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Indulgência - Workpédia

 
Indulgência


  • Facilidade em perdoar os erros dos outros: mostrar indulgência.

  • Clemência, tolerância.

  • Indulto, perdão.

  • Teologia Católica Remissão de castigos temporais provocados por pecados cuja culpa já tenha sido perdoada. Certas formas de oração são o meio mais comum de se ganhar indulgências na igreja. Outros meios são o jejum, a doação de esmolas e, algumas vezes, a peregrinação.
  • Assuntos relacionados a Indulgência

    [ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Pra acabar com essa estória de vinho...?

    Há muita tradição, produto da mente humana, que foi acrescentada à mensagem das Escrituras, por vezes por motivos econômicos, como no caso das indulgências ou da obrigatoriedade do dízimo, mas geralmente com boas intenções, por teólogos que pensaram ?ajudar? o Senhor, acrescentando suas convicções pessoais ao Evangelho, pensando ingenuamente que Deus necessitava da sua ajuda para retificar ou completar a sua revelação ao homem?. decida por si mesmo o que é e o que não é certo. Para os acusadores eu tenho a dizer: aquele que come e bebe não repreenda o que não come e bebe e o que não come e bebe não repreenda o que come e bebe! Para os homens, o vinho é como a vida, mas só se o beberes com moderação. Que vida leva aquele a quem falta o vinho? Pois também ele foi criado desde o princípio, para trazer alegria. 28 Júbilo do coração e alegria da alma é o vinho, tomado oportuna e moderadamente. 29 Amargura da alma é o vinho bebido em demasia, produzindo excitação e desequilíbrio A embriaguez aumenta o furor do insensato para o fazer cair, diminui-lhe a força e provoca ferimentos. 31 Num banquete com vinho não repreendas teu próximo, nem zombes dele quando está alegre; não lhe digas palavras injuriosas nem o incomodes com reclamações. Isaías 24-7 O vinho novo está triste, desfalece a vinha, gemem todos os que tinham coração alegre. 8 Cessou o som alegre dos tamborins, acabou o alvoroço dos folgazões, cessou o som alegre da cítara. 9 Já não bebem mais vinho ao som da canção, a bebida forte é amarga para os que a bebem. O Senhor falou a Moisés, dizendo: 2 ?Fala aos israelitas e dize-lhes: Quando um homem ou uma mulher fizer voto especial, o voto de nazireato, consagrando-se ao Senhor , deverá abster-se de vinho e de qualquer bebida alcoólica. Não beberá vinagre de vinho nem vinagre de outra bebida alcoólica. Não tomará suco de uvas, nem comerá uvas frescas ou secas. 4 Enquanto durar o voto de consagração não comerá nenhum produto da videira, nem mesmo sementes ou cascas. Depois não gostam de ser comparados aos fariseus... MATEUS 11-18 Pois veio João, que não comia nem bebia , e dizem: ?Está possuído do demônio?. 19 Veio o Filho do homem, que come e bebe, e dizem: ?Olhem! Um comilão e um beberrão de vinho, amigo de cobradores de impostos e pecadores?. E, no entanto a Sabedoria é reconhecida como justa por suas obras?. Será possível que estão a falar de suco de uva o tempo todo!!!! Qdo Jesus transformou a agua em vinho,acaso não foi pedido ao provador que provasse do vinho????!!!

    [ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : A lenda da ?VENDA DE INDULGÊNCIAS??

