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Amor não se implora, não se pede não se espera...
Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que
abrem portas para uma vida melhor
O amor... Ah, o amor...
O amor quebra barreiras, une facções,
destrói preconceitos,
cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente...
Artur da Távola
Eu gostei muito desse texto!!! resolvi postar para saber a sua opinião? Tenham todos uma ótima quinta feira abençoada. Bjkas MORENARJ
[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Ôôu! Não éramos autossuficientes em petróleo como papagaiou o Molusco? A mentira tem perna curta? ?
A falsa autossuficiência
OESP - 07/01/2008
Aumentou substancialmente, entre 2007 e 2008, o déficit comercial do petróleo e derivados nas contas nacionais. Tomando apenas os três itens principais de exportações e importações do segmento - petróleo bruto, óleos combustíveis e gasolina -, o desequilíbrio anual quase dobrou, de US$ 7 bilhões para US$ 13,4 bilhões, contribuindo fortemente para a redução do superávit comercial brasileiro, que caiu de US$ 40 bilhões, em 2007, para US$ 24,7 bilhões, em 2008.
Entre 2007 e 2008, conforme os dados extraídos da publicação Balança Comercial Brasileira - Dezembro 2008, da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), as importações do bruto aumentaram de US$ 11,976 bilhões para US$ 16,391 bilhões e as de combustíveis e lubrificantes, de US$ 8,092 bilhões para US$ 15,075 bilhões. Somando os dois itens, as compras passaram de US$ 20,068 bilhões para US$ 31,466 bilhões - um aumento de US$ 11,4 bilhões (54,9%).
Já as exportações de petróleo bruto avançaram de US$ 8,905 bilhões para US$ 13,556 bilhões (50,4% de aumento, na média diária), as de óleos combustíveis, de US$ 2,292 bilhões para US$ 2,863 bilhões (23,4%), enquanto as de gasolina caíram de US$ 1,838 bilhão para US$ 1,652 bilhão (-11,2%). A soma dos três itens resulta em exportações de US$ 13,035 bilhões, em 2007, e de US$ 18,071 bilhões, em 2008.
O déficit da conta petróleo aumentou, em parte, porque o Brasil produz petróleo pesado, de menor valor, que vende no mercado internacional, e compra petróleo leve, mais caro, para ser refinado no País. Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), o Brasil pagou pelo barril de petróleo importado um preço médio de US$ 74,72, em 2007, e de US$ 115,31, nos primeiros dez meses de 2008, aumento de 54,3%. Já o preço médio de venda do petróleo brasileiro no mercado internacional foi, no terceiro trimestre de 2008, de US$ 75,41 o barril e, no mercado interno, de US$ 105,46.
Também contribuiu para o aumento do déficit o fato de o Brasil ter exportado menos petróleo bruto no ano passado. A média mensal de 12,8 milhões de barris exportados em 2007 caiu para 11,4 milhões de barris, no período janeiro a outubro, conforme os dados da ANP.
Os custos de produção do petróleo no Brasil também são mais altos, de US$ 9,60 o barril, ante um custo médio internacional de apenas US$ 4,52, conforme os dados divulgados no balanço da Petrobrás relativo ao terceiro trimestre de 2008.
No tocante ao déficit da conta petróleo, os dados do MDIC não são idênticos aos da Petrobrás, que incluem maior número de derivados, mas, qualquer que seja o cálculo, é evidente o desequilíbrio crescente. Em resumo, a Petrobrás não cumpriu as metas de produção anunciadas pelo governo.
Em outras palavras, não foi atingida a autossuficiência em petróleo proclamada em 2006. O País gasta mais dólares com a importação do que aufere com a exportação do óleo, não apenas porque o óleo leve importado é mais caro do que o óleo pesado exportado, como alegam os diretores da Petrobrás, que afirmam que o Brasil é tecnicamente autossuficiente em petróleo, mas também porque o volume físico de petróleo produzido é menor do que o volume consumido. No primeiro semestre de 2008, o Brasil importou 97,9 mil barris/dia a mais do que exportou.
Não há, por ora, estimativas confiáveis sobre o comportamento da conta petróleo em 2009, mas é possível que ela apresente um déficit menor, em decorrência da queda dos preços do petróleo no mercado internacional e da menor necessidade de importação pela Petrobrás. Mas isto dependerá da eventual redução do consumo doméstico de derivados e da demanda de usinas movidas a óleo combustível e diesel.
