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Privado - Workpédia

 
Privado


  • Particular, que não é função pública: empresa privada.

  • Que é reservado para certas pessoas: sessão privada.

  • Que diz respeito particularmente ao indivíduo, à sua intimidade familiar: vida privada.

  • Que sofre alguma privação: privado de liberdade.

  • S.m. Favorito; confidente.
  • Assuntos relacionados a Privado

    [ Governo ] Pergunta aberta : Banco do Brasil também socorreu Petrobras com R$ 751 milhões. O que dizer sobre o fluxo de caixa da Petrobras?

    "A maior empresa brasileira fez uma operação de R$ 750,99 milhões com o banco estatal, além dos R$ 2,022 bilhões tomados junto à Caixa Econômica Federal. Com isso, a empresa ficou com 21% de todos os recursos em moeda estrangeira que o BB, principal financiador do comércio exterior, ofereceu aos exportadores em outubro. Já o empréstimo da Caixa à Petrobras no mês passado corresponde a 44% dos R$ 4,5 bilhões em créditos para empresas concedidos pelo banco estatal em outubro. Além de recorrer a bancos privados para tentar cobrir seus problemas de caixa, a Petrobras já começou também a fazer pequenos cortes para compensar o brutal encolhimento na receita após o agravamento da crise, em setembro. Só investimentos estão sendo mantidos. Outra decisão que deve gerar controvérsia diz respeito aos patrocínios. A Petrobras também decidiu cortar 20% de todos os patrocínios para 2009 nas diversas áreas em que atua, inclusive na cultura e nos esportes. A estatal é a empresa que dispõe da maior verba de patrocínio do país." Os três parágrafos transcritos acima foram retirados da notícia veiculada pela Folha de São Paulo. O título é "Banco do Brasil também socorreu Petrobras". Com tantas informações é inegável uma conclusão óbvia: a Petrobras definitivamente está com sérios problemas de caixa. E isso pode ser constatado com apenas um dado. As concessões de crédito à Petrobras realizadas pelos bancos públicos são irrisórias perto da receita da petrolífera estatal. Se ela não está com problemas de fluxo de caixa, por que contrairia empréstimos de valor tão baixo?

    [ Geografia ] Pergunta aberta : Uma Conclusão de 'A Dinâmica da População' Não Concigo fazer isso Se dé pra ajudar aê?

