Dicionário OnLine Workpédia

Latino - Workpédia

 
Latino


  • e

  • Natural do Lácio: o povo latino.

  • Língua latina, o idioma dos antigos romanos.

  • Povos latinos, aqueles cuja língua deriva do latim (português, espanhol, francês, italiano, romeno etc.).

  • Rito latino, rito da Igreja Romana.

  • Náutica Vela latina, vela triangular.
  • Assuntos relacionados a Latino

    Mamãe Kelly Key aplaude estréia de sua filha no teatro

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Presidente de uma empresa multinacional usa o Brasil como exemplo para atravessar a atual crise?

    John Swainson, presidente-executivo da CA, empresa norte-americana líder mundial de mercado na área de software para gestão de tecnologia da informação, abriu a convenção mundial da companhia em Las Vegas, onde se reuniram 6 mil profissionais de tecnologia entre os dias 16 e 20 de outubro. Durante entrevista concedida a jornalistas da América Latina, Swainson foi bombardeado por todos os lados com questões sobre a crise, em especial relacionadas ao que poderia acontecer nos países da região. Sorrindo muito e pedindo desculpas antecipadas pela falta de precisão das respostas --"eu não sou um economista"--, o executivo nascido no Canadá fez uma breve análise sobre as perspectivas das principais nações latino-americanas. Chegou a dizer que não se pronunciaria sobre a Argentina, por acreditar se tratar da ?alçada do FMI?, mas que precisará receber injeção de recursos do fundo mundial para sobreviver à tormenta. E foi enfático quando falou sobre o Brasil. "É de longe o país mais preparado para a crise. Tem muitos recursos naturais, produz commodities que o mundo inteiro precisa e se aproveita dos benefícios de dez anos de boas práticas econômicas, com uma boa quantidade de reservas e com fôlego para passar por esse período de turbulência", explicou Swainson. "É como a posição da CA e isso nos faz pensar no atual momento como uma oportunidade, um momento de emergirmos uma empresa mais forte e consolidada. É claro que ninguém aqui vai rasgar a lei da gravidade, não sou louco a ponto de dizer que essa crise não vai nos afetar, porque vai. Mas estamos em um bom momento, temos um bilhão de dólares disponível em caixa e podemos usar esse dinheiro para adquirir outras companhias, consolidar nossa posição, fazer investimentos em pesquisa e desenvolvimento." Para Michael J. Christenson, executivo-chefe de operações da CA, mais do que feliz, a oportunidade é providencial na atual situação do mercado. "Em um momento de crise, em que todos os presidentes de todas as empresas do mundo estão quebrando a cabeça para saber como cortar gastos e fazer o mínimo com menos dinheiro, nossas soluções de software como serviço podem ajudar mesmo grandes empresas a economizarem", explicou Christenson. "Isso porque esse modelo permite que as companhias continuem com acesso à soluções críticas aos seus negócios, porém de maneira diferente, já que quando se contrata um serviço em SaaS, é paga uma assinatura, algo que pode entrar na conta de despesas correntes da empresa. Não é o mesmo que a compra de uma licença de um programa, que é considerado um investimento." "Esse modelo, além de ser interessante para nossos clientes atuais, é uma porta de entrada para empresas menores, principalmente em mercados emergentes, como a África, o Sudeste da Àsia, a Rússia e alguns países da América Latina, principalmente onde a CA não mantém presença física e atua por meio de parceiros", disse Christenson, que sorriu ao ser perguntado se não faltava o Brasil nas lista de possíveis novos clientes de sua empresa. "Não que não haja companhias com esse perfil no Brasil, mas é que o País já está mais que consolidado no mercado mundial. Enquanto empresa, você não pode se dizer realmente global se não estiver como os dois pés bem fincados em terras brasileiras." Só a oposição não vê... Se alguém quiser ver a matéria toda: http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=7&i=2857

    Madonna começa no México encontro com fãs latino-americanos

    México abre turnê latino-americana de Madonna que chega dia 14 ao Brasil

    Mirella Santos e Latino curtem show no Rio

    [ Rádio ] Pergunta aberta : Qual é a nome da música da Rhianna que está tocando nas rádios?

