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[ Outras - Família e Relacionamentos ] Pergunta aberta : ?!!!Fases do conhecer de cada personalidade cujas preferências e razões não são a mesma!!!?vc concorda?
[ Outras - Sociedade e Cultura ] Pergunta aberta : O que significa "processo de institucionalização" ?
[ Yahoo! Respostas ] Pergunta aberta : Respondi isso sobre as drogas.Vc concorda ou discorda?
Um amigo postou uma pergunta.
Tratava-se de um texto psicaledélico de um usuário de LSD.
Então respondi conforme abaixo.
Opine.
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Amigo,
Este texto é oportuno para refletir sobre a adesão às drogas por parte do jovem, na atualidade.
Quando eu era adolescente, na década de 70, em minha cidade, começava a despontar os primeiros focos de usuários de drogas.
Dava prá vc apontar esse e aquele.
Geralmente eram jovens que se destacavam pela ousadia, eram considerados "prá frente".
Nós, os outros, éramos caretas.
Nesse período, vivíamos sob o domínio do militarismo, e, o uso de entorpecentes não era tolerado. Daí porque o usuário era visto como alguém corajoso.
Além do mais havia a onda do paz e amor, reflexo importado dos EUA, através de Woodstock.
O usuário era embalado pelo sonho de liberdade.
Porém amigo, na atualidade, depois de milhares de exemplos de tragédias e destruições em massa.Depois desse espetáculo que vemos no cotidano envolvendo as drogas em todos os níveis; quando sabemos que esse ou aquele se envolveu como usuário ou traficante, a primeira imagem que me vem na mente é a de que aquela pessoa é de uma burrice sem tamanho.
No passado, o que tínhamos era a propaganda silenciosa de uma promessa de paz e amor; agora é tão somente a realidade escancarada de destruição, no mínimo de nossa saúde física ou psico-social.
É bem verdade que não se pode generalizar, há quem faça uso moderado e equilibrado, mas na sua totalidade o efeito é devastador.
E, essa reflexão não vale somente para entorpecentes, inclue o cigarro e o àlcool.
Excelente oportunidade de reflexão!
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Relação entre QI alto e a descrença?
Segundo pesquisa, QI médio é mais alto nos países onde há menor crença em Deus.
Um artigo de pesquisadores europeus, que será publicado na revista acadêmica Intelligence em setembro, defende a tese de que pessoas com QI (Quociente de Inteligência) mais alto são menos propensas a ter crenças religiosas.
O texto é assinado por Richard Lynn, professor de psicologia da Universidade do Ulster, na Irlanda do Norte, em parceria com Helmuth Nyborg, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, e John Harvey, sem afiliação universitária.
Lynn é autor de outras pesquisas polêmicas, entre elas uma sugerindo que os homens são mais inteligentes do que as mulheres.
A conclusão é baseada na compilação de pesquisas anteriores que mostram uma relação entre QIs altos e baixa religiosidade e em dois estudos originais. Em um desses estudos, os autores compararam a média de QI com religiosidade entre países. No outro estudo, eles cruzaram os resultados de jovens americanos em um teste alternativo de habilidade intelectual (fator g) com o grau de religiosidade deles. Na pesquisa entre países, os pesquisadores analisaram média de QI com o de religiosidade em 137 países. Os dados foram coletados em levantamentos anteriores.
Os autores concluíram que em apenas 23 dos 137 países a porcentagem da população que não acredita em Deus passa dos 20% e que esses países são, na maioria, os que apresentam índices de QI altos.
Os pesquisadores dividiram os países em dois grupos. No primeiro grupo, foram colocados os países cujas médias de QI são mais baixos, variando de 64 a 86 pontos. Nesse grupo, uma média de apenas 1,95% da população não acredita em Deus.
No segundo grupo, onde a média de QI era de 87 a 108, uma média de 16,99% da população não acredita em Deus. Os autores argumentam que há algumas exceções para a conclusão de que QI alto equivale a altas taxas de ateísmo. Eles citam, por exemplo, os casos de Cuba (QI de 85 e cerca de 40% de descrentes) e Vietnã (QI de 94 e taxa de ateísmo de 81%), onde há uma porcentagem de pessoas que não acreditam em Deus maior do que a de países com QI médio semelhante.
