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Narração - Workpédia

 
Narração


  • Ato ou efeito de narrar.

  • Exposição escrita ou verbal de um fato.

  • Obra literária em que se relata um acontecimento ou uma seqüência de acontecimentos e que se caracteriza pela presença de personagens; narrativa; história; conto.

  • Exercício escolar que consiste em redigir uma composição do gênero narrativo.
  • Assuntos relacionados a Narração

    [ Outras - Futebol ] Pergunta aberta : Bela conquista ontem do Internacional , copa Sulameriana de 2008, parabens aos Brasileiros por este feito ?

    MAIOR CLUBE ASSOCIATIVO DE FUTEBOL DO BRASIL 80.000 SOCIOS Todas as taças juntas: Inter conquista a Sul-Americana, último título que faltava Colorado perde para o Estudiantes no tempo normal, vence por 1 a 0 na prorrogação com um gol de Nilmar no Beira-Rio e é campeão Alexandre Alliatti e Leandro Canônico GLOBOESPORTE.COM, Porto Alegre Tamanho da letra A- A+ As taças da Libertadores, do Mundial e da Recopa que dêem um jeito de arranjar espaço para uma nova vizinha no Beira-Rio, porque o Inter é o primeiro brasileiro a conquistar a Copa Sul-Americana. Em um jogo mais complicado do que previam os colorados, a equipe de Tite empatou por 1 a 1 com o Estudiantes no Gigante e pôde levantar o caneco graças ao resultado do primeiro duelo, a vitória por 1 a 0 em La Plata. Nilmar, aos oito minutos do segundo tempo da prorrogação, marcou o gol do título. A conquista fecha o ciclo de conquistas gringas iniciado em 2006. O Inter é o único clube do Brasil que pode se orgulhar de ter todos os canecos estrangeiros atualmente em disputa à disposição. Em todo o continente, é uma façanha alcançada também pelo Boca Juniors. E ninguém mais. Ouça os gols do jogo com a narração da Rádio Globo Erros do time e polêmica com o árbitro O Inter não foi bem no primeiro tempo. Foi um tal de toquezinho de letra para um lado, passe de calcanhar para outro. De efetivo, quase nada. Faltou jogar simples. O resultado foi uma equipe que até teve o controle de bola em boa parte do primeiro período, mas não conseguiu ameaçar o Estudiantes como gostaria. Aos poucos, os argentinos começaram a gostar do que acontecia em campo. O Inter, prejudicado pela ausência de Guiñazu, chegou a ser ameaçado. É bem verdade que o 0 a 0 servia aos gaúchos, mas ficou no ar um sentimento de preocupação. A torcida, geralmente inflamada, por vezes silenciou, apreensiva. Alex, muito bem marcado, não conseguiu produzir no ritmo habitual. Todas as jogadas passaram por D?Alessandro, que raras vezes perdeu as disputas com os compatriotas. Só faltou ser mais conclusivo. A primeira chance do jogo foi de ?El Cabezón?, logo com quatro minutos. O argentino chutou por cima do gol de Andújar. Aos 22, a arbitragem poderia ter marcado pênalti para o Inter. Em bela jogada de Bolívar pela direita, Alayes, com o braço aberto, cortou a bola dentro da área. Jorge Larrionda, porém, interpretou o lance como normal e assinalou apenas o escanteio, frustrando os colorados, que pediam o pênalti. Agência/Reuters Veron reclama o gol anulado com o assistente Mas o Estudiantes tem mais a reclamar. Boselli, com 32 minutos, apareceu livre e em posição legal para marcar de cabeça. A arbitragem anulou. Jorge Larrionda desta vez atendeu a marcação do auxiliar, que assinalou impedimento de um jogador que não participara efetivamente do lance. Mesmo um pouco carente no setor ofensivo, o Inter teve a melhor chance da etapa inicial. Foi nos minutos finais do período, quando o time conseguiu controlar melhor o Estudiantes. Alex avançou pelo meio e rolou para Nilmar, que acionou D?Alessandro. A bola foi recuada para Andrezinho, de boa atuação. Ele mirou o canto e bateu colocado. A bola desviou na zaga e quase enganou o goleiro argentino, que se viu obrigado a praticar uma defesa impressionante. Estudiantes pressiona O Inter voltou para o segundo tempo empurrado pela torcida colorada, que decidiu de vez empurrar o time. No primeiro ataque, aos 14 segundos, triangulação de Nilmar, Alex e Andrezinho, que chegou bem pela esquerda, mas chutou à direita de Andújar. O Estudiantes, por sua vez, parecia nervoso em campo. Foram dois cartões amarelos antes dos oito minutos. Mas aos poucos, o time argentino foi se acalmando. E insistia em levantar bolas na área em cobranças de falta. Em uma delas, aos 20, Benítez bateu da esquerda, a defesa ficou parada, e Alayes, na segunda trave, bateu forte para fazer 1 a 0. O gol ratificou a confiança que o time argentino mostrava na partida. Com 25 minutos, Veron tocou para Perez na área. Após desarme da defesa colorada, a bola sobrou para Calderón girar e chutar. A finalização foi desviada novamente pelos jogadores do Inter, e o Estudiantes ficou apenas com o escanteio. Agência/EFE Alex disputa bola com Cellay Sem ver o seu camisa 10 repetindo as boas atuações das partidas passadas, Tite decidiu tirar Alex de campo. Taison ganhou oportunidade. O panorama, entretanto, não mudou. O Estudiantes continuou mais perigoso, principalmente com as investidas de Angeleri pela direita. Aos 44, o lateral-direito argentino deu mais um susto na torcida do Inter. Matou no peito dentro da área e soltou a bomba de pé esquerdo. Lauro só ficou olhando a bola passar à sua direita. No minuto seguinte, boa chance para o Inter. Nilmar foi lançado em boas condições, mas foi derrubado por Alayes pouco antes de entrar na área. A torcida pediu pênalti, os jogadores do Inter também. Agenor, goleiro reserva,

