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[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Ôôu! Não éramos autossuficientes em petróleo como papagaiou o Molusco? A mentira tem perna curta? ?
A falsa autossuficiência
OESP - 07/01/2008
Aumentou substancialmente, entre 2007 e 2008, o déficit comercial do petróleo e derivados nas contas nacionais. Tomando apenas os três itens principais de exportações e importações do segmento - petróleo bruto, óleos combustíveis e gasolina -, o desequilíbrio anual quase dobrou, de US$ 7 bilhões para US$ 13,4 bilhões, contribuindo fortemente para a redução do superávit comercial brasileiro, que caiu de US$ 40 bilhões, em 2007, para US$ 24,7 bilhões, em 2008.
Entre 2007 e 2008, conforme os dados extraídos da publicação Balança Comercial Brasileira - Dezembro 2008, da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), as importações do bruto aumentaram de US$ 11,976 bilhões para US$ 16,391 bilhões e as de combustíveis e lubrificantes, de US$ 8,092 bilhões para US$ 15,075 bilhões. Somando os dois itens, as compras passaram de US$ 20,068 bilhões para US$ 31,466 bilhões - um aumento de US$ 11,4 bilhões (54,9%).
Já as exportações de petróleo bruto avançaram de US$ 8,905 bilhões para US$ 13,556 bilhões (50,4% de aumento, na média diária), as de óleos combustíveis, de US$ 2,292 bilhões para US$ 2,863 bilhões (23,4%), enquanto as de gasolina caíram de US$ 1,838 bilhão para US$ 1,652 bilhão (-11,2%). A soma dos três itens resulta em exportações de US$ 13,035 bilhões, em 2007, e de US$ 18,071 bilhões, em 2008.
O déficit da conta petróleo aumentou, em parte, porque o Brasil produz petróleo pesado, de menor valor, que vende no mercado internacional, e compra petróleo leve, mais caro, para ser refinado no País. Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), o Brasil pagou pelo barril de petróleo importado um preço médio de US$ 74,72, em 2007, e de US$ 115,31, nos primeiros dez meses de 2008, aumento de 54,3%. Já o preço médio de venda do petróleo brasileiro no mercado internacional foi, no terceiro trimestre de 2008, de US$ 75,41 o barril e, no mercado interno, de US$ 105,46.
Também contribuiu para o aumento do déficit o fato de o Brasil ter exportado menos petróleo bruto no ano passado. A média mensal de 12,8 milhões de barris exportados em 2007 caiu para 11,4 milhões de barris, no período janeiro a outubro, conforme os dados da ANP.
Os custos de produção do petróleo no Brasil também são mais altos, de US$ 9,60 o barril, ante um custo médio internacional de apenas US$ 4,52, conforme os dados divulgados no balanço da Petrobrás relativo ao terceiro trimestre de 2008.
No tocante ao déficit da conta petróleo, os dados do MDIC não são idênticos aos da Petrobrás, que incluem maior número de derivados, mas, qualquer que seja o cálculo, é evidente o desequilíbrio crescente. Em resumo, a Petrobrás não cumpriu as metas de produção anunciadas pelo governo.
Em outras palavras, não foi atingida a autossuficiência em petróleo proclamada em 2006. O País gasta mais dólares com a importação do que aufere com a exportação do óleo, não apenas porque o óleo leve importado é mais caro do que o óleo pesado exportado, como alegam os diretores da Petrobrás, que afirmam que o Brasil é tecnicamente autossuficiente em petróleo, mas também porque o volume físico de petróleo produzido é menor do que o volume consumido. No primeiro semestre de 2008, o Brasil importou 97,9 mil barris/dia a mais do que exportou.
Não há, por ora, estimativas confiáveis sobre o comportamento da conta petróleo em 2009, mas é possível que ela apresente um déficit menor, em decorrência da queda dos preços do petróleo no mercado internacional e da menor necessidade de importação pela Petrobrás. Mas isto dependerá da eventual redução do consumo doméstico de derivados e da demanda de usinas movidas a óleo combustível e diesel.
Para reduzir o déficit da conta petróleo, o governo depende da Petrobrás, cuja produção, no governo Lula, cresceu mais lentamente do que previam os planos oficiais. Houve, por exemplo, atraso na entrega e operação de plataformas marítimas.
A tarefa da estatal - e do governo - é adotar uma política de redução do déficit da conta petróleo, para que este não seja um importante fator de pressão sobre o balanço de pagamentos.
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : A fé do idolátrica do homem.?
