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Molusco - Workpédia

 
Molusco


  • Terceira grande classe do reino animal, que compreende seres de corpo mole, quase sempre recoberto por uma concha calcária. Alguns são dotados de movimento. Quase todos os moluscos são ovíparos e muitos são hermafroditas. As três principais espécies dos moluscos são: os gastrópodes. (caramujos e lesmas), os lamelibrânquios ou bivalves (ostras), e os cefalópodes (polvo).
  • Assuntos relacionados a Molusco

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Ôôu! Não éramos autossuficientes em petróleo como papagaiou o Molusco? A mentira tem perna curta? ?

    A falsa autossuficiência OESP - 07/01/2008 Aumentou substancialmente, entre 2007 e 2008, o déficit comercial do petróleo e derivados nas contas nacionais. Tomando apenas os três itens principais de exportações e importações do segmento - petróleo bruto, óleos combustíveis e gasolina -, o desequilíbrio anual quase dobrou, de US$ 7 bilhões para US$ 13,4 bilhões, contribuindo fortemente para a redução do superávit comercial brasileiro, que caiu de US$ 40 bilhões, em 2007, para US$ 24,7 bilhões, em 2008. Entre 2007 e 2008, conforme os dados extraídos da publicação Balança Comercial Brasileira - Dezembro 2008, da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), as importações do bruto aumentaram de US$ 11,976 bilhões para US$ 16,391 bilhões e as de combustíveis e lubrificantes, de US$ 8,092 bilhões para US$ 15,075 bilhões. Somando os dois itens, as compras passaram de US$ 20,068 bilhões para US$ 31,466 bilhões - um aumento de US$ 11,4 bilhões (54,9%). Já as exportações de petróleo bruto avançaram de US$ 8,905 bilhões para US$ 13,556 bilhões (50,4% de aumento, na média diária), as de óleos combustíveis, de US$ 2,292 bilhões para US$ 2,863 bilhões (23,4%), enquanto as de gasolina caíram de US$ 1,838 bilhão para US$ 1,652 bilhão (-11,2%). A soma dos três itens resulta em exportações de US$ 13,035 bilhões, em 2007, e de US$ 18,071 bilhões, em 2008. O déficit da conta petróleo aumentou, em parte, porque o Brasil produz petróleo pesado, de menor valor, que vende no mercado internacional, e compra petróleo leve, mais caro, para ser refinado no País. Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), o Brasil pagou pelo barril de petróleo importado um preço médio de US$ 74,72, em 2007, e de US$ 115,31, nos primeiros dez meses de 2008, aumento de 54,3%. Já o preço médio de venda do petróleo brasileiro no mercado internacional foi, no terceiro trimestre de 2008, de US$ 75,41 o barril e, no mercado interno, de US$ 105,46. Também contribuiu para o aumento do déficit o fato de o Brasil ter exportado menos petróleo bruto no ano passado. A média mensal de 12,8 milhões de barris exportados em 2007 caiu para 11,4 milhões de barris, no período janeiro a outubro, conforme os dados da ANP. Os custos de produção do petróleo no Brasil também são mais altos, de US$ 9,60 o barril, ante um custo médio internacional de apenas US$ 4,52, conforme os dados divulgados no balanço da Petrobrás relativo ao terceiro trimestre de 2008. No tocante ao déficit da conta petróleo, os dados do MDIC não são idênticos aos da Petrobrás, que incluem maior número de derivados, mas, qualquer que seja o cálculo, é evidente o desequilíbrio crescente. Em resumo, a Petrobrás não cumpriu as metas de produção anunciadas pelo governo. Em outras palavras, não foi atingida a autossuficiência em petróleo proclamada em 2006. O País gasta mais dólares com a importação do que aufere com a exportação do óleo, não apenas porque o óleo leve importado é mais caro do que o óleo pesado exportado, como alegam os diretores da Petrobrás, que afirmam que o Brasil é tecnicamente autossuficiente em petróleo, mas também porque o volume físico de petróleo produzido é menor do que o volume consumido. No primeiro semestre de 2008, o Brasil importou 97,9 mil barris/dia a mais do que exportou. Não há, por ora, estimativas confiáveis sobre o comportamento da conta petróleo em 2009, mas é possível que ela apresente um déficit menor, em decorrência da queda dos preços do petróleo no mercado internacional e da menor necessidade de importação pela Petrobrás. Mas isto dependerá da eventual redução do consumo doméstico de derivados e da demanda de usinas movidas a óleo combustível e diesel. Para reduzir o déficit da conta petróleo, o governo depende da Petrobrás, cuja produção, no governo Lula, cresceu mais lentamente do que previam os planos oficiais. Houve, por exemplo, atraso na entrega e operação de plataformas marítimas. A tarefa da estatal - e do governo - é adotar uma política de redução do déficit da conta petróleo, para que este não seja um importante fator de pressão sobre o balanço de pagamentos.

