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Legislativo |
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[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : E para a população pobre?Nada?
É para isso que pagamos impostos?
A Mesa Diretora da Câmara decidiu nesta quarta-feira manter o atual sistema de reembolso de gastos com médicos e dentistas dos deputados federais. A ideia do presidente da Casa, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), era reformular o modelo de plano de saúde dos parlamentares e acabar com o reembolso, o que, hoje, funciona como um "cheque em branco" dado aos deputados. Em 2008, a Câmara gastou R$ 6,7 milhões com este ressarcimento, segundo a ONG Contas Abertas.
Pelo modelo em vigor, o controle dos gastos é ínfimo. Se o parlamentar quiser colocar silicone ou botox ou passar um tempo em um spa, por exemplo, não há como impedir.
O assunto entrou em pauta após a Câmara ter tido que pagar uma conta de R$ 800 mil do ex-deputado Ricardo Izar (PTB-SP), morto em maio do ano passado, no Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. A fatura era, inicialmente, de R$ 1,6 milhão, mas foi renegociada após Chinaglia ter aberto uma sindicância para apurar o alto valor do débito.
Também por decisão da Mesa Diretora, a Câmara irá ampliar o benefício de plano de saúde para cerca de 12 mil funcionários terceirizados do parlamento. A demanda era cobrada há algum tempo pelo Sindilegis (Sindicato de servidores do Legislativo) e foi acatada por Chinaglia com a garantia de que não haverá custo adicional ao Orçamento.
O Sindilegis espera negociar com a operadora do plano de saúde um desconto para os novos beneficiários. O valor excedente será arcado pelos próprios funcionários. Segundo Chinaglia, em 2009 a Câmara terá um Orçamento destinado à saúde de quase R$ 51 milhões, dos quais R$ 4,5 milhões irão para o departamento médico da Câmara, R$ 3 milhões para reembolso dos parlamentares e R$ 43 milhões para pagar o Pró-Saúde - atual plano de Saúde de 3,6 mil servidores concursados da Casa.
Estes R$ 43 milhões do Pró-Saúde já estava previsto nas contas da Câmara antes da decisão de ampliar o benefício aos servidores terceirizados. ?A Câmara não dará nenhum centavo a mais do que já coloca e o sindicato irá negociar com as empresas?, garante Chianglia.
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Em Porto Alegre, Fogaça toma posse em cerimônia na Câmara
[ Participação Civil ] Pergunta aberta : Você acha que o Poder Legislativo está podre ou está morto?
[ Pesquisas e Opiniões ] Pergunta aberta : (Parte III) Só faltava essa:_Bolsa-Boiola! Ou seria kitdasilva?
morreu baleado pela PM do Rio - cujo policial assassino dias atrás foi absolvido pela Justiça. Eles não optaram por perder o filho, morto por um agente do Estado. Eles sim, precisam de acompanhamento psicológico com dinheiro público.
MANIFESTO CONTRA A GAYSTAPO
A explicação mais plausível para essas opções de Temporão é que ele seja um ministro incompetente. Um fraco. Está sucumbindo ao lobby do Movimento GLS. Houve um tempo em que os homossexuais eram agredidos nas ruas. Depois passaram a ser apenas discriminados em seus empregos. Então surgiram movimentos em defesa dos direitos dos gays, lésbicas e assemelhados.
Organizaram as paradas gays, instituiram o tal Dia do Orgulho Gay, mobilizaram simpatizantes, fizeram lobby nos três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário, por direitos justos e legítimos, como plano de saúde para companheiros do mesmo sexo. Ao fim ao ao cabo, os movimentos gays deram uma enorme contribuição para a lapidação das instituições democráticas e o Estado de Direito.
Os gays mobilizados, enfim, têm sido tão importantes nesta virada de século para a afirmação dos princípios fundamentais da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade, quanto o movimento sindical o foi em priscas eras.
Ocorre que de uns tempos para cá, pelo menos no Brasil, o que era um movimento está se transformando numa patrulha ideológica. As campanhas contra a discriminação se transformaram em pressão para que os adolescentes assumam suas porções femininas (ou masculinas, no caso das garotas). Está virando anomalia amar homens e mulheres - agora só se pode amar "pessoas".
