplo, Cuba foi atingida por três poderosos ciclones, que provocaram danos a meio milhão de casas, destruiram a maior parte das colheitas e derrubaram centenas de torres de alta tensão. Apesar disso, foram registadas apenas 7 mortes. Antes de 1959, e mesmo durante os primeiros anos da Revolução, havia centenas e às vezes mesmo milhares de mortos de cada vez que Cuba fosse atingida por um ciclone. E isso sem contar com as enormes perdas económic Antes de 1959, e mesmo durante os primeiros anos da Revolução, havia centenas e às vezes mesmo milhares de mortos de cada vez que Cuba fosse atingida por um ciclone. E isso sem contar com as enormes perdas económicas que ocorriam. E também são muito poucas as vítimas da violência social. Praticamente não há insegurança para os cidadãos. Comparada inclusive com os países mais seguros da região, Cuba é, sem dúvidas, uma das sociedades mais pacíficas do continente americano e mesmo do mundo. É um acto extraordinário um assalto à mão armada e os roubos com pistolas ou com armas brancas quase que não existem. Os delitos mais comuns são o roubo de fios de ouro, de relógios ou de pastas que, em geral, ocorrem sem ameaças de violência física. Sem dúvida, a tranquilidade nas ruas tem a ver com a presença constante da polícia. Mas muitos argumentam também que o nível de educação, o acesso à saúde e o controlo da pobreza contribuem de forma determinante para o fraco índice de violênci

[ Piadas e Charadas ] Pergunta aberta : piadas,piadas,piadas sem charadas?

Um homem de 88 anos estava fazendo seu checkup anual. O médico perguntou como ele estava se sentindo. - Nunca me senti tão bem respondeu. - Minha nova esposa tem 18 anos e está grávida, esperando um filho meu. Qual a sua opinião a respeito? O médico refletiu por um momento e disse: - Deixe-me contar-lhe uma história: Eu conheço um cara que era caçador fanático. Nunca perdeu uma estação de caça. Mas um dia, por engano, colocou seu guarda-chuva na mochila em vez da arma. Quando estava na floresta, um urso repentinamente apareceu em sua frente. Ele sacou o guarda-chuva da mochila, apontou para o urso e ele caiu morto. - Hahahaha! Isto é impossível disse o velhinho Algum outro caçador deve ter atirado no urso. - Exatamente! Valentia O sujeito vivia se gabando da sua valentia para os amigos: - Tem uma coisa que eu não agüento... Um dia desses, por exemplo, eu ia passando por uma rua quando vi três marmanjões. Aí que não agüentei e fui até lá. - E daí? - Vocês precisavam ver só a surra que nós quatro demos naquele baixinho duma figa! O Leão e o Violonista Um violonista fazia um safári sozinho pela África quando, num belo dia, deu de cara com um baita dum leão faminto. Imediatamente pegou sua espingarda e, quando apertou o gatilho, viu que tinha esquecido de carregar a arma. Sentindo a morte se aproximar teve um lampejo de inteligência, pegou seu violino e começou a tocar. O leão, antes agressivo, foi se tornando dócil. Acabou então se deitando na relva como que embalado pela canção. E logo foram se chegando outros leões que, igualmente, iam se inebriando com o solo do violonista. E foi assim até que, de repente, apareceu um outro leão, furioso, faminto, que almoçou o pobre homem. E nisso, um leão comenta com o outro: - Tinha que ser o surdinho pra estragar nossa festa!...

[ Serviço Social ] Pergunta aberta : VAMOS ACABAR COM ESSA INVERSÃO DE VALORES?

Carta enviada de uma mãe para outra, em São Paulo, após noticiário na TV De mãe para mãe... Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a transferência de seu filho, menor infrator, das dependências da Fundação Casa (antiga FEBEM) em São Paulo, para outra dependência no interior do estado. Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visita-lo, bem como outros inconvinientes decorrentes daquela transferência. Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Orgãos e Entidades de Defesa dos Direitos Humanos, ONGs, etc... Eu também sou mãe, e assim, bem posso compreender seu protesto. Quero com ele (seu protesto) fazer coro. Enorme é a distância que me separa do meu filho. Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visita-lo, com muito sacrifício, só posso faze-lo aos domingos, por que labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e na educação do resto da família. Felizmente conto com meu inseparável companheiro, que desempenha importante papel de amigo e conselheiro espiritual. Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem, que o seu filho matou estupidamente em um assalto a uma video locadora, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia, para pagar os estudos à noite. No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flôres no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo. Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranquila, viu? que estarei pagando o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião na Fundação Casa. No cemitério, na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas "Entidades" que tanto lhe apoiam , para me dar uma palavra de conforto e talvez me indicar "Os meus direitos!" DIREITOS HUMANOS, PARA HUMANOS DIREITOS! recebi um e-mail dia 28/12/2008, trazendo essa carta e resolvi passar adiante.

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