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[ Política ] Pergunta aberta : Ainda Israel/Palestina: Quem são os verdadeiros interessados na política de guerra? ?
Antes de mais nada, se você acha que três páginas caracteriza um texto muito longo, lamento por você. É só apertar a setinha para voltar à página anterior e escolher uma questão de 4 palavras no máximo, para não cansar seu cérebro.
Ahem, dito isto, gostaria de ver adendos e opiniões ao texto abaixo. Achei interessante, saindo da mesmisse.
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"É assim que estão as coisas em Israel. Opor-se à paz é sempre atitude legítima e patriótica; opor-se à guerra é traição, atitude antipatriótica e deve ser combatida. Podem debater o custo da paz eternamente; ninguém ouvirá uma palavra sobre o custo da guerra. Movimentos pacifistas são censurados. Movimentos pró-violência são estimulados".
Gideon Levy, jornalista israelense do Haaretz, em 2/1/2009.
http://www.haaretz.com
Por favor, preste bem atenção nas próximas linhas. Seja quem for você, leia-me até o ponto final. Depois, tire suas conclusões. Mas o faça como um magistrado, alguém convencido de que o mal não tem defesa, mesmo quando praticado por nossos irmãos. Pois se admitirmos, ainda que por reles miopia, que os NOSSOS tudo podem e os outros, meros inimigos, nunca têm razão então estaremos contribuindo para a mais rápida destruição da humanidade - ou para o apocalipse já, como pressagiam as escrituras bíblicas.
Você já deve imaginar a que me refiro: ninguém de bom senso, seja quem for, pode aceitar em silêncio o novo holocausto, desta vez da lavra de quem ainda tem as cicatrizes escarlates de perversidades que julgávamos extirpadas da face da Terra.
Os bombardeios letais que ameaçam e atingem por igual a um milhão e meio de seres humanos na Faixa de Gaza, convertida num deplorável campo de concentração, são executados por militares israelenses, mas têm o patrocínio torpe da indústria bélica e se dá num contexto conspurcado por ingredientes da pior espécie.
Mais ódio e sofrimento
Ao apontar os grandes bruxos dessa nova tragédia, vale a advertência: o governo do desmoralizado premier Ehud Olmert, que está chegando ao fim, escolheu o pior caminho para pôr Barack Obama numa saia justa e comprometer seu governo com o que há de pior na guerra suja que faz da antiga "terra santa" um verdadeiro inferno.
Errou também o ministro da Defesa, Ehud Barak, que transformou a matança dos palestinos de Gaza no trunfo de sua pretensão de assumir a chefia do governo de Israel com as eleições de fevereiro. Pelo que eu mesmo vi quando estive no Oriente Médio, em 2002, os israelenses e os árabes estão cansados de seis décadas de um conflito que nunca terá um vencedor.
Naquele ano, o movimento "Paz Agora", com sede em Jerusalém e a participação de judeus e árabes, empolgava, sobretudo aos jovens israelenses, muitos dos quais recusavam-se ao serviço militar obrigatório de três anos. Defensor de uma solução com base na devolução aos árabes dos territórios invadidos a partir de 1967, o movimento chegou a reunir 500 mil pessoas numa das maiores manifestações já realizadas no Oriente Médio.
Segundo Moises Storch, da coordenação do "Paz Agora", Israel gasta 30% do seu PIB com a segurança nacional. "E o medo do terrorismo só tem aumentado". Para Storch, que participou no Rio de uma manifestação contra a ocupação da Palestina, a tutela do povo palestino só trouxe prejuízos à sociedade israelense:
"Somente em estradas construídas nas últimas quatro décadas nos territórios ocupados, Israel já gastou US$ 50 bilhões. Enquanto isso, as condições sociais foram se deteriorando a ponto de, hoje, um terço das crianças de Israel viverem abaixo da linha da pobreza".
Sobre os bombardeios, o pacifista israelense lembrou:"Gaza tem a maior densidade demográfica do mundo e nenhuma área agricultável. Para essa região, a paz é a única alternativa viável". De fato, a população que vive nos 360 km2 desse território imprensado entre Israel e Egito reúne 4.200 pessoas por km2.
Quem ganha com a guerra
Mais do que qualquer outra motivação, a ofensiva israelense atende aos interesses da indústria bélica norte-americana, cujas ações caíram com a crise e podem desmoronar se Obama começar a trabalhar a retirada do Iraque, como prometeu em sua campanha.
