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Profissionais - Workpédia

 
Profissionais
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RESUMO O presente trabalho aborda uma análise acerca da formação de gestores da educação. Tem como objetivo geral avaliar os cursos de capacitação de gestores. Para tanto, utilizou-se das teorias acerca da metodologia utilizada nos cursos. A partir dos resultados obtidos neste estudo, pode-se concluir que apesar de os dirigentes escolares possuir uma formação em curso superior, não estão preparados para . Isto pôde ser constatado avaliando-se itens como comunicação entre escola/pais/comunidade, confecção e utilização de Projeto Político-Pedagógico; e desempenho dos alunos. Dessa forma, fica evidente a necessidade de uma formação continuada, de modo a complementar a formação inicial. palavras - chave: Gestão da educação - formação - formação continuada. INTRODUÇÃO No contexto da educação brasileira, tem-se destacado o conceito de Gestão da Educação, considerada aspecto relevante na melhoria da qualidade de ensino. Formação de gestores passa a ser uma necessidade. Trataremos desta questão enfocando a necessidade de formação continuada. Tendo por objetivo apontar as limitações das práticas convencionais e indicar encaminhamentos para sua superação. No contexto de uma sociedade que se democratiza e se transforma, a escola enfrenta novas demandas. Dessa forma a formação de gestores passa a ser uma necessidade e um desafio ao sistema de ensino. Uma vez que, a formação básica dos dirigentes escolares não se assenta sobre essa área específica de atuação e que, mesmo quando estes profissionais a têm ela tende a ser livresca e conceitual, principal característica dos cursos superiores nessa área. A formação inicial, em nível superior, de gestores escolares era em Pedagogia, mediante a oferta em Administração Escolar. Com a diminuição da procura por este curso. Houve, no entanto a oferta de cursos de especialização em gestão educacional. Machado evidencia a necessidade de formação continuada, complementarmente a formação inicial, como condição para acentuar o processo de formação de gestores, de modo que enfrentem as problemáticas do cotidiano escolar. Essa capacitação constitui-se num processo aberto, de formação continuada e permanente. Uma vez que, o trabalho de gestão escolar exige, o exercício de múltiplas competências especificas. Considerando-se essa multiplicidade de competências e a dinâmica constante das situações, a formação continuada é aspecto fundamental para a formação de gestores. De acordo com Luck ao analisar Machado, os programas de formação para serem eficazes deverão ser realizadas de modo a articular teoria e pratica. Detecta uma serie de limitações comumente detectadas. Programas pautados em generalizações e seu distanciamento do dia-a-dia das escolas. A esse respeito mediante a realização de ampla pesquisa sobre programas de capacitação, Sarason, citado por Luck indica que, nos cursos profissionais não se levam em consideração as funções especificas que o profissional deve desempenhar e conseqüentemente, o desenvolvimento de capacidades para assumi-las com segurança. O distanciamento entre teoria e pratica ocorre, no entanto, quando os cursos focalizam conhecimentos, centram-se em conteúdos formais, deixando-se de lado o desempenho de habilidades e atitudes. Luck ressalta que a gestão é processo compartilhado, de equipe, portanto a equipe deveria ser capacitada em conjunto. O programa de capacitação proposto pelo Consed, descrito por Machado, propõe a realização da capacitação da equipe da escola. Essa proposta é centrada na metodologia da problematização, que adota como foco as situações naturais e concretas de trabalho de gestão. O desenvolvimento de competências deve, pois, ser o foco de organização de programas de formação de gestores, de modo a estabelecer unidade e direcionamento aos seus programas e cursos. Portanto é necessário articular política de formação com política de gestão.

[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Presidente de uma empresa multinacional usa o Brasil como exemplo para atravessar a atual crise?

John Swainson, presidente-executivo da CA, empresa norte-americana líder mundial de mercado na área de software para gestão de tecnologia da informação, abriu a convenção mundial da companhia em Las Vegas, onde se reuniram 6 mil profissionais de tecnologia entre os dias 16 e 20 de outubro. Durante entrevista concedida a jornalistas da América Latina, Swainson foi bombardeado por todos os lados com questões sobre a crise, em especial relacionadas ao que poderia acontecer nos países da região. Sorrindo muito e pedindo desculpas antecipadas pela falta de precisão das respostas --"eu não sou um economista"--, o executivo nascido no Canadá fez uma breve análise sobre as perspectivas das principais nações latino-americanas. Chegou a dizer que não se pronunciaria sobre a Argentina, por acreditar se tratar da ?alçada do FMI?, mas que precisará receber injeção de recursos do fundo mundial para sobreviver à tormenta. E foi enfático quando falou sobre o Brasil. "É de longe o país mais preparado para a crise. Tem muitos recursos naturais, produz commodities que o mundo inteiro precisa e se aproveita dos benefícios de dez anos de boas práticas econômicas, com uma boa quantidade de reservas e com fôlego para passar por esse período de turbulência", explicou Swainson. "É como a posição da CA e isso nos faz pensar no atual momento como uma oportunidade, um momento de emergirmos uma empresa mais forte e consolidada. É claro que ninguém aqui vai rasgar a lei da gravidade, não sou louco a ponto de dizer que essa crise não vai nos afetar, porque vai. Mas estamos em um bom momento, temos um bilhão de dólares disponível em caixa e podemos usar esse dinheiro para adquirir outras companhias, consolidar nossa posição, fazer investimentos em pesquisa e desenvolvimento." Para Michael J. Christenson, executivo-chefe de operações da CA, mais do que feliz, a oportunidade é providencial na atual situação do mercado. "Em um momento de crise, em que todos os presidentes de todas as empresas do mundo estão quebrando a cabeça para saber como cortar gastos e fazer o mínimo com menos dinheiro, nossas soluções de software como serviço podem ajudar mesmo grandes empresas a economizarem", explicou Christenson. "Isso porque esse modelo permite que as companhias continuem com acesso à soluções críticas aos seus negócios, porém de maneira diferente, já que quando se contrata um serviço em SaaS, é paga uma assinatura, algo que pode entrar na conta de despesas correntes da empresa. Não é o mesmo que a compra de uma licença de um programa, que é considerado um investimento." "Esse modelo, além de ser interessante para nossos clientes atuais, é uma porta de entrada para empresas menores, principalmente em mercados emergentes, como a África, o Sudeste da Àsia, a Rússia e alguns países da América Latina, principalmente onde a CA não mantém presença física e atua por meio de parceiros", disse Christenson, que sorriu ao ser perguntado se não faltava o Brasil nas lista de possíveis novos clientes de sua empresa. "Não que não haja companhias com esse perfil no Brasil, mas é que o País já está mais que consolidado no mercado mundial. Enquanto empresa, você não pode se dizer realmente global se não estiver como os dois pés bem fincados em terras brasileiras." Só a oposição não vê... Se alguém quiser ver a matéria toda: http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=7&i=2857

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