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[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : A BÍBLIA,É A MAIOR FARSA DA HISTÓRIA, áh não ? prove-me que não ?
Existe um outro lado da História que não é ensinado nas escolas nem nas igrejas. A grande maioria das pessoas ainda não sabe que nem tudo é só a educação limitada da escola, da igreja, da família e da mídia (jornais e noticiários de TV). A grande massa também não sabe que é vítima de neurose coletiva e de condicionamentos sócio-religiosos institucionalizados. O povo educado no molde judaico-cristão desde o nascimento provavelmente jamais irá mudar, pois simplesmente engole "histórias" adulteradas, pasteurizadas e enlatadas que servem para mantê-lo "alimentado" e calado. Sofreu uma lavagem cerebral ao longo da vida de maneira sutil e insidiosa e, portanto, não é capaz de mudar seus paradigmas mentais e culturais. Não conhece a história oculta de sua própria religião e, com seu "manual" bíblico debaixo do braço, "cria" constantemente muitos demônios que lhes assombram a existência medíocre.
É também curioso o fato de que a grande maioria das pessoas ignorantes, grosseiras, fúteis e gananciosas sejam cristitas! Ou monoteístas de qualquer orientação, mesmo que sejam negligentes ou simpatizantes. Pelo menos é assim principalmente nos países ocidentais mais populosos e mais subdesenvolvidos e com elevados índices de analfabetismo funcional, ou seja, pessoas que lêem apenas letras e palavras mas não sabem interpretar e compreender o que é lido, nem sabem escrever corretamente ou concatenar idéias. Um exemplo é o Brasil, um dos países mais cristitas e piegas do continente americano que, segundo informações do Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional, tem um índice de analfabetismo funcional de cerca de 75% (!); nos EUA, outro país densamente cristita e materialista, é de 21%. Afinal, o "manual" bíblico da ignorância é muito popular.
[ Engenharia ] Pergunta aberta : algoritmo de bresenham?
[ Psicologia ] Pergunta aberta : O ser humano anda sempre no limite da vida ?
Do amor e do trabalho
A trajetória sócio-histórica dos conceitos amor e trabalho explicam a centralidade ocupada atualmente por elementos tão distintos. A vida do ser humano contemporâneo pauta-se por questões aparentemente desconexas, mas que, mal-resolvidas, condicionam o bem-estar à frustração, angústia, sofrimento, entre outros sentimentos. Conciliar o equilíbrio entre amor e trabalho revela-se substancial para a realização individual devido às pressões coletivas.
E as pressões começam a exercer influência logo na primeira infância quando das projeções sociais impostas aos filhos pelos pais. Em ?Brinquedos?, da obra ?Mitologias?, Roland Barthes disserta sobre a constituição da criança como o adulto em miniatura. Desde cedo, as crianças são condicionadas às aspirações da vida social a partir de questionamentos como ?o que você vai ser?? e ?quantos filhos vai ter quando crescer??.
A centralidade do amor e do trabalho jamais esteve na vida do ser humano, como hoje se apresenta. Na Europa da Idade Média, a religiosidade ocupava o espaço central das sociedades cristãs. Na Grécia Antiga, política e estética eram os paradigmas. Atualmente, valores baseados na liberdade deslocam o eixo central para o amor (o prazer) e o trabalho (o ter). São as transformações referenciais, a ruptura de tempo e a superação de paradigmas que apresentam novos conjuntos de valores sociais. Valores humanos são social e historicamente construídos e, portanto, desconstrui-los é um dever crítico.
Hoje o ter e o prazer são fetiches da sociedade (pós) moderna. O trabalho possibilita o ter, e o amor realizar o prazer. Conquistar a plenitude de ambos os elementos na vida cotidiana desperta, invariavelmente, o mais mesquinho dos sentimentos de complexo de inferioridade àqueles que não os têm. O fraco, e, sobretudo, acrítico, mergulha na dor da inveja. A mentira-dissimulada é outro mal que se revela dessas projeções competitivas, pois o ?trabalhador bem-sucedido? e ?plenamente amado?, em auto-defesa, pode forjar uma farsa de uma vida (inexistente, apenas aparente).
O fato é que o homem cobra de si mesmo, vezes sem saber o porquê, uma realização no trabalho e no amor para atender às exigências externas. As cobranças conduzem à ansiedade por conquistar um modo de vida paradigmático que, assim elaborado, torna-se o único referencial de satisfação e felicidade. Ser feliz hoje, embora possa discordar veementemente, significa conquistar (o ter) bom trabalho, com reconhecimento coletivo e sucesso, e vivenciar o amor (o prazer). Quem se priva ou é privado da sensação do prazer sofre e questiona-se diariamente por que ainda não possui o ser a ser amado ou o trabalho invejável.
Os modos de produção dos bens e também dos sentidos alicerçam-se, queira ou não, nesses paradigmas. Compra-se a felicidade, paga-se bem e o binômio da existência contemporânea quer-se, assim, amor-trabalho. Sente-se no divã e conte todos os problemas: amor e trabalho, em forma e conteúdo. Agora responda: tem certeza de que está tudo bem com você? Como todos os fracos, recomendo que apenas chore
[ Nível Superior ] Pergunta aberta : Preciso fazer o resumo de meu TCC em inglês? Alguém poderia me ajudar? Ficaria imensamente agradecida.?
RESUMO
O papel desempenhado pelo Terceiro Setor tem crescido muito nas últimas décadas, isso se deve principalmente ao fato de sua participação atuante em inúme-ras e significativas contribuições para a sociedade. Embora isso seja bom, também revela a ineficiência do Estado, em adotar políticas que assegurem aos mais neces-sitados o mínimo de qualidade de vida e assistência em questões como educação, cultura e saúde. Diante dessa problemática, as organizações não governamentais se apresentam como um espaço de participação ativa da sociedade.
O melhor exemplo da participação da sociedade, talvez seja o trabalho voluntário que à principio era visto apenas como benemerência e ocupação para senho-ras. Atualmente esses paradigmas foram deixados para trás e pode-se considerar que muitos voluntários têm em si consciência de seus direitos e deveres e, portanto conseguem unir atitude cidadã à valores como caridade,compaixão e solidariedade.
Este trabalho procura, dessa forma, estudar a relação entre Terceiro Setor, Trabalho voluntário e a importância de uma liderança eficaz para que os objetivos sejam alcançados.
Sendo assim, no primeiro capítulo delineamos todo o histórico do Terceiro Se-tor desde seu surgimento, passando pelos confrontos contra a Ditadura, até chegar aos dias atuais, quando ele se encontra devidamente reconhecido e com seu papel indissociável de nossa sociedade atual.
No segundo capítulo discorremos sobre um dos integrantes do Terceiro Setor: O Voluntário. Através da história do trabalho voluntário e de um pequeno estudo so-bre quais os motivos que impulsionam as pessoas a se engajarem, procura-se tam-bém descobrir se há uma maneira única de gerir esse tipo de trabalho.
No terceiro e último capítulo, abordamos os diversos aspectos da Liderança e procurou-se fazer um paralelo sobre a importância de um líder eficaz em grupos de trabalhos voluntários.
Nas considerações finais procura-se analisar o contexto Trabalho voluntário X Liderança. Verificar quais são os efeitos de se adotar um determinado estilo de lide-rança e se isso é determinante para que um voluntário permaneça ou não em uma organização.
[ Solteiros e Namorando ] Pergunta aberta : O que é ser leallll ??????????
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