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Incapaz - Workpédia

 
Incapaz


  • e

  • e

  • Que não se acha em estado de fazer alguma coisa: incapaz de andar.

  • Que não tem capacidade para: incapaz de governar.

  • Que não tem capacidade legal: incapaz de testar.

  • Inábil, insuficiente, inapto.
  • Assuntos relacionados a Incapaz

    [ Participação Civil ] Pergunta aberta : Se existe o dia da Consciência negra? porque também não fazem dia da Consciência branca?

    Esta pergunta pode parecer racista nao é? Mais nao é!!! Atualmente se fala muito em ?cotas? como se esse sistema fosse resolver os problemas dos negros. Dos negros? É dos indios? Dos pobres? Das classes C,D,E a camada mais pobres que nao podem pagar uma universidade para seus filhos? Como teria sido a formação dessa pessoa no ensino fundamental e médio? Ruim? Mal ? ou nem uma? Investir na educação de base seria a melhor forma de acabar com a deficiência do ensino brasileiro, tendo em vista que o sistema de ?cotas? pode se tornar mais uma forma de descriminação contra os afros descendentes, (que poderão ser taxados de incapazes para o ingresso no ensino superior) Mesmo sabendo que nós brasileiros temos uma divida de três séculos ou mais para com os negros do nosso país, sabe-se que é de grande urgência tomar uma atitude, mas talvez às ?cotas? não sejam a solução. Vamos aos fatos:) as ?cotas?, os negros entram nas universidades, entretanto pairam as perguntas: Como teria sido a formação dessa pessoa no ensino fundamental e médio? Quando esses negros terminarem o curso superior, quem irá garantir a sua vaga no mercado de trabalho? Serão inventadas cotas para o exercício da profissão também? Tendo em vista que essa dicotomia que relaciona problema social ao racismo não se acabará, passará a existir uma dicotomia renovada a de que o negro só tem uma formação acadêmica devido às ?cotas?, iniciando uma nova dialética na tentativa de provar a capacidade intelectual, moral e social dos afros descendentes.? Esse não seria um problema mais econômico do que racista? Ora, quem diz que se deve separar o que pertence ao negro do que pertence ao branco ao indio, a os decendentes de japoneses,italianos,alemaes,poloneses? Quem determina que ser negro é ser raça, e não que os negros estão incluídos na sociedade como todos os seres humanos como todos os homem e mulheres com os mesmos direitos econômicos, sociais e culturais? Quem cria a eqüidistância entra homens brancos e os homens negros? Quem no Brasil pode se dizer puramente negro ou puramente branco? Eu sou de familia Judia! Tenho negros na minha familia... É por isso que me sinto a vontade para dizer que o racismo no país é fato, mas não é substituindo responsabilidades econômicas para uma causa social que poderemos solucionar o problema, transferindo o descaso da educação (que é devido à má distribuição de renda no país) para o problema racial, ao invés de se resolver a questão econômica. O Estado se mostrando benevolente e voltado para as causas sociais se dedicando em acabar com o racismo no país, tirando proveito de que grupos de negros se apresentam como pessoas que lutam por uma causa muito importante que é o combate ao racismo, lutando por igualdade social, porém se mostrando exclusivos, diferentes no que diz respeito a desejarem coisas feitas para negros e não coisas produzidas para pessoa em geral. Dessa forma o próprio negro se rotula e cria o outro, se tornando ele (negro) mesmo racista ao ponto de não aceitar o que vem a ser feito de forma aleatória para humanos, sem separar onde termina um problema econômico e começa uma causa social e quando os dois estão juntos e devem ser estudados juntos. Portanto o sistema de ?cotas? não é a solução do problema racial no Brasil, até porque tem todo um arcabouço social, cultural e econômico que envolve o problema de racismo no Brasil, esse sistema pode ou não ajudar, mas com certeza não é a solução do racismo em nosso país. Então por que desde já, não se começa a investir na educação de base, de forma que, todos tenham acesso a ela, (NEGROS, BRANCOS, POBRES, INDIOS, IMIGRANTES e DECENDENTES), para que cheguem ao ensino superior em igual condição a todos sem que sejam necessárias as ?cotas? para que negros tenham possibilidades de freqüentar uma universidade e para que quando terminem o curso superior o mercado de trabalho esteja aberto para os receberem sejam ricos ou pobres, negros ou brancos, ou de qual quer linha social de que venha a sua descendência. Acredita-se que as ?cotas? geram conflito entra as pessoas ao contrario do que se acha que facilitara a convivência entra ?Negros e Brancos? dentro de uma sociedade "brasileira" sem raça e sem cor, isso não resolve e segundo a antropóloga Yonne Magie, profª.: UFRJ afirma que no lugar de cotas para ?Negros? deve-se abrir vagas nas escolas para todos, e não é só vagas, mais sim, investir na educação de base para que se tenha uma educação de qualidade e não de quantidade. A antropóloga fala também que ?falar em ?raça? é tentar apagar o fogo com gasolina, as ?cotas? é um cala-boca para a sociedade e a comunidade negra do país?, com tantos problemas sociais e econômicos no país querer resolver os problemas de racismo através das ?cotas? não é a solução podendo ser um paliativo mais não resolvera a crise do racismo no Bras Joaco V,eu sofro preconceito por ser de familia judia imagina um negro?