Sempre que alguém vê um devoto com uma pedra enorme na cabeça e subindo uma escadaria enorme (e muitas outras coisas do gênero), logo identifica como uma manifestação de fé. Mas, será que isso é fé mesmo? Na minha opinião o que se interpretou até o presente por "fé", na verdade, é apenas uma das naturezas da fé. Durante anos confundiu-se ?fé? com uma categoria da fé, com a "conveniência": esta efetivamente representa uma profunda diminuição do sentido, uma perda avaliável do sentido. Pois esta ?fé? baseia-se no fato de alguém se aferrar, apesar das mudanças de humor, àquilo que a razão já aceitou. Ou seja, partem do pressuposto de que a mente é completamente regida pela razão, o que não é verdade. De acordo com isso, portanto, há fé como estímulo para aumentar o sentimento e ?fé ? que libera um falso estímulo. No primeiro caso uma fé verdadeira; no segundo, a conseqüência de um engano. Por isso é um erro considerar a fé como o agente central de um coração inflamado pelo ídolo, pois como tudo o mais, devemos fazer distinção entre fé e fé.
Só para ilustrar melhor o que digo, vamos visualizar uma imagem: a de um homem ajoelhado diante de uma estátua segurando algumas velas acesas e dirigindo-lhes preces com ardor. É muito provável que descreveríamos esse quadro como a mais bela expressão de fé - fé inabalável no que se esconde por trás daquela representação. Mas, se por outro lado, observássemos de perto e víssemos que a estátua fosse de uma personagem histórica que nada tinha a ver com a religião, e que o tal homem fosse cego (sem levar em conta o seu engano), ainda descreveríamos como a mais bela expressão de fé? Se sim, não estaríamos errados, baseando-nos apenas em idéias preconcebidas do vocábulo fé e dos "meios" pelos quais a alcançou, ou seja, a estátua? Ou será que, de fato, sua fé era verdadeira, apesar da nossa avaliação prévia? Isto é, o sentimento do homem era verdadeiro, mesmo sem conhecer a natureza daquele que o levou a consagrar-se a ele?
Comentem!
Até mais...
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[ Filosofia ] Pergunta aberta : Todo casal deveria ler - Arthur da Távola...?
Aos casados há muito tempo
aos que não casaram, aos que vão casar,
aos que acabaram de casar,
aos que pensam em se separar,
?aos que acabaram de se separar,
aos que pensam em voltar?
Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado
uma ótima posição no ranking das virtudes,
o amor ainda lidera com folga.
Tudo o que todos querem é amar.
Encontrar alguém que faça bater forte o coração
e justifique loucuras.
Que nos faça entrar em transe, cair de quatro,
babar na gravata.
Que nos faça revirar os olhos, rir à toa,
cantarolar dentro de um ônibus lotado.
Tem algum médico aí???
Depois que acaba esta paixão retumbante,
sobra o que?
O amor.
Mas não o amor mistificado,
que muitos julgam ter o poder de fazer levitar.
O que sobra é o amor que todos conhecemos,
o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho.
É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.
Não existem vários tipos de amor,
assim como não existem três tipos de saudades,
quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O amor é único, como qualquer sentimento,
seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença é que, como entre marido
e mulher não há laços de sangue,
a sedução tem que ser ininterrupta.
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade,
qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza,
e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar
uma relação que poderia ser eterna.
Casaram. Te amo prá lá, te amo prá cá.
Lindo, mas insustentável.
O sucesso de um casamento
exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto,
tem que haver muito mais do que amor,
e às vezes nem necessita de um amor tão intenso.
É preciso que haja, antes de mais nada, respeito.
Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios.
Alguma paciência? Amor, só, não basta.
Não pode haver competição. Nem comparações.
Tem que ter jogo de cintura para acatar regras
que não foram previamente combinadas.
Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos,
acessos de carência, infantilidades.
Tem que saber levar. Amar, só, é pouco.
Tem que haver inteligência.
Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais,
rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos,
dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra.
Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio
tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância,
vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança.
Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu,
fazer de conta que não escutou.
É preciso entender que união não significa,
necessariamente, fusão.
E que amar, ?sozinho?, não basta.
Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia,
falta discernimento, pé no chão, racionalidade.
Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre,
mas que sozinho não dá conta do recado.
O amor é grande mas não é dois.
É preciso convocar uma turma de sentimentos
para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Um bom amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós...
Desejo à todos um Feliz Ano Novo cheio de tesão pela vida!
Beijos de Luz!!!