    DINÂMICA DA POPULAÇÃO População e Sociedade A população é o conjunto de pessoas que residem em determinado território, que pode ser uma cidade, um estado, um país ou mesmo o planeta como um todo. Ela pode ser classificada segundo sua religião, nacionalidade, local de moradia (urbana e rural), atividade econômica (ativa ou inativa) e tem seu comportamento e suas condições de vida retratados através de indicadores sociais ? taxas de natalidade, mortalidade, expectativa de vida, índices de analfabetismo, participação na renda, etc. Nesta unidade, é importante não confundir população com nação, que é um conjunto de pessoas que possuem a mesma história e estão inseridas em um mesmo padrão cultural. Assim, a população de um país pode conter várias nações, como é o caso de diversos países da África, onde os colonizadores europeus estabeleceram as atuais fronteiras em função dos próprios interesses econômicos e geopolíticos. É comum também que uma nação esteja dividida em dois ou mais países, compartilhando o território nacional com povos de outras nações, o que comumente termina em divergência de interesses e sérios conflitos. Essa é a base do verdadeiro genocídio ou extermínio físico entre as tribos, que frequentemente assola a África, e dos movimentos separatistas do Leste Europeu ? ex-Iugoslávia e extinta União Soviética. É importante ressaltar ainda que em uma dada população, mesmo que as pessoas tenham idéias comuns e formem realmente uma nação, há grandes contrastes no que se refere à participação dos habitantes na renda nacional, ou seja, existem as classes sociais, e daí surge a necessidade da ação do Estado para intermediar os conflitos de interesses. Em países desenvolvidos, as diferenças econômicas são atenuadas através do acesso da população de baixa renda a sistemas públicos eficientes de saúde, educação, transporte, moradia e lazer, o que é possível graças a um sistema tributário de cunho distributivo. Já nos países subdesenvolvidos, o Estado costuma estar a serviço dos interesses privados de uma minoria da população e os serviços públicos são relegados a último plano. Quanto mais acentuadas as diferenças sociais, maior a concentração da renda, maiores as distâncias entre a média dos indicadores sociais de população e a realidade em que vive a maioria dos cidadãos. Por exemplo, a expectativa de vida de um brasileiro não corresponde à média do país contabilizada no censo de 1991 (66 anos), mas à média obtida segundo sua faixa de renda. Quem recebe mais de dez salários mínimos terá uma expectativa de vida superior ? 71,5 anos ? à de quem vive com até um salário mínimo ? 54,8 anos ? e não consegue sequer se alimentar de forma digna. Ou, ainda, se a taxa de natalidade de um país for alta, é necessário considerar o que está acontecendo nas suas diferentes regiões ou classes sociais: os pobres costumam ter mais filhos que os ricos. Portanto, diante de uma tabela contendo quaisquer indicadores sociais de uma população, temos de levar em conta a forma como está distribuída a renda do país para podermos avaliar a confiabilidade da média obtida. Quando nos referimos à população de um território, podemos considerar os conceitos de populoso ou povoado, o que envolve a noção de população absoluta ? número total de habitantes ? e relativa ? habitantes por quilômetro quadrado. Um país é considerado populoso quando o número absoluto de habitantes é alto. Por exemplo, o Brasil é o quinto país mais populoso do planeta, com cerca de 155 milhões de habitantes, mas pouco povoado, pois possui apenas 17 hab/km2. Porém, quando a análise parte do pressuposto que interessa, ou seja, da qualidade de vida da população, esses conceitos devem ser relativizados. Os Países Baixos, apesar de apresentarem uma população relativa alta ? 429 hab/km2 -, possuem uma estrutura econômica e serviços públicos que atendem às necessidades dos seus cidadãos e não podem, portanto, ser considerados um país superpovoado. Já o Brasil, com uma baixa população relativa, é "muito povoado", devido à carência de serviços públicos, de empregos com salários dignos, habitações, etc. Nesse contexto, em última instância, o que conta é a análise das condições socioeconômicas da população, e não a análise demográfica. O Crescimento Populacional ou Demográfico Em 1994, o planeta contava com 5,6 bilhões de habitantes. Do início dos anos 70 até hoje, o crescimento da população mundial caiu de 2,1% para 1,60% ao ano, o número de mulheres que utilizam algum método anticoncepcional aumentou de 10% para 50% e o número médio de filhos por mulher em países subdesenvolvidos caiu de 6 para 4. Ainda assim, esse ritmo continua alto e, caso se mantenha, a população do planeta duplicará até 2050. O crescimento demográfico está ligado a dois fatores: o crescimento natural ou vegetativo, que corresponde à diferença entre nascimentos e óbitos verific

    [ Poesia ] Pergunta aberta : Desabafo - A Culpa foi da Lua...?

    A culpa foi da Lua, que iluminou teu corpo nú, que fez a tua imagem invadir minha alma e os teus gemidos invadir o meu espirito. Ainda ouço os teus gemidos, basta com fechar os olhos e pensar nessa noite, para que todo o meu corpo seja novamente invadido por aquelas sensações. Sensações fortes e intensas de um desejo proibido. Vi o vai-vem do teu corpo, senti o cheiro da tua luxuria, a tua respiração ofegante, o teu extase. Vi e senti mas, não viví. Não viví e desde esse momento desejo viver, desejo não mais resistir aquelas sensações fortes e a este desejo que insiste em ser proibido. Desde aquele momento não pude mais te abraçar intensamente, não pude olhar pra ti sem me sentir culpada. Os meus dias se resumiram a reprimir a vontade do meu corpo. Essa vontade de te abraçar forte, essa vontade de te beijar, de tocar o teu corpo nú, de invadir a tua alma com o meu desejo de mulher. Quero ser mulher pra ti, te fazer sentir homem, te dar tudo o que só uma mulher sabe dar a um homem. O tempo esta passando e cada dia é mais dificil esconder os meus desejos, os meus olhos me traem, o que pra mim era um grande segredo deixou de ser. Infelizmente, os mais atentos descubriram o meu segredo, invadiram o meu mundo mais privado. O problema é que essas pessoas não entendem e nunca vão entender o meu segredo, o problema é que as pessoas mudaram o nome do meu segredo. Para elas não é um segredo mas sim um pecado. Pecado porque essa noite foi de outra e não minha. Pecado porque nessa noite tu eras de outra e eu de outro. O que eles não viram e não sabem é que a culpa foi da lua que iluminou o teu corpo nú, que sempre volta pra me fazer lembrar desse dia e que cada vez que vem, me faz lembrar que eu não sou tua...

