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Palavra
Vocábulo provido de significação.
Faculdade natural de falar.
Oração, discurso; pregação, doutrina.
Arte da palavra, a retórica, a literatura.
Dom da palavra, a eloqüência.
De palavra, que cumpre o que promete: pessoa de palavra.
Só ter uma palavra, ater-se ao compromisso.
Medir (ou pesar) as palavras, tomar cuidado no que diz.
Dar palavra a, permitir (o presidente de uma assembléia) que alguém fale.
Pedir a palavra, solicitar permissão para falar, ou o direito de falar.
Direito de palavra, direito reconhecido a qualquer membro de corpo deliberativo de pedir e obter a palavra, nas condições previstas pelo regimento interno.
S.f.pl. Promessas vagas, discursos vãos (por opos. a ações, obras). (V. VOCÁBULO.) |
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Palavra |
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[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Respondam sinceramente; O que acham de todos os evangélicos afirmarem que aceitaram jesus e estão salvos?
[ Outras - Sociedade e Cultura ] Pergunta aberta : A origem do '@' e do '&'! Você sabia?
A origem do @.
Na idade média os livros eram escritos pelos copistas a mão.
Precursores da taquigrafia, os copistas simplificavam o trabalho
substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos, sinais e
abreviaturas. Não era por economia de esforço, nem para o trabalho ser mais rápido. O motivo era de ordem econômica:
_inta e papel eram valiosíssimos. Então, foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (o *m* ou o *n*) que nasalizava a vogal anterior.
O nome espanhol Francisco, que era grafado *Phrancisco*, ficou com a abreviatura *Phco.* e *Pco*. Daí, foi fácil *Francisco* ganhar em espanhol o apelido *Paco*.
* **Por sua vez, os santos, ao serem citados pelos copistas, eram
identificados por algum feito significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de Jesus Christi Pater Putativus, ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde os copistas passaram a adotar a abreviatura JHS PP e depois apenas PP.
A pronúncia dessas letras em seqüência explica porque José em espanhol tem o apelido de Pepe.***
* **Já para substituir a palavra latina et (que se traduz por e), os
copistas criaram o símbolo &, que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras. Este sinal é popularmente conhecido como 'e' comercial e, em inglês, tem o nome de ampersand, que vem do and (e, em inglês) + per se (do latim porsi) + and.*
* **Com o mesmo recurso do entrelaçamento de suas letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina ad, que, entre outros, tinha o sentido de casa de.***
* **Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas os símbolos @ e
& continuaram a ser usado s nos livros de contabilidade. O @ aparecia
entre o número de unidades da mercadoria e o preço. Por exemplo: o registro contábil 10@£3 significava 10 unidades ao preço de 3 libras cada uma.
Naquela época, o símbolo @ já ficou conhecido, em inglês, como at (a ou em).*
* **No século XIX, nos portos da Catalunha (nordeste da Espanha), o
comércio e a indústria procuravam imitar práticas comerciais e contábeis dos ingleses.***
* **Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @ (**a* ou *em**), acharam**,** por engano**,** que o símbolo seria uma unidade de peso.***
* **Para esse entendimento, contribuíram duas coincidências:
* _1- **a unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cujo a ** **inicial lembra a forma do símbolo;***
* _ 2- **os carregamentos desembarcados vinham freqüentemente em fardos de uma arroba. Dessa forma, os espan hóis interpretavam aquele mesmo registro de **10@£3** assim:
_Dez arrobas custando 3 libras cada uma.***
* **Então, o símbolo @ passou a ser usado pelos espanhóis para
significar arroba.***
* **Arroba veio do árabe ar-ruba, que significa a quarta parte; a
arroba ( 15 kg em números redondos) correspondia a ¼ de outra medida de origem árabe (quintar), o quintal ( 58,75 kg ).*
* **As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser
comercializadas em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais datilografados). O teclado tinha o símbolo @, que sobreviveu nos teclados dos computadores.***
* **Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio eletrônico
(e-mail, em inglês), Roy Tomlinson aproveitou o símbolo @ (at**,** em
**i**nglês), disponível no teclado, e aplicou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor.***
* **Assim, Fulano@ProvedorX ficou significando: Fulano no provedor (ou na casa) X.*
* **Em diversos idiomas, o símbolo @ ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma.
** **Em italiano, chiocciola **;**(caracol)**;** em sueco**,** snabel** ** (tromba de elefante)**;** em holandês**,** apestaart**,**(rabo de macaco).
**Em outros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel, em Israel; strudel, na Áustria; pretzel, em vários países europeus.*
(Nem eu sabia disso; transcrevi o e-mail de um amigo, para conhecimento geral!).
