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Movimentos
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E a porcaria da maçonaria é um dos principais envolvidos neste fato, pois para quem ainda não sabe ela tem ligação direta com o satanismo.
Assim como a maçonaria, houve em tempos atráz outra sociedade secreta chamada thule, a qual foi seguida seriamente por Adolf Hitler, que com seus ideais, originou-se o nazismo, o qual assumiu o poder e suas influências refletem até hoje em nosso meio, acreditavam que para a sociedade evoluir espiritualmente teria que ser eliminadas todas as raças que não fossem louras com mais de 1,70 de altura e tivessem olhos claros.
Essas sociedades secretas (ocultas - ocultismo) são chamadas "movimentos nova era", as quais já dominam a política a muito tempo, por isso tanta corrupção e ninguem vai preso, somente um tolo pode apoiar a maçonaria ou qualquer obra que seja oculta.
Jesus disse eu sou a luz do mundo e vim para que vcs tenham a luz.
Eu creio que já está mais do que na hora de aceitarmos a Jesus para que não andemos na escuridão (secreto=oculto) deste mundo, e possamos enxergar as obras de satanás para destruição.
E mais uma coisa, sabe pq o mundo vai acabar e nenhum cientista ou homem conseguirá impedir isto ??????`
É somente por um fato, os homens não querem se submeter a Deus, e ouvir as Suas palavras de vida, preferem seguir a tolice própria de homens que não serve pra nada, ao invés de buscar aquele que deu a Sua vida para que tivessemos vida em nós.
Cada dia eu me apróximo mais da minha antiga conclusão : Como o homem sem Deus se torna tolo.
APOCALIPSE !
[ Geografia ] Pergunta aberta : Uma Conclusão de 'A Dinâmica da População' Não Concigo fazer isso Se dé pra ajudar aê?
DINÂMICA DA POPULAÇÃO
População e Sociedade
A população é o conjunto de pessoas que residem em determinado território, que pode
ser uma cidade, um estado, um país ou mesmo o planeta como um todo. Ela pode ser
classificada segundo sua religião, nacionalidade, local de moradia (urbana e rural), atividade
econômica (ativa ou inativa) e tem seu comportamento e suas condições de vida retratados
através de indicadores sociais ? taxas de natalidade, mortalidade, expectativa de vida, índices
de analfabetismo, participação na renda, etc.
Nesta unidade, é importante não confundir população com nação, que é um conjunto
de pessoas que possuem a mesma história e estão inseridas em um mesmo padrão cultural.
Assim, a população de um país pode conter várias nações, como é o caso de diversos países
da África, onde os colonizadores europeus estabeleceram as atuais fronteiras em função dos
próprios interesses econômicos e geopolíticos. É comum também que uma nação esteja
dividida em dois ou mais países, compartilhando o território nacional com povos de outras
nações, o que comumente termina em divergência de interesses e sérios conflitos. Essa é a
base do verdadeiro genocídio ou extermínio físico entre as tribos, que frequentemente assola a
África, e dos movimentos separatistas do Leste Europeu ? ex-Iugoslávia e extinta União
Soviética.
É importante ressaltar ainda que em uma dada população, mesmo que as pessoas
tenham idéias comuns e formem realmente uma nação, há grandes contrastes no que se refere
à participação dos habitantes na renda nacional, ou seja, existem as classes sociais, e daí
surge a necessidade da ação do Estado para intermediar os conflitos de interesses. Em países
desenvolvidos, as diferenças econômicas são atenuadas através do acesso da população de
baixa renda a sistemas públicos eficientes de saúde, educação, transporte, moradia e lazer, o
que é possível graças a um sistema tributário de cunho distributivo. Já nos países
subdesenvolvidos, o Estado costuma estar a serviço dos interesses privados de uma minoria
da população e os serviços públicos são relegados a último plano.
Quanto mais acentuadas as diferenças sociais, maior a concentração da renda,
maiores as distâncias entre a média dos indicadores sociais de população e a realidade em
que vive a maioria dos cidadãos. Por exemplo, a expectativa de vida de um brasileiro não
corresponde à média do país contabilizada no censo de 1991 (66 anos), mas à média obtida
segundo sua faixa de renda. Quem recebe mais de dez salários mínimos terá uma expectativa
de vida superior ? 71,5 anos ? à de quem vive com até um salário mínimo ? 54,8 anos ? e não
consegue sequer se alimentar de forma digna. Ou, ainda, se a taxa de natalidade de um país
for alta, é necessário considerar o que está acontecendo nas suas diferentes regiões ou
classes sociais: os pobres costumam ter mais filhos que os ricos.
Portanto, diante de uma tabela contendo quaisquer indicadores sociais de uma
população, temos de levar em conta a forma como está distribuída a renda do país para
podermos avaliar a confiabilidade da média obtida.
Quando nos referimos à população de um território, podemos considerar os conceitos
de populoso ou povoado, o que envolve a noção de população absoluta ? número total de
habitantes ? e relativa ? habitantes por quilômetro quadrado. Um país é considerado populoso
quando o número absoluto de habitantes é alto. Por exemplo, o Brasil é o quinto país mais
populoso do planeta, com cerca de 155 milhões de habitantes, mas pouco povoado, pois
possui apenas 17 hab/km2. Porém, quando a análise parte do pressuposto que interessa, ou
seja, da qualidade de vida da população, esses conceitos devem ser relativizados. Os Países
Baixos, apesar de apresentarem uma população relativa alta ? 429 hab/km2 -, possuem uma
estrutura econômica e serviços públicos que atendem às necessidades dos seus cidadãos e
não podem, portanto, ser considerados um país superpovoado. Já o Brasil, com uma baixa
população relativa, é "muito povoado", devido à carência de serviços públicos, de empregos
com salários dignos, habitações, etc. Nesse contexto, em última instância, o que conta é a
análise das condições socioeconômicas da população, e não a análise demográfica.
