Dicionário OnLine Workpédia

Quartel - Workpédia

 
Quartel


  • Edifício destinado a alojamento de soldados; caserna.

  • Quarta parte de um todo.

  • Peça com que se aumentam as dimensões de um mastro ou verga quando formados de um madeiro.

  • Quartel de século, período de 25 anos.

  • Quartel da vida, a quarta parte da duração média da existência.

  • Não dar quartel, não ter contemplação.

  • Pedir quartel, pedir misericórdia.

  • Guerra sem quartel, guerra inclemente, sem tréguas.
  • Assuntos relacionados a Quartel

    [ Participação Civil ] Pergunta aberta : Jornalista da BBC narra o pânico na Faixa de Gaza. E o mundo vai ficar quieto até quando?!?

    Por favor, leia o texto inteiro. O mundo não pode ficar calado com isso! BBC Brasil: O jornalista da BBC e morador da Cidade de Gaza, Hamada Abu Qammar, conta como está sendo o impacto dos bombardeios israelenses contra o Hamas na Faixa de Gaza: "As ruas em Gaza estão desertas, fora alguns poucos carros que levam vítimas para hospitais ou famílias levando - aos gritos e choros - entes queridos ao cemitério para serem enterrados. Esta manhã eu visitei o hospital de Shifa, o principal de Gaza. Conversei com um civil e também com um rapaz de 14 anos que foi ferido em um ataque aéreo contra uma delegacia no oeste da cidade nesta manhã. O homem disse que estava a caminho do trabalho em uma clínica quando ouviu o som dos aviões e resolveu voltar para casa. Mas depois disso ele não lembra o que aconteceu - ele acordou machucado, com ferimentos nas mãos, perna e estômago O rapaz tinha sangue na cabeça e sofria de muita dor. Ele não conseguia sequer lembrar seu nome. 'Não sei nem onde estou', disse-me ele. Também vi um corpo, na sala de emergência, com um pedaço de pau atravessando o peito. No sábado eu também estive no hospital; o necrotério estava cheio e corpos tinham sido deixados nas ruas. Pais procuravam seus filhos no hospital. Segui uma mulher que gritava 'meu filho, meu filho' enquanto procurava pelo prédio. O filho foi encontrado, um jovem de vinte e poucos anos. Os funcionários do hospital não deixaram a mãe ver o corpo, mas eu vi. Ele não tinha cabeça, e não havia estômago. Ela desmaiou em cima dos restos do corpo do filho, cobertos por um lençol branco. Os parentes no hospital gritavam e gritavam. Eles não tinham palavras para expressar seus sentimentos, apenas diziam 'Deus nos ajude', sem parar. Vi vários ataques aéreos nesta manhã - um contra um posto policial do Hamas em uma rua costeira, outro contra uma casa a 200 metros do escritório da BBC. Fumaça subia para o céu. O pior ataque hoje (domingo) foi contra o quartel-general das forças de segurança do Hamas, que também fica perto do escritório. Estava olhando da janela. Houve três barulhos altos de explosão e um corte de luz. Pude ouvir mulheres gritando em suas casas, e tiros sendo disparados por homens do Hamas ao redor da área para manter pessoas à distância. O complexo fica em plena área residencial, com vários prédios altos de apartamentos. Algumas dessas residências ficam a apenas 5 metros do local - e é claro que esses prédios também foram atingidos, com janelas sendo estilhaçadas e caindo no chão. A eletricidade vai e vem, como sempre. A maioria das lojas estão fechadas. Há escassez de tudo - a agência de ajuda da ONU ainda não foi capaz de distribuir alimentos e ajuda para 750 mil pessoas. Falta gás anestésico, suprimentos médicos, farinha e leite - mas muitas das pessoas que encontrei me disseram não estar preocupadas em comer enquanto essa situação persistir. Famílias estão passando tempo sentadas em suas casas. Conversei com uma vizinha minha, Iman, uma menina de 14 anos. Ela estava tão assustada que mal conseguia falar. 'Não sei para onde ir. Não sei onde é seguro para se ficar. Não sabemos quando eles vão atacar de novo', disse ela." Israel não está permitindo que jornalistas estrangeiros entrem na Faixa de Gaza. ______________ Um abraço.

    [ Filosofia ] Pergunta aberta : A tragédia de Santa Catarina ensina ...?

