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Liberdade - Workpédia

 
Liberdade


  • Faculdade de fazer ou de não fazer qualquer coisa, de escolher.

  • Independência: conquistar a liberdade.

  • Estado oposto ao do cativeiro ou prisão: pôr um prisioneiro em liberdade; à escravidão: dar liberdade a um escravo; ao constrangimento: falar com inteira liberdade.

  • Direito que alguém se arroga: tomar a liberdade de contradizer uma pessoa.

  • Liberdade de consciência, direito de ter ou não uma crença religiosa ou filosófica.

  • Liberdade de contratar, regalia que tem cada indivíduo capaz de concluir qualquer contrato privado, com a única restrição do respeito à ordem pública e aos bons costumes.

  • Liberdade de culto, direito de praticar livremente a religião professada.

  • Liberdade individual, direito que tem cada cidadão de ir e vir sem restrição em todo o território nacional, de estar em segurança nesse território (principalmente de não ser privado de sua liberdade senão em certos casos, prescritos pela lei), de poder daí sair e aí reentrar.

  • Liberdade natural, direito que o homem tem por natureza de agir sem qualquer constrangimento externo.

  • Liberdade de opinião, de pensar, direito de exprimir cada um seus pensamentos, suas convicções.

  • Liberdade de reunião, direito concedido aos indivíduos de deliberar sobre assuntos de sua preferência em um lugar franqueado a todos, sem necessidade de solicitar autorização prévia.

  • Liberdade sindical, poder conferido aos indivíduos de constituir sindicatos, de aderir ou não a um sindicato.

  • S.f.pl. Imunidades e franquias: as liberdades municipais.

  • Maneira de agir com audácia: tomar liberdade com qualquer pessoa.
  • Assuntos relacionados a Liberdade

    [ Yahoo! Respostas ] Pergunta aberta : alguem conhece alguma outra loja de cosplay aqui em sampa sem ser a da liberdade ?

    [ Yahoo! Respostas ] Pergunta aberta : Você acha que os orientais têm o raciocínio mais rápido? Veja esse exemplo, o que me diz?

    No primeiro dia de aulas numa escola dos E.U.A. a professora apresenta aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, do Japão. A aula começa e a professora fala: "Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte'?" Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: "Patrick Henry em 1775 na Filadélfia"." Muito bem, Suzuki. E quem disse: 'O estado é o povo e o povo não pode afundar-se'?" Suzuki levanta-se: "Abraham Lincoln em 1863 em Washington". A professora olha os alunos e diz: "Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!" Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: "Vai tomar no c..., japonês de m...!" "Quem foi?", grita a professora. Suzuki levanta a mão e sem esperar, responde: "General McArthur em 1942 em Guadalcanal e Lee Iacocca em 1982 na Assembléia Geral da Chrysler". A turma fica super silenciosa, apenas ouve-se do fundo da sala: "Acho que vou vomitar". A professora grita: "Quem foi?" E Suzuki responde: "George Bush pai ao primeiro-ministroTanaka durante um almoço, em Tokio, em 1991". Um dos alunos levanta-se e grita: "Chupa meu ca...!" E a professora irritada: "Acabou-se! Quem foi agora?" E Suzuki, sem hesitações: "Bill Clinton a Monica Lewinsky, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997." E outro aluno se levanta e grita: "Suzuki é um pedaço de m...!" E Suzuki responde: "Valentino Rossi no Grande Prêmio de Moto no Rio de Janeiro em 2002". A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta se abre e entra o diretor que diz: "Que grande m... nunca vi uma baderna destas!" E Suzuki: "Lula para José Dirceu, após as denúncias contra o assessor Waldomiro Diniz, em Fev/2004, Brasília."

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Cuba - 50 anos de Revolução ?