De vítimas, os gays estão se transformando em agressores. Se alguém acredita que ser gay não é o normal, que o normal é ser hetero, é logo taxado de homófobo. Tal qual Hitler com sua Gestapo, estão criando uma Patrulha do Pensamento, a Gaystapo.
Exagero? Homofobia? Ora, ora, lembro-me de um caso exemplar ocorrido meses atrás com o então-presidente da Eletrobrás, Valter Cardeal. Ele é o homem de confiança da ministra Dilma Roussef no setor elétrico. Pois foram pedir R$ 2 milhões ao presidente de Furnas, Luis Paulo Conde, para o patrocínio da Parada Gay do Rio de Janeiro. Conde, titubeante, até pensou em dar o dinheiro. Mas Cardeal vetou.
Ora, desde quando uma estatal elétrica tem a ver com opção sexual? Se está sobrando dinheiro em Furnas, que patrocine escolas e postos de saúde para os desabrigados das barragens e outras vítimas sociais de suas ações predatórias. Isso é o certo. Que patrocinem ações de recuperação do meio ambiente - ou até mesmo ONGs ou seminários ambientais. Quem tem que patrocinar parada gay é a Johnson&Johnson, fabricante do KY do do Jontex, a Ambev ou a companhia marítima dona dos transatlânticos Eugenio C e Eugenio G.
Pois Valter Cardeal, num rasgo de sensatez, vetou a concessão da verba. Publiquei esse fato na imprensa. No dia seguinte, Cardeal foi alvo de passeadas, ameaças de processo e até de representação da Comissão de Direitos Humanos da OAB. A Gaystapo agiu (continua)...
[ Política ] Pergunta aberta : terceiro mandato sera votado em janeiro!!!atencao!?
isso e golpe,leia,opine e diga nao ao terceiro mandato.
Terceiro mandato será votado em Janeiro, atenção!!
Há duas semanas, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu seqüência ao projeto de reforma política, por meio de um parecer que altera o calendário eleitoral a partir de 2010. De acordo com as propostas reunidas nesse parecer, os mandatos dos cargos executivos são estendidos de quatro para cinco anos, acaba a reeleição para presidente da República, governadores e prefeitos e o voto deixa de ser obrigatório, entre outras modificações (veja o quadro). Parece bom, mas é preciso muito cuidado nessas horas. Reforma política é uma daquelas idéias que, exemplares no papel, correm o risco de se transformar em monstrengos casuísticos na realidade. O bicho-papão mais feio que pode emergir dela é a possibilidade legal de permitir uma terceira eleição consecutiva a Lula ou até mesmo de prorrogar sua permanência no Palácio do Planalto. Esse golpe branco é aventado com mais intensidade sempre que é anunciado um pico de aprovação do presidente. Nessas horas, surgem petistas e aliados do governo que tentam vender gato por lebre. Ou seja, popularidade por legitimidade para esculhambar as instituições. O deputado Carlos Willian de Souza, do PTC de Minas Gerais, disciplinado soldado da tropa de choque oficial, é uma das vozes do casuísmo mais estridentes. Ele anunciou que, em fevereiro próximo, tão logo sejam reabertos os trabalhos legislativos, vai materializar a proposta de re-reeleição de Lula. "Há vários deputados que, apesar de se dizerem contrários em público, no momento propício votarão pela possibilidade de mais um mandato do presidente", anima-se Willian.
São remotas as chances de aprovação em tempo hábil de uma emenda constitucional específica que permita o terceiro mandato para Lula, mas os planos alternativos e silenciosos continuam em andamento. No esboço do primeiro parecer da CCJ, por exemplo, algumas propostas reunidas pelo deputado-mensaleiro João Paulo Cunha, do PT, previam o fim da reeleição para os futuros governantes, mas nada falavam sobre o mandato do atual presidente. O deputado Ronaldo Caiado, do Democratas de Goiás, enxergou uma omissão intencional. "Criava-se o vazio e ponto final. Sem lei autorizando nem proibindo, o presidente poderia ser candidato a um terceiro mandato", explicou o parlamentar, que exigiu a retirada dessas propostas. Os petistas reagiram com veemência. "A oposição está enxergando fantasmas em pleno meio-dia", ironizou o deputado João Paulo Cunha, apoiado pelo também mensaleiro José Genoíno. "A reação deles mostra que a nossa desconfiança fazia sentido", devolveu Caiado.
