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Proposto - Workpédia

 
Proposto
proposto (ô) adj (part de propor) Que se propôs; apresentado por propostas. sm 1 Coisa proposta. 2 Indivíduo escolhido por outro para exercer em seu lugar certas funções.
Assuntos relacionados a Proposto

[ Eleições ] Pergunta aberta : Você aprova o que aconteceu em Poxoréu?

[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Crise financeira mais importante desde a grande depressão [de 1929]! É a "Marolinha"?

FMI adverte para possível piora da crise; BC espanhol teme "depressão mundial"! Publicidade com BBC, France Presse e Reuters Autoridades econômicas mundiais advertiram neste domingo que a crise econômica pode se tornar ainda pior em 2009, caso os governos das principais economias não tomem as medidas adequadas para animar o consumo, os investimentos e a criação de empregos. "Estou particularmente preocupado com o fato de que nossa previsão, já muito negativa, vai ser ainda mais negativa se um estímulo fiscal apropriado não for colocado em prática', disse o diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, em uma entrevista à rádio BBC. O titular do Banco da Espanha (o banco central espanhol), Miguel Angel Fernández Ordoñez, reforçou as palavras de Strauss-Kahn, ao dizer que a incerteza sobre a economia mundial é "total" e que é possível uma "depressão maior", em entrevista publicada neste domingo pelo diário local El País. "A desconfiança é total. O mercado interbancário não funciona e se geram círculos viciosos: os consumidores não consomem, os empresários não contratam, os investidores não investem e os bancos não emprestam. Há uma paralisação quase total, do qual nada escapa", afirmou Ordoñez. O titular do BC espanhol, no entanto, estima o final da crise entre o final de 2009 e princípios de 2010, mas adverte que a crise "pode se estender devido à falta geral de confiança". Ainda segundo Ordoñez, uma reativação relativamente rápida é possível graças à queda nos preços do petróleo e ao rebaixamento das taxas de juros, que influenciam os empréstimos bancários. "A verdade é que esta é a crise financeira mais importante desde a grande depressão [de 1929]", acrescentou. Já Strauss-Kahn salientou ser necessário um pacote equivalente a 2% do Produto Interno Bruto global, cerca de US$ 1,2 trilhão (R$ 2,9 trilhões), para fazer uma diferença significativa. Ele procurou rebater as críticas de que mais estímulo público levaria a um crescimento dos déficits fiscais, dizendo que uma dívida pública maior é o menor de dois males. Ele afirmou ainda que o nível de endividamento em vários países, como a Grã-Bretanha, é preocupante e que, em outras circunstâncias, ele não recomendaria novos empréstimos por parte do governo. Para o diretor-gerente do FMI, a recessão é a grande questão e os governos devem estar dispostos a gastar mais para estimular a economia já que, do contrário, 'toda a sociedade vai sofrer'. Alemanha, Canadá e Japão Ontem, os governos da Alemanha, do Canadá e do Japão anunciaram planos bilionários para estimular o consumo e setor produtivo e enfrentar os desdobramentos da crise financeira que abala a economia mundial. O parlamento japonês aprovou um orçamento da ordem de US$ 54 bilhões, enquanto no Canadá, as montadoras devem receber uma ajuda equivalente a US$ 3,3 bilhões. E na Alemanha, a chanceler Angela Merkel prometeu um novo pacote de estímulo econômico para janeiro. O pacote japonês de US$ 54 bilhões (R$ 130 bilhões) proposto pelo Executivo prevê cortes de impostos para proprietários de imóveis, bem como empréstimos a pequenas empresas além de benefícios para desempregados. No Canadá, o primeiro-ministro Stephen Harper anunciou que o governo vai liberar 4 bilhões de dólares canadenses (cerca de US$ 3,3 bilhões) para as montadoras americanas localizadas na província de Ontario, onde se concentra a indústria automobilística local. E na Alemanha, a chanceler Angela Merkel afirmou que seu país dará um 'passo mais além' em janeiro para estimular a economia. Em seu programa semanal de rádio, a mandatária alemã afirmou que 2009 será 'um ano cheio de desafios' e que seu governo vai preparar com cuidado as próximas medidas de estímulo à economia, principalmente para manter e criar empregos! ***... Precisamos que o Mantega (e não o Mulla) viaje para esses países 'alarmistas' e lhes explique que é uma simples "marolinha", né? Assim, eles ficarão mais despreocupados, dada a grande inteligêntsia petista! (Cobrem mais impostos e nada repassem à população; dinheiro, apenas para os bolsos dos governantes! Tem tudo para dar certo!).

[ Advocacia e Fiscal ] Pergunta aberta : Cobrança indevida? Por Que?

Bom dia, Gostaria de saber quem tem razão no caso abaixo: Me ligaram da empresa Manager no dia 13.11.2008 e me ofereceram 7 dias de gratuidade no site www.manager.com.br, e me solicitaram que após esses dias eu deveria entrar no site e efetuar o cancelamento, sendo assim eu concordei e me foi solicitado o numero de minha conta corrente e me informaram que após o período de 7 dias o valor de R$ 59,00 começaria a ser cobrado, sendo que o cancelamento somente foi realizado no dia 21.11.2008, um dia após o prazo estipulado. Gostaria de saber se mesmo sendo com 1 dia de atraso, se é justo cobrar o valor de R$ 59,00. Motivos da minha reclamação: -Somente 1 dia de atraso. -Na ligação que me fizeram, em momento algum informaram que ha um contrato no site informando todo regulamento (entrei em contato com eles, e os mesmos me informaram isso). -No site www.manager.com.br não ha.um numero de contato para as devidas reclamações, isso é, tive que entrar no fale com cliente, enviar uma reclamação e desta forma tentaram me contactar posteriormente sendo sem sucesso, e me enviaram um e-mail com o telefone de contato. Isso é, se eu decidisse reclamar 17:00 e o valor estivesse para ser debitado da minha conta no dia seguinte, o mesmo aconteceria devido a falta de suporte telefônico. -Estou me sentindo lesado diante do ocorrido. Obs: Realizei contato com meu banco e solicitei a suspensão do valor que seria abatido no dia 28.11.2008, sendo que a atendente informou que eu serei negativado caso o pagamento não seja efetuado. Acordo proposto por eles: Disponibilizar o site por mais 30 dias, pois eu efetuei o cancelamento e eles iriam reativar para que eu possa utilizar o site de acordo com a mensalidade paga. Desde já agradeço peça atenção.

[ Nível Fundamental e Médio ] Pergunta aberta : Qual p padrão de beleza proposto ou imposto pelo contexto de nossa vida atual?

[ Nível Fundamental e Médio ] Pergunta aberta : Elaborar um artigo acadêmico. ?

RESUMO O presente trabalho aborda uma análise acerca da formação de gestores da educação. Tem como objetivo geral avaliar os cursos de capacitação de gestores. Para tanto, utilizou-se das teorias acerca da metodologia utilizada nos cursos. A partir dos resultados obtidos neste estudo, pode-se concluir que apesar de os dirigentes escolares possuir uma formação em curso superior, não estão preparados para . Isto pôde ser constatado avaliando-se itens como comunicação entre escola/pais/comunidade, confecção e utilização de Projeto Político-Pedagógico; e desempenho dos alunos. Dessa forma, fica evidente a necessidade de uma formação continuada, de modo a complementar a formação inicial. palavras - chave: Gestão da educação - formação - formação continuada. INTRODUÇÃO No contexto da educação brasileira, tem-se destacado o conceito de Gestão da Educação, considerada aspecto relevante na melhoria da qualidade de ensino. Formação de gestores passa a ser uma necessidade. Trataremos desta questão enfocando a necessidade de formação continuada. Tendo por objetivo apontar as limitações das práticas convencionais e indicar encaminhamentos para sua superação. No contexto de uma sociedade que se democratiza e se transforma, a escola enfrenta novas demandas. Dessa forma a formação de gestores passa a ser uma necessidade e um desafio ao sistema de ensino. Uma vez que, a formação básica dos dirigentes escolares não se assenta sobre essa área específica de atuação e que, mesmo quando estes profissionais a têm ela tende a ser livresca e conceitual, principal característica dos cursos superiores nessa área. A formação inicial, em nível superior, de gestores escolares era em Pedagogia, mediante a oferta em Administração Escolar. Com a diminuição da procura por este curso. Houve, no entanto a oferta de cursos de especialização em gestão educacional. Machado evidencia a necessidade de formação continuada, complementarmente a formação inicial, como condição para acentuar o processo de formação de gestores, de modo que enfrentem as problemáticas do cotidiano escolar. Essa capacitação constitui-se num processo aberto, de formação continuada e permanente. Uma vez que, o trabalho de gestão escolar exige, o exercício de múltiplas competências especificas. Considerando-se essa multiplicidade de competências e a dinâmica constante das situações, a formação continuada é aspecto fundamental para a formação de gestores. De acordo com Luck ao analisar Machado, os programas de formação para serem eficazes deverão ser realizadas de modo a articular teoria e pratica. Detecta uma serie de limitações comumente detectadas. Programas pautados em generalizações e seu distanciamento do dia-a-dia das escolas. A esse respeito mediante a realização de ampla pesquisa sobre programas de capacitação, Sarason, citado por Luck indica que, nos cursos profissionais não se levam em consideração as funções especificas que o profissional deve desempenhar e conseqüentemente, o desenvolvimento de capacidades para assumi-las com segurança. O distanciamento entre teoria e pratica ocorre, no entanto, quando os cursos focalizam conhecimentos, centram-se em conteúdos formais, deixando-se de lado o desempenho de habilidades e atitudes. Luck ressalta que a gestão é processo compartilhado, de equipe, portanto a equipe deveria ser capacitada em conjunto. O programa de capacitação proposto pelo Consed, descrito por Machado, propõe a realização da capacitação da equipe da escola. Essa proposta é centrada na metodologia da problematização, que adota como foco as situações naturais e concretas de trabalho de gestão. O desenvolvimento de competências deve, pois, ser o foco de organização de programas de formação de gestores, de modo a estabelecer unidade e direcionamento aos seus programas e cursos. Portanto é necessário articular política de formação com política de gestão.

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