PIB da França cresce 0,1% no terceiro trimestre
[ Política ] Pergunta aberta : terceiro mandato sera votado em janeiro!!!atencao!?
isso e golpe,leia,opine e diga nao ao terceiro mandato.
Terceiro mandato será votado em Janeiro, atenção!!
Há duas semanas, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu seqüência ao projeto de reforma política, por meio de um parecer que altera o calendário eleitoral a partir de 2010. De acordo com as propostas reunidas nesse parecer, os mandatos dos cargos executivos são estendidos de quatro para cinco anos, acaba a reeleição para presidente da República, governadores e prefeitos e o voto deixa de ser obrigatório, entre outras modificações (veja o quadro). Parece bom, mas é preciso muito cuidado nessas horas. Reforma política é uma daquelas idéias que, exemplares no papel, correm o risco de se transformar em monstrengos casuísticos na realidade. O bicho-papão mais feio que pode emergir dela é a possibilidade legal de permitir uma terceira eleição consecutiva a Lula ou até mesmo de prorrogar sua permanência no Palácio do Planalto. Esse golpe branco é aventado com mais intensidade sempre que é anunciado um pico de aprovação do presidente. Nessas horas, surgem petistas e aliados do governo que tentam vender gato por lebre. Ou seja, popularidade por legitimidade para esculhambar as instituições. O deputado Carlos Willian de Souza, do PTC de Minas Gerais, disciplinado soldado da tropa de choque oficial, é uma das vozes do casuísmo mais estridentes. Ele anunciou que, em fevereiro próximo, tão logo sejam reabertos os trabalhos legislativos, vai materializar a proposta de re-reeleição de Lula. "Há vários deputados que, apesar de se dizerem contrários em público, no momento propício votarão pela possibilidade de mais um mandato do presidente", anima-se Willian.
São remotas as chances de aprovação em tempo hábil de uma emenda constitucional específica que permita o terceiro mandato para Lula, mas os planos alternativos e silenciosos continuam em andamento. No esboço do primeiro parecer da CCJ, por exemplo, algumas propostas reunidas pelo deputado-mensaleiro João Paulo Cunha, do PT, previam o fim da reeleição para os futuros governantes, mas nada falavam sobre o mandato do atual presidente. O deputado Ronaldo Caiado, do Democratas de Goiás, enxergou uma omissão intencional. "Criava-se o vazio e ponto final. Sem lei autorizando nem proibindo, o presidente poderia ser candidato a um terceiro mandato", explicou o parlamentar, que exigiu a retirada dessas propostas. Os petistas reagiram com veemência. "A oposição está enxergando fantasmas em pleno meio-dia", ironizou o deputado João Paulo Cunha, apoiado pelo também mensaleiro José Genoíno. "A reação deles mostra que a nossa desconfiança fazia sentido", devolveu Caiado.
O fato é que, na ausência de candidatos viáveis à Presidência da República, o petismo e suas adjacências resistem a entregar a rapadura. Além da proposta do deputado Carlos Willian, serão analisadas na Comissão de Constituição e Justiça mais de duas dezenas de emendas tratando da duração de mandatos e data de eleições. Está na combinação de duas propostas já consideradas constitucionais pelos parlamentares o que os petistas chamam de plano B. Em vez de realizar um pleito a cada dois anos, o Brasil teria eleições gerais. Assim, presidente, governadores, prefeitos, deputados federais e estaduais e vereadores seriam escolhidos numa mesma eleição. A malandragem é que os mandatos do presidente, governadores, senadores e deputados acabam em 2010, enquanto os dos prefeitos e vereadores que estão para tomar posse, apenas em 2012. Ou seja: para unificar tudo seria necessário alongar os atuais mandatos dos cargos executivos em mais dois anos. Defensor mais barulhento dessa proposta, o deputado petista Devanir Ribeiro ? que no início do ano articulou a realização de um plebiscito sobre o terceiro mandato presidencial ? jura que ela nada tem a ver com a permanência de Lula por mais tempo no poder.
se depender de um plebiscito, essa população acéfala vai votar á favor do terceiro mandato. Pessoas compradas por uma bolsa-família de 80 reais, cambada de sanguessugas , que não gostam de trabalhar.
ELLE
Vai partir pro terceiro mandato mesmo; embora fingindo que não quer...
sabe que Dilma não tem chances contra Serra ou Aécio; ela será desmoralizada pelo seu passado "terrorista", perdendo os votos da classe média e dos formadores de opinião.
É Chávez fazendo escola... de como virar ditador parecendo um democrata.
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