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A pouco tempo (mais ou menos uma semana) eu deixei uma pergunta perguntando como eu faria pra descobrir se um amigo meu estava realmente interessado em ter relações (sexuais) comigo, eu suspeitava que ele fosse bissexual... Seguindo algumas dicas de amigos que responderam minha pergunta anterior eu consegui xegar onde eu queria, tivemos uma relação sexual movida por curiosidade, sendo que nós dois nunca tinhamos mantido relações gay (com ninguem)... Isso não afetou em nada nossa amizade (graças a Deus, porque eu amo ele), porém não trocamos se quer uma palavra sobre o acontecido, rs, fingimos que nada aconteceu, rs, agora eu quero algumas dicas para continuar despertando interesse nele, quero saber como eu faço para deixar ele com os hormônios a flor da pele, rs...
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Eu tenho 10 razões para não acreditar na Bíblia, e você?
1 - Contradições: Uma contradição é o que acontece quando duas ou mais afirmações são incompatíveis. A Bíblia está repleta de contradições e elas começam logo no primeiro capítulo de Gênese onde encontramos duas histórias sobre a criação que contradizem uma a outra, tanto na ordem dos acontecimentos como na maneira como as coisas são criadas.
2 - Duplicatas: Semelhante a contradição, porém mais sutis. Trata-se da repetição de uma mesma história na qual os personagens ou a ênfase são diferentes. Exemplos de versões conflitantes incluem os dois grupos de mandamentos, os três patriarcas prostituindo suas esposas e o censo dos Israelitas feito por Davi. De fato, é difícil encontrar uma única história da Bíblia que não venha em diferentes versões. Tais narrativas duplicadas e levemente diferentes colocam em dúvida a autenticidade das histórias assim como sua origem.
3 - Exageros: Parece que os autores da Bíblia não se satisfazem em contar uma história. O exagero chega a ser lugar comum e não raro toca o absurdo. Por exemplo, ao descrever uma enchente, é dito que ela foi tão grande que o topo da mais alta montanha ficou submerso. Enquanto uma inundação pode ser geologicamente identificada, não existe qualquer razão para uma pessoa sensata acreditar em algo de tão grande escala.
4 - Ciência: A Bíblia vai na contramão de praticamente todos os ramos da ciência. Ela afirma que os humanos e outros animais foram criados da maneira como são hoje. A Biologia ensina que evoluímos no percorrer de milhões de anos. A Bíblia afirma que a terra tem apenas alguns milhares de anos. A geologia demonstra que temos mais de bilhões de anos nas costas. Arqueologia e Antropologia por fim, riscam e corrigem uma a uma as narrativas bíblicas como a Arca de Noé e o Colapso de Jericó.
A Bíblia descreve a terra em termos da idade do bronze: um circulo chato, coberto por um domo, estacionário, estacionário no centro do universo que se move ao seu redor. Com o perdão do trocadilho ela está redondamente enganada. Qualquer criança bem informada sabe hoje que a terra é ovalada, rotaciona em seu próprio eixo, é orbitada por um satélite natural que chamamos de lia e órbita o sol, que também é rodeado por outros planetas com seus próprios satélites. Nosso sistema solar faz parte da Via Láctea que é apenas uma galáxia entre tantas outras no universo.
5 - História: A Bíblia também não possui qualquer respaldo histórico uma vez que frequentemente, conta histórias sobre as quais não existem quaisquer provas concretas. Talvez a maior delas seja a lenda do êxodo do Egito. Não é uma questão de não ter sido exatamente assim. Simplesmente nunca aconteceu. O mesmo ocorre com a história de Ester. E não apenas isso como muitas vezes conta a história de civilizações vizinhas de modo equivocado, como quando credita a Dario a conquista da Babilônia, quando de fato tratou-se de Ciro, da Pérsia.
6 - Crueldade: A Bíblia não deveria ser lida para crianças. Suas páginas estão repletas de crueldade de todo o tipo. Da execução de vítimas de estupro ao genocídio de etnias inteiras. Do apoio a escravidão ao mal trato de animais. Em muitos casos a violência não apenas não é combatida como é ordenada pelos autores. E de todos os problemas éticos da Bíblia, é o cristianismo que aponta a maior das injustiças ao amaldiçoar toda a humanidade pelos atos de rebeldia de dois indivíduos.
É um princípio básico de justiça que o inocente não será punido pelos erros do culpado. Nenhum ser racional preocupado com a justiça pune um inocente pelos crimes ( reais ou imaginários) de outra pessoa. O deus bíblico continuamente quebra este princípio e vez após vez pune um inocente pelos pecados de outros. De fato isso é tão presente que toda a religião judaico-cristã está baseada na idéia de expiação dos culpados pelo sangue dos inocentes.
