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Procurada - Workpédia

 
Procurada
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[ Participação Civil ] Pergunta aberta : Voce conhece o jeito TUCANO/DEMO de enfrentar crises?

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u482618.shtml 23/12/2008 - 09h59 Alta do gás vai provocar demissões, afirma Fiesp AGNALDO BRITO da Folha de S.Paulo A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) afirma que o reajuste extraordinário de até 19,55% do preço do gás canalizado no Estado vai provocar demissões e inflação de preços em setores dependentes desse insumo para o processo de produção, como a indústria cerâmica, do vidro, de fertilizantes e têxtil. Conforme a Folha antecipou no domingo, a Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo) anunciou ontem reajuste no preço do gás natural canalizado distribuído pela Gás Natural São Paulo Sul e pela Comgás, a maior distribuidora do país. Os reajustes passaram a vigorar desde o dia 20. As companhias alegavam desequilíbrio econômico-financeiro do contrato devido à disparada do dólar e ao custo de aquisição do gás natural junto à Petrobras. A Fiesp agora cobra compensações: "Com a queda no preço do barril de petróleo de US$ 150 para menos de US$ 40, deveria haver boa vontade da Petrobrás, criando condições que evitassem a necessidade de aumento neste momento tão inoportuno. É lamentável. Agora precisamos de medidas compensatórias", disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Segundo Antônio Carlos Cavalcante, diretor de infra-estrutura da federação, a Fiesp quer agora medidas compensatórias para os setores atingidos pelo aumento, como linhas de crédito em condições diferenciadas da Nossa Caixa (enquanto não for repassada ao Banco do Brasil), alongamento de prazo para o pagamento do ICMS e uma ampla negociação para indústrias com problemas de pagamento do gás. 'Esse ainda não é um problema generalizado, mas já existem, mesmo antes do reajuste, indústrias com dificuldades para pagar a conta do gás. Imagine o que poderá acontecer agora com esse aumento', disse Cavalcante. Ele explicou que esses pedidos já foram apresentados verbalmente ao governo de São Paulo. A idéia, disse ele, é que isso seja feito formalmente no início de janeiro. Ele voltou a dizer que o reajuste poderia ter sido evitado se houvesse uma postura menos intransigente da Petrobras. Procurada pela Folha, a direção de gás e energia da estatal preferiu não a acusação. O aumento Os mercados mais afetado pela decisão da Arsesp foram o industrial, o comercial e o veicular. A agência informou, em nota, que o aumento atingirá 10 mil consumidores comerciais e mais 1,3 mil indústrias abastecidos pelas duas concessionárias. A Arsesp afirmou que os consumidores residenciais foram poupados da medida devido à pouca participação no desequilíbrio do contrato das concessionárias, motivo do repasse extraordinário. Os clientes industriais da Comgás receberão repasses de 10,25% a 17,56%, dependendo do volume consumido. Entre os consumidores comerciais, a alta irá variar entre 6,29% a 7,76%. O repasse aos postos de GNV será de 22,17%, o que deve representar aumento de 14% a 15% na bomba. Na região atendida pela Gás Natural São Paulo Sul, a indústria pagará entre 11,36% a 19,55% de reajuste, conforme o consumo. O gás para o mercado comercial sofrerá alta de 7,35% e 8,42%. O aumento para os postos de GNV será de 24,8%, o que deve significar alta de 16% a 17% na bomba. 21/12/2008 - 08h49 Fiesp promete reagir contra reajuste do gás GNALDO BRITO da Folha de S.Paulo http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u482017.shtml 21/12/2008 - 08h46 Na crise, São Paulo eleva gás à indústria em 19% da Folha Online http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u482016.shtml

[ Finanças Pessoais ] Pergunta aberta : Porque em tempo de "CRISE" o tucano "SERRA" cria novos pedágios e aumenta preço do gás ? / ?

