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Lógicos - Workpédia

 
Lógicos
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Assuntos relacionados a Lógicos

[ Solteiros e Namorando ] Pergunta aberta : Em termos ESTRITAMENTE BIOLÓGICOS, tem fundamento dizer isso?

Por razões éticas, ñ revelarei a identidade da pessoa q, aqui no site do Yahoo! Respostas, usou o termo mulher de 1ª linha p/ designar aquelas q, embora em minoria na nossa população, ostentam atributos físicos c/ potencial p/ atraírem a grande maioria dos homens q a conhecessem ou a enxergassem, principalmente, p/ fins de acasalamento. SE HÁ MULHERES ASSIM, CREIO Q HOMENS IDEM. Escolham a opção e fundamentem a escolha: A):- isso é um absurdo consagrado pela mídia e pelas novelas, 1 discriminação sem igual, tendo em vista q o q pode ser de 1ª linha p/ certa pessoa, é de 5ª para outra e vice-versa; B):- é mais fácil se ater aos argumentos da opção A, mas, se deixarmos de lado questões sentimentais (amor) e quaisquer outras inerentes ao ser humano como ser racional e social (dinheiro, caráter, honestidade, inteligência, bom "papo"), sob o ponto de vista única e exclusivamente biológico, PERCEBEREMOS Q, INEQUIVOCAMENTE, Ñ PODEMOS NEGAR q alguns indivíduos de nossa espécie, embora em menor número, realmente podem ser considerados de 1ª linha por serem dotados de qualidades e virtudes estéticas q os destacam perante a multidão, o q, consequentemente, garantem maiores chances de atraírem parceiros(as) e deixarem descendentes geneticamente mais privilegiados (ainda q em menor número); embora sejamos civilizados, podem tais seres humanos geneticamente privilegiados serem comparados a certos animais como, por ex., touro reprodutor cujo sémem pode ser aproveitado mesmo após sua morte, vaca leiteira, pavão cuja calda é maior, leão cuja juba é mais escura, etc.

[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Cuba - 50 anos de Revolução ?

Cuba é sinónimo de Revolução. Desde 1 de Janeiro de 1959 que a maior ilha das Caraíbas é um marco incontornável para o resto do mundo. E, precisamente 50 anos depois, a sua influência - apesar de diminuta - não desapareceu de todo. Muitos de nós crescemos influenciados pela Revolução cubana, pelas façanhas e desventuras dos seus protagonistas. Para alguns, a Revolução cubana significa uma história de heroísmo, de luta pela liberdade e contra o imperialismo. Para outros, é justamente o contrário: um símbolo de ditadura e de opressão. O que é certo é que Cuba desata paixões, e falar do que foi, do que é, e do que será a Revolução de Fidel Castro acaba por ser um verdadeiro desafio. Os êxitos da Revolução cubana podem ser encontrados na área social, onde a pequena ilha caribenha supera os restantes países latino-americanos e mesmo muitas das nações mais ricas e mais industrializadas. Muitos coincidem em qualificar o desenvolvimento de uma poderosa rede nacional de assistência social como a maior vitória dos cubanos; essa rede de assistência social serviu para impedir que os 20% dos cubanos mais pobres caísse na miséria extrema. O estado encarrega-se dessas famílias, entregando-lhes dinheiro extra, cestas alimentares, vestuário e também mobiliário. No caso de deficientes físicos ou mentais, as autoridades cubanas chegam mesmo a pagar um salário para que essas pessoas recebam os cuidados necessários. Logo no início da Revolução foram tomadas medidas para benefício dos mais pobres. A reforma agrária deu emprego a 100% dos camponeses. Uns receberam terras, outros integraram-se em cooperativas e muitos converteram-se em operários de fazendas estatais. Foram proibidos os despejos nas cidades, foi decretada uma redução das rendas de casa e foi finalmente feita uma reforma urbana que converteu 85% dos cubanos em proprietários das suas próprias residências, uma realidade que se mantém nos dias de hoje. Prioridade à infância Não existem em Cuba meninos de rua. Os órfãos e os filhos de doentes mentais ou de pessoas presas vivem em instituições onde têm garantidos, casa, comida, cuidados médicos e educação - incluindo estudos superiores. A esperança de vida dos cubanos é a mais elevada da América Latina Mas esses não constituem uma excepção, porque 100% das crianças cubanas frequentam a escola, que é efectivamente obrigatória até ao nono ano e gratuita até ao nível universitário. Os livros escolares são igualmente gratuitos. Em Cuba, a lei obriga os pais a enviar os filhos para a escola. Trata-se de um direito da criança que, se for violado, pode implicar a perda da sua custódia e a tomada de medidas judiciais contra os encarregados de educação. E ninguém está isento; sessenta mil crianças cubanas com limitações físicas ou psíquicas frequentam escolas especiais em que recebem aulas normais, fisioterapia e cuidados psicológicos, uma combinação que lhes permite desenvolver ao máximo as suas habilidades e possibilidades. Nessas escolas juntam-se dois dos maiores êxitos da Revolução cubana: a educação e a saúde pública. Esta última desenvolveu um gigantesco sistema nacional que abrange todos os cidadãos sem quaisquer excepções. O sistema tem quatro níveis: o de médico de família, que vive a poucos quarteirões da casa do paciente; o da clínica do bairro; o do hospital da zona; e o dos institutos especializados. Toda a assistência médica é gratuita, com excepção dos medicamentos - que são subvencionados. Nada fica de fora do sistema cubano de saúde pública. Desde a mais ligeira dor de cabeça ao tratamento de doenças associadas ao HIV/Sida, passando pelos transplantes de orgãos, cuidados odontológicos e até cirurgia estética. Os resultados são visíveis quando se comparam as estatísticas das Nações Unidas sobre a esperança de vida. Cuba ocupa o terceiro lugar no continente americano, com uma esperança média de vida de 76 anos para os homens e 80 anos para as mulheres. Em relação à mortalidade infantil, as cifras da ONU mostram que Cuba tem 5 mortos em cada mil nascimentos, algo que, no continente americano, é apenas comparável ao Canadá. Saúde para todos Da mesma forma como ninguém morre em Cuba devido a doenças curáveis, muito poucos morrem devido aos efeitos dos ciclones que atravessam aquela ilha todos os anos. A Defesa Civil, criada pela Revolução, é capaz de evacuar milhões de cubanos para lugares seguros. Há assistência do Estado durante a passagem de ciclones No ano passado, por exemplo, Cuba foi atingida por três poderosos ciclones, que provocaram danos a meio milhão de casas, destruiram a maior parte das colheitas e derrubaram centenas de torres de alta tensão. Apesar disso, foram registadas apenas 7 mortes. Antes de 1959, e mesmo durante os primeiros anos da Revolução, havia centenas e às vezes mesmo milhares de mortos de cada vez que Cuba fosse atingida por um ciclone. E isso sem contar com as enormes perdas económic Antes de 1959, e mesmo durante os primeiros anos da Revolução, havia centenas e às vezes mesmo milhares de mortos de cada vez que Cuba fosse atingida por um ciclone. E isso sem contar com as enormes perdas económicas que ocorriam. E também são muito poucas as vítimas da violência social. Praticamente não há insegurança para os cidadãos. Comparada inclusive com os países mais seguros da região, Cuba é, sem dúvidas, uma das sociedades mais pacíficas do continente americano e mesmo do mundo. É um acto extraordinário um assalto à mão armada e os roubos com pistolas ou com armas brancas quase que não existem. Os delitos mais comuns são o roubo de fios de ouro, de relógios ou de pastas que, em geral, ocorrem sem ameaças de violência física. Sem dúvida, a tranquilidade nas ruas tem a ver com a presença constante da polícia. Mas muitos argumentam também que o nível de educação, o acesso à saúde e o controlo da pobreza contribuem de forma determinante para o fraco índice de violênci

[ Antropologia ] Pergunta aberta : Porque não existe na internet, quem ajude o suícida, sem pedir dinheiro? só Portugal tem por telefone.?

[ Filosofia ] Pergunta aberta : Vc. muda constantemente seu conceito sobre a vida ? ou és imutável em relação a isto ?

CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DA INTUIÇÃO E DA CRIATIVIDADE PSICOTERAPIA - PREVENÇÃO - FORMAÇÃO Filosofia de Vida Qual é a sua filosofia de vida? Quanto à sua pergunta sobre filosofia, te diria, não pensar mais num saber que não possa estar inserido de forma concreta e imediata na vida dos seres humanos. Quando falamos de filosofia, entenderemos esta como Marx falava. Considerá-la como um instrumento para mudar as condições de vida dos seres humanos. Na nova era falamos, concordando com Capra e Fergunson, de paradigmas. Estas seriam estruturas de interpretação da realidade que nos possibilitam pensar, atuar e sentir os acontecimentos de nossa vida. Acontecimentos econômicos, científicos, políticos, espirituais, religiosos, sexuais, tecnológicos, alimentares, da moda, etc. Quando falamos de nova era, nos encontramos com um pós-modernismo que previlegia, antes de qualquer outra coisa, o bem estar dos seres humanos. Na economia, em qualquer preocupação ou interesse de desenvolver ciência, tecnologia, religiões ou métodos psicoterapêuticos nos confrontaremos com esse novo humanismo ecológico: "nosso interesse por um maior bem estar". Não existe nenhum saber que se justifique por si mesmo, na área que seja, que não reverta em um melhoramento da qualidade de vida das pessoas. Isto se faz mais radical ainda na produção daqueles conceitos que giram em torno da subjetivização do humano. Este critério de alcançar um maior bem estar passa a ser um paradigma que assume valor epistemológico de validade ou não de todos os saberes sobre o humano e do sistema do qual forma parte. Esta filosofia de paradigmas passará por dentro de nós. Ou seja, em nosso caso como psicoterapeutas, aquilo que propomos a nossos pacientes de aumentar sua satisfação de estarem vivos será proposta para nós mesmos. Os chamados psicoterapeutas, médicos, guias ou curadores, utilizarão e escolherão seus métodos e técnicas de trabalho também com esse critério fundamental. Ai, meu Deus, muito podemos falar com respeito a isso, mas dada as condições da Home Page devemos ser suscintos. Na pós-modernidade se privilegia, como expressão plástica, a colagem do surrealismo anarquista. Não pretendemos coerências e exigências de formalização em nenhum sistema teórico-técnico de qualquer saber. Só nos perguntamos: para que serve? O que produz? Como funciona? Transforma ou não? É isso. Numa época os iniciados nos diferentes conceitos sobre o humano se perguntavam: qual é a teoria, a filosofia, a ideologia que está por trás de tal ou qual proposta? Agora responderemos. Por trás estão os trazeiros e embora sejam interessantes e bonitos o que nos interessa é o que está na frente, o que fertiliza, o que modifica. Nossa filosofia está no interior e não é outra coisa do que nossa prática como psicoterapeutas. Na utilização dos florais, nas técnicas de sensibilização ecológica, na praia, no mato ou na avenida Nossa Senhora de Copacabana e Santa Clara na hora do rush. Nas técnicas de meditação, no uso das cores como forma de recarregamento ou desentupimento energético dos chacras e nadis. Nos nossos seminários de desenvolvimento da intuição e criatividade com indivíduos, grupos e organizações: escolas, empresas e hospitais, etc. No uso do diálogo clínico verbal onde terapeuta e paciente refletem sobre os aconteceres da vida, identificam os impecílios para controlá-los e administrá-los, onde aparecem propostas de modificação das diferentes situações estagnadas. Existem certos paradigmas que na nova era pós-moderna é necessário destacar. Por exemplo, no espiritual-religioso. A espiritualidade da nova era não gira em tormo de um conceito de "Deus administrador" de nossas vidas com uma linha moral unívoca marcando um caminho a seguir, castigando com a noção de pecado as ovelhas desencaminhadas. Como uma ordem superior e diferenciada do humano. A espiritualidade da que falamos encontrará a divindade, que chamamos Eu Superior, dentro das pessoas. Divindade que dará luz, sentido de existência, direcionalidade, energia amorosa e comunhão com o outro humano, vegetal, animal, fenômenos naturais, propostas econômicas, tecnológicas e políticas, onde o poder, força e criatividade do divino estará no interior dos seres. As pessoas formam parte de nosso Deus, que em nosso caso é fêmea: Gaia, nosso planeta, a Terra. E não há nada a demonstrar ou justificar, embora Lovelock, interessado nas explicações com os argumentos da ciência justifica o entendimento da terra como um ser vivo. O que nos interessa é o efeito que este sistema de crenças produz: menos solidão, mais alegria pela companhia, cuidado com a preservação dos sistemas ecológicos, uma economia voltada a resolver problemas do humano, uma micropolítica que gira em torno da solução de necessidades concretas como a fome, etc. Ai, tantas coisas a dizer... Outro paradigma a destacar é o que nos possibilita sair do patriarcalismo e do industrialismo. Este conjunto de idéias, que na modernidade coloc

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