    [ Outras - Artes e Humanidades ] Pergunta aberta : Redação, preciso da opinião de vcs sobre a narração abaixo!!?

    Escreva um texto narrativo em que se tematize o relacionamente entre duas pessoas, o cruzamento de duas vidas. Era fim de tarde. O sol já não brilhava com intensidade. Mariana encontrava-se desnuda, deitada com os cabelos úmidos em um antigo sofá. Seus cabelos molhavam a almofada bordada de flores na qual encostava sua cabeça. Segurava no braço esquerdo a mão de um homem robusto, alto, barbudo, de feições delicadas, com olhos claros e pele morena. Ela o tinha conhecido em sua viagem para a Bahia; apaixonara-se por ele desde a primeira vez que o viu ainda no aeroporto, na loja de artigos típicos. Tiveram uma breve conversa, e a voz melodiosa daquele estranho homem fê-la amá-lo. Mas como poderia amar alguém que só tinha visto uma vez? Essa pergunta atormentava-a. Mas o destino parecia estar conspirando a seu favor. Voltaram a se encontrar, só que de forma mais intíma, em um fim de tarde no Porto da Barra. À noite, ele levou-a até sua casa, onde compartilharam um momento de intenso prazer e total entrega. Agora, Mariana encontrava-se deitada em um velho sofá. O sol atravessava o vidro da janela e irradiava toda a brancura de Mariana. No jardim da casa, uma árvore ainda nova encontrava-se no chão, e suas grossas raízes viradas para cima; não poderia haver um fim de tarde mais nostálgico. O momento de loucura que viveram outrora já não importava mais, era chegada a hora da despedida. Segurava a mão de um homem que nunca mais veria. Voltariam à tristeza e solidão de suas vidas vazias, o que havia vivido era passado que nunca mais voltaria a se repetir. E por isso, seriam eternamente infelizes.

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