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[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : O jornalista e o episódio do arremesso do sapato ?
Todos viram. Vibraram. Na última segunda, dia 15 de dezembro, o jovem jornalista iraquiano, Muntader Al Zaide, arremessando seus dois sapatos em direção ao chefe do império americano, George W. Bush causou comoção no mundo todo. Indubitavelmente de forma positiva. As pessoas vibraram, sentiram-se representadas na pessoa desse combativo periodista árabe. Mas, os seus significados vão além do simples arremesso. Como veremos.
O jornalista e o episódio do arremesso
Al Zaide é jovem mesmo. Tem apenas 29 anos. Foi, ainda sob o governo de Saddam Hussein, presidente de uma entidade estudantil. Segundo a emissora Al Jazira, é membro do partido Comunista Iraquiano. Tem muitos irmãos e alguns deles mortos em combate na resistência contra a ocupação do Iraque por tropas estrangeiras desde 2003. Zaide é jornalista da emissora de TV Al Baghdadiya (cuja sede central fica no Cairo). Todas as reportagens da TV que ele faz na cidade de Bagdá ele conclui dizendo ?da Bagdá ocupada?. A própria emissora que o emprega exigiu a sua imediata libertação, assim como o Sindicato dos Jornalistas do Iraque.
AL Zaide virou instantaneamente um herói nacional. E usou a sua arma mais potente tanto física como simbolicamente de que dispunha no momento: seus sapatos de sola de borracha pesados não teve dúvidas. Foi ficando cada vez mais irritado com a entrevista coletiva que Bush vinha dando, com suas mentiras habituais, ao lado do primeiro Ministro fantoche do Iraque, Nuri Al Maliki. Num determinado momento, decidiu arremessar em seguida, os seus dois sapatos contra Bush. A catatonia dos presentes e mesmo da segurança presidencial foi tamanha, que ele conseguiu inclusive tempo para atirar o segundo sapato.
A frase que ele proferiu, gravada ao vivo por todas as emissoras presentes foi: ?É o seu beijo de despedida do povo iraquiano, seu cachorro. Isso é pelas viúvas, órfãos e pelos que foram mortos no Iraque?. E não precisava dizer mais nada. AL Zaide mostrava-se ao mundo como o vingador dos mais de 200 mil iraquiano mortos, representava o sentimento de uma nação destruída, desmontada, aviltada, vendida, entregue à sanha imperialista e com quase toda a sua infra-estrutura destruída e vendida ao setor privado (doadas na verdade).
Sua fama foi instantânea. Foi saudado no mundo inteiro. Passeatas saíram às ruas para exigir a sua imediata libertação. Circulou a informação de que um empresário saudita estaria oferecendo dez milhões de dólares por um dos sapatos que foram arremessados contra Bush. A foto de Al Zaide não saia de todas as TVs árabes e os jornais americanos publicaram o sapato ?voador? passando rente à cabeça de Bush. Claro, os americanos procuraram minimizar o fato, dizendo que o mesmo não tinha importância alguma e que o jornalista não agiu em nome de nenhuma organização e não expressava a vontade do povo. Pura balela. Só se falava do ato de bravura praticado por um árabe contra o chefe do império mais odiado da história.
Os policiais que o prenderam, o espancaram brutalmente. Seu irmão, Maitham Al Zaide afirma que diversas de suas costelas foram quebradas e seu olho foi atingido por coronhadas de fuzil. Continua preso sem que nenhuma acusação lhe tenha sido feita e comunicado formalmente à justiça a sua detenção. Fala-se que poderia pegar de sete até quinze anos de cadeia por ter tentado agredir chefe de estado estrangeiro em visita ao Iraque.
Imediatamente uma rede de advogados formou-se para defendê-lo e exigir a sua libertação. A imprensa noticiou mais de cem advogados dispostos a prestar seus serviços gratuitamente para que ele possa ser libertado. O chefe da defesa de Saddam Hussein, Dr. Jalil Al Duleimi, será o provável defensor central de Al Zaide. Ainda continua sem nenhum contato tanto com seus familiares, como amigos e advogados, num claro desrespeito às tais normas mínimas de direitos humanos que os Estados Unidos
A simbologia do sapato
Atirar um sapato em alguém, no mundo muçulmano é uma das maiores ofensas que se pode imaginar. É sabido que para adentrar a uma mesquita todos os seguires do Islã devem tirar seus sapatos na porta da Mesquita. Sapatos são os protetores dos pés contra as impurezas da terra. Boa parte das coisas ruins, várias doenças, adentram em nosso corpo pelos nossos pés. As solas dos sapatos retém grande parte dessas impurezas. Assim, a simbologia não poderia ser melhor. Uma imensa ofensa ao chefe do império. Além do que chamá-lo ainda por cima de ?cachorro?, foi duplamente ofensivo.