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u482618.shtml 23/12/2008 - 09h59 Alta do gás vai provocar demissões, afirma Fiesp AGNALDO BRITO da Folha de S.Paulo A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) afirma que o reajuste extraordinário de até 19,55% do preço do gás canalizado no Estado vai provocar demissões e inflação de preços em setores dependentes desse insumo para o processo de produção, como a indústria cerâmica, do vidro, de fertilizantes e têxtil. Conforme a Folha antecipou no domingo, a Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo) anunciou ontem reajuste no preço do gás natural canalizado distribuído pela Gás Natural São Paulo Sul e pela Comgás, a maior distribuidora do país. Os reajustes passaram a vigorar desde o dia 20. As companhias alegavam desequilíbrio econômico-financeiro do contrato devido à disparada do dólar e ao custo de aquisição do gás natural junto à Petrobras. A Fiesp agora cobra compensações: "Com a queda no preço do barril de petróleo de US$ 150 para menos de US$ 40, deveria haver boa vontade da Petrobrás, criando condições que evitassem a necessidade de aumento neste momento tão inoportuno. É lamentável. Agora precisamos de medidas compensatórias", disse o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Segundo Antônio Carlos Cavalcante, diretor de infra-estrutura da federação, a Fiesp quer agora medidas compensatórias para os setores atingidos pelo aumento, como linhas de crédito em condições diferenciadas da Nossa Caixa (enquanto não for repassada ao Banco do Brasil), alongamento de prazo para o pagamento do ICMS e uma ampla negociação para indústrias com problemas de pagamento do gás. 'Esse ainda não é um problema generalizado, mas já existem, mesmo antes do reajuste, indústrias com dificuldades para pagar a conta do gás. Imagine o que poderá acontecer agora com esse aumento', disse Cavalcante. Ele explicou que esses pedidos já foram apresentados verbalmente ao governo de São Paulo. A idéia, disse ele, é que isso seja feito formalmente no início de janeiro. Ele voltou a dizer que o reajuste poderia ter sido evitado se houvesse uma postura menos intransigente da Petrobras. Procurada pela Folha, a direção de gás e energia da estatal preferiu não a acusação. O aumento Os mercados mais afetado pela decisão da Arsesp foram o industrial, o comercial e o veicular. A agência informou, em nota, que o aumento atingirá 10 mil consumidores comerciais e mais 1,3 mil indústrias abastecidos pelas duas concessionárias. A Arsesp afirmou que os consumidores residenciais foram poupados da medida devido à pouca participação no desequilíbrio do contrato das concessionárias, motivo do repasse extraordinário. Os clientes industriais da Comgás receberão repasses de 10,25% a 17,56%, dependendo do volume consumido. Entre os consumidores comerciais, a alta irá variar entre 6,29% a 7,76%. O repasse aos postos de GNV será de 22,17%, o que deve representar aumento de 14% a 15% na bomba. Na região atendida pela Gás Natural São Paulo Sul, a indústria pagará entre 11,36% a 19,55% de reajuste, conforme o consumo. O gás para o mercado comercial sofrerá alta de 7,35% e 8,42%. O aumento para os postos de GNV será de 24,8%, o que deve significar alta de 16% a 17% na bomba. 21/12/2008 - 08h49 Fiesp promete reagir contra reajuste do gás GNALDO BRITO da Folha de S.Paulo http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u482017.shtml 21/12/2008 - 08h46 Na crise, São Paulo eleva gás à indústria em 19% da Folha Online http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u482016.shtml

[ Política ] Pergunta aberta : Evasão e repetência escolar crescem em toda SP?

Estudo mostra que índices de não-aprovação aumentaram em todas as áreas das 31 subprefeituras, no ensino médio e no fundamental Situação é mais grave no ensino médio, em que 11 regiões mais do que dobraram as taxas de não-aprovação; na Sé, piora foi 162% Levando-se em conta a divisão administrativa de São Paulo, a reprovação e a evasão de alunos cresceram em todas as 31 áreas de subprefeituras, tanto no ensino fundamental como no médio. Os dados abrangem escolas públicas -inclusive federais- e privadas. Estudo da Comissão Municipal de Direitos Humanos divulgado ontem, com base nos Censos Escolares de 2005 e 2006, mostra que, em algumas regiões de subprefeituras, o índice de não-aprovação (reprovações mais evasões) mais do que dobrou no período. No fundamental, a situação é mais grave na região de M?Boi Mirim, cuja piora foi de 131%; no médio, a campeã é a Sé, com 162%. A situação é pior no ensino médio: 11 subprefeituras mais do que dobraram as taxas de não-aprovação. Na Sé, 33% dos alunos não foram aprovados em 2006, ante 12% em 2005. Houve piora também em áreas nobres da cidade. A região da subprefeitura de Pinheiros, que engloba os distritos Alto de Pinheiros, Itaim Bibi, Jardim Paulista e Pinheiros, está entre os que mais pioraram a reprovação e a evasão no ensino médio: em 2005, 12% não foram aprovados; em 2006, a taxa aumentou para 26%. A evasão escolar e a repetência foram os fatores que mais impediram a melhoria dos direitos humanos na cidade, segundo o estudo. Dos 32 indicadores analisados, foi o único que piorou em todas as regiões. Os dados chamam a atenção por causa da adoção da progressão continuada na rede pública -reprovação apenas no final dos ensinos fundamental e médio. Para o professor da Faculdade de Educação da USP César Minto, a evasão pode estar contribuindo para a piora. Para o presidente do Sieeesp (sindicato das escolas particulares de São Paulo), José Augusto Lourenço, as escolas públicas foram as responsáveis pela piora nas taxas. Segundo ele, na rede privada os índices permaneceram estáveis. ?Na escola particular há recuperação fora dos horários de aula. O problema da rede pública é que esse trabalho não é feito?, ressalta. A Secretaria Estadual de Educação disse que não podia os dados, porque eles não estavam separados por rede de ensino e somavam evasão e repetência. A Secretaria Municipal de Educação, procurada no início da tarde, não se manifestou sobre o assunto até a conclusão desta edição. A situação é tão crítica q as crianças ñ sabem somar qtos anos o PSDB e o Dem estão no governo em SP!!!!!

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