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[ Polícia e Aplicação da Lei ] Pergunta aberta : Por que a Record divulgou uma conta que não era da Defesa Civil de SC para as pessoas depositarem?
MEC divulga relação das escolas técnicas que farão parte dos 38 institutos federais
[ Piadas e Charadas ] Pergunta aberta : GRAVAÇÃO DA SECR.ELETR.DO HOSP.PSIQUIÁTRICO?
Obrigado por ligar para o Instituto de Saúde Mental, sua mais saudável companhia em seus momentos de maior loucura.
-Se você é obsessivo e compulsivo, pressione 1 repetidamente.
-Se você é dependente, peça a alguém que pressione o 2 por você.
-Se você tem múltiplas personalidades, pressione o 3, 4, 5 e o 6.
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-Se você sofre de perda de memória para fatos recentes,tecle o 9.
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-Se tem baixa auto-estima, por favor desligue. Nossos operadores estão ocupados atendendo pessoas importantes.
[ Amigos ] Pergunta aberta : Ser ignorado.....já passou por essa situação?
Recebi esse email do meu querido amigo Corujão, um texto que vale à pena ser lido...........
TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO
'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'
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Um beijo meus queridos.........
'Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível'
Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo.
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,
constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu
comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma
percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão
social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de
R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:
'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não
como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP
passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes,
esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me
ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão',
diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma
garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha
caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra
classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns
se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo
pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e
serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num
grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e
claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de
refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem
barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada,
parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.
O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí
eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na
biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei
em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse
trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O
meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a
situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se
aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar
por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse
passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito
que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses
homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa
deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são
tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.
*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!
Beijos meus queridos tenham um bom dia
[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Cuba - 50 anos de Revolução ?
Cuba é sinónimo de Revolução. Desde 1 de Janeiro de 1959 que a maior ilha das Caraíbas é um marco incontornável para o resto do mundo.
E, precisamente 50 anos depois, a sua influência - apesar de diminuta - não desapareceu de todo.
Muitos de nós crescemos influenciados pela Revolução cubana, pelas façanhas e desventuras dos seus protagonistas.
Para alguns, a Revolução cubana significa uma história de heroísmo, de luta pela liberdade e contra o imperialismo.
Para outros, é justamente o contrário: um símbolo de ditadura e de opressão.
O que é certo é que Cuba desata paixões, e falar do que foi, do que é, e do que será a Revolução de Fidel Castro acaba por ser um verdadeiro desafio.
Os êxitos da Revolução cubana podem ser encontrados na área social, onde a pequena ilha caribenha supera os restantes países latino-americanos e mesmo muitas das nações mais ricas e mais industrializadas.
Muitos coincidem em qualificar o desenvolvimento de uma poderosa rede nacional de assistência social como a maior vitória dos cubanos; essa rede de assistência social serviu para impedir que os 20% dos cubanos mais pobres caísse na miséria extrema.
O estado encarrega-se dessas famílias, entregando-lhes dinheiro extra, cestas alimentares, vestuário e também mobiliário. No caso de deficientes físicos ou mentais, as autoridades cubanas chegam mesmo a pagar um salário para que essas pessoas recebam os cuidados necessários.
Logo no início da Revolução foram tomadas medidas para benefício dos mais pobres. A reforma agrária deu emprego a 100% dos camponeses. Uns receberam terras, outros integraram-se em cooperativas e muitos converteram-se em operários de fazendas estatais.
Foram proibidos os despejos nas cidades, foi decretada uma redução das rendas de casa e foi finalmente feita uma reforma urbana que converteu 85% dos cubanos em proprietários das suas próprias residências, uma realidade que se mantém nos dias de hoje.
Prioridade à infância
Não existem em Cuba meninos de rua. Os órfãos e os filhos de doentes mentais ou de pessoas presas vivem em instituições onde têm garantidos, casa, comida, cuidados médicos e educação - incluindo estudos superiores.