Esse contexto é toda a simbologia que se poderia ter, de um final mais do que melancólico e dramático do governo mais impopular da história dos Estados Unidos. deixa o maior rombo de caixa na maior economia do planeta. Que deixa de legado para todo o planeta o modelo neoliberal, que foi devidamente enterrado com a maior crise da história financeira do mundo. O presidente mais odiado do mundo
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : O Yahoo Brasil Perguntas e Respostas é um MECANISMO CATÓLICO ENRUSTIDO??
[ Família ] Pergunta aberta : Conviver com classes sociais diferentes é complicado?
Estou desabafando porque não aguento mais esta situação, me sinto sufocada, triste e frustada.
Minha família e a família do meu marido são totalmente de classes sociais diferentes.
Minha família: Classe média, todos formados ( menos eu ) ou se esforçaram pra crescer na vida.
Família do meu marido: Classe baixa, sem instrução ou não procuraram crescer na vida.
Eu: Sou uma pessoa que terminou o ensino médio ( tenho o sonho de um dia frequentar uma faculdade, mas ainda não decidi o que quero ). Estudo piano.
Meu marido: Só tem até a 8ª série, trabalha numa fábrica como operador de máquina ( um salário miserável ) e ficou por isto mesmo, tem um português horrível, é deficiente auditivo.
Minha mãe: Uma pessoa que ama ler, sempre alegre, adora conversar sobre assuntos úteis e é totalmente a favor da filosofia.
Minha sogra: Uma pessoa que só terminou até a 3ª série, sempre fala em doença ( que as pernas doem ) , só procura conversar sobre a igreja universal.
Meu pai: Advogado, amava ler ( hoje falecido ) e assistir porgramas instrutivos da direcTV.
O pai do meu marido ( não o conheci ): Motorista
Minha irmã : Jornalista e se esforça ao máximo pra crescer mais ainda.
Os meus cunhados: Irmã do meu marido - convivia com um comissário - não trabalha, etc...
Irmão 1 do meu marido - Taxista
Irmão 2 - Está desempregado e só tem até a 4ª série.
OBS: Agora tenho uma filhade quase 4 meses com meu marido.
OBS2: Meu marido é maravilhoso ( me ajuda em tudo ), só que infelizmente por causa desses desencontros de classes sociais diferentes estou deixando de gostar dele.
OBS3: A família dele me trata muito bem.
O que devo fazer??? Todo dia acordo de madrugada pra chorar. Será que uma separação seria o melhor caminho? Não quero perder a amizade dele.
estou aqui me tremendo, por isso errei algumas palavras.
Se me separasse, a família dele ficaria revoltada comigo.
O que vocês acham?
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[ Amigos ] Pergunta aberta : Como faço pra esquecer pessoas infelizes que passaram pela minha vida?
na minha escola (há alguns anos) tinha um cara que se dizia evangélico, crente em deus e aquela coisa toda mas todo dia procurava confusão comigo, não respeitava meu gosto musical, queria me bater por qualquer motivo ridículo, eu o encarava e ele ficava enrolando e nunca me dava o primeiro soco, nessa mesma cidade há várias pessoas que espero nunca mais ver, já não os vejo há anos e espero que continue assim, só que infelismente não consigo tirar essas pragas da minha memória, é difícil eu lembrar deles, mas quando eu estou sozinho, cheio de tédio pela falta do que fazer as veses me lembro desses caras, e o pior é que elas estão na lista de amigos dos meus irmãos no orkut, eles já procuraram muita confusão e criaram muita intriga comigo.
eu sou um cara que perdoa as pessoas muito fácil, tenho certeza absoluta que se encontrasse, por acaso, esses caras um dia, e eles me pedissem perdão eu os desculparia sem pensar 2 vezes, eu os perdoaria mas diria: tudo bem, estamos em paz, felismente, mas prefiro que não tenhamos contato, manter distância, se passarmos um do lado do outro fingir que não viu e nem falar nada, não dar risadinha e fazer piada, simplismente fazer de conta que nunca nos conhecemos
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