Uma possível explicação estaria, segundo os autores, no fato de que "esses países são comunistas nos quais houve uma forte propaganda ateísta contra a crença religiosa". Outra exceção seriam os Estados Unidos, onde a média de QI é considerada alta (98), mas apenas 10,5% dizem não acreditar em Deus, uma taxa bem mais baixa do que a registrada no noroeste e na região central da Europa - onde há altos índices médios de QI e de ateísmo. Lynn diz que uma explicação para o quadro verificado nos Estados Unidos pode estar no fato de que "há um grande influxo de imigrantes de países católicos, como México, o que ajuda a manter índices altos de religiosidade". Mas ele reconhece que mesmo grupos que emigraram para os Estados Unidos há muito tempo tendem a ter crenças religiosas fortes e diz que, simplesmente, não consegue explicar a realidade americana.
Os autores argumentam que essa relação entre QI e descrença religiosa vem sendo demonstrada em várias pesquisas na Europa e nos Estados Unidos desde a primeira metade do século passado. Eles citam, também, uma pesquisa de 1998 que mostrou que apenas 7% dos integrantes da Academia Nacional Americana de Ciências acreditavam em Deus, comparados com 90% da população em geral. Lynn admitiu à BBC Brasil que os resultados apontam para uma "generalização" e que há pessoas com QI alto que têm crenças religiosas fortes. Segundo ele, há vários fatores, como influência familiar ou pressão social, que influenciam a religiosidade das pessoas.
"Nós temos que diferenciar a situação hoje com outros períodos da história. As pessoas tendem a adotar uma atitude de acordo com a sociedade em que vivem. Hoje em dia, na Grã-Bretanha e em outros países europeus, não há tanta pressão da sociedade para que você acredite em Deus", afirma.
Uma das hipóteses que o estudo levanta para tentar explicar a correlação entre QI e religiosidade é a teoria de que pessoas mais inteligentes são mais propensas a questionar dogmas religiosos "irracionais".
O professor de psicologia da London School of Economics, Andy Wells, porém, levanta questões sobre a tese. "A conclusão do professor Lynn é de que um QI alto leva à falta de religiosidade, mas eu acredito que é muito difícil ter certeza disso", afirma.
De acordo com Wells, vários estudos já demonstraram que pessoas com níveis de QI altos tendem a ter níveis de educação mais altos. "E quanto mais educação as pessoas têm, é mais provável que elas tenham acesso a teorias alternativas de criação do mundo, por exemplo", afirma Wells.
O jornal de psicologia Intelligence, publicado na Grã-Bretanha, traz pesquisas originais, estudos teóricos e críticas de estudos que "contribuam para o entendimento da inteligência". Acadêmicos de universidades de vários países fazem parte da diretoria editorial.
Para pensar...
A conclusão do professor Lynn é de que um QI alto
[ Ajuda para Lição de Casa ] Pergunta aberta : análise ao texto argumentativo?
O texto é o seguinte:
"O que não é mensurável não existe. Só existe aquilo que de alguma forma os nossos sentidos conseguem captar. Será (e com certeza já foi) uma discussão meta-física interessante discutir se há algo para além da nossa realidade. No entanto, para formar a nossa realidade, para decidir o que existe ou não a única coisa que interessa é descobrir as coisas que têm um efeito mensurável.
Na ciência isto é muito importante. Diz-nos que para estudar um fenómeno ou teoria devemos procurar efeitos reproduzíveis da sua existência. Quando não se consegue descarta-se por completo, não por falta de compreensão, mas por haver forte evidência que não existe mesmo.
Pode parecer que estou a dizer que tudo o que não é ciência não existe. Não estou. A ciência interessa-se por coisas que consegue definir com rigor porque quer produzir resultados concretos e não romances. No entanto, produzir romances não é uma actividade irrelevante. As coisas que não são concretas e fortes continuam a existir. A ciência não lhes toca porque não consegue. Falta saber se alguma vez conseguirá.
O que estou a dizer que não existe são as coisas que se tentam esconder dizendo que a ciência não cobre tudo, tentando evitar o sentido crítico das pessoas. A existência da alma ou de fantasmas, a astrologia e tantas outras coisas são candidatas para esta categoria. Para algumas pode ser que se descubram efeitos mensuráveis e se prove a sua existência. Mas enquanto isso não acontecer temos de assumir que não existem.
