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Já tem vagas que estão abertas a meses e o pessoal não tá conseguindo preencher porque não teve educação de qualidade graças ao FHC,,,se criar mais então o Brasil esta perdido!!!!
É que estou me contagiando com a tucanaiada!!!
Veja o novo foco de crítca deles!
Pesquisa Prander:
Ministro Tarso Genro defende reforma trabalhista.
Durante seminário promovido pela CNI
(Confederação Nacional da Indústria).
O ministro da Justiça, Tarso Genro, surpreendeu a platéia que participou de uma mesa redonda sobre "Desenvolvimento e Constituição, 2008-2028", promovido pela CNI. O ministro afirmou que tinha sido um equívoco dos Constituintes de 1988 terem "constitucionalizado os direitos trabalhistas".
- A reforma trabalhista é uma das reformas mais importantes. Não se trata de flexibiização de direitos. Há novas formas de trabalho. Há novas formas de produção. Há um novo mundo do trabalho e precisamos de novas tutelas - disse Genro, surpreendendo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que participava do debate.
Tarso Genro acrescentou:
- Se não fizermos isso, a CLT será cada vez menos aplicável e ao lado dela se criará um vácuo, uma anomia. Estou falando de proteção ao trabalho, como a flex-security adotada na Europa, em países como a Noruega.
O presidente da CNI, deputado Armando Monteiro (PTB-PE), que em sua intervenção não tinha relacionado a reforma trabalhista como uma prioridade para modernizar a economia do país ficou animado. Ele tinha apontado a necessidade das reformas tributária, política e previdenciária como prioridades do setor produtivo.
- Há realidades novas. Os direitos trabalhistas - sei que o ministro não concorda com isso - deveria ser produto não da lei mas de contratos coletivos de trabalho. Isso ajudaria a dinamizar o processo econômico. A lei cristaliza, não responde a processo - afirmou Armando Monteiro.
Tarso Genro retrucou, dizendo que os acordos coletivos só poderiam prevalecer num ambiente em que a diferença entre o maior e o menor salário fossem de um para 20 e que o valor d salário-mínimo cumprisse a função constitucional. Nesse momento, Fernando Henrique interviu, louvando a posição de Genro, de que é preciso se adaptar aos novos tempos nas relações trabalhistas.
- Reconheço que o ministro abre um espaço para se fazer um ajuste na legislação trabalhista. Isso não é contra os trabalhadores. É preciso fazer um ajuste - disse FH.
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