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Professa - Workpédia

 
Professa
professa sf (fem de professo) Freira professa.
Assuntos relacionados a Professa

[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : O que mais causa o desinteresse por se professar uma religião e/ou freqüentar uma igreja em tempos atuais?

Acredito que muitos que se dizem ateus, são na verdade agnósticos ou mesmo crédulos na existência de Deus, mas sem religião. Por um motivo muito simples: é mais fácil e mais inteligente acreditar na existência de Deus do que na auto-criação do mundo ou no acaso de todas as coisas. O fato é que muitas pessoas são contra os dogmas das religiões ( cristianismo, islamismo, judaísmo, taoísmo, hinduismo e budismo) e das mais de seis mil seitas tribais que existem no mundo. Encaram a religião como cultura de um povo e não como verdade absoluta. Um agnóstico é a pessoa que acredita em Deus como uma força criadora, viva, mas não professa religiões. Existem aqueles que, como eu, são cristãos, por exemplo, e não seguem denominações (como a igreja Católica Romana, igreja Católica Ortodoxa, igreja protestantes históricas, Igrejas protestantes pentecostais e igrejas protestantes neopentecostais). Todas as religiões possuem denominações como o islamismo que se divide em xiitas, sunitas, fatímidas etc Muitas vezes a pessoa se considera ateu, mesmo não sendo, por ignorar esses fatos. O motivo que leva uma pessoa a negar uma denominação ou todas elas são evidentes. As igrejas são compostas por seres humanos passíveis de falhas, o que faz com que a igreja seja também um lugar onde se encontram muitos defeitos. Por falta de tolerância com essas falhas ou mesmo por indignação, muitos deixam de frequentar ou nem se arriscam a participar de uma missa ou culto. Além disso, as denominações muitas vezes fogem de preceitos religiosos, enfatizando aspectos como dinheiro, poder, politicagem ou possuem máculas em sua história. Também é muito comum dogmatismos exagerados, ou seja igrejas que estabelecem muitas regras de postura e conduta ou tentam impor sua crença, quase que na força, atravé de uma pedagogia de medo, bonbardeando o fiel com ameaças de padecimento eterno, sofrimento profundo e tristeza sem igual caso não sejam frequentes e obedientes, ao mesmo tempo que dizem "Deus te ama". Aquele ditado que diz" religião não se discute" faz referência justamente a dificuldade que é debater ou questionar a postura ou dogma de uma igreja com um de seus membros , que na maioria esmagadora das vezes está fechado para novas idéias e pensamentos , acreditando que a verdade que carrega é absoluta e imutável. O motivo de existir tantas denominações em cada religião é simples: o fato de suas escrituras sagradas( Bíblia, Alcorão, Torá etc) serem subjetivas, figuradas, com parábolas passíveis de várias e diferentes interpretações. Ora, se são escrituras tão subjetivas, passíveis de diferentes interpretações, como pode a maioria das religiões e das Igrejas se auto-proclamar a mais certa ou a única certa e fiel a vontade de Deus? Atualmente, o ecumenismo, que no meu entendimento era uma possibilidade para as religiões e igrejas alcançarem um pouco de humildade, vem perdendo força e sentido. Como eu disse sou cristão.Eu acredito em Jesus Cristo, mas como ser pensante que sou, não aceito pensamentos prontos de outrém quando não concordo com eles.Questiono coisas que para mim estão erradas, e aprecio a minha própria interpretação da Bíblia, recorrendo a outros, caso eu ache necessário. Optei por não frequentar igrejas pelos motivos que já falei e por outras razões e acho que assim como eu, existem muitos outros que fazem o mesmo´, mas nem todos sabem diferenciar o ateísta do teísta relativo.

[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Maria, Mãe de Deus - Theotokos - título criado pelos cristãos (so responda se ler ate o final)?