    Nívea Stelmann banca a latinete nos bastidores do Show da Virada

    [ Participação Civil ] Pergunta aberta : A Rússia está fazendo exercícios militares na costa da Venezuela.... Os EUA confiam no Brasil, e vocês?

    Opinião de de Mauricio Cárdenas, diretor da Iniciativa para a América Latina do Instituto Brookings de Washington, via BBC Brasil, sobre "tour" do presidente russo pelo continente sul-americano: "As ambições russas de negociar armamentos com países latino-americanos poderão ser limitadas pelo Brasil, graças ao papel de liderança exercido pelo país junto às nações da região" Sem temores Mas, apesar da carga simbólica da agenda do líder russo e dos exercícios militares conjuntos com as forças venezuelanas, Cárdenas acredita que os russos não conseguirão ir muito longe e que o governo americano não precisa temer a investida de Medvedev. ''Washington tem dado apoio à Unasul (a União das Nações Sul-americanas, que reúne os 12 países da América do Sul e visa aprofundar a integração entre os países-membros), um grupo que é liderado até certo ponto pelo Brasil. E o Brasil tem reivindicado um papel mais ativo de coordenação das políticas de defesa na região'', afirma Cárdenas. O analista acrescenta que a postura de Washington é a de que ''se o Brasil vai exercer esse papel, por que se preocupar com os russos? Não há tanto espaço assim para eles na região. Eles (o governo americano) confiam demais no Brasil. No final das contas, será o Brasil que vai tornar inócuo esse esforço por parte dos russos''. ''A força capaz de contrapor as intenções dos russos de se envolverem mais na região e de ter algum envolvimento em questões de defesa não virá de Washington, mas sim de Brasília. O governo brasileiro avalia: 'nós somos capazes de garantir a nossa própria segurança militar e o nosso futuro econômico'.'' _________________________ Ué, mas o Brasil, segundo nossa direitona, não é uma ditadura Bolchevique - Bolivariana - Maoista - Stalinista - Leninista que iria implantar Gulaks em toda a América Latina ??? Então por que os EUA confiam no Brasil? Logo os "states", o país dos reacionários? Ou será que o que pensa nossa direitona não está em compasso com a realidade? Ó dúvida cruel...... Um abraço. Ps: não vou nem mencionar o fato do Brasil já ser reconhecido com um protagonista de respeito nas questões mundiais... Fico devendo essa! rs

    [ Nível Fundamental e Médio ] Pergunta aberta : vejam se esse texto tem alguma coisa ha ver com a guerrilha urbana na ditadura BR?