7 - Anonimato: Apesar dos nomes legados pela tradição religiosa, ninguém sabe direito quem escreveu a maior parte dos textos bíblicos. Isso se aplica tanto ao antigo como ao novo testamento. também não sabemos nada sobre quando foram escritos e tudo sobre sua origem vem na verdade dos melhores "palpites" dos acadêmicos e historiadores. Se tivéssemos cinco estudiosos da bíblia em uma sala, teríamos sete opiniões diferentes sobre a autoria de cada livro. Para cada "Moisés jamais escreveu isso" existe um "Claro que não, foi Araão que escreveu" e um "Ambos estão errados foi Jacó que escreveu e mais um "Que absurdo foi Moisés que escreveu sim senhor." As apostas continuam e ninguém obviamente apresente qualquer prova.
8 - Absurdos: A bíblia promove uma visão completamente estranha de como entender o universo e as coisas que existem nele. Este mundo mágico inclue cobras falantes, mulas falantes, uma fruta que faz você ficar esperto, dedos flutuantes escrevendo em muros, uma árvore que deixa você imortal, comida caindo do céu, cajados virando serpentes, água virando sangue, pessoas voltando dos mortos, o sol parando por horas, bruxas l
Ih, não coube tudo..... lá vem a parte 2.....
9 - Concorrência: A Bíblia não é o único livro que reivindica ser a palavra de um deus, e é na verdade apenas uma entre muitos outras obras, como por exemplo o Alcorão, o Livro Egípcio dos Mortos, O Vedas, O Bhagavtah Guita, o Adi Granth, o Purvas, o Livro de Mórmon entre outros. Sem exceção todos os argumentos utilizados pelos defensores da bíblia pode também ser usado por estes outros livros e muitas vezes com ainda mais autoridade. Acreditar em todos seria um contra-senso. Acreditar em um uma ingenuidade.
10 - Versões: A Bíblia que conhecemos pode ainda ser encontrada em tanta versões que um buscador sincero inevitavelmente acabará sinceramente perdido. Existem várias versões, os Judeus tem suas versões do Antigo testamento, Católicos tem sua Bíblia, Protestantes tem a sua. Os Testemunhas de Jeová também tem a sua própria e todos clamam que estão com a única edição confiável. E mesmo destas versões existem incontáveis traduções, cada uma com a ênfase desejada pelo grupo que a promove.
[ Letras ] Pergunta aberta : Quem pode me dizer uma música que tenha a palavra presente?
[ Outras - Família e Relacionamentos ] Pergunta aberta : Quem fizer a frase mais criativa, ganha 10 pontos!!?
[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Para que serve a TV LULA? Este ano consumiu-se 350 MILHÕES só para sustentar jornalistas petralhas ?
Para que serve essa TV?
OESP - 03/12/08
Depois de um ano de funcionamento e ao volumoso custo inicial de R$ 350 milhões - arcado inteiramente com dinheiro do contribuinte -, a TV Brasil atinge menos de 1% da audiência do País e apenas 52 dos 5.564 municípios brasileiros. A esse valor inicial deve somar-se outro igual em 2009, acrescido de cerca de R$ 20 milhões de patrocínios e prováveis R$ 80 milhões da Contribuição para a Comunicação Social, deduzida do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), a ser regulamentado. Na TV Brasil trabalham 250 dos 1.440 funcionários da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). E, apesar do investimento de R$ 100 milhões só em equipamentos e de a presidente da EBC, jornalista Tereza Cruvinel, ter dito que "não gosta da palavra traço", é com audiência traço - isto é, que não atinge nem 1 ponto de audiência - que sua TV já se acostumou a operar, tais como as muitas TVs comunitárias espalhadas pelo País (que têm a vantagem, em relação à TV Brasil, de não custarem nada aos cofres públicos).
É claro que não se exige que uma televisão pública mantenha as mesmas grandes audiências - arregimentadas graças a programas de forte apelo popular - das redes de TV comerciais, de canal aberto. As TVs educativas têm por missão precípua a elevação do nível educacional e cultural da população, o ensino e o estímulo à apreciação da arte e, como resultado de tudo isso, a formação da consciência crítica dos cidadãos. Aí, de fato, a qualidade importa bem mais do que a quantidade. Mas há que se considerar o mínimo de audiência desejável, sob pena de as programações das emissoras de televisão estatal se tornarem um serviço inócuo de comunicação social - quando não, apenas um eletrônico cabide de empregos.