Bom dia, e feliz 2009 a todos. meu objetivo e apenas mostrar as pessoas de outras religioes e ate as catolicas que de alguma forma estão desinformadas sobre como deve ser visto Maria - Mãe de Deus. Espero que apos este texto, fique mais esclarecido o sentido dessa expressão, onde ela está correta, vista sob a forma correta. se nao ler ate o final, dispenso a resposta. A contemplação do mistério do nascimento do Salvador tem levado o povo cristão não só a dirigir-se à Virgem Santa como à Mãe de Jesus, mas também a reconhecê-la como Mãe de Deus. Essa verdade foi aprofundada e compreendida como pertencente ao patrimônio da fé da Igreja, já desde os primeiros séculos da era cristã, até ser solenemente proclamada pelo Concílio de Éfeso no ano 431. Na primeira comunidade cristã, enquanto cresce entre os discípulos a consciência de que Jesus é o filho de Deus, resulta bem mais claro que Maria é a Theotokos, a Mãe de Deus. Trata-se de um título que não aparece explicitamente nos textos evangélicos, embora eles recordem ?a Mãe de Jesus? e afirmem que ele é Deus (Jô. 20,28; cf. 05,18; 10,30.33). Em todo o caso, Maria é apresentada como Mãe do Emanuel, que significa Deus conosco (cf. mt. 01,22-23). Já no século III, como se deduz de um antigo testemunho escrito, os cristãos do Egito dirigiam-se a Maria com esta oração: ?Sob a vossa proteção procuramos refúgio, santa Mãe de Deus: não desprezeis as súplicas de nós, que estamos na prova, e livrai-nos de todo perigo, ó Virgem gloriosa e bendita? (Da Liturgia das Horas). Neste antigo testemunho a expressão Theotokos, ?Mãe de Deus?, aparece pela primeira vez de forma explícita. Na mitologia pagã, acontecia com freqüência que alguma deusa fosse apresentada como Mãe de um deus. Zeus, por exemplo, deus supremo, tinha por Mãe a deusa Reia. Esse contexto facilitou talvez, entre os cristãos, o uso do título ?Theotokos?, ?Mãe de Deus?, para a Mãe de Jesus. Contudo, é preciso notar que este título não existia, mas foi criado pelos cristãos, para exprimir uma fé que não tinha nada a ver com a mitologia pagã, a fé na concepção virginal, no seio de Maria, d?Aquele que desde sempre era o Verbo Eterno de Deus. No século IV, o termo Theotokos é já de uso freqüente no Oriente e no Ocidente. A piedade e a teologia fazem referência, de modo cada vez mais freqüente, a esse termo, já entrado no patrimônio de fé da Igreja. Compreende-se, por isso, o grande movimento de protesto, que se manifestou no século V, quando Nestório pôs em dúvida a legitimidade do título ?Mãe de Deus?. Ele de fato, propenso a considerar Maria somente como Mãe do homem Jesus, afirmava que só era doutrinalmente correta a expressão ?Mãe de Cristo?. Nestório era induzido a este erro pela sua dificuldade de admitir a unidade da pessoa de Cristo, e pela interpretação errônea da distinção entre as duas naturezas ? divina e humana ? presentes n?Ele. O Concílio de Éfeso, no ano 431, condenou as suas teses e, afirmando a subsistência da natureza divina e da natureza humana na única pessoa do Filho, proclamou Maria Mãe de Deus. As dificuldades e as objeções apresentadas por Nestório oferecem-nos agora a ocasião para algumas reflexões úteis, a fim de compreendermos e interpretarmos de modo correto esse título. A expressão Theotokos, que literalmente significa ?aquela que gerou Deus?, à primeira vista pode resultar surpreendente; suscita, com efeito, a questão sobre como é possível que uma criatura humana gere Deus. A resposta da fé da Igreja é clara: a maternidade divina de Maria refere-se só a geração humana do Filho de Deus e não, ao contrário, à sua geração divina. O Filho de Deus foi desde sempre gerado por Deus Pai e é-Lhe consubstancial. Nesta geração eterna Maria não desempenha, evidentemente, nenhum papel. O Filho de Deus, porém, há dois mil anos, assumiu a nossa natureza humana e foi então concebido e dado à luz Maria. Proclamando Maria ?Mãe de Deus?, a Igreja quer, portanto, afirmar que Ela é a ?Mãe do Verbo encarnado, que é Deus?. Por isso, a sua maternidade não se refere a toda a Trindade, mas unicamente à segunda Pessoa, ao Filho que, ao encarnar-se, assumiu dela a natureza humana. A maternidade é relação entre pessoa e pessoa: uma mãe não é Mãe apenas do corpo ou da criatura física saída do seu seio, MAS DA PESSOA QUE ELA GERA. Maria, portanto, tendo gerado segundo a natureza humana a pessoa de Jesus, que é a pessoa divina, é Mãe de Deus. Ao proclamar Maria ?Mãe de Deus?, a Igreja professa com uma única expressão a sua fé acerca do Filho e da Mãe. Esta união emerge já no Concílio de Éfeso; com a definição da maternidade divina de Maria, os Padres queriam evidenciar a sua fé a divindade de Cristo. Não obstante as objeções, antigas e recentes, acerca da oportunidade de atribuir este título a Maria, os cristãos de todos os tempos, interpretando corretamente o significado dessa maternidade, tornaram-no uma expressão privilegiada da sua fé na divindade de Cristo e do seu am