Israel é o maior comprador de armas nos Estados Unidos, mesmo sendo esse pequeno país também um grande fabricante, com um arsenal atômico próprio, instalado na região de Sakhnin (onde também estive), cuja população é de maioria árabe, como são, aliás, os moradores de 70 dos 210 municípios israelenses, inclusive Nazaré.
A operação militar em Gaza tem revestimento político, mas é parte de uma situação desconfortável, que inclui os 7 milhões e 200 mil israelenses entre os que registram os maiores gastos militares per capita: 1.737 dólares anuais, 59 dólares a menos do que os norte-americanos, cujos orçamentos de guerra atingiram em 2007 o nível mais alto em termos absolutos desde a Segunda Guerra Mundial: desde a posse de Bush, em 2001, os EUA aumentaram seus gastos militares em 59%, atingindo quase 600 bilhões de dólares em 2007, isto é
46% de todo orçamento bélico mundial.
Israel e Estados Unidos agem em sincronia. Na madrugada de ontem, o representante norte-americano vetou a aprovação de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, conclamando um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza e no Sul de Israel.
No mesmo instante, o presidente de Israel, Shimon Perez, rejeitava os apelos da Europa por uma trégua, enquanto seus soldados invadiam por terra e dividiam a Faixa de Gaza ao meio, recorrendo a uma outra perversidade típico das práticas nazistas de que os judeus foram vítimas: além da morte de mais de 500 palestinos desde os bombardeios iniciados no último dia 27, a população palestina está há vários dias sem luz e sem água, padecendo forte inverno sem aquecimento, o que provocará uma tragédia ainda maior.
Alguns analistas garantem que o governo encabeçado por um premier trabalhista teria optado pelo massacre devido às pesquisas eleitorais que favoreciam o partido Likud, mais à direita. Pode até ser. Da minha part
Da minha parte, prefiro acreditar que os israelenses como nação não chegaram ao absurdo de preferir aquele que matar mais palestinos, independentes de serem civis ou crianças inocentes.
Outros dizem que o Fatah, à frente da chamada Autoridade Nacional Palestina, em conflito com o Hamas, majoritário em Gaza, e o presidente do Egito, Osmy Mubarack, que fechou a passagem para seu território, estariam facilitando os bombardeios de olho no enfraquecimento do grupo radical.
Também acho que isso seria uma grande demonstração de miopia. O massacre do povo de Gaza pelos israelenses poderá levar à ampliação dos conflitos, particularmente no Líbano, onde os xiitas do Hezbollah aumentaram seu poderio bélico depois da aventura de Israel, em 2006.
Como você viu, independente das agressões dos militantes do Hamas com foguetes de fabricação artesanal, o massacre em curso não é nada agradável para o povo israelense.
Quando estive lá, percorrendo de Telaviv a Nazaré, o mar da Galiléia, indo a Jerusalém para alcançar Jericó, na Cisjordânia, dava pena ver aquele ambiente nervoso num dos pontos de maior potencial turístico do mundo.
A guerra passou a ser o melhor negócio para políticos e empresários ambiciosos do sonhado "Lar Nacional Judeu". Mas, seguramente, o melhor para o povo seria o cumprimento da primeira decisão da ONU, que criou os dois Estados para dois povos, respeitando pelo menos as fronteiras anteriores à guerra dos seis dias, em 1967.
Apesar de tudo, a PAZ é possível, até porque árabes e judeus se entendiam na luta contra o domínio estrangeiro, e só começaram a ter conflitos depois que o Barão de Rothschild passou a bancar a infiltração de colônias judaicas, nas primeiras décadas do Século XX, com claros propósitos de criar uma cabeça de ponte para interesses econômicos na região, onde o petróleo começava a jorrar.
coluna@pedroporfirio.com
FONTE: TRIBUNA ON LINE DE 5 DE JANEIRO DE 2009
[ Poesia ] Pergunta aberta : Um discurso reflexivo, leia e comente?
Sobre o Certo e o Errado
Se tivesse de dar hoje uma definição sobre o certo e o errado, diria que não os defino, não posso dizer sim e nem não
Tenho visões sobre tudo o que é certo e errado mas não sou de tomar uma decisão equivalente para classificar-lhes
Por que não há algo concreto que defina o que é ou o que não é certo, se houvesse inocentes não iriam para cadeira da morte
Se não posso confiar em definição pronta não há certo e errado até que eu mesmo vá e comprove com os meus olhos
Que o certo a se fazer numa situação errada é admitir o erro e reconstruir o agora com a reflexão sobre o próprio erro
E o errado é ter a pretensão de sempre estar certo sobre qualquer situação tornando eclíptico o conhecimento e o método
Mas responder-me a estas questões levou a querer saber se minhas próprias respostas sobre as perguntas estavam corretas
Procurei então olhar no fundo de mim, atrás daquele que se esconde de mim que se manifesta somente quando erro
Lá distante em uma parte que eu não conheço permitiu que perguntasse sobre o que é o certo e errado...
