Dicionário OnLine Workpédia

Refúgio - Workpédia

 
Refúgio


  • Asilo, retiro, lugar para onde se foge para escapar a um perigo: as igrejas eram outrora lugares de refúgio.

  • Fig. Amparo, proteção: Deus é o nosso refúgio.

  • Esconderijo.

  • Pequeno passeio para pedestres, no meio de ruas ou praças de tráfego intenso.
  • Assuntos relacionados a Refúgio

    [ Organizações Internacionais ] Pergunta aberta : Porque os assassinos idiotas matam mais de 650 inocentes e ainda querem que o Brasil os apoie ?

    (Mundo pressiona Israel a aceitar trégua - Conflito já matou mais de 650 palestinos na Faixa de Gaza, segundo fontes médicas.) http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=72892&Itemid=195 04/01/2009 - 12:22 PT condena terrorismo de Estado do governo de Israel contra o povo palestino Leia abaixo nota do Partido dos Trabalhadores sobre os ataques israelenses ao territótio palestino PT condena ataques criminosos Os ataques do exército de Israel contra o território palestino, que já causaram milhares de vítimas e centenas de mortes, além de danos materiais, só podem ser caracterizados como terrorismo de Estado. Não aceitamos a "justificativa" apresentada pelo governo israelense, de que estaria agindo em defesa própria e reagindo a ataques. Atentados não podem ser respondidos através de ações contra civis. A retaliação contra civis é uma prática típica do exército nazista: Lídice e Guernica são dois exemplos disso. O governo de Israel ocupa territórios palestinos, ao arrepio de seguidas resoluções da ONU. Até agora, conta com apoio do governo dos Estados Unidos, que se realmente quiser tem os meios para deter os ataques. Feitos sob pretexto de "combater o terrorismo", os ataques de Israel terão como resultado alimentar o ódio popular e as fileiras de todas as organizações que lutam contra os EUA e seus aliados no Oriente Médio, aumentando a tensão mundial. O Partido dos Trabalhadores soma sua voz à condenação dos ataques que estão sendo perpetrados pelas forças armadas de Israel contra o território palestino e convoca seus militantes a engrossarem as manifestações contra a guerra e pela paz que estão sendo organizadas em todo o Brasil e no mundo.O PT reafirma, finalmente, seu integral apoio à causa palestina. Ricardo Berzoini Presidente nacional do PT Valter Pomar Secretário de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/01/07/ong+judaica+diz+que+pt+e+solidario+ao+anti+semitismo+e+ao+terrorismo+3240622.html ONG judaica diz que PT é solidário ao antissemitismo e ao terrorismo 07/01 - 18:49 - Redação com agências internacionais A organização judaica Centro Simon Wiesenthal protestou nesta quart-feira contra a declaração do PT de que Israel pratica um "terrorismo de Estado" em Gaza, e afirmou que o partido brasileiro é "solidário ao antissemitismo e ao terrorismo". A sede regional da entidade emitiu em Buenos Aires um comunicado no qual assinalou que "é irônico que um partido como o PT, reconhecido por sua tradição democrática e que chegou à Presidência do Brasil respeitando as regras do Estado de direito, ataque desse modo outra democracia". O PT publicou recentemente em seu site uma nota de condenação "ao terrorismo de Estado do Governo de Israel contