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Lastro - Workpédia

 
Lastro


  • Peso que se coloca no porão de um navio para que ele se equilibre na água; areia que vai na barquinha do aeróstato.

  • Camada que cobre o fundo de qualquer coisa: o lastro do rio. O mesmo que balastro.

  • Depósito em ouro que serve de garantia ao papel-moeda.

  • Locomotiva empregada nos serviços de socorro ou de manobra nos pátios ferroviários.

  • Fig. Base, fundamento: lastro cultural.
  • Assuntos relacionados a Lastro

    [ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Religião é o homem forte domando o homem fraco...?

    O homem Jesus Cristo, culto e sábio, discípulo dos homens de ciência da sua época, tentou em vão, salvar da ignorância e do culto ao sobrenatural, uma humanidade cega da realidade natural, pois ele, Jesus, valorizava e reconhecia, como única e certa, as verdades naturais, e, portanto científicas, em uma época onde a verdade, melhor aceita, pertencia a um mundo sobrenatural. A religião, torcendo os fatos, prega uma imagem forjada da pessoa humana que realmente foi esse homem de ciência do Velho Mundo chamado Jesus Cristo. Portanto a verdadeira luta de Jesus Cristo foi para acabar com o que ele chamava de costumes pagãos da época, e ainda muito praticados hoje, por todas as religiões. Se Jesus Cristo fosse um homem do século XXI diria o seguinte: Da religião ?Porque o coração deste povo está endurecido, e ouviram de mau grado com seus ouvidos, e fecharam seus olhos; para que não vejam com os olhos da razão, e ouçam com os ouvidos dos lúcidos, e compreendam com o coração dos homens de ciência, e se convertam para minha verdadeira verdade, e eu os cure da ignorância natural.? Da ciência: ?Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos porque ouvem. Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós verdes e não o viram; e ouvi o que vós ouvis, e não o ouviram.? Havia ciência na antiguidade Alexandria é uma cidade ao norte do Egito, situada a Oeste do delta do rio Nilo, às margens do Mar Mediterrâneo. É o principal porto do país, a principal cidade comercial e a segunda maior cidade do Egito. Tem 3,5 milhões de habitantes (2001). A cidade ficou conhecida por causa do empreendimento de tornar-se, na antigüidade, o centro de todo conhecimento do homem, com a criação da Biblioteca de Alexandria. Possui vastas instalações portuárias(embarque de algodão). A parte ocidental do porto ocupa cerca de 900ha e a parte oriente constitui o porto de pesca. Entre estas duas docas está localizada a cidade maometana, com ruas estreitas e bazares. Possui uma universidade e uma escola superior árabe. É a metrópole do comércio egípcio do algodão e centro de inúmeras indústrias. Tem refinaria de petróleo, central térmica, praia e aeroporto. Escola de Alexandria: "A Escola de Alexandria durou vários séculos (do final do século IV a.C. até o VII d.C.), e durante esse período teve alguns momentos de glória. (...). Alexandre Magno morreu no ano de 323 a.C., e nessa data se estabeleceu o início da dinastia dos Ptolomeus (iniciada por Ptolomeu I, um general de Alexandre que proclamou a si mesmo Imperador). O maior promotor da Escola, entretanto, foi Ptolomeu II (que governou o Egito de 285 a 246 a.C.). Ele é tido como o protetor das letras e um administrador eficiente (a ele se atribui a construção do farol ? tido como uma das maravilhas do mundo antigo). Foi depois dele, em 145 a.C., que ocorreu a primeira depredação da Escola. Ela foi saqueada, como represália, em uma guerra civil. Reestruturada, reencontrou um novo auge, e também o seu infortúnio, no século primeiro antes de Cristo. Nesse período, foi Cleópatra (que nasceu em 69 a.C. e morreu em 30 a.C., e que foi a última linhagem dos Ptolomeus) quem governou o Egito" (SPINELLI, Miguel. Helenização e Recriação de Sentidos. A Filosofia na Época da Expansão do Cristianismo - Séculos II, III e IV. Porto Alegre: Edipucrs, 2002, cap. VII). História da biblioteca de Alexandria Considera-se que tenha sido fundada no início do século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II do Egito, após seu pai ter construído o Templo das Musas (Museum). É atribuída a Demétrio de Falero sua organização inicial. Uma nova biblioteca foi inaugurada em 2003 próxima ao sítio da antiga. Estima-se que a biblioteca tenha armazenado mais de 400.000 rolos de papiro, podendo ter chegado a 1.000.000. Foi destruída parcialmente inúmeras vezes, até que em 646 d.C. foi destruída num incêndio acidental (acreditou-se durante toda a Idade Média que tal incêndio houvesse sido causado pelos árabes). Conta-se que um dos incêndios da lendária biblioteca foi provocado por Júlio César. Em caçada ao seu inimigo de Triunvirato (formado por César, Pompeu e Crasso), Pompeu, César deparou com a cidade de Alexandria, governada na época por Ptolomeu XII, irmão de Cleópatra. Pompeu foi decapitado por um dos tutores do jovem Ptolomeu, e sua cabeça foi entregue a César juntamente com o seu anel. Diz-se que ao ver a cabeça do inimigo César pôs-se a chorar. Apaixonando-se perdidamente por Cleópatra, César conseguiu colocá-la no poder através da força. Os tutores do jovem faraó foram mortos, mas um conseguiu escapar. Temendo que o homem pudesse escapar de navio mandou incendiar todos, inclusive os seus. O incêndio alastrou-se e atingiu uma parte da famosa biblioteca. A instituição da antiga biblioteca de Alexandria tinha como o principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional. Continha livros que foram levados de Aten ...Atenas. Existia também matemáticos ligados à biblioteca, como por exemplo Euclides de Alexandria. Ela se tornou um grande centro de comércio e fabricação de papiros. A lista dos grandes pensadores que freqüentaram a biblioteca e o museu de Alexandria inclui nomes de grandes gênios do passado. Importantes obras sobre geometria, trigonometria e astronomia, bem como sobre idiomas, literatura e medicina, são creditados a eruditos de Alexandria. Segundo a tradição, foi ali que 72 eruditos judeus traduziram as Escrituras Hebraicas para o grego, produzindo assim a famosa Septuaginta. Os grandes nomes da Alexandria antiga Euclides: matemático, quarto século a.C. O pai da geometria e o pioneiro no estudo da óptica. Sua obra Os Elementos foi usada como padrão da geometria até o século XIX. Aristarco de Samos: astrônomo, terceiro século a.C. O primeiro a presumir que os planetas giram em torno do Sol. Usou a trigonometria na tentativa de calcular a distância do Sol e da Lua, e o tamanho deles. Arquimedes: matemático e inventor, terceiro século a.C. Realizou diversas descobertas e fez os primeiros esforços científicos para determinar o valor do pi (?). Calímaco(c. 305-c. 240 a.C.): poeta e bibliotecário grego, compilou o primeiro catálogo da Biblioteca de Alexandria, um marco na história do controle bibliográfico, o que possibilitou a criação da relação oficial (cânon) da literatura grega clássica. Seu catálogo ocupava 120 rolos de pariro. Eratóstenes : polímata (conhecedor de muitas ciências) e um dos primeiros bibliotecários de Alexandria, terceiro século a.C. Calculou a circunferência da Terra com razoável exatidão. Galeno: médico, segundo século d.C. Seus 15 livros sobre a ciência da medicina tornaram-se padrão por mais de 12 séculos. Herófilo: médico, considerado o fundador do método científico, o primeiro a sugerir que a inteligência e as emoções faziam parte do cérebro e não do coração. Hipátia: astrônoma, matemática e filósofa, terceiro século d.C. Uma das maiores matemáticas, diretora da Biblioteca de Alexandria; por ser pagã, foi assassinada, sofrendo linchamento, a mando de São Cirilo. Ptolomeu: astrônomo, segundo século d.C. Os escritos geográficos e astronômicos eram aceitos como padrão.

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : O fim do dólar está próximo. Adeus dólar. Certo?

    O fim do dólar está próximo Já estava mais do que na hora do mundo reagir ao mega-estelionato em escala planetária que os EUA praticam desde 1971 IMPRIMINDO sem parar dólares sem lastro para sustentar a ORGIA de gastos do país. Vejam até onde chegou a canalhice dos ianques: "No começo da década de 70, o então secretário do Tesouro americano, John Connally, chegou a dizer a outros países, de forma brutal, que o dólar era "nossa moeda, mas problema de vocês". Este trecho ressalta o absurdo: "Com o resto do mundo exigindo dólares, tudo o que os Estados Unidos tinham que fazer era continuar imprimindo mais notas." Agora com essa crise toda, o dólar sem lastro não a longo prazo, mas A CURTO PRAZO, vai apenas se tornar apenas uma péssima lembrança para todos os países do planeta. Adeus, dólar. TEXTO INTEGRAL EM 21/11/2008 - 18h53 Análise: crise pode apressar fim da hegemonia do dólar Ngaire Woods Especial para a BBC Radio 4 http://economia.uol.com.br/ultnot/bbc/2008/11/21/ult2283u1440.jhtm http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=28635967&tid=5271788797821012239&start=1 Em Novembro de 2000 Saddam Hussein exigiu EUROS pelo seu petróleo. Sua arrogância era uma ameaça para o dólar, sua falta de qualquer poder militar nunca foi uma ameaça. Na primeira reunião do gabinete com a nova administração em 2001, como relatado pelo secretário do Tesouro Paul O'Neill, o tópico principal era COMO NOS LIVRARÍAMOS de Saddam Hussein ? embora NÃO HOUVESSE qualquer evidência de que ele representasse uma AMEAÇA para nós. Esta profunda preocupação com Saddam Hussein surpreendeu e chocou O'Neill. É agora de conhecimento comum que a reação imediata da administração após o 11/Set revolveu-se em torno da questão de como podiam conectar Saddam Hussein com os ataques, para JUSTIFICAR uma invasão e o derrube do seu governo. MESMOSEM PROVAS de qualquer conexão com o 11/Set, ou EVIDÊNCIA de armas de destruição em massa, foi gerado apoio público e do Congresso através de DISTORÇÕES e adulterações diretas dos fatos para justificar o derrube de Saddam Hussein. Textointegral em: http://resistir.info/eua/hegemonia_dolar.html

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