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : ncremento na atividade econômica de Fogos e Rojões: O Molusco fará estradas na região cocaleira boliviana?!?

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : PT, o Partido das Trevas II (a volta dos excluídos)?

    Todos sabemos que os comunistas querem destruir os alicerces da moral e dos bons costumes. Querem destruir tudo o que é sagrado para o homem: Deus, Pátria e Familia: O verdadeiro comunista, é ateu, ignora o senso patriótico (um exemplo é a União Soviética, que acabou com as nações e transformou todos os países em "satélites", exterminou e segregou diversas etnias, etc) e também destroi o núcleo familiar. Além de todas as mazelas que já trouxeram para a sociedade como guerras e drogas, estaria eles ligados também com entidades demoníacas? A estrela vermelha de cinco pontas é uma conhecida simbologia de paganismo e bruxaria. O número 13, é conhecido dos cristãos ... Judas Iscariotes, era o décimo terceiro e último discipulo a se sentar na Santa Ceia, que trairia o messias. As sagradas escrituras e a Bíblia já anunciavam a chegada da Besta: Vejam: Apocalipse 13:1 (sim, o número 13 novamente) "Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia.? Interpretação: O Lulla (lula, um animal molusco que vem do mar), que é uma besta (no sentido de demôniaco e de "estúpido, idiota") tinha 10 chifres e 7 cabeças, que obviamente representam a alta cúpula petista ou os 7 países da esquerda existentes no mundo (à saber, Cuba, Laos, Vietnã, Coréia do Norte, China, Venezuela e Bolivia) No Apocalipse, há 3 bestas: 1) O líder mundial blasfemo (preciso dizer que está entre as 18 personalidades mais influentes do mundo?) 2) A Aliança de 10 Nações 3) O falso profeta. Não sei quem pode ser o falso profeta ... , o Lulla, Lucifer, talvez o Duda Mendonça, Dilma, vai saber, são todos iguais !!! ======================================... Com todos estes sinais, voces não acham que a igreja deveria começar a caça as bruxas ao estilo Macartista? Vermelhos e eleitores do Lulla, se conseguiram ler o texto até aqui e entende-lo, por favor não respondam, pois qualquer coisa que for dita por voces será heresia, voces não sabem o que é a Bíblia, os valores da Pátria, não sabem o que é Macartismo, não tem noção de história, religião e aliás ... nem de Comunismo porque afinal, o que voces mais gostam é de dinheiro e censura !!!

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Fernando Lugo ensaia um Calote de Itaipu na Costa do Sauípe?O Molusco conseguirá dizer não ao forosãopaulista?