    Cuba é sinónimo de Revolução. Desde 1 de Janeiro de 1959 que a maior ilha das Caraíbas é um marco incontornável para o resto do mundo. E, precisamente 50 anos depois, a sua influência - apesar de diminuta - não desapareceu de todo. Muitos de nós crescemos influenciados pela Revolução cubana, pelas façanhas e desventuras dos seus protagonistas. Para alguns, a Revolução cubana significa uma história de heroísmo, de luta pela liberdade e contra o imperialismo. Para outros, é justamente o contrário: um símbolo de ditadura e de opressão. O que é certo é que Cuba desata paixões, e falar do que foi, do que é, e do que será a Revolução de Fidel Castro acaba por ser um verdadeiro desafio. Os êxitos da Revolução cubana podem ser encontrados na área social, onde a pequena ilha caribenha supera os restantes países latino-americanos e mesmo muitas das nações mais ricas e mais industrializadas. Muitos coincidem em qualificar o desenvolvimento de uma poderosa rede nacional de assistência social como a maior vitória dos cubanos; essa rede de assistência social serviu para impedir que os 20% dos cubanos mais pobres caísse na miséria extrema. O estado encarrega-se dessas famílias, entregando-lhes dinheiro extra, cestas alimentares, vestuário e também mobiliário. No caso de deficientes físicos ou mentais, as autoridades cubanas chegam mesmo a pagar um salário para que essas pessoas recebam os cuidados necessários. Logo no início da Revolução foram tomadas medidas para benefício dos mais pobres. A reforma agrária deu emprego a 100% dos camponeses. Uns receberam terras, outros integraram-se em cooperativas e muitos converteram-se em operários de fazendas estatais. Foram proibidos os despejos nas cidades, foi decretada uma redução das rendas de casa e foi finalmente feita uma reforma urbana que converteu 85% dos cubanos em proprietários das suas próprias residências, uma realidade que se mantém nos dias de hoje. Prioridade à infância Não existem em Cuba meninos de rua. Os órfãos e os filhos de doentes mentais ou de pessoas presas vivem em instituições onde têm garantidos, casa, comida, cuidados médicos e educação - incluindo estudos superiores. A esperança de vida dos cubanos é a mais elevada da América Latina Mas esses não constituem uma excepção, porque 100% das crianças cubanas frequentam a escola, que é efectivamente obrigatória até ao nono ano e gratuita até ao nível universitário. Os livros escolares são igualmente gratuitos. Em Cuba, a lei obriga os pais a enviar os filhos para a escola. Trata-se de um direito da criança que, se for violado, pode implicar a perda da sua custódia e a tomada de medidas judiciais contra os encarregados de educação. E ninguém está isento; sessenta mil crianças cubanas com limitações físicas ou psíquicas frequentam escolas especiais em que recebem aulas normais, fisioterapia e cuidados psicológicos, uma combinação que lhes permite desenvolver ao máximo as suas habilidades e possibilidades. Nessas escolas juntam-se dois dos maiores êxitos da Revolução cubana: a educação e a saúde pública. Esta última desenvolveu um gigantesco sistema nacional que abrange todos os cidadãos sem quaisquer excepções. O sistema tem quatro níveis: o de médico de família, que vive a poucos quarteirões da casa do paciente; o da clínica do bairro; o do hospital da zona; e o dos institutos especializados. Toda a assistência médica é gratuita, com excepção dos medicamentos - que são subvencionados. Nada fica de fora do sistema cubano de saúde pública. Desde a mais ligeira dor de cabeça ao tratamento de doenças associadas ao HIV/Sida, passando pelos transplantes de orgãos, cuidados odontológicos e até cirurgia estética. Os resultados são visíveis quando se comparam as estatísticas das Nações Unidas sobre a esperança de vida. Cuba ocupa o terceiro lugar no continente americano, com uma esperança média de vida de 76 anos para os homens e 80 anos para as mulheres. Em relação à mortalidade infantil, as cifras da ONU mostram que Cuba tem 5 mortos em cada mil nascimentos, algo que, no continente americano, é apenas comparável ao Canadá. Saúde para todos Da mesma forma como ninguém morre em Cuba devido a doenças curáveis, muito poucos morrem devido aos efeitos dos ciclones que atravessam aquela ilha todos os anos. A Defesa Civil, criada pela Revolução, é capaz de evacuar milhões de cubanos para lugares seguros. Há assistência do Estado durante a passagem de ciclones No ano passado, por exemplo, Cuba foi atingida por três poderosos ciclones, que provocaram danos a meio milhão de casas, destruiram a maior parte das colheitas e derrubaram centenas de torres de alta tensão. Apesar disso, foram registadas apenas 7 mortes. Antes de 1959, e mesmo durante os primeiros anos da Revolução, havia centenas e às vezes mesmo milhares de mortos de cada vez que Cuba fosse atingida por um ciclone. E isso sem contar com as enormes perdas económic Antes de 1959, e mesmo durante os primeiros anos da Revolução, havia centenas e às vezes mesmo milhares de mortos de cada vez que Cuba fosse atingida por um ciclone. E isso sem contar com as enormes perdas económicas que ocorriam. E também são muito poucas as vítimas da violência social. Praticamente não há insegurança para os cidadãos. Comparada inclusive com os países mais seguros da região, Cuba é, sem dúvidas, uma das sociedades mais pacíficas do continente americano e mesmo do mundo. É um acto extraordinário um assalto à mão armada e os roubos com pistolas ou com armas brancas quase que não existem. Os delitos mais comuns são o roubo de fios de ouro, de relógios ou de pastas que, em geral, ocorrem sem ameaças de violência física. Sem dúvida, a tranquilidade nas ruas tem a ver com a presença constante da polícia. Mas muitos argumentam também que o nível de educação, o acesso à saúde e o controlo da pobreza contribuem de forma determinante para o fraco índice de violênci

    Empresário quer liberdade para negociar Vandinho com outros clubes


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