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Métodos
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Tinha uma igreja que tinha muitos problemas com pombas, pardais e morcegos que faziam ninho e viviam sujando as estátuas e até as pessoas.
O pároco tentou vários métodos. Primeiro colocou armadilhas com pão, depois com carne, depois com veneno. Colocou telas nas janelas e vedou todos os buracos onde os pássaros pudessem se aninhar, mas nada adiantou. Sempre davam um jeito de encontrar um cantinho e continuava o problema. Por fim, começou a caçá-los com arma de fogo. Mas não adiantou. Vendo a situação de desespero em que se encontrava o pároco, o outro padre, recém-ordenado, trouxe a solução. Começou a crismar todos os pássaros que chegavam perto da igreja. As pombas, os pardais, os morcegos, nunca mais voltaram à igreja.
Sei que a piada é velha e já é sem graça, mas é o retrato da realidade. A grande maioria dos católicos só aparece na igreja enquanto são comandados pelos pais ou quando são velhos e precisam fazer as últimas orações. Vão à igreja pela necessidade e não pela vontade.
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CENTRO DE DESENVOLVIMENTO
DA INTUIÇÃO E DA CRIATIVIDADE
PSICOTERAPIA - PREVENÇÃO - FORMAÇÃO
Filosofia de Vida
Qual é a sua filosofia de vida?
Quanto à sua pergunta sobre filosofia, te diria, não pensar mais num saber que não possa estar inserido de forma concreta e imediata na vida dos seres humanos. Quando falamos de filosofia, entenderemos esta como Marx falava. Considerá-la como um instrumento para mudar as condições de vida dos seres humanos. Na nova era falamos, concordando com Capra e Fergunson, de paradigmas. Estas seriam estruturas de interpretação da realidade que nos possibilitam pensar, atuar e sentir os acontecimentos de nossa vida. Acontecimentos econômicos, científicos, políticos, espirituais, religiosos, sexuais, tecnológicos, alimentares, da moda, etc.
Quando falamos de nova era, nos encontramos com um pós-modernismo que previlegia, antes de qualquer outra coisa, o bem estar dos seres humanos. Na economia, em qualquer preocupação ou interesse de desenvolver ciência, tecnologia, religiões ou métodos psicoterapêuticos nos confrontaremos com esse novo humanismo ecológico: "nosso interesse por um maior bem estar".
Não existe nenhum saber que se justifique por si mesmo, na área que seja, que não reverta em um melhoramento da qualidade de vida das pessoas. Isto se faz mais radical ainda na produção daqueles conceitos que giram em torno da subjetivização do humano. Este critério de alcançar um maior bem estar passa a ser um paradigma que assume valor epistemológico de validade ou não de todos os saberes sobre o humano e do sistema do qual forma parte. Esta filosofia de paradigmas passará por dentro de nós. Ou seja, em nosso caso como psicoterapeutas, aquilo que propomos a nossos pacientes de aumentar sua satisfação de estarem vivos será proposta para nós mesmos. Os chamados psicoterapeutas, médicos, guias ou curadores, utilizarão e escolherão seus métodos e técnicas de trabalho também com esse critério fundamental.
Ai, meu Deus, muito podemos falar com respeito a isso, mas dada as condições da Home Page devemos ser suscintos. Na pós-modernidade se privilegia, como expressão plástica, a colagem do surrealismo anarquista. Não pretendemos coerências e exigências de formalização em nenhum sistema teórico-técnico de qualquer saber. Só nos perguntamos: para que serve? O que produz? Como funciona? Transforma ou não? É isso. Numa época os iniciados nos diferentes conceitos sobre o humano se perguntavam: qual é a teoria, a filosofia, a ideologia que está por trás de tal ou qual proposta? Agora responderemos. Por trás estão os trazeiros e embora sejam interessantes e bonitos o que nos interessa é o que está na frente, o que fertiliza, o que modifica. Nossa filosofia está no interior e não é outra coisa do que nossa prática como psicoterapeutas. Na utilização dos florais, nas técnicas de sensibilização ecológica, na praia, no mato ou na avenida Nossa Senhora de Copacabana e Santa Clara na hora do rush. Nas técnicas de meditação, no uso das cores como forma de recarregamento ou desentupimento energético dos chacras e nadis. Nos nossos seminários de desenvolvimento da intuição e criatividade com indivíduos, grupos e organizações: escolas, empresas e hospitais, etc. No uso do diálogo clínico verbal onde terapeuta e paciente refletem sobre os aconteceres da vida, identificam os impecílios para controlá-los e administrá-los, onde aparecem propostas de modificação das diferentes situações estagnadas.
Existem certos paradigmas que na nova era pós-moderna é necessário destacar. Por exemplo, no espiritual-religioso. A espiritualidade da nova era não gira em tormo de um conceito de "Deus administrador" de nossas vidas com uma linha moral unívoca marcando um caminho a seguir, castigando com a noção de pecado as ovelhas desencaminhadas. Como uma ordem superior e diferenciada do humano. A espiritualidade da que falamos encontrará a divindade, que chamamos Eu Superior, dentro das pessoas. Divindade que dará luz, sentido de existência, direcionalidade, energia amorosa e comunhão com o outro humano, vegetal, animal, fenômenos naturais, propostas econômicas, tecnológicas e políticas, onde o poder, força e criatividade do divino estará no interior dos seres. As pessoas formam parte de nosso Deus, que em nosso caso é fêmea: Gaia, nosso planeta, a Terra. E não há nada a demonstrar ou justificar, embora Lovelock, interessado nas explicações com os argumentos da ciência justifica o entendimento da terra como um ser vivo. O que nos interessa é o efeito que este sistema de crenças produz: menos solidão, mais alegria pela companhia, cuidado com a preservação dos sistemas ecológicos, uma economia voltada a resolver problemas do humano, uma micropolítica que gira em torno da solução de necessidades concretas como a fome, etc. Ai, tantas coisas a dizer...
Outro paradigma a destacar é o que nos possibilita sair do patriarcalismo e do industrialismo. Este conjunto de idéias, que na modernidade coloc
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