    Em 1º de abril de 1964 abriu-se uma nova etapa na luta de classes no Brasil. O exército brasileiro através de um golpe militar derrubou o governo legalmente constituído de João Goulart, o Jango e inicio uma profunda contra-revolução no país. Os principais partidos da esquerda naquele momento, PCB e PTB , eram parte deste governo, naquilo que foi uma experiência frente populista no país, e ao não gestarem alternativas ao governo Goulart, muito pelo contrario, foram sua ala esquerda, arrastando a classe trabalhadora junto na derrota do governo e do regime democrático burguês. A derrota acachapante e praticamente sem lutas que foi vítima a classe trabalhadora no Brasil levou sua vanguarda organizada em sindicatos, partidos, movimentos popular e estudantil a um profundo balanço. O PCB até então hegemônico na esquerda marxista brasileira e totalmente alinhado a Moscou, começaria a sofrer defecções e rupturas em seu interior e veria surgir uma série de organizações inspiradas em seus quadros que rompiam com sua estrutura orgânica e linha política e também o surgimento de uma constelação de organizações por fora do que até aquele momento fora seu espaço. Em menor medida, também o PTB sofreria depurações e rupturas que levariam ao surgimento desta "nova" esquerda brasileira. A partir daí, junto com o PCB de orientação "moscovita" surgiriam organizações maoistas, castro-guevaristas, trotskistas (de várias tendências), luxemburguistas e a reivindicação de teóricos e exemplos como os de Frants Fannon e Ho Chi Min. A teoria da via pacífica para o socialismo, do caráter democrático do exército brasileiro e da existência de uma burguesia nacional independente e contraposta ao imperialismo que era a base para a política de conciliação de classe do PCB desabou e seus quadros mais honestos e capazes foram obrigados a buscar uma resposta para os novos desafios que surgiam por fora dos escombros políticos, ideológicos e organizativos do velho partidão. A revolução Cubana A revolução cubana foi um tapa na cara do estalinismo latino-americano. Sua vitória se deu, não só sem a participação efetiva dos PC's latino-americanos, como se deu contra a política oficial dos PC's, a começar pelo soviético. Neste sentido, a revolução cubana era herética e progressiva. Demonstrava que era possível fazer revoluções na América Latina e que tal possibilidade estava na ordem do dia. Ao se dar por fora do aparato estalinista, ela gerou profunda simpatia em todos aqueles que comunistas, não comungavam com a degeneração que Stalin e seus seguidores impuseram ao marxismo-leninismo. Ademais, a revolução cubana fora dirigida por um grupo de jovens barbudos, cabeludos e bastante simpáticos que logo seriam assimilados pela iconografia dos anos 60. Quando veio a crise do PC brasileiro, imediatamente um setor das dissidências do PC olhou para Cuba e sua revolução e aderiram a ela. O caso mais clássico é o de Carlos Marighela que foi um notório dirigente do PC desde os anos 30, tendo sido "caçador de trotskistas" em São Paulo, deputado, dirigente da fração parlamentar do PC, dizem que quando leu os relatórios de Kruschev teve uma crise de choro de 3 dias. Em maio de 1964, após o golpe militar, foi baleado e preso por agentes do DOPS dentro de um cinema no Rio. Libertado em 1965 por decisão judicial, no ano seguinte opta pela luta armada contra a ditadura, participa no final de 1967 da fundação da OLAS (Organização Latino Americana de Solidariedade) em Cuba, onde se encontrava quando foi anunciada a morte de Che Guevara. Por esses dias foi expulso do partido e em fevereiro de 1968 funda o grupo armado Ação Libertadora Nacional. Em setembro de 1969, apóia o seqüestro, no Rio, do embaixador norte-americano Charles Elbrick, em uma ação conjunta da ALN e do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8). Esse, como dissemos é o caso mais expressivo, pela notoriedade e pela profundidade da crise que viveu o importante dirigente do PC. Mas não é o único, é por assim dizer o símbolo de uma geração. O problema, é que junto com a crítica ao estalinismo, as correntes castro-guevaristas fizeram uma profunda revisão do marxismo-leninismo e dois aspectos basilares foram questionados e postos de lado: 1 - A centralidade da classe operária para a revolução; 2 - A necessidade de um partido nos moldes leninistas para dirigir a revolução. Assim os aspectos amplamente progressivos dos "cubanos" ao estalinismo (bem entendido antes deles mesmo se estalinizarem), aspectos esses que vinham mais de sua prática do que de uma teoria, seriam engolidos por uma nova teoria que atacava as bases mesmo da teoria marxista. Estes aspectos negativos por assim dizer, da revolução cubana seriam assimilados de maneira mais ou menos acritica pelo grosso das dissidências brasileiras, bem como por uma importante vanguarda latino americana. Em um sentido, as conclusões equivocadas da revolução cubana esterilizaram as progressivas rupturas de quadros e militantes

    Página Anterior
    Página 1 de 5
    49 verbetes encontrados. Registros 1 até 10
     1 2 3 4 5 

    Próxima Página (2)
    Workpédia