[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Qual religião é certa?

Sou Cristão Luterano. Parte por tradição, parte por ter caminhado por "muitas egrégoras", como diz uma linda amiga minha, e cheguei a conclusão que ser Luterano é muito bom! Sigo porque me fala alto ao coração, gosto da história, da liturgia, das músicas sempre clássicas, Mozart, Beethoven, Bach ... sem contar com as gregorianas tradicionais ... muito bom ... Se a minha é a certa? NÃO, claro que não! kkkk Nós Luteranos, cremos e professamos que a verdadeira Igreja é a da comunhão dos santos (Cf.: Credo Apostólico: Creio no Espírito Santo, na santa Igreja Cristã, na COMUNHÃO DOS SANTOS, na ressurreição da carne, na remissão dos pecados, na vida eterna. Amén!) Então a verdadeira Igreja é a igreja invisível dos santos! Quem são santos: primeiramente aqueles que verdadeiramente tem fé no sacrifício redentor de Cristo Jesus, mas também são, aqueles que, sem saber, seguem a ética cristã. (Deus Caritas est!) Portanto, a verdadeira igreja, segundo nós Luteranos, é a igreja ecumênica invisível dos verdadeiros santos, independente de sua denominação (católicos, evangélicos, espíritas, herméticos, wiccans etc...) Há limpa bancos na igreja luterana assim como em qualquer outra, mutatis mutandis, o mesmo se aplica aos santos! Feliz Natal! Veritas immutabilis est, et perpétua. Sola fide, sola gratia, sola scriptura, solo Christo, soli Deo gloria. VOCÊ É DA IGREJA INVISÍVEL DOS SANTOS? COMO VOCÊ PODE AFIRMAR ISSO? Desculpe não colocar ateus e agnósticos na igreja invisível, mas por definição, estão, por certo, incluídos! Sintam-se homenageados, caso sigam a ética universal!

[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Acreditar na sua religião como a certa, faz de você uma pessoa melhor?

[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Celebra-se HOJE o dia de CRISTO REI. Refletistes sobre isso: "no ocaso de minha vida serei JULGADO POR CRISTO"?