    Baseados nas calúnias publicada pelo ?pastor? Lauro Barros, a totalidade dos sites protestantes caluniam que a Igreja católica vendia indulgência, quando isso é uma lorota.DEMONSTRANDO OS FATOS PELA PENA DE LUTERO: Por volta de 1515, Um monge alemão, chamado Lutero, irou-se contra outro monge na Alemanha, que em desobediência ao Papa (em Roma), andava cobrando pelas indulgências apostólicas numa pequena cidade alemã. Daí em 31 de Outubro de 1517, a tese de Lutero nº 91: ?Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do Papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido?. Veja que, o que o mercenário monge Tetzel fazia, não era a opinião do Papa. Na verdade, a cólera de Lutero, foi contra o ato deste dominicano mercenário, chamado Johann Tetzel. Como prova disso, dizia Lutero em sua tese nº 50: ?Deve-se ensinar aos cristãos que, se o Papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas?. Mas, os protestantes não ensinaram nada disso. Desonestamente ensinam até hoje que foi o Papa que vendia as indulgências, até caluniam que Tetzel vendia bula papal, pura calúnia odiosa. Lutero não era contra as indulgências apostólicas, escreveu em sua tese 71: ?Seja excomungado e amaldiçoado quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.? E sim, contra a venda delas por inescrupulosos que faziam isso sem o conhecimento do Papa, coisa que os protestantes maliciosamente resolveram distorcer para diabolicamente rapinar na ignorância. Até os slogans sujos atribuídos ao mercenário Tetzel, eles transferiram para a boca do Papa. Deus tenha misericórdia destes ?artistas da oratória? (1Cor 1,17). segue? O próprio Lutero alertava contra esses blasfemadores que costumam diminuir o poder papal, em sua tese 77: ?A afirmação de que nem mesmo São Pedro, caso fosse o Papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o Papa?. E continua na tese 78: ?Dizemos contra isto que qualquer Papa, mesmo São Pedro, tem maiores graças que essas, a saber, o Evangelho, as virtudes, as graças da administração (ou da cura), etc., como está escrito em I. Coríntios XII?.Como vemos, um mar de mentiras engoliu os protestantes de hoje. Vivem uma fantasia odiosa virtual onde só o dinheiro de seus ?dízimos? é real. A Igreja Católica nunca vendeu indulgência, Lutero rebelou-se incitado por príncipes devassos alemães. O Papa levou dois anos o convidando amigavelmente a comparecer a Roma para explicar o caso, enquanto este fazia arruaças queimando as bulas, até ser excomungado. Assegurou Gottfried Fitzer, no livro Was Luther wirklich sagte: nunca houve a propalada exposição pública das ?noventa e cinco teses? de Lutero. É UMA FARSA, também confirmada por dois historiadores, Erwin Iserloh e KIemens Houselmann. Do relato de Johannes Schneider, um criado de Lutero, é que se extraiu de maneira errada e fantasiosa, a notícia da afixação das teses. Não encontramos, em seu manuscrito, nenhuma referência a este fato, escreveu apenas: ?No ano de 1517, Lutero apresentou em Wittenberg, sobre o EIba, segundo a antiga tradição da universidade, certas sentenças para discussão, porém modestamente e sem haver desejado insultar ou ofender alguém? . Foi tudo uma farsa que engana os protestantes até hoje. Sabe-se que esta lenda da afixação das teses, foi inventada mais tarde, após a morte de Lutero, pelo alemão Melanchthon, em 1546. Provou-se que ele, Melanchthon, em 1517, estava na cidade de Tünbigen, e não em Wittenberg. Sábio conselho é o de Jesus nas Escrituras: O diabo é o pai da mentira (Jo 8,44). A lorota, está no site metodista: http://www.imwja.hpg.ig.com.br/seitas/catolicismo.htme Diz: A última fonte citada, ?O Papa e o Concílio?, é tradução das lorotas anteriores, traduzidas por Rui Barbosa. (O Papa e o Concílio), foi forjada na Alemanha em 1870 pelo apostata Döllinger, sob o pseudônimo de Janus, por encomenda do tirano Bismarck, para irresponsavelmente atacar a Igreja, tendo sido esquecida depois por ser um trabalho sujo; traduziu-a Rui Barbosa, em sua juventude, e depois arrependeu-se, pelas calúnias e pelo ataque apaixonado que o livro faz contra a Igreja Católica, não permitindo mais sua rei

    [ Amigos ] Pergunta aberta : Que tempos são estes, em que é quase um delito falar de coisas inocentes?

    Aos que vierem depois de nós Realmente, vivemos muito sombrios! A inocência é loucura. Uma fonte sem rugas denota insensibilidade. Aquele que ri ainda não recebeu a terrível notícia que está para chegar. Que tempos são estes, em que é quase um delito falar de coisas inocentes. Pois implica silenciar tantos horrores! Esse que cruza tranqüilamente a rua não poderá jamais ser encontrado pelos amigos que precisam de ajuda? É certo: ganho o meu pão ainda, Mas acreditai-me: é pura casualidade. Nada do que faço justifica que eu possa comer até fartar-me. Por enquanto as coisas me correm bem (se a sorte me abandonar estou perdido). E dizem-me: "Bebe, come! Alegra-te, pois tens o quê!" Mas como posso comer e beber, se ao faminto arrebato o que como, se o copo de água falta ao sedento? E todavia continuo comendo e bebendo. (...) Mas evitar a violência, retribuir o mal com o bem, não satisfazer os desejos, antes esquecê-los é o que chamam sabedoria. E eu não posso fazê-lo. Realmente, vivemos tempos sombrios. Para as cidades vim em tempos de desordem, quando reinava a fome. Misturei-me aos homens em tempos turbulentos e indignei-me com eles. Assim passou o tempo que me foi concedido na terra. (...) No meu tempo as ruas conduziam aos atoleiros. A palavra traiu-me ante o verdugo. Era muito pouco o que eu podia. Mas os governantes Se sentiam, sem mim, mais seguros, - espero. Assim passou o tempo que me foi concedido na terra. (...) E, contudo, sabemos que também o ódio contra a baixeza endurece a voz. Ah, os que quisemos preparar terreno para a bondade não pudemos ser bons. Vós, porém, quando chegar o momento em que o homem seja bom para o homem, lembrai-vos de nós com indulgência. Bertolt Brecht

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