    Texto recebido de um anônimo residente em ITAJAI/SC, cidade duramente castigada pelas últimas chuvas ocorridas em SANTA CATARINA. Meus amigos, Hoje, 27 de novembro de 2008, o Sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada", a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho, não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí. As fotos que circulam na internet e os telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu, então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias porque todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas. Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência. Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperar-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos. Que aquela entidade superior que cada um acredita (Deus, Alá, Buda, GADU etc.) e da forma que cada um a concebe tenha piedade daqueles: - Que se aproveitaram a situação para fazer saques em supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros - Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma. - Que pediam 5 reais por um litro de água mineral. - Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás. - Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas. - Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas. - Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava. - Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas. - Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração. - Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas. Da mesma forma, que essa mesma entidade superior abençoe: - Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma. - Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver. - A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença. - À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida. - Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul. - Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos. - Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos. - Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas. - Aos Médicos Voluntários. - Às enfermeiras Voluntárias. - Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos. - Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso. - Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar. - Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade. - Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa. - Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem. - Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos. - Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem. - A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa. - A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou. - A todos que oraram por todos. - Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas. - Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira. - A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente. - A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém. - A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci. Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto: COMEÇAR DE NOVO Eu tinha medo da escuridão Até que as noites se fizeram longas e sem luz Eu não resistia ao frio facilmente Até pass Até passar a noite molhado numa laje Eu tinha medo dos mortos Até ter que dormir num cemitério Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires Até que me deram abrigo e alimento Eu tinha aversão a Judeus Até darem remédios aos meus filhos Eu adorava exibir a minha nova jaqueta Até dar ela a um garoto com hipotermia Eu escolhia cuidadosamente a minha comida Até que tive fome Eu desconfiava da pele escura Até que um braço forte me tirou da água Eu achava que tinha visto muita coisa Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas Eu não gostava do cachorro do meu vizinho Até naquela noite eu o ouvir ganir até se afogar Eu não lembrava os idosos Até participar dos resgates Eu não sabia cozinhar Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras Até ver todas cobertas pelas águas Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome Até a gente se tornar todos seres anônimos Eu não ouvia rádio Até ser ela que manteve a minha energia Eu criticava a bagunça dos estudantes Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos Agora nem tanto Eu vivia numa comunidade com uma classe política Mas agora espero que a correnteza tenha levado embora Eu não lembrava o nome de todos os estados Agora guardo cada um no coração Eu não tinha boa memória Talvez por isso eu não lembre de todo mundo Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos Eu não te conhecia Agora você é meu irmão Tínhamos um rio Agora somos parte dele É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio Graças a Deus Vamos começar de novo. Anônimo É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente. Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano. Pelo menos é a minha hora, acredito. Que Deus abençoe a todos.

    [ Militares ] Pergunta aberta : gostaria de saber qual o prazo de eu ir até o quartel e carimbar o certificado?

    [ Solteiros e Namorando ] Pergunta aberta : Preciso de ajuda urgente,sobre desconfiança . alguém me ajuda?

    ' tenho 16 anos e namoro uma pessoa de 26 ; senti que minha vida mudou por estar com ele;só que começou a rolar desconfiança.A primeira situação foi assim...eu conheci uma pessoa que se tornou minha amiga...gosto muito dela.E ela me chamou um dia pra sairmos ;nesse dia meu namorado estava trabalhando e resolvi ligar pra ele para perguntar o que ele achava disso .Porque ía muita gente muito amigo dele e aliás o namorado da minha amiga tmb ía.Ele me disse se queria ir ... e falei que sim;mas por causa dela a minha amiga.depois desse dia falaram que eu estava chamando um garoto ...e pedindo cigarro pra ele detalhe (não fumo);mas sempre teve um aprimeira vez de provar.. mas foi a muiito tempo . Segunda situação, fui no quartel eu e minha amiga levar uns documentos para minha identidade que só lá eu tiro,pq meu pai é do exercito e tem que ter essas palhaçadas todas de ir lá.Chegando lá,fiz tudo direitinho ... na hora de ir embora minha amiga queria dar uma passadinha no quartel do namorado dela(sabendo que ele ía brigar com ela).E um cara deu esporro na gente e fomos para casa.ela resolveu não contar nada pro namorado dela . eu eu tmb não ..pq o meu namorado era amigão dele.. então escondi numa boa intenção.Não prejudicar a minha amiga .Acabou que ela acabou falando , e ele descobriu aí já viu .. quase terminou comiigo.. e me viram lá...e uam pessoa falou qe eu estava traindo ele no quartel.Mas nunca hove isso ...Terceira situação; eu quando tinha 14 anos saía com meninas..mas não penso mais em voltar nisso.Estávamos bem, quando ele do nada recebe uma ligação falando que eu estva traindo ele com uma mulher e dois homens.e que eu era safada que a pessoa era amiga dele... e jah faz dois dias qe ela esta fazendo isso , e fala que a próxima vez que ela ligar ,vai ser pra falar os nomes. E meu namorado não sabe mais o que fazer no meio de tanta desconfiança ..não sei o que fazer amo ele muiito.Me ajudem por favor ,o que eu faço ?