Se o julgamento FOSSE HOJE, qual voce acha que seria O VEREDITO? No somatório de sua vida, houve MAIS ATOS DE AMOR, foi prestado auxílio ESPIRITUAL ou MATERIAL aos irmãos necessitados, ou agistes com EGOÍSMO, preferindo a OMISSÃO à AÇÃO? "O maior de todos os infortúnios é NUNCA TER CONHECIDO Jesus Cristo; e, contudo, quem se encontra nesse estado É LIVRE DO PECADO DE OBSTINAÇÃO E INGRATIDÃO. Mas tê-lo conhecido primeiramente, para DEPOIS NEGÁ-LO ou ESQUECÊ-LO é um crime tão repugnante que parece ser impossível a qualquer homem cometê-lo. Pois Cristo é a FONTE DE TODO BEM." É ÓBVIO que o Reinado social de Jesus não guarda semelhança com o delírio de construir um paraíso terrestre. Como veremos adiante, dizer que Jesus é Rei, e que este reino é social, significa simplesmente afirmar que TUDO ESTÁ SUBMETIDO A JESUS, não somente aquilo que está na esfera particular de cada um de nós, mas também o que se encontra na esfera pública, na vida política da sociedade civil. O reinado de Jesus, de fato, SE ESTENDE A TODOS OS HOMENS, como nos ensina o Papa Leão XIII, citado por Pio XI na Encíclica Quas Primas: ?O império de Cristo se estende não só sobre os povos católicos e sobre aqueles que, tendo recebido o batismo, pertencem por direito à Igreja, ainda que o erro os tenha extraviado ou o cisma os separe da caridade, mas também compreende a todos quantos NÃO PARTICIPAM DA FÉ CRISTÃ, de sorte que SOB A POTESTADE DE JESUS SE ENCONTRA TODO O GÊNERO HUMANO?. E, contudo, os homens o cometeram e ainda o cometem. "NÃO SERVIREMOS!", repetem com Lúcifer. ?A recusa de servir a Deus foi o hino de guerra sob o qual Satanás reuniu seus revolucionários entre os anjos para criar uma violenta guerra contra Deus..." A atitude de praticamente todos os Estados modernos, nascidos dos princípios liberais da Revolução Francesa, foi descrita por Leão XIII, na Immortale Dei: ?32. Destarte, como se vê, o Estado não é outra coisa mais senão a multidão soberana e que se governa por si mesma e desde que o povo é considerado a fonte de todo o direito e de todo o poder, segue-se que o Estado não se julga jungido a nenhuma obrigação para com Deus, não professa oficialmente nenhuma religião, não é obrigado a perquirir qual é a única verdadeira entre todas, nem a preferir uma às outras, nem a favorecer uma principalmente; mas a todas deve atribuir a igualdade em direito, com este fim apenas, de impedi-las de perturbarem a ordem pública?. Esse é o Estado laico. A forma insidiosa por meio da qual se tenta destruir o Reinado de Nosso Senhor, muitas vezes sem atacá-lo explicitamente, parece ser uma prova clara de que a mão do demônio está por trás dessa laicização do Estado, guiando as ações dos malfeitores. Mas o problema não reside apenas nisso. Os próprios membros da Igreja têm culpa - direta ou indireta - bem grande pelo deplorável estado em que se encontra, hoje, a nossa religião. O Pe. Robet Mader escrevia mais de 60 anos atrás: ?O catolicismo contemporâneo é CAUTELOSO e ENVERGONHADO. Chamam isso de "ENGENHOSO". Na verdade, é COVARDIA. Muitos daqueles que deveriam carregar avante a ?tocha da verdade? com fervor apostólico a escondem (...). Como Pio X disse uma vez, eles tratam a verdade ?como contrabandistas na fronteira?, carregando os fundamentos do Catolicimo sob suas capas. Querem ajudar na reconstrução de Jerusalém, mas medrosamente escondem a pedra de contrução em seus bolsos?... Adoremos e cantemos publicamente a Cruz de Nosso Senhor! Proclamemos a todos o triunfo da Cruz! Cristãos, cantemos com alta voz, Viva Jesus, viva a sua Cruz! Quem hoje SE ORGULHA da Cruz de Cristo? Certamente há pessoas piedosas que a carregam com alegria. Mas esse altar de nossa redenção é uma DEVOÇÃO PRIVADA? Não é necessário PROCLAMÁ-LA PÚBLICAMENTE?

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