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É isso mesmo!
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Fernando Henrique Cardoso tem um filho bastardo - fora do casamento com D. Rute.
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Chama-se Tomás Dutra Schmidt.
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Nascido no dia 26 de setembro de 1991 à zero hora e quinze minutos em uma maternidade de Brasília.
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Batizado pela avó materna e registrado na mesma cidade somente no nome da progenitora.
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Se houver dúvidas, perguntem à mãe do menino - a repórter Miriam Dutra.
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A imprensa tentou esconder. Diziam que era assunto pessoal de FHC que na época era senador.
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Mas lembrem-se que em 1989 os mesmos veículos destruiram o então candidato Lula explorando o caso pessoal de sua filha.
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No caso de FHC, ele ainda contou com a participação dos amigos Sérgio Motta e José Serra, primeiro conseguindo para a mãe e a criança um apartamento mais confortável na Asa Sul, onde ela já morava mais modestamente.
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E, depois, pedindo ao diretor de jornalismo da Rede Globo, Alberico Souza Cruz, que é o padrinho do menino, a transferência da jornalista para Lisboa, o que se efetivou.
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E assim o PiG (Rede Globo + IstoÉ + Folha de SP + Veja + O Globo) montou a ?conspiração de silêncio? sobre este filho de FHC.
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Hoje em dia todas as fotos e imagens da repórter Miriam Dutra estão guardadas nas redações e não são cedidas nem emprestadas para qualquer fim que seja.
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E ela continua exilada na Espanha.
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Alguns jornalistas já foram procurá-la em Barcelona, e há outras poucas pessoas que sabem disso!
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Mas na imprensa brasileira ficou uma ?matéria de gaveta?; no jargão jornalístico é aquela matéria que espera a ocasião oportuna para ser publicada ou fica para sempre enterrada.
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Argumentam tambem que não publicaram a matéria porque a mãe da criança não havia procurado a imprensa nem a Justiça, e só nessas circunstâncias, "as normas internas admitem a publicação".
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O que não é verdadeiro.
Sabemos todos que o PiG explorou tendenciosamente o caso envolvendo a filha do Lula em 1989 para eleger Color de Mello.
E o caso foi trazido a público por um repórter do Jornal do Brasil que foi investigar a história; e não porque algum dos envolvidos tivesse procurado a imprensa ou a Justiça.
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Outro argumento de diretores de redação em defesa da não publicação é o de ela não ser um fato jornalístico.
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Esquisito não considerar fato jornalístico um presidente da República ter um filho fora do casamento com uma jornalista da Rede Globo né não??
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Aluízio Maranhão, diretor de redação do Estadão naquele tempo, (hoje na revista Época) diz: ?Foi malandragem com interesses político-partidários e decidimos não noticiar. E essa foi a decisão de todos os órgãos. ?
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Hélio Campos Mello, diretor de redação de IstoÉ talvez não tenha tomado conhecimento, mas sabe-se que um repórter da revista fez a matéria e ela foi engavetada, por instância do proprietário da editora, que disse: ?Não sou louco, tenho negócios!!?.
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Esse mesmo empresário já disse, em tom de brincadeira, para quem quisesse ouvir: ?Sou mesmo um bandoleiro da imprensa; os outros também são, mas não dizem?.
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Pois é.........o PiG age assim. Tudo é feito usando a conspiração do silêncio!
E tem quem ainda assina a Veja, do jornal O Globo, da IstoÉ, da Folha de SP
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JUIZ DE DIR. AO ZIRALDO E AO JAGUAR
CARTA DE UM JUIZ DE DIR. AO ZIRALDO E AO JAGUAR
CARTA DE UM JUIZ DE DIR. AO ZIRALDO E AO JAGUAR
(qdo tiver tempo leia )
PESSOAL: É LER E... REFLETIR SOBRE "INDENIZAÇÕES"
(Carta de um juiz de Direito ao Ziraldo e Jaguar)
Juiz de Espumoso (RS) escreve a Ziraldo e Jaguar, comentando a aprovação da indenização e da aposentadoria em dobro paga pela Nação aos humoristas, que 'sofreram muito' por terem sido presos durante uma semana na época da ditadura militar brasileira, como represália pelas críticas que eles mesmos publicaram em 'O PASQUIM', na ocasião.