O Crescimento Populacional ou Demográfico
Em 1994, o planeta contava com 5,6 bilhões de habitantes. Do início dos anos 70 até
hoje, o crescimento da população mundial caiu de 2,1% para 1,60% ao ano, o número de
mulheres que utilizam algum método anticoncepcional aumentou de 10% para 50% e o número
médio de filhos por mulher em países subdesenvolvidos caiu de 6 para 4. Ainda assim, esse
ritmo continua alto e, caso se mantenha, a população do planeta duplicará até 2050.
O crescimento demográfico está ligado a dois fatores: o crescimento natural ou
vegetativo, que corresponde à diferença entre nascimentos e óbitos verific
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Em 1º de abril de 1964 abriu-se uma nova etapa na luta de classes no Brasil. O exército brasileiro através de um golpe militar derrubou o governo legalmente constituído de João Goulart, o Jango e inicio uma profunda contra-revolução no país. Os principais partidos da esquerda naquele momento, PCB e PTB , eram parte deste governo, naquilo que foi uma experiência frente populista no país, e ao não gestarem alternativas ao governo Goulart, muito pelo contrario, foram sua ala esquerda, arrastando a classe trabalhadora junto na derrota do governo e do regime democrático burguês.
A derrota acachapante e praticamente sem lutas que foi vítima a classe trabalhadora no Brasil levou sua vanguarda organizada em sindicatos, partidos, movimentos popular e estudantil a um profundo balanço.
O PCB até então hegemônico na esquerda marxista brasileira e totalmente alinhado a Moscou, começaria a sofrer defecções e rupturas em seu interior e veria surgir uma série de organizações inspiradas em seus quadros que rompiam com sua estrutura orgânica e linha política e também o surgimento de uma constelação de organizações por fora do que até aquele momento fora seu espaço.
Em menor medida, também o PTB sofreria depurações e rupturas que levariam ao surgimento desta "nova" esquerda brasileira. A partir daí, junto com o PCB de orientação "moscovita" surgiriam organizações maoistas, castro-guevaristas, trotskistas (de várias tendências), luxemburguistas e a reivindicação de teóricos e exemplos como os de Frants Fannon e Ho Chi Min.
A teoria da via pacífica para o socialismo, do caráter democrático do exército brasileiro e da existência de uma burguesia nacional independente e contraposta ao imperialismo que era a base para a política de conciliação de classe do PCB desabou e seus quadros mais honestos e capazes foram obrigados a buscar uma resposta para os novos desafios que surgiam por fora dos escombros políticos, ideológicos e organizativos do velho partidão.
A revolução Cubana
A revolução cubana foi um tapa na cara do estalinismo latino-americano. Sua vitória se deu, não só sem a participação efetiva dos PC's latino-americanos, como se deu contra a política oficial dos PC's, a começar pelo soviético.
Neste sentido, a revolução cubana era herética e progressiva. Demonstrava que era possível fazer revoluções na América Latina e que tal possibilidade estava na ordem do dia. Ao se dar por fora do aparato estalinista, ela gerou profunda simpatia em todos aqueles que comunistas, não comungavam com a degeneração que Stalin e seus seguidores impuseram ao marxismo-leninismo.
Ademais, a revolução cubana fora dirigida por um grupo de jovens barbudos, cabeludos e bastante simpáticos que logo seriam assimilados pela iconografia dos anos 60. Quando veio a crise do PC brasileiro, imediatamente um setor das dissidências do PC olhou para Cuba e sua revolução e aderiram a ela.
O caso mais clássico é o de Carlos Marighela que foi um notório dirigente do PC desde os anos 30, tendo sido "caçador de trotskistas" em São Paulo, deputado, dirigente da fração parlamentar do PC, dizem que quando leu os relatórios de Kruschev teve uma crise de choro de 3 dias. Em maio de 1964, após o golpe militar, foi baleado e preso por agentes do DOPS dentro de um cinema no Rio. Libertado em 1965 por decisão judicial, no ano seguinte opta pela luta armada contra a ditadura, participa no final de 1967 da fundação da OLAS (Organização Latino Americana de Solidariedade) em Cuba, onde se encontrava quando foi anunciada a morte de Che Guevara. Por esses dias foi expulso do partido e em fevereiro de 1968 funda o grupo armado Ação Libertadora Nacional. Em setembro de 1969, apóia o seqüestro, no Rio, do embaixador norte-americano Charles Elbrick, em uma ação conjunta da ALN e do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8).
Esse, como dissemos é o caso mais expressivo, pela notoriedade e pela profundidade da crise que viveu o importante dirigente do PC. Mas não é o único, é por assim dizer o símbolo de uma geração.
O problema, é que junto com a crítica ao estalinismo, as correntes castro-guevaristas fizeram uma profunda revisão do marxismo-leninismo e dois aspectos basilares foram questionados e postos de lado:
1 - A centralidade da classe operária para a revolução;
2 - A necessidade de um partido nos moldes leninistas para dirigir a revolução.
Assim os aspectos amplamente progressivos dos "cubanos" ao estalinismo (bem entendido antes deles mesmo se estalinizarem), aspectos esses que vinham mais de sua prática do que de uma teoria, seriam engolidos por uma nova teoria que atacava as bases mesmo da teoria marxista. Estes aspectos negativos por assim dizer, da revolução cubana seriam assimilados de maneira mais ou menos acritica pelo grosso das dissidências brasileiras, bem como por uma importante vanguarda latino americana. Em um sentido, as conclusões equivocadas da revolução cubana esterilizaram as progressivas rupturas de quadros e militantes
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