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[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Para que serve a TV LULA? Este ano consumiu-se 350 MILHÕES só para sustentar jornalistas petralhas ?
Para que serve essa TV?
OESP - 03/12/08
Depois de um ano de funcionamento e ao volumoso custo inicial de R$ 350 milhões - arcado inteiramente com dinheiro do contribuinte -, a TV Brasil atinge menos de 1% da audiência do País e apenas 52 dos 5.564 municípios brasileiros. A esse valor inicial deve somar-se outro igual em 2009, acrescido de cerca de R$ 20 milhões de patrocínios e prováveis R$ 80 milhões da Contribuição para a Comunicação Social, deduzida do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), a ser regulamentado. Na TV Brasil trabalham 250 dos 1.440 funcionários da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). E, apesar do investimento de R$ 100 milhões só em equipamentos e de a presidente da EBC, jornalista Tereza Cruvinel, ter dito que "não gosta da palavra traço", é com audiência traço - isto é, que não atinge nem 1 ponto de audiência - que sua TV já se acostumou a operar, tais como as muitas TVs comunitárias espalhadas pelo País (que têm a vantagem, em relação à TV Brasil, de não custarem nada aos cofres públicos).
É claro que não se exige que uma televisão pública mantenha as mesmas grandes audiências - arregimentadas graças a programas de forte apelo popular - das redes de TV comerciais, de canal aberto. As TVs educativas têm por missão precípua a elevação do nível educacional e cultural da população, o ensino e o estímulo à apreciação da arte e, como resultado de tudo isso, a formação da consciência crítica dos cidadãos. Aí, de fato, a qualidade importa bem mais do que a quantidade. Mas há que se considerar o mínimo de audiência desejável, sob pena de as programações das emissoras de televisão estatal se tornarem um serviço inócuo de comunicação social - quando não, apenas um eletrônico cabide de empregos.
A razão alegada para que se criasse a logo batizada "TV Lula" seria, justamente, a necessidade de oferecer à população de todo o território nacional programações não atreladas a interesses comerciais de patrocinadores, nisso servindo à sociedade com maior independência e melhor nível do que as outras emissoras de televisão. Desde que foi criada, porém, não se percebeu no que foi levado ao ar pela emissora estatal federal de televisão nada que mostrasse qualidade melhor ou mesmo equivalente aos programas de melhor nível das outras emissoras, de canal aberto ou por assinatura. O que houve, nesse período, foram divergências internas relacionadas ao viés do oficialismo da comunicação - que, segundo a experiência histórica, não costuma dar certo. Saíram diretores divergentes, um editor que denunciou a prática de censura e houve greve de funcionários.
Criada com a fusão da estatal Radiobrás - egressa do sistema militar - com a TV Educativa, que tinha canais no Rio e no Maranhão, a nova emissora começou transmitindo para essas praças em VHF, UHF e emissoras a cabo. Levou um ano para montar uma estrutura que lhe permitisse colocar no ar seu sinal aberto em São Paulo. No começo, preencheu sua grade mantendo muitos programas de suas antecessoras. "Tivemos resultados bastante críticos no primeiro semestre" - reconheceu a diretora Tereza Cruvinel. Não apenas pela parca audiência - acrescentaríamos. É que, depois da incorporação, divergências levaram à saída de Orlando Senna do cargo de diretor-geral e de Mário Borgneth, da diretoria de Relacionamento e Rede. Além disso o jornalista Luiz Lobo, então editor-chefe do Repórter Brasil, foi demitido e denunciou pressões vindas do Palácio do Planalto para censurar matérias sobre temas que desagradavam ao governo.
No fim de outubro funcionários da EBC (principalmente ex-integrantes da Radiobrás) fizeram greve de um dia, mas permaneceu o problema que a gerou: a diferença salarial entre os empregados de carreira da antiga estatal e os contratados já pela nova empresa, com ganho três vezes maior. Uma comissão de empregados ainda discute a questão com a direção da EBC. Mas, problemas trabalhistas à parte, pelo que já mostrou - e gastou - a nova rede de comunicação eletrônica oficial, cabe inteiramente a simples questão: para que serve, mesmo, essa dispendiosa TV?
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Alguém me dá algum conselho, mão amiga, por favor?
1. Não passei na federal do meu estado, onde todos os meus conhecidos passaram :/
2. Fui me declarar pro meu ex-namorado ( fui eu que acabei o namoro, mas não consegui esquecê-lo...) e ele falou que " o que tinha de ser vivido, já foi vivido."
3. Estou em recuperação em cinco matérias no meu colégio, e eu nunca fiquei em recuperação :/
Isso é normal? Minha vida está um lixo, e parece que só é comigo, vejo meus amigos se darem bem com seus namorados, rolos, no colégio, só eu que me dou mal, poxa! :/
ps: tô no segundo ano do ensino médio ainda e tenho 15 anos (:
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Suponha que um sr. que teve seu carro destruido em razão de um desabamenti no estacionamento no qual seu veículo, costumeiramente, ficava por todo o dia, isso por mais de 10 anos, entre a vitima e o estacionamento havia contrato, sendo efetuado pagamento mensal. Ocorre que de acordo com o laudo do instituto criminalística(engenheiros), foi verificado que o muro já estava aparesentando sinais de rachadura devida a manutenção do mesmo. Cabe acrescentar que este muro era divisor com um prédio comercial, o qual encontrava-se em reforma, e que consoante o laudo ora mencionado, constatou-se que havia materiais escorados a obra.
Desenvolvendo-se a demanda sem a participação da empresa proprietária do prédio vizinho, poderá ela participar da relação processual? a que titulo?
Qual a natureza da responsabilidade civil do estacionamento? e do proprietário do prédio vizinho(subjetiva ou objetiva)?
Pela descrição acima do caso, há possibilidade de pleitear danos morais e materias conjuntamente?
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