Prezados Ziraldo e Jaguar:
Eu fui fã número 1 do PASQUIM (em seguida saberão por quê). Por isto me sinto traído pela atitude de vocês (Ziraldo e Jaguar). Vocês,recebendo essa indenização milionária, fizeram exatamente aquilo que criticavam na época: o enriquecimento fácil e sem causa emergente da e na estrutura ditatorial. Na verdade, vocês se projetaram com a ditadura. Vocês se sustiveram da Ditadura.Vocês se divertiram com a Ditadura.
Está bem, vocês sofreram com a Ditadura, mas, exceto aquela semana na cadeia - que parece não foi tão sofrida assim - nada que uma entrevista regada a uísque e gargalhadas na semana seguinte não pudesse reparar.
A cada investida da Ditadura vocês se fortaleciam e a tiragem seguinte do jornal aumentava consideravelmente.
Receber um milhão de reais e picos por causa daquela semana, convenhamos, é um exagero, principalmente quando se considera que o salário mínimo no Brasil é de R$ 480,00 por mês... Vocês não podem argumentar que a Ditadura acabou com o jornal. Seria a mais pura mentira, se é que a mentira pode ser pura. O 'O Pasquim' acabou porque vocês se perderam.
O Pasquim acabou nos estertores da Ditadura porque vocês ficaram sem o motor principal de seu sucesso, a própria Ditadura. Vocês se encantaram com a nova ordem e com a possibilidade de a Esquerda dominar este país que não souberam mais fazer humor. Tanto que mais tarde voltaram de Bundas(*) há não muitos anos - e de bunda caíram porque foram pernósticos e pedantes.
Vocês só sabiam fazer uma coisa: criticar a Ditadura e não seriam o que são sem ela. Eu vi o nº 1 de 'O Pasquim' num tempo em que não tinha dinheiro para adquiri-lo. Mais tarde, estudante em Florianópolis, passei a comprá-lo toda semana na rua Felipe Schmidt, próximo à rua 7 de Setembro, numa banca em que um rapaz chamado, se não me engano Vilmar, reservava um exemplar para mim. Eu pagava no fim do mês. Formado em Direito, em 1976 fui para Taió.
Lá assinei o jornal que não chegava na papelaria do meu amigo Horst. Em 1981 vim para o Rio Grande do Sul e morando, inicialmente, em Iraí, continuei assinante. Em fins de 1982 fui promovido para Espumoso e sempre assinante.. Eu tenho o nº 500 de O Pasquim, aquele que foi apreendido nas bancas e que os assinantes receberam... Nessa época, não sei se lembram, o jornal reduziu drasticamente seu número de folhas. Era a crise. Era um arremedo do que fora, mas ainda assim conservava alguma verve.
A Ditadura estava saindo pelas portas dos fundos e vocês pelas portas da frente, famosos e aplaudidos. Vocês lançaram uma campanha de assinaturas. Eu fui a campo e consegui cinco ou seis. Em Espumoso! Imaginei que se cada assinante conseguisse cinco assinaturas, ajudaria muito. Eu era Juiz de Direito. Convenhamos: não fica bem a um Juiz sair vendendo assinatura de jornal. Mas fiz isto com o único interesse de ajudar o Pasquim a se manter. Na verdade, as assinaturas foram vendidas a amigos advogados aos quais explanei a origem, natureza e linha editorial do jornal. Uns cinco ou seis adquiriram assinaturas anuais. No máximo dois meses depois todos paramos de receber o jornal, que saiu de circulação.
O Pasquim deu o calote... Eu fiquei com cara de tacho e, como se diz por aqui, mais vexado que guri cagado. Sofri constrangimento por causa de vocês. Devo pedir indenização por isto?
