Dicionário OnLine Workpédia

Inferioridade - Workpédia

 
Inferioridade


  • Situação ou qualidade inferior no que se refere ao nível social, à força, ao mérito etc.: via-se em estado de inferioridade em relação a outras pessoas.

  • Complexo de inferioridade, estado psicológico mórbido no qual o indivíduo, tendo a convicção íntima de ser inferior aos que o cercam, adota logo uma atitude inadequada ou desconcertante: agressividade, hostilidade, desafio, apatia, timidez etc.
  • Assuntos relacionados a Inferioridade

    [ Outras - Família e Relacionamentos ] Pergunta aberta : COMO VENCER O COMPLEXO DE INFERIORIDADE!?

    [ Psicologia ] Pergunta aberta : O ser humano anda sempre no limite da vida ?

    Do amor e do trabalho A trajetória sócio-histórica dos conceitos amor e trabalho explicam a centralidade ocupada atualmente por elementos tão distintos. A vida do ser humano contemporâneo pauta-se por questões aparentemente desconexas, mas que, mal-resolvidas, condicionam o bem-estar à frustração, angústia, sofrimento, entre outros sentimentos. Conciliar o equilíbrio entre amor e trabalho revela-se substancial para a realização individual devido às pressões coletivas. E as pressões começam a exercer influência logo na primeira infância quando das projeções sociais impostas aos filhos pelos pais. Em ?Brinquedos?, da obra ?Mitologias?, Roland Barthes disserta sobre a constituição da criança como o adulto em miniatura. Desde cedo, as crianças são condicionadas às aspirações da vida social a partir de questionamentos como ?o que você vai ser?? e ?quantos filhos vai ter quando crescer??. A centralidade do amor e do trabalho jamais esteve na vida do ser humano, como hoje se apresenta. Na Europa da Idade Média, a religiosidade ocupava o espaço central das sociedades cristãs. Na Grécia Antiga, política e estética eram os paradigmas. Atualmente, valores baseados na liberdade deslocam o eixo central para o amor (o prazer) e o trabalho (o ter). São as transformações referenciais, a ruptura de tempo e a superação de paradigmas que apresentam novos conjuntos de valores sociais. Valores humanos são social e historicamente construídos e, portanto, desconstrui-los é um dever crítico. Hoje o ter e o prazer são fetiches da sociedade (pós) moderna. O trabalho possibilita o ter, e o amor realizar o prazer. Conquistar a plenitude de ambos os elementos na vida cotidiana desperta, invariavelmente, o mais mesquinho dos sentimentos de complexo de inferioridade àqueles que não os têm. O fraco, e, sobretudo, acrítico, mergulha na dor da inveja. A mentira-dissimulada é outro mal que se revela dessas projeções competitivas, pois o ?trabalhador bem-sucedido? e ?plenamente amado?, em auto-defesa, pode forjar uma farsa de uma vida (inexistente, apenas aparente). O fato é que o homem cobra de si mesmo, vezes sem saber o porquê, uma realização no trabalho e no amor para atender às exigências externas. As cobranças conduzem à ansiedade por conquistar um modo de vida paradigmático que, assim elaborado, torna-se o único referencial de satisfação e felicidade. Ser feliz hoje, embora possa discordar veementemente, significa conquistar (o ter) bom trabalho, com reconhecimento coletivo e sucesso, e vivenciar o amor (o prazer). Quem se priva ou é privado da sensação do prazer sofre e questiona-se diariamente por que ainda não possui o ser a ser amado ou o trabalho invejável. Os modos de produção dos bens e também dos sentidos alicerçam-se, queira ou não, nesses paradigmas. Compra-se a felicidade, paga-se bem e o binômio da existência contemporânea quer-se, assim, amor-trabalho. Sente-se no divã e conte todos os problemas: amor e trabalho, em forma e conteúdo. Agora responda: tem certeza de que está tudo bem com você? Como todos os fracos, recomendo que apenas chore

    Página Anterior
    Página 1 de 1
    5 verbetes encontrados. Registros 1 até 5
     1 

    Próxima Página
    Workpédia