Esta parte do meu ser mergulhando em mim diz-me que não existe, tudo tornaram-se questões de visões que divergem
Uma da outra, como a matéria que se mistura para formar um corpo qualquer no espaço, igual as nuvens e os relâmpagos no céu.
Disse-me que um dia houve o real conhecimento dessa questão mas foi perdido quando o primeiro mortal contestou
Não por causa da duvida em si mas por que ele não foi até o fim para saber a resposta, abrindo para todo sempre o espaço da duvida
O que gerou desde então as certezas andrógenas que permeiam a mente dos filósofos que se opõem a ver tal origem
Quem chega à verdade acaba ficando louco, já que será único no mundo a saber sobre tal fundamento universal.
Sendo louco uma vez nunca mais voltará ao ?normal? pois não pode negar a mesma verdade que não é revelada e sim ?se revela?
Este olhará que o errado e o certo então não farão mais sentido, e que um leque de novas oportunidades se abrirá a cada situação
O mundo ficará em ritmo e consonância disformes, sem sentido e perdido, quando olhares pra todos então dirás
Ninguém neste mundo merece julgar...
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Realmente o povão possui limitações a respeito da compreensão dos textosmais simples e básicos. Dificuldade de entendimento pelo pouco estudo. Estudo da formação básica. Estudo da formação do ensino médio. Uns são dotados da inteligência, mas grande parte da massa não possui esta virtude.
O que ocorre? Ocorre que a bíblia não é uma obra fácil de se ler. Muitos semi analfabetos acham que entendem. Mas isso eles acham. É o "achismo". Se mal entendem um texto simples, como então teriam a pretensão de entender um texto de época com linguagem em metáforas?
Segundo ponto que exponho. Desde muito antes da vinda de Jesus Cristo o povo era direcionado a fazer de acordo com a leis divinas. Quem direcionava as idéias e os atos ? A igreja.
Depois, o clero na idade média era um centro do poder. Decidia até a política com o império.
Por isso que entendo que muitas pessoas de fé acreditam que os sacerdotes detenham os conhecimentos divinos. Mas cuidado!!! O sacerdote da igreja estudou a bíblia e explica todos os povos ditados na bíblia? Aponta os fatos históricos? Explica a formação dos povos da época? Das seitas da época? Explica quem foi Jó? Quem foi moisés? Quem foi abraão? E o sacerdote? Que formação ele tem para poder explicar?
Enxergo que sobra atitudes dos sacerdotes e que demonstram ilusões da fé. A persuasão barata que direciona o povo da forma que quer. Se houver pouca cultura não adianta de nada. Apenas decoram frases da bíblia, decoram parábolas sem saber o que dizem achando que sabem o significado. Fica vago, pobre, sem conhecimento. Não sabem o que um livro básico que forma a bíblia quer dizer. Pegam frases, extirpam dali, daqui, mistura tudo num liquidificador da memória, tiram conclusões, e arrotam para o povo. Joga para a platéia. Apenas criam um fanatismo transloucado para um povo que não tem uma auto crítica e que apenas recebem este arroto e reproduzem. É o "achismo".
Portanto, acaba o fiel como o sacerdote que mal fala, mal se expressa, mal escreve e mal instruído, ditando a bíblia. Muitos não sabem o que dizem, mas acreditam estarem com o poder de DEUS para entenderem. O mesmo se adequa aos que seguem a bíblia independente da religião que seguem.
Não sou exímio conhecedor da bíblia. Mas mediante minha limitação intelectual busco entender sem um interprete com cultura inferior a minha. Eu não sou nem evangélico e nem católic, nem protestante. Mas se tiver alguém que detenha vasto conhecimento bíblico que possa me ensinar, seria um prazer ouvi-lo.
E é por isso que muitos fiés permitem que suas vidas sejam direcionadas por sacerdotes. Mas nem todo homem é de DEUS. Cautela deve estar presente na nossa vida.
NÃO SOU INTELECTUAL. E FALO O QUE TENHO CERTEZA.
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