    [ Psicologia ] Pergunta aberta : O ser humano anda sempre no limite da vida ?

    Do amor e do trabalho A trajetória sócio-histórica dos conceitos amor e trabalho explicam a centralidade ocupada atualmente por elementos tão distintos. A vida do ser humano contemporâneo pauta-se por questões aparentemente desconexas, mas que, mal-resolvidas, condicionam o bem-estar à frustração, angústia, sofrimento, entre outros sentimentos. Conciliar o equilíbrio entre amor e trabalho revela-se substancial para a realização individual devido às pressões coletivas. E as pressões começam a exercer influência logo na primeira infância quando das projeções sociais impostas aos filhos pelos pais. Em ?Brinquedos?, da obra ?Mitologias?, Roland Barthes disserta sobre a constituição da criança como o adulto em miniatura. Desde cedo, as crianças são condicionadas às aspirações da vida social a partir de questionamentos como ?o que você vai ser?? e ?quantos filhos vai ter quando crescer??. A centralidade do amor e do trabalho jamais esteve na vida do ser humano, como hoje se apresenta. Na Europa da Idade Média, a religiosidade ocupava o espaço central das sociedades cristãs. Na Grécia Antiga, política e estética eram os paradigmas. Atualmente, valores baseados na liberdade deslocam o eixo central para o amor (o prazer) e o trabalho (o ter). São as transformações referenciais, a ruptura de tempo e a superação de paradigmas que apresentam novos conjuntos de valores sociais. Valores humanos são social e historicamente construídos e, portanto, desconstrui-los é um dever crítico. Hoje o ter e o prazer são fetiches da sociedade (pós) moderna. O trabalho possibilita o ter, e o amor realizar o prazer. Conquistar a plenitude de ambos os elementos na vida cotidiana desperta, invariavelmente, o mais mesquinho dos sentimentos de complexo de inferioridade àqueles que não os têm. O fraco, e, sobretudo, acrítico, mergulha na dor da inveja. A mentira-dissimulada é outro mal que se revela dessas projeções competitivas, pois o ?trabalhador bem-sucedido? e ?plenamente amado?, em auto-defesa, pode forjar uma farsa de uma vida (inexistente, apenas aparente). O fato é que o homem cobra de si mesmo, vezes sem saber o porquê, uma realização no trabalho e no amor para atender às exigências externas. As cobranças conduzem à ansiedade por conquistar um modo de vida paradigmático que, assim elaborado, torna-se o único referencial de satisfação e felicidade. Ser feliz hoje, embora possa discordar veementemente, significa conquistar (o ter) bom trabalho, com reconhecimento coletivo e sucesso, e vivenciar o amor (o prazer). Quem se priva ou é privado da sensação do prazer sofre e questiona-se diariamente por que ainda não possui o ser a ser amado ou o trabalho invejável. Os modos de produção dos bens e também dos sentidos alicerçam-se, queira ou não, nesses paradigmas. Compra-se a felicidade, paga-se bem e o binômio da existência contemporânea quer-se, assim, amor-trabalho. Sente-se no divã e conte todos os problemas: amor e trabalho, em forma e conteúdo. Agora responda: tem certeza de que está tudo bem com você? Como todos os fracos, recomendo que apenas chore

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