Não, esqueçam! Mas agora que vocês estão milionários, procurem nos seus registros e devolvam o dinheiro dos assinantes de Espumoso que pagaram e não receberam a assinatura integral. Naquele tempo vocês não tinham como fazê-lo. Agora têm. Paguem proporcionalmente, mas com juros e correção monetária, como manda a lei.
Caso contrário, além de traidores, serei obrigado a considerá-los também caloteiros.'
Ilton Dellandrea
Juiz de Direito
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Além da indenização milionária a dupla passa a colaborar com o déficit da previdência, pois como o Lula, passam a receber aposentadoria em dobro do limite estabelecido para quem contribuiu por 35 anos! Além do mais, os que contribuiram por 35 anos não têm direito ao reajuste integral da aposentadoria. Este episódio das indenizações milionárias aos jornalistas do Pasquim é só mais um da série de escândalos em cascata que o pais produz.
Parece qu
[ Serviço Social ] Pergunta aberta : Vamos fazer uma lista do que aconteceu de pior e de melhor no ano de 2008.?
[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : O jornalista e o episódio do arremesso do sapato ?
Todos viram. Vibraram. Na última segunda, dia 15 de dezembro, o jovem jornalista iraquiano, Muntader Al Zaide, arremessando seus dois sapatos em direção ao chefe do império americano, George W. Bush causou comoção no mundo todo. Indubitavelmente de forma positiva. As pessoas vibraram, sentiram-se representadas na pessoa desse combativo periodista árabe. Mas, os seus significados vão além do simples arremesso. Como veremos.
O jornalista e o episódio do arremesso
Al Zaide é jovem mesmo. Tem apenas 29 anos. Foi, ainda sob o governo de Saddam Hussein, presidente de uma entidade estudantil. Segundo a emissora Al Jazira, é membro do partido Comunista Iraquiano. Tem muitos irmãos e alguns deles mortos em combate na resistência contra a ocupação do Iraque por tropas estrangeiras desde 2003. Zaide é jornalista da emissora de TV Al Baghdadiya (cuja sede central fica no Cairo). Todas as reportagens da TV que ele faz na cidade de Bagdá ele conclui dizendo ?da Bagdá ocupada?. A própria emissora que o emprega exigiu a sua imediata libertação, assim como o Sindicato dos Jornalistas do Iraque.
AL Zaide virou instantaneamente um herói nacional. E usou a sua arma mais potente tanto física como simbolicamente de que dispunha no momento: seus sapatos de sola de borracha pesados não teve dúvidas. Foi ficando cada vez mais irritado com a entrevista coletiva que Bush vinha dando, com suas mentiras habituais, ao lado do primeiro Ministro fantoche do Iraque, Nuri Al Maliki. Num determinado momento, decidiu arremessar em seguida, os seus dois sapatos contra Bush. A catatonia dos presentes e mesmo da segurança presidencial foi tamanha, que ele conseguiu inclusive tempo para atirar o segundo sapato.
A frase que ele proferiu, gravada ao vivo por todas as emissoras presentes foi: ?É o seu beijo de despedida do povo iraquiano, seu cachorro. Isso é pelas viúvas, órfãos e pelos que foram mortos no Iraque?. E não precisava dizer mais nada. AL Zaide mostrava-se ao mundo como o vingador dos mais de 200 mil iraquiano mortos, representava o sentimento de uma nação destruída, desmontada, aviltada, vendida, entregue à sanha imperialista e com quase toda a sua infra-estrutura destruída e vendida ao setor privado (doadas na verdade).
Sua fama foi instantânea. Foi saudado no mundo inteiro. Passeatas saíram às ruas para exigir a sua imediata libertação. Circulou a informação de que um empresário saudita estaria oferecendo dez milhões de dólares por um dos sapatos que foram arremessados contra Bush. A foto de Al Zaide não saia de todas as TVs árabes e os jornais americanos publicaram o sapato ?voador? passando rente à cabeça de Bush. Claro, os americanos procuraram minimizar o fato, dizendo que o mesmo não tinha importância alguma e que o jornalista não agiu em nome de nenhuma organização e não expressava a vontade do povo. Pura balela. Só se falava do ato de bravura praticado por um árabe contra o chefe do império mais odiado da história.