Para reduzir o déficit da conta petróleo, o governo depende da Petrobrás, cuja produção, no governo Lula, cresceu mais lentamente do que previam os planos oficiais. Houve, por exemplo, atraso na entrega e operação de plataformas marítimas.
A tarefa da estatal - e do governo - é adotar uma política de redução do déficit da conta petróleo, para que este não seja um importante fator de pressão sobre o balanço de pagamentos.
[ Piadas e Charadas ] Pergunta aberta : Lendas Brasileiras - Amazonas ou Icamiabas ...?
A lenda das mulheres guerreiras foi o que deu origem ao nome do estado mais extenso do Brasil e do maior rio da região amazônica, um dos maiores do mundo. Os primeiros europeus, ao chegarem às terras da futura Amazônia, contaram ter encontrado tribos de mulheres cujos costumes assemelhavam-se aos das famosas Amazonas da Capadócia, na Ásia Menor.
A palavra Amazonas vem de a (sem) + mazos (seios), portanto, sugere significar "mulheres sem seios" ou, pelo menos, sem algum dos seios. Diz-se que as Amazonas extirpavam o seio direito para melhor manusear suas armas durante as batalhas.
A tribo vivia sem permitir a presença de homens. Apenas quando precisavam procriar, elas buscavam os machos de outras tribos, mas depois da cópula eles eram obrigados a voltar à tribo de origem. Os filhos das Amazonas, quando nasciam meninas eram criadas com a mãe para aprender o ofício da guerra. Mas quando nasciam meninos, eram entregues ao pai.
Segundo o folclorista Walcyr Monteiro, foi o navegante espanhol Francisco de Orellana, em 1541, o primeiro a contar que ao chegar ao Mar Dulce, atual rio Amazonas, ele e seus tripulantes teriam sido atacados por uma tribo de mulheres descritas pelo Frei Gaspar de Carvajal como muito altas e de peles muito claras, com cabelos compridos, trançados e enrolados no alto da cabeça. E mais: guerreando completamente nuas, portando apenas seus arcos e flexas.
Pelos relatos, aquela foi uma batalha e tanto, na foz do rio Nhamundá (atual limite entre o Pará e o Amazonas). De um lado, os espanhóis surpresos com tantas guerreiras que jamais esperavam encontrar. De outro, as mulheres comandando uma legião de índios.
Os espanhóis foram vencidos e tiveram que fugir, mas conseguiram capturar um índio que contou sobre a tribo de mulheres.
Disse ele que havia cerca de setenta tribos semelhantes na região; que elas viviam sem a presença de homens e que dominavam as tribos vizinhas. O índio contou ainda que quando era tempo de procriar as guerreiras pegavam índios à força, nas tribos dominadas. Depois de engravidá-las, eles eram mandados embora. De pronto, os espanhóis as identificaram como sendo as Amazonas e passaram a chamar o então Mar Dulce de "rio de Las Amazonas".
Outro detalhe importante é que os índios, por desconhecimento da lenda das Amazonas da Capadócia, chamavam as mulheres das tais tribos de Icamiabas, ou "mulheres sem marido".
Diziam os índios que as Icamiabas (ou Amazonas, para os europeus) presenteavam os homens após a cópula com pequenos artefatos semelhantes a sapos entalhados em algum mineral esverdeado, como a pedra de jade (jadeíta) ou a nefrita, por exemplo. O presente era chamado de Muiraquitã.
Isso tudo acontecia durante um ritual dedicado à Lua. Os Muiraquitãs eram pendurados no pescoço do visitante e usados por eles até os próximos encontros sexuais.
A tribo de mulheres sem maridos nunca foi encontrada por pesquisadores, mas o mesmo não se pode dizer dos Muiraquitãs. Os pequenos adornos que seriam utilizados nos rituais de fertilidade têm sido encontrados com freqüência na região do Baixo rio Amazonas, justamente onde Francisco de Orellana diz ter travado uma batalha com as lendárias mulheres.
Diz-se que quem encontra uma pedra de Muiraquitã terá sorte no amor e força contra as doenças. Até hoje, muitos artesãos confeccionam peças similares para vendê-las em feiras de artesanatos da região. Os verdadeiros Muiraquitãs estão em museus ou em coleções particulares.
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