A razão alegada para que se criasse a logo batizada "TV Lula" seria, justamente, a necessidade de oferecer à população de todo o território nacional programações não atreladas a interesses comerciais de patrocinadores, nisso servindo à sociedade com maior independência e melhor nível do que as outras emissoras de televisão. Desde que foi criada, porém, não se percebeu no que foi levado ao ar pela emissora estatal federal de televisão nada que mostrasse qualidade melhor ou mesmo equivalente aos programas de melhor nível das outras emissoras, de canal aberto ou por assinatura. O que houve, nesse período, foram divergências internas relacionadas ao viés do oficialismo da comunicação - que, segundo a experiência histórica, não costuma dar certo. Saíram diretores divergentes, um editor que denunciou a prática de censura e houve greve de funcionários.
Criada com a fusão da estatal Radiobrás - egressa do sistema militar - com a TV Educativa, que tinha canais no Rio e no Maranhão, a nova emissora começou transmitindo para essas praças em VHF, UHF e emissoras a cabo. Levou um ano para montar uma estrutura que lhe permitisse colocar no ar seu sinal aberto em São Paulo. No começo, preencheu sua grade mantendo muitos programas de suas antecessoras. "Tivemos resultados bastante críticos no primeiro semestre" - reconheceu a diretora Tereza Cruvinel. Não apenas pela parca audiência - acrescentaríamos. É que, depois da incorporação, divergências levaram à saída de Orlando Senna do cargo de diretor-geral e de Mário Borgneth, da diretoria de Relacionamento e Rede. Além disso o jornalista Luiz Lobo, então editor-chefe do Repórter Brasil, foi demitido e denunciou pressões vindas do Palácio do Planalto para censurar matérias sobre temas que desagradavam ao governo.
No fim de outubro funcionários da EBC (principalmente ex-integrantes da Radiobrás) fizeram greve de um dia, mas permaneceu o problema que a gerou: a diferença salarial entre os empregados de carreira da antiga estatal e os contratados já pela nova empresa, com ganho três vezes maior. Uma comissão de empregados ainda discute a questão com a direção da EBC. Mas, problemas trabalhistas à parte, pelo que já mostrou - e gastou - a nova rede de comunicação eletrônica oficial, cabe inteiramente a simples questão: para que serve, mesmo, essa dispendiosa TV?
[ Outras - Artes e Humanidades ] Pergunta aberta : Redação Dissertação, quero a opinião de vcs!?
O que é liberdade?
Liberdade, que sentimento é esse que o homem tanto almeja alcançar, mas que poucos o sabem definir? A busca pela liberdade, seja ela qual for, tem movido homens e mulheres ao longo da história da humanidade. Tantas liberdades já alcançadas, de expressão, de pensamento, de culto etc., e ainda tantas outras a que ainda aspiramos. Mas, afinal, o que é esse sentimento tão complexo?
Quando pensamos em liberdade, fazemos logo uma associação com indepêndencia. Então, seriamos livres à medida em que se conquista a independência, a autonomia. Seguindo essa lógica de raciocínio, ninguém seria, de todo, livre, já que é impossível ser completamente independente e alheio a outros. Assim, percebe-se que, defirnir a liberdade atrelando-a à independência é uma significação pífia.
Outros fazem a associação, metafórica, entre ser livre e o vôo de uma ave. O vôo de ave representaria a liberdade que "a alma precisa, mas a vida nega". Entretanto, olhando-se mais racionalmente para tal associação, nota-se que ela é, de certa forma, incorreta, posto que, as aves não tem noção do sentimento que é a liberdade, assim, não se pode considerá-las livres.
A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 1789, afirmava que "A liberdade consiste em poder fazer o que não prejudica a outrem". Partindo-se da concepção de que liberdade é poder fazer tudo aquilo o que se quer, essa definição restringe o direito de ser livre. A liberdade de expressão e de pensamento, que tanto lutamos para conseguir, muitas vezes acaba prejudicando outrem; assim essa concepção de 1789, tal vez, não seja mais válida nos dias atuais.
Há ainda quem diga que somente os loucos são realmente livres, mas essa afirmação é um tanto equivocada, pois os mesmos estão tão presos a sua própria loucura, que nunca poderiam ser considerados livres. Então, a pergunta "o que é liberdade?" venha a ser uma eterna incógnita na história da humanidade, e sejamos tão livres quanto acreditamos sê-lo. Cecília Meireles já dizia "Liberdade-essa palavra/que o sonho humano alimenta:/que não há ninguem que explique,/e ninguém que não entenda".
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