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Limitar - Workpédia

 
Limitar


  • Determinar os limites de; demarcar, lindar: aquela cerca limita o terreno.

  • Reduzir a determinadas proporções: limitar seus desejos.

  • Fixar, estipular, designar: limitar a época dos exames.

  • Convizinhar, formar limites com: o Brasil limita com a Argentina.

  • V.pr. Consistir unicamente em: sua ceia limitava-se a uma xícara de chá.

  • Contentar-se, dar-se por satisfeito em: limitava-se a contemplá-la.
  • Assuntos relacionados a Limitar

    [ Outros - Internet ] Pergunta aberta : Quer aumentar a velocidade de sua coneção?

    Todo computador utiliza 20% da sua coneção, para manter suas configurações e atualizações do sistema como relogio, data e outros mais. Para utilizar 100% da sua coneção faça o seguinte: 1. Iniciar > Executar > gpedit.msc 2. Na tela que se abre, em "Configuração do Computador" (Computer Configuration), dê um duplo-clique em "Modelos administrativos" (Administrative Templates), demora um pouquinho às vezes, é normal :) 3. Dê um duplo-clique em "Rede" (Network) e clique em "Agendador de Pacotes QoS" (QoS Packet Scheduler) 4. Na janela da direita, dê um duplo-clique na opção "Limitar largura de banda reservável", escolha a opção "Ativado" (Enabled) e no campo "Limite de largura de banda" (Bandwidth limit), digite 0 (zero) e clique no botão OK. Agora feche o programa. Não clique em "Desativado" (Disabled) pois o Windows XP manterá a reserva de banda em 20% se isso for feito. 5. Vá no "Painel de Controle" (Control Panel) > "Conexões de rede" (Network Connections) > dê um duplo-clique na sua conexão > "Propriedades" (Properties) 6. Verifique se a opção "Agendador de pacotes QoS" (QoS Packet Scheduler) está habilitada. Se não estiver, habilite-a. Pronto! Após reiniciar o Windows, ele estará aproveitando 100% da sua banda! Nota: Esta dica é para o Windows XP Professional ou a família Windows Server 2003. O editor das diretivas de grupo ("gpedit.msc") não existe nas versões Home ou Starter do Windows. Importante: não adianta você desabilitar o Agendador de pacotes QoS pois o limite continuará funcionando. A única maneira de desativá-lo é habilitar o Agendador de pacotes QoS com ele tendo sido configurado para utilizar 0% de reserva, como explicado nesta dica. Abraço a todos q aqui passarem.

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Piada de Humor Negro: A Hidrelétrica que Corrêa não quer pagar está em pleno vapor!!Ode a picaretagem!?

    Ela fornece 10% de toda a energia necessária àquele país! O Brasil está na mão de bos.tas, este Celso Amorim já deveria ter sido rebaixado a contínuo em qualquer país decente! Até Quando!? Por Rubens Barbosa Até quando? Parafraseando lorde Palmerston, primeiro-ministro e ministro do Exterior inglês na metade do século 19, a defesa do interesse brasileiro deveria ser o único objetivo do Ministério das Relações Exteriores. Ocasionalmente, pode ser apropriado adotar uma atitude magnânima, se essa for a única maneira de proteger nosso interesse, acrescentou Malcom Rifkind, ministro do Exterior britânico durante minha gestão à frente da Embaixada em Londres. A política externa brasileira na América do Sul parece ignorar esses princípios elementares. A compreensão, a solidariedade e a paciência estratégica levam à aceitação de qualquer atitude, mesmo hostil ou inamistosa, de nossos vizinhos. Esses atos são absorvidos com naturalidade em nome da diplomacia da generosidade, que parece não entender o efeito das transformações políticas, econômicas e sociais por que passa a região e a mudança de percepção em relação ao Brasil. A nova ênfase visando a privilegiar iniciativas bilaterais, dada a paralisia do processo de integração, vem apresentando parcos resultados: a generosidade não fez desaparecerem demandas, reservas, ressentimentos e, agora, está sendo utilizada para inflamar a opinião pública com ataques ao imperialismo brasileiro. O fato é que para preservar o processo de integração comercial, que, na realidade, só existe na retórica dos governantes sul-americanos, o Brasil aceitou, na Bolívia, a nacionalização das refinarias da Petrobrás e o aumento do preço do gás. Propôs o ingresso da Venezuela no Mercosul e agora tenta acomodar a falta de cooperação de Caracas para negociar as condições de seu ingresso. Aceita discutir com o Paraguai um tema tão sensível como Itaipu e observa sem maior reação as invasões de terras e os atentados à vida de fazendeiros brasileiros que vivem naquele país, promovidos pelo MST paraguaio, ajudado pelo MST brasileiro. Abúlicos, aceitamos que a Argentina imponha restrições a empresas brasileiras e ao comércio bilateral e reative acordo de salvaguardas, contrário às regras do Mercosul, que vai ser aplicado sem ter entrado em vigor no Brasil. Nos últimos dias, o Brasil colheu mais um resultado da política de generosidade. O governo do Equador, alegando irregularidades na construção de uma hidrelétrica, em ação desproporcional à importância da questão, decidiu expulsar duas empresas brasileiras (a companhia construtora e outra, estatal) e cancelar outros contratos que nada tinham que ver com o problema, solucionável por negociação ou arbitragem. Na ocasião, o presidente do Equador anunciou que não iria pagar o empréstimo tomado do BNDES, amortizado por meio dos bancos centrais da região. Seguindo a política de compreensão e de generosa boa vontade com nossos vizinhos, o Itamaraty a tudo assistiu sem esboçar reação na defesa da empresa, apenas adiou missão ministerial que iria abrir novos créditos para o Equador. Agora, o presidente Rafael Correa oficializou o calote da dívida. O Itamaraty finalmente reagiu, informando que "recebeu com preocupação" a notícia da decisão do governo equatoriano de impetrar juízo arbitral na Corte Internacional de Arbitragem da Câmara de Comércio Internacional com vista a suspender o pagamento da dívida com o BNDES, relativa ao financiamento da hidrelétrica. No comunicado oficial da Chancelaria se reconhece, ingenuamente, que a decisão do governo equatoriano foi anunciada em evento público sem prévia consulta ou notificação ao governo brasileiro e que a natureza e a forma de adoção das medidas tomadas pelo governo do Equador não se coadunam com o espírito de diálogo, de amizade e de cooperação que caracteriza as relações entre o Brasil e o Equador. Para dar uma satisfação à opinião pública, cada vez mais crítica e impaciente com a maneira como as relações com nossos vizinhos vêm sendo mantidas, o Itamaraty chamou para consultas o embaixador em Quito. O gesto, mais simbólico do que efetivo, é um avanço nas posições adotadas até aqui, mas não representa uma mudança de posição. O aparente endurecimento da posição do governo brasileiro pode ser explicado mais pela irritação do presidente Lula, cuja imagem foi arranhada pelo desafio do líder equatoriano, do que por motivações de política externa. A Petrobrás, depois de ameaçada de expulsão, aceitou as condições impostas pelo Equador para assinar um novo contrato, sem nenhuma garantia de cumprimento. É possível prever que a reação do governo brasileiro se vai limitar à convocação do embaixador e que insista na retomada do diálogo sempre conciliador. Vamos ver se "o comércio bilateral vai acabar", como prometeu o Itamaraty, em arroubo retórico. A retirada do embaixador chega tarde e é muito pouco. Deveria ter sido a primeira providência quando o governo boliviano ocupou man

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