    [ Piadas e Charadas ] Pergunta aberta : Mais algumas dos nossos amigos lusitanos?

    SEGURANÇA O filho do português chega pro pai e diz: - Papai, posso ir lá fora ver o eclipse? - Pode meu filho, mas não chegue muito perto. (Vai a merd@) MOTIVO - Por que o banco 24h não deu certo em Portugal? - Porque dava 23:30 e já tinha uma fila enorme. (aff) EM BOA COMPANHIA Manoel entra em um bar, abraçado a duas mulheronas maravilhosas. Aproxima-se do balcão e pede ao garçom: - Uma coca-cola, por favor. O garçom pergunta ao Manoel: - Família ? Ao que ele responde: - Não, são putas mesmo... mas estão morrendo de sede. (Ridiculo) SORTE O português vê uma máquina de Coca Cola e fica maravilhado. Coloca uma fichinha e cai uma latinha. Coloca 2 fichinhas e caem 2 latinhas. Coloca 10 fichas e caem 10 latinhas. Então ele vai ao caixa e pede 50 fichas. Diz então o caixa: - Desse jeito o Sr. vai acabar com as minhas fichas. - Não adianta, eu não paro enquanto estiver ganhando. (Boa boa) SEGREDOS O português passava em frente a um chaveiro quando viu uma placa: 'Trocam-se segredos'. Parou abruptamente, entrou na loja, olhou para os lados e cochichou para o balconista: - Eu sou gay, e você?! (A melhor de todas) SOCIEDADE Vocês sabem por que sociedade entre portugueses sempre dá certo? Porque um rouba do outro e deposita na conta conjunta! (a se no brasil fosse assim) CONFIANÇA Essa aconteceu num quartel de Lisboa. O Joaquim estava dando guarda quando se aproxima um jipe com um soldado, ele aponta o fuzil para a cabeça do motorista do jipe e pergunta rispidamente: - Você sabe a senha? - Sei. - Tudo bem, pode passar. (hahahahhaah) DOIS BASTAM - Você sabe quantos portugueses são necessários para afundar um submarino? - Dois. Um bate na porta, o outro abre! (aff kakakak) SELF-SERVICE - Como é restaurante por quilo de português? - O cliente é pesado, na entrada e na saída. (Pust que o pariu) NO SUPERMERCADO - Por que o português, cada vez que compra uma caixa de leite, abre-a, ali mesmo, no supermercado? - Porque na caixa está escrito : 'Abra aqui.' (ha ha se liga) MARIA Maria, a mulher do Manuel, foi fazer exame de fezes e colocou a latinha com o conteúdo do exame em cima do balcão. A recepcionista solicitou: - Dá prá senhora colocar o nome, por favor? A lusitana não hesitou e escreveu: MERDA. (kakakakakak ninguém merece) AINDA MARIA Maria vai ao ginecologista reclamando que não consegue engravidar. *Por favor, tire a roupa e deite-se naquela maca - diz o médico, preparando-se para examiná-la. E ela indecisa: - Mas, doutor! Eu queria tanto que o filho fosse do meu Manuel! (Olha as coisa piorando) CELULAR - Você sabe por que o português sempre deixa o celular em cima da máquina de lavar? - Para não ficar fora da área de serviço! (**** que pariu) ÓCULOS MÁGICO O Português foi pro Japão e comprou um par de óculos cheio de tecnologia que mostrava todas as mulheres peladas. Manuel coloca os óculos e começa a ver todas as mulheres peladas, ele se encanta. Poe os óculos, peladas! Tira os óculos, vestidas! Que maravilha! Ai Jesus! E assim foi Manoel para Portugal, louco para mostrar a novidade para a mulher (Maria). No avião, se sente o máximo vendo as aeromoças todas peladas. Quando chega em casa, já coloca os óculos para pegar Maria pelada. Abre a porta e vê Maria e o Compadre no sofá pelados. Tira o óculos, pelados! Poe os óculos, pelados! Tira, pelados! Poe, pelados! E Manuel diz: - 'Put@ que pariu! essa merd@ já quebrou!'

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