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Invariável - Workpédia

 
Invariável


  • Que não muda: a ordem invariável das estações.

  • Gramática Diz-se das palavras cuja terminação não sofre nenhuma modificação.
  • Assuntos relacionados a Invariável

    [ Amigos ] Pergunta aberta : Amigo Oculto/ Secreto, o que é pior?

    É final de ano, época de festas, churrascos, confraternizações e... AMIGO SECRETO! Você escapa daqui, dali, mas acaba não tendo como evitar sua participação em pelo menos um. Não tem jeito. E, já que é inevitável, o jeito é dar risada. A seguir, algumas das coisas que considero mais chatas nesse tipo de evento: Prejuízo O grande clássico, né? Normalmente, estipula-se piso e teto para que não haja grandes disparates. Quando não fazem isso, invariavelmente alguém se fode: dá um puta presente caro e ganha uma merrequinha Amigos Nada "Amigos" E quando tiramos justamente a pessoa DE QUEM MENOS GOSTAMOS EM TODO O ESCRITÓRIO/TURMA/REPARTIÇÃO? É foda! Imploramos para todos os santos no sentido de dar alguma merda e ser feito um novo sorteio. Quando isso não acontece, a mandrakaria mais famosa é apelar para algum conhecido de confiança e pedir para trocar. Quando nada funciona, o jeito é fazer teatrinho e dar abraço de amizade na pessoa que você odeia. Espírito de confraternização! Estragadores de Surpresa Não é dos casos mais comuns, mas ainda assim acontecem aqui e ali. O "estragador de surpresa" é aquele cara que, antes mesmo do dia da troca de presentes, já deixa claríssimo quem ele tirou, e muitas vezes divulga algumas deduções (chutadas ou fuçadas, mesmo). Não sei que tipo de prazer mórbido essa gente tem, mas isso infelizmente acontece. Presentes Sem Noção e Suas Variantes Já falei do prejuízo, que é quando gastamos uma grana e ganhamos alguma porcaria sem muito valor financeiro. O presente sem noção está em uma outra categoria (e muitas vezes pode até ser caro!). POr exemplo quando somos praticamente Adolescente com 17 anos sonhando em Ganhar uma bolsa da moda, e ganhamos uma vasilhinha de plastico pra guardar arroz, feijão... aff Discursos Chatos e Suas Variantes Antes de entregar o presente, tem aquela parte da "adivinhação". Em alguns casos, é bem divertido e todos dão muitas risadas. Mas, em outros, temos vontade de atacar pedra no sujeito. Na Opinião de Vcss... o que é pior?? Na minhaa é dar um presentee Carooo e ganhar uma merrequinhaaa!! bjux

    [ Psicologia ] Pergunta aberta : O ser humano anda sempre no limite da vida ?

    Do amor e do trabalho A trajetória sócio-histórica dos conceitos amor e trabalho explicam a centralidade ocupada atualmente por elementos tão distintos. A vida do ser humano contemporâneo pauta-se por questões aparentemente desconexas, mas que, mal-resolvidas, condicionam o bem-estar à frustração, angústia, sofrimento, entre outros sentimentos. Conciliar o equilíbrio entre amor e trabalho revela-se substancial para a realização individual devido às pressões coletivas. E as pressões começam a exercer influência logo na primeira infância quando das projeções sociais impostas aos filhos pelos pais. Em ?Brinquedos?, da obra ?Mitologias?, Roland Barthes disserta sobre a constituição da criança como o adulto em miniatura. Desde cedo, as crianças são condicionadas às aspirações da vida social a partir de questionamentos como ?o que você vai ser?? e ?quantos filhos vai ter quando crescer??. A centralidade do amor e do trabalho jamais esteve na vida do ser humano, como hoje se apresenta. Na Europa da Idade Média, a religiosidade ocupava o espaço central das sociedades cristãs. Na Grécia Antiga, política e estética eram os paradigmas. Atualmente, valores baseados na liberdade deslocam o eixo central para o amor (o prazer) e o trabalho (o ter). São as transformações referenciais, a ruptura de tempo e a superação de paradigmas que apresentam novos conjuntos de valores sociais. Valores humanos são social e historicamente construídos e, portanto, desconstrui-los é um dever crítico. Hoje o ter e o prazer são fetiches da sociedade (pós) moderna. O trabalho possibilita o ter, e o amor realizar o prazer. Conquistar a plenitude de ambos os elementos na vida cotidiana desperta, invariavelmente, o mais mesquinho dos sentimentos de complexo de inferioridade àqueles que não os têm. O fraco, e, sobretudo, acrítico, mergulha na dor da inveja. A mentira-dissimulada é outro mal que se revela dessas projeções competitivas, pois o ?trabalhador bem-sucedido? e ?plenamente amado?, em auto-defesa, pode forjar uma farsa de uma vida (inexistente, apenas aparente). O fato é que o homem cobra de si mesmo, vezes sem saber o porquê, uma realização no trabalho e no amor para atender às exigências externas. As cobranças conduzem à ansiedade por conquistar um modo de vida paradigmático que, assim elaborado, torna-se o único referencial de satisfação e felicidade. Ser feliz hoje, embora possa discordar veementemente, significa conquistar (o ter) bom trabalho, com reconhecimento coletivo e sucesso, e vivenciar o amor (o prazer). Quem se priva ou é privado da sensação do prazer sofre e questiona-se diariamente por que ainda não possui o ser a ser amado ou o trabalho invejável. Os modos de produção dos bens e também dos sentidos alicerçam-se, queira ou não, nesses paradigmas. Compra-se a felicidade, paga-se bem e o binômio da existência contemporânea quer-se, assim, amor-trabalho. Sente-se no divã e conte todos os problemas: amor e trabalho, em forma e conteúdo. Agora responda: tem certeza de que está tudo bem com você? Como todos os fracos, recomendo que apenas chore

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