O ponto é que aquilo que não tem nenhum efeito sobre nós não pode ser considerado parte da realidade. A definição de realidade tem de ser aquilo que tem efeito sobre nós. Se não for, podemos passar o resto dos nossos dias a escrever num papel aquilo que "existe". Podemos inventar como realidade tudo o que quisermos. Isto não quer dizer que para um surdo o som não exista. Mesmo que não consiga ouvir ele próprio, pode usar um instrumento para medir ondas sonoras e detectar a sua presença.
O que não medimos directa ou indirectamente não existe. A realidade é aquilo que observamos com os nossos sentidos porque são esses o nosso único contacto com o exterior. Se conseguirmos substituir completamente todos os estímulos exteriores por outros artificiais a nova realidade não é fingida, é mesmo a realidade. A ideia do Matrix é essa. No filme isto não era assim mas é impossível provar que neste momento não estamos todos dentro da máquina e que o filme em si não foi um pedaço de humor cínico dos nossos mestres mecânicos. A beleza da coisa é que não faz qualquer diferença."
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O que tenho de fazer com este texto é identificar o tema, a tese, a posição do autor, reconhecer os argumentos do autor, e se existirem argumentos que são contra aos do autor.
Ajudam-me por favor???
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Deus ajuda a quem se ajuda?
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : O que existe para vc? Qual sua visão da realidade?
[ Outros - Internet ] Pergunta aberta : Oi gente!!! Por favor mim ajudem. No meu orkut, consta q tenho 27 recados, so na realidade, não tem nenhum!!!?
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Quantas Igrejas foram fechadas nos últimos anos?
[ Outras - Produtos do Yahoo! ] Pergunta aberta : Pessoal, alguem fala para esse LULA para de criar emprego por favor,,,?
Já tem vagas que estão abertas a meses e o pessoal não tá conseguindo preencher porque não teve educação de qualidade graças ao FHC,,,se criar mais então o Brasil esta perdido!!!!
É que estou me contagiando com a tucanaiada!!!
Veja o novo foco de crítca deles!
Pesquisa Prander:
Ministro Tarso Genro defende reforma trabalhista.
Durante seminário promovido pela CNI
(Confederação Nacional da Indústria).
O ministro da Justiça, Tarso Genro, surpreendeu a platéia que participou de uma mesa redonda sobre "Desenvolvimento e Constituição, 2008-2028", promovido pela CNI. O ministro afirmou que tinha sido um equívoco dos Constituintes de 1988 terem "constitucionalizado os direitos trabalhistas".
- A reforma trabalhista é uma das reformas mais importantes. Não se trata de flexibiização de direitos. Há novas formas de trabalho. Há novas formas de produção. Há um novo mundo do trabalho e precisamos de novas tutelas - disse Genro, surpreendendo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que participava do debate.
Tarso Genro acrescentou:
- Se não fizermos isso, a CLT será cada vez menos aplicável e ao lado dela se criará um vácuo, uma anomia. Estou falando de proteção ao trabalho, como a flex-security adotada na Europa, em países como a Noruega.
O presidente da CNI, deputado Armando Monteiro (PTB-PE), que em sua intervenção não tinha relacionado a reforma trabalhista como uma prioridade para modernizar a economia do país ficou animado. Ele tinha apontado a necessidade das reformas tributária, política e previdenciária como prioridades do setor produtivo.
- Há realidades novas. Os direitos trabalhistas - sei que o ministro não concorda com isso - deveria ser produto não da lei mas de contratos coletivos de trabalho. Isso ajudaria a dinamizar o processo econômico. A lei cristaliza, não responde a processo - afirmou Armando Monteiro.
Tarso Genro retrucou, dizendo que os acordos coletivos só poderiam prevalecer num ambiente em que a diferença entre o maior e o menor salário fossem de um para 20 e que o valor d salário-mínimo cumprisse a função constitucional. Nesse momento, Fernando Henrique interviu, louvando a posição de Genro, de que é preciso se adaptar aos novos tempos nas relações trabalhistas.
- Reconheço que o ministro abre um espaço para se fazer um ajuste na legislação trabalhista. Isso não é contra os trabalhadores. É preciso fazer um ajuste - disse FH.
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