    [ Governo ] Pergunta aberta : É justa a forma com que o Estado trata inativos da PM? ?

    Policial toma tiro fica alejado e perde direito? Digo isto, por saber que centenas de inativos e pensionistas tiveram seus vencimentos repentinamente reduzidos, pelos motivos mais variados possíveis. Isso, vem acontecendo desde de 2003, quando o então Governador Garotinho, com o propósito de reduzir folha de pagamento da PM resolveu mexer com os vencimentos dos inativos e pensionistas, cortando tudo que eles achavam ser possível. Não sabemos se tal medida foi por conta de alguma retaliação política ou coisa parecida, não lembro se na ocasião houve alguma manifestação dos aposentados da PM contra o austero ex-governador. A redução do triênio foi uma decisão revoltante, pois só atingiu aqueles que tiveram a carreira profissional interrompida por consequência desastrosa, onde ficaram inválidos definitivamente para o serviço Policial. Ora, minha gente, como pode poderia o Estado exigir que o POLICIAL para ter direito ao triênio integral tivesse que cumprir os 30 anos de efetivo serviço se ele se tornou vítima de ACIDENTE DE TRABALHO? Acidente este que ocorrer na defesa do interesse do Estado. Pergunto? Deve o policial sofrer a perda desse direito? Se ele se tornou inválido, trabalhando, logo, independente de sua vontade e totalmente aparado pela lei, como pode o Estado exigir que ele tenha uma impossível de cumprir? Se o ESTADO o reformou e o julgou totalmente incapaz para o serviço policial cabe a ele reformar e na forma mais benéfica, ou seja, com a maior remuneração possível, como forma de indenização. Mais grave ainda, é o Estado reformar e aprovar a remuneração máxima e depois de 3 a 4 anos reduzir. Aí amigo, estamos perdidos, pois não temos a quem recorrer, já que no judiciário, quem manda é o governoue. Depois de ter passado pelo trauma de ficar dois anos sendo submetido a avaliações médicas, procedimentos este exigidos pela lei, para garantir que não há recuperação, nesse interim o processo de reforma vai se concluindo, sendo submetido a várias analises, onde é feito o enquadramento no tipo de reforma, quais os direitos e amparos, sendo o processo submetido a avaliações de juntas médicas, jurídicas e etc, sendo por estes homologados, para ser publicado em diário oficial. A partir daí, o funcionário já na condição de reformado, passa a perceber os proventos garantidos no processo administrativo de reforma, ou seja, todos os direito alí concedidos foram mais do que examinados e exauridos por juntas e comissões. Ainda assim, depois de está recebendo os benefícios integrais, por vários anos, amparados por esse processo administrativo, inclusive o triênio, vem o governo e faz o corte do triênio, alegando que é ilegal, simplesmente porque o funcionário não tem os 30 anos de efetivo serviço prestado. O Estado não poderia reduzir qualquer benefício percebidos por mais de dois anos, isso é o que está na Lei. Mesmo aqueles que não conseguiram receber o triênio por mais de dois anos, deveriam ter garantido a sua integralidade, como forma de inidenização, já que foram vítimas, e se tornaram invalido definitivamente para o serviço policial tem o Estado o dever de reparar. O que ninguém pode imaginar e nem admitir é que depois de perder um braço, uma perna, um olho, ficar paraplégico ou tetraplégico, ter a carreira profissional interrompida, ter a reforma assinada e publicada em diário oficial, está recebendo seus vencimentos durante 48 meses, ter seus vencimentos reduzidos, alegando o estado que houve erro ou sei lá o que, para reduzir seus vencimentos, alguns em 30%, outros em 25%, outros em 40%, etc. Essa medida pode perecer justa aos olhos dos governantes e até do Judiciário, mas essa é uma DECISÃO IMORAL. O Estado não pode fazer economia, numa situação em que ele tem a obrigação de reparar o dano, é direito objetivo. Tivemos o desprazer de ter o Governador Garotinho durante 08 (oito) anos no Governo, depois dele a situação dos reformados só se agravou. A Lei nº 279 de novembro de 1979 e a Lei 443 de 01 de julho de 1981 sofreram alterações, algumas apenas na colocação da vírgula ou invertendo a ordem das palavras, paenas para extinguir direito principalmente dos reformados e aposentados. O GOVERNO, alega que os funcionários que estavam recebendo triênio integral, quando reformados, sem terem 30 anos de efetivo serviço é ATO ILEGAL e sendo ato ilegal não gera direito adquirido. O Governo, não sabemos como, tem sua decisão amparada pela JUSTIÇA (?). Como? Como podemos acreditar nessa justiça, que desconsidera todo o processo de reforma, que ignora a Lei remuneração, o tempo de

    [ Outras - Artes e Humanidades ] Pergunta aberta : Tu já sofreu de pieguice?

    Todas as cartas de amor são ridículas, já advertiu poeticamente Fernando Pessoa na voz do seu heterônimo Álvaro de Campos. Não só as cartas de amor, ele acrescentou, mas também "os sentimentos esdrúxulos". Na verdade, por pudor crítico, a gente tende a achar ridículos todos os sentimentos, ou todas as cartas e confissões sentimentais, esquecendo-se de que, como disse Pessoa no mesmo poema, "só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor é que são ridículas". Em matéria de emoções, o medo de ser ridículo nos faz mais ridículos. Impomos tantas restrições ao que vem do coração que somos capazes de exibir idéias pobres com o maior desplante, mas temos vergonha de demonstrar até os melhores sentimentos, ainda mais agora que os ventos pós-modernos propõem a razão cética e a lógica cínica como visão de mundo, confundindo tudo com pieguice, fraqueza ou capitulação sentimental. Isso fica claro em certas situações críticas, na solidão noturna de um corredor de hospital, diante de riscos impensáveis, em face da doença de um filho. Nesses momentos, a alma cheia de cuidados e desassossegos se abre para o despudor sentimental, para a onda de solidariedade com a qual amigos, ah, os amigos, banham a nossa angústia. Aí o que vale não é a linguagem convencional, incapaz de descrever a experiência, mas as formas emocionais de comunicação. Não importam os significantes mas os significados, os gestos gratuitos, aparentemente sem utilidade, uma palavra apenas, às vezes nem isso, um toque, um bilhete, um aperto de mão, um abraço mudo, um olhar úmido, um símbolo - nada de novo, de original, mas quanto conforto! Costuma-se exaltar a cabeça como fonte da razão e denunciar o coração como sede da insensatez, como músculo incapaz de ter autocrítica e de ser original. Que seja assim. E daí? Nada pior do que uma idéia feita, mas nada melhor do que um sentimento usado. A cabeça pode gostar de novidade, mas o coração adora repetir o já provado. Se as idéias vivem da originalidade, os sentimentos gostam da redundância. Não é por acaso que o prazer procura a repetição. As teorias da comunicação ensinam que só há informação quando há originalidade, ou seja, quanto menor for a redundância de uma mensagem, maior será a sua taxa de informação. Se você comunica a uma pessoa o que ela já sabe, a quantidade de informação é zero. Não há dúvida de que isso funciona para a informação semântica. Ninguém lê jornal de ontem, nem vai atrás do já visto. Quando se muda de campo, porém, e se entra no terreno da mensagem sentimental, lírica ou emocional, parece ocorrer o contrário: o amor, a amizade e o afeto são recorrentes, insistentes, precisam, pedem confirmação. Talvez por isso a gente não se canse de revisitar a poesia, a mais lírica das expressões. A redundância não diminui a beleza nem o teor poético de um poema. Nada mais prazeroso do que repetir versos de cor. Houve uma época em que nós, adolescentes, declamávamos poemas como hoje se recitam letras de rap. Revidava-se Drummond com Bandeira; a um Lorca se respondia com um Pessoa; cultivava-se João Cabral de Melo Neto e havia sempre um Vinicius para acalentar uma cantada. A poesia serve para disfarçar o pudor e serve também para exprirmir o indizível - aqueles estados de intensidade emocional que exigem formas requintadas e duradouras de expressão. Em certas horas, o melhor remédio são versos esparsos de esquecidos poemas. Eles vêm ao acaso, trazidos pela memória involuntária. "O sol tão claro lá fora e em minhalma anoitecendo'', de Bandeira, ou "Esta manhã tem a tristeza de um crepúsculo", também dele. "Há um amargo de boca na minha alma", de Pessoa. "Apagada e vil tristeza", de Camões, e assim por diante, como se fosse uma antologia do coração. Em A insustentável leveza do ser, o best-seller que todo mundo leu nos anos 80, Kundera escreveu várias páginas sobre o perigo da manipulação de sentimentos pelo poder que em geral leva ao kitsch político, ou seja, à contravenção, ao engodo na política. É preciso cuidado porque o fenômeno ronda todas as formas de expressão do homem e está sempre à espreita das realizações artísticas. Tudo bem, todo cuidado é pouco, não se faz arte com bons sentimentos - o kitsch é o mau gosto estético. Mas quem disse que a vida é uma obra de arte? Quem disse que o sentimento é kitsch? Zuenir Ventura (crônica publicada no Jornal do Brasil, em 12/8/95)

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