A esperança de vida dos cubanos é a mais elevada da América Latina
Mas esses não constituem uma excepção, porque 100% das crianças cubanas frequentam a escola, que é efectivamente obrigatória até ao nono ano e gratuita até ao nível universitário. Os livros escolares são igualmente gratuitos.
Em Cuba, a lei obriga os pais a enviar os filhos para a escola. Trata-se de um direito da criança que, se for violado, pode implicar a perda da sua custódia e a tomada de medidas judiciais contra os encarregados de educação.
E ninguém está isento; sessenta mil crianças cubanas com limitações físicas ou psíquicas frequentam escolas especiais em que recebem aulas normais, fisioterapia e cuidados psicológicos, uma combinação que lhes permite desenvolver ao máximo as suas habilidades e possibilidades.
Nessas escolas juntam-se dois dos maiores êxitos da Revolução cubana: a educação e a saúde pública. Esta última desenvolveu um gigantesco sistema nacional que abrange todos os cidadãos sem quaisquer excepções.
O sistema tem quatro níveis: o de médico de família, que vive a poucos quarteirões da casa do paciente; o da clínica do bairro; o do hospital da zona; e o dos institutos especializados. Toda a assistência médica é gratuita, com excepção dos medicamentos - que são subvencionados.
Nada fica de fora do sistema cubano de saúde pública. Desde a mais ligeira dor de cabeça ao tratamento de doenças associadas ao HIV/Sida, passando pelos transplantes de orgãos, cuidados odontológicos e até cirurgia estética.
Os resultados são visíveis quando se comparam as estatísticas das Nações Unidas sobre a esperança de vida. Cuba ocupa o terceiro lugar no continente americano, com uma esperança média de vida de 76 anos para os homens e 80 anos para as mulheres.
Em relação à mortalidade infantil, as cifras da ONU mostram que Cuba tem 5 mortos em cada mil nascimentos, algo que, no continente americano, é apenas comparável ao Canadá.
Saúde para todos
Da mesma forma como ninguém morre em Cuba devido a doenças curáveis, muito poucos morrem devido aos efeitos dos ciclones que atravessam aquela ilha todos os anos. A Defesa Civil, criada pela Revolução, é capaz de evacuar milhões de cubanos para lugares seguros.
Há assistência do Estado durante a passagem de ciclones
No ano passado, por exemplo, Cuba foi atingida por três poderosos ciclones, que provocaram danos a meio milhão de casas, destruiram a maior parte das colheitas e derrubaram centenas de torres de alta tensão. Apesar disso, foram registadas apenas 7 mortes.
Antes de 1959, e mesmo durante os primeiros anos da Revolução, havia centenas e às vezes mesmo milhares de mortos de cada vez que Cuba fosse atingida por um ciclone. E isso sem contar com as enormes perdas económic
Antes de 1959, e mesmo durante os primeiros anos da Revolução, havia centenas e às vezes mesmo milhares de mortos de cada vez que Cuba fosse atingida por um ciclone. E isso sem contar com as enormes perdas económicas que ocorriam.
E também são muito poucas as vítimas da violência social. Praticamente não há insegurança para os cidadãos. Comparada inclusive com os países mais seguros da região, Cuba é, sem dúvidas, uma das sociedades mais pacíficas do continente americano e mesmo do mundo.
É um acto extraordinário um assalto à mão armada e os roubos com pistolas ou com armas brancas quase que não existem. Os delitos mais comuns são o roubo de fios de ouro, de relógios ou de pastas que, em geral, ocorrem sem ameaças de violência física.
Sem dúvida, a tranquilidade nas ruas tem a ver com a presença constante da polícia. Mas muitos argumentam também que o nível de educação, o acesso à saúde e o controlo da pobreza contribuem de forma determinante para o fraco índice de violênci
[ Nível Fundamental e Médio ] Pergunta aberta : Olá, eu gostaria de saber se alguém conhece o Instituto Concórdia e, se lá o ensino é bom...?
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