O fato é que, na ausência de candidatos viáveis à Presidência da República, o petismo e suas adjacências resistem a entregar a rapadura. Além da proposta do deputado Carlos Willian, serão analisadas na Comissão de Constituição e Justiça mais de duas dezenas de emendas tratando da duração de mandatos e data de eleições. Está na combinação de duas propostas já consideradas constitucionais pelos parlamentares o que os petistas chamam de plano B. Em vez de realizar um pleito a cada dois anos, o Brasil teria eleições gerais. Assim, presidente, governadores, prefeitos, deputados federais e estaduais e vereadores seriam escolhidos numa mesma eleição. A malandragem é que os mandatos do presidente, governadores, senadores e deputados acabam em 2010, enquanto os dos prefeitos e vereadores que estão para tomar posse, apenas em 2012. Ou seja: para unificar tudo seria necessário alongar os atuais mandatos dos cargos executivos em mais dois anos. Defensor mais barulhento dessa proposta, o deputado petista Devanir Ribeiro ? que no início do ano articulou a realização de um plebiscito sobre o terceiro mandato presidencial ? jura que ela nada tem a ver com a permanência de Lula por mais tempo no poder.
se depender de um plebiscito, essa população acéfala vai votar á favor do terceiro mandato. Pessoas compradas por uma bolsa-família de 80 reais, cambada de sanguessugas , que não gostam de trabalhar.
ELLE
Vai partir pro terceiro mandato mesmo; embora fingindo que não quer...
sabe que Dilma não tem chances contra Serra ou Aécio; ela será desmoralizada pelo seu passado "terrorista", perdendo os votos da classe média e dos formadores de opinião.
É Chávez fazendo escola... de como virar ditador parecendo um democrata.
Câmara de SP aprova título de Cidadão Paulistano para Ronaldo Fenômeno
Gilmar Mendes faz balanço do ano no Supremo Tribunal Federal
[ Política ] Pergunta aberta : Afinal, o que ta acontecendo no senado e na camara?
Leiam esta noticia e me digam
Afinal,
Eles estão querendo aumentar as vagas e diminuir os gastos?
O senado vetou pq não quer deixar diminuir os gastos?
É tanta informação que eu não consegui entender ate agora o que esta acontecendo!
Leiam,
?Uma crise institucional foi desencadeada ontem entre Câmara e Senado. Motivo: a decisão do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), de se recusar a assinar a emenda à Constituição que aumenta em 7.434 o número de vagas de vereadores em todo o País, sem cortar gastos das Câmaras Municipais. A PEC foi aprovada na madrugada de ontem pelos senadores. O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), anunciou que entra hoje com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão da Câmara.
"Considerar que a Mesa de qualquer das Casas pode se recusar a promulgar uma PEC legitimamente aprovada é conceder verdadeiro poder de veto não previsto constitucionalmente", argumentou Garibaldi. "Acho que foi um ato de hostilidade. Durante todo o ano tivemos um bom relacionamento com a Câmara. Isso não poderia ter sido feito sem que antes tivéssemos dialogado." Ele tentou conversar por telefone com Chinaglia, mas não foi atendido.
"Houve uma decisão política de preservar a decisão da Câmara, auxiliada por uma posição jurídica da Casa", justificou Chinaglia. Aprovada no primeiro semestre deste ano na Câmara, a PEC aumentava o número de vereadores, mas determinava um corte drástico nos gastos dos legislativos municipais. De acordo com levantamentos de ONGs, o gasto com as Câmaras Municipais em 2006 foi de R$ 5 bilhões.
Os senadores mantiveram apenas o aumento das vagas de vereadores e retiraram a redução das despesas, que seria analisada a partir de fevereiro. Para não assinar a promulgação da emenda, Chinaglia alegou que a proposta foi substancialmente alterada no Senado e por isso precisa ser novamente apreciada pela Câmara. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. ?
FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/s/19122008/25/politica-emenda-dos-vereadores-provoca-crise.html
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