Os policiais que o prenderam, o espancaram brutalmente. Seu irmão, Maitham Al Zaide afirma que diversas de suas costelas foram quebradas e seu olho foi atingido por coronhadas de fuzil. Continua preso sem que nenhuma acusação lhe tenha sido feita e comunicado formalmente à justiça a sua detenção. Fala-se que poderia pegar de sete até quinze anos de cadeia por ter tentado agredir chefe de estado estrangeiro em visita ao Iraque.
Imediatamente uma rede de advogados formou-se para defendê-lo e exigir a sua libertação. A imprensa noticiou mais de cem advogados dispostos a prestar seus serviços gratuitamente para que ele possa ser libertado. O chefe da defesa de Saddam Hussein, Dr. Jalil Al Duleimi, será o provável defensor central de Al Zaide. Ainda continua sem nenhum contato tanto com seus familiares, como amigos e advogados, num claro desrespeito às tais normas mínimas de direitos humanos que os Estados Unidos
A simbologia do sapato
Atirar um sapato em alguém, no mundo muçulmano é uma das maiores ofensas que se pode imaginar. É sabido que para adentrar a uma mesquita todos os seguires do Islã devem tirar seus sapatos na porta da Mesquita. Sapatos são os protetores dos pés contra as impurezas da terra. Boa parte das coisas ruins, várias doenças, adentram em nosso corpo pelos nossos pés. As solas dos sapatos retém grande parte dessas impurezas. Assim, a simbologia não poderia ser melhor. Uma imensa ofensa ao chefe do império. Além do que chamá-lo ainda por cima de ?cachorro?, foi duplamente ofensivo.
Esse contexto é toda a simbologia que se poderia ter, de um final mais do que melancólico e dramático do governo mais impopular da história dos Estados Unidos. deixa o maior rombo de caixa na maior economia do planeta. Que deixa de legado para todo o planeta o modelo neoliberal, que foi devidamente enterrado com a maior crise da história financeira do mundo. O presidente mais odiado do mundo
[ Governo ] Pergunta aberta : Hoje é um dia especial, é o aniversário daquela que faz o YR política ter graça, já sabem não?
Hoje é aniversário da minha querida e especial amiga, de todas as horas, para dividir todos os problemas e as alegrias, a direita do YR a detesta, se bem que muitos são apaixonados por ela, a esquerda a tem como uma das musas da política, mas para mim é a minha amiga mais íntima e mais querida, me conhece verso e anverso, me dedica tempo precioso, me deu o maior presente que um amigo pode dar ao outro, a confiança, rio de suas graças e ela ri de minhas piadas sem graça, ela me conta seus segredos e eu os meus a ela, amamos nosso Brasil, amamos o povo brasileiro, ela mais ainda pelo trabalho social que faz e nunca contou a ninguém, puxa minhas orelhas quando necessário, mas me incentiva quando preciso, tem um humor sarcástico, e apesar de guerreira, sabe ser carinhosa com quem merece. Te adoro amiga, e te deixo um poema do sempre atual Shakespeare.
SONETO LXX
Se te censuram, não é teu defeito,
Porque a injúria os mais belos pretende;
Da graça o ornamento é vão, suspeito,
Corvo a sujar o céu que mais esplende.
Enquanto fores bom, a injúria prova
Que tens valor, que o tempo te venera,
Pois o Verme na flor gozo renova,
E em ti irrompe a mais pura primavera.
Da infância os maus tempos pular soubeste,
Vencendo o assalto ou do assalto distante;
Mas não penses achar vantagem neste
Fado, que a inveja alarga, é incessante.
Se a ti nada demanda de suspeita,
És reino a que o coração se sujeita.
PS; Pessoal da direita não adianta excluir que estou fazendo essa mesma pergunta em vários setores do YR, e se excluirem publicarei novamente.
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