    O calote de Itaipu OESP O presidente Fernando Lugo, do Paraguai, não é, à diferença dos presidentes Evo Morales, da Bolívia, e Rafael Correa, do Equador, um títere do caudilho venezuelano Hugo Chávez. "A construção de nossa democracia não tem nem terá a supervisão ou a tutela de nenhum país do mundo", disse essa semana, em resposta a insinuações de que estaria atrelado a Chávez. Mas Fernando Lugo é um líder populista que se elegeu prometendo acabar com a corrupção sexagenária do Partido Colorado e unir a nação, dividida por profundas desigualdades econômicas e sociais. Diz e repete que, para alcançar esse último objetivo, não promoverá a luta de classes, como têm feito os seus vizinhos bolivarianos. Mas não hesita, desde que se candidatou, em promover a união nacional em torno da denúncia da dívida externa "espúria" e da renegociação do Tratado de Itaipu. E nisso se identifica amplamente com seus vizinhos bolivarianos. Essa semana, o engenheiro Ricardo Canese, coordenador da comissão negociadora das reivindicações paraguaias, apresentou a sua versão da revisão do Tratado de Itaipu, baseada em seis pontos. Os dois pontos principais são inaceitáveis para o Brasil e provocaram a reação imediata do chanceler Celso Amorim, que classificou as reivindicações paraguaias como "demandas irrealistas". O funcionário paraguaio propôs, em nome de seu governo, a extinção da dívida contraída pela Itaipu Binacional para financiar a construção da usina, hoje em torno de US$ 19,6 bilhões. Como o Paraguai não dispunha de recursos para o financiamento dos 50% do custo da obra que lhe competiam, o governo brasileiro arcou com todas as despesas. O ressarcimento se faz com parte do produto da venda compulsória para o Brasil da energia produzida por Itaipu que não é consumida pelo Paraguai. Entra aí o segundo ponto fundamental da proposta apresentada por Canese: acaba o mercado cativo e o Paraguai poderá vender o seu excedente de energia no mercado livre, para quem quiser. Para o Brasil, isso significaria que o financiamento de Itaipu não mais teria garantias reais e firmes. Mas o mais ominoso é que a dívida da Itaipu Binacional, de US$ 19,6 bilhões, seria transferida para os Tesouros do Brasil e do Paraguai, segundo uma fórmula extremamente criativa. Por ela, o Tesouro brasileiro arcaria com US$ 19 bilhões e o paraguaio, com US$ 600 milhões, sendo esse cálculo baseado no consumo de energia dos dois países - 97% pelo Brasil e 3% pelo Paraguai. Trata-se, como se vê, de uma versão guarani do calote que o presidente do Equador tenta aplicar no BNDES: o país devedor fica com uma usina hidrelétrica - no caso de Itaipu, com 50% - a leite de pato. Quando o presidente Evo Morales expropriou as instalações da Petrobrás na Bolívia, advertimos que outros líderes populistas, pela leniência com que o governo Lula aceitou o esbulho, se sentiriam estimulados a repetir a dose. No caso do Equador, o Itamaraty reagiu à altura - mas não a tempo de evitar que a moda pegasse. O fato é que o Brasil está sendo tratado por esses líderes populistas - com quem o presidente Lula julgou ter afinidades políticas - como uma vítima fácil de calotes. Não por outro motivo, o engenheiro Ricardo Canese citou, como argumento favorável para a aceitação por Brasília de sua proposta, "o fato de que o Brasil quer liderar a região em matéria de integração energética e para isso terá de optar por uma liderança que atenda aos interesses dos países menos desenvolvidos, a não ser que esteja disposto a pagar os custos políticos de uma liderança do tipo opressivo". Escaldado pela experiência da Bolívia e do Equador, desta vez o chanceler Celso Amorim reagiu antes mesmo de tomar conhecimento oficial da proposta paraguaia. Ele foi taxativo: "Não, essa proposta não pode ser aceita. O Brasil não aceita o argumento do Paraguai de que a dívida de Itaipu é espúria nem concorda com a definição de que a venda da energia de Itaipu a terceiros países é uma questão de soberania do Paraguai." E completou, afirmando que "em primeiro lugar vem o interesse brasileiro e, em segundo lugar, o interesse brasileiro". Na próxima terça-feira, na reunião de cúpula da Costa do Sauípe, o presidente Fernando Lugo deve apresentar a proposta ao presidente Lula. Esperamos que receba uma resposta negativa e peremptória.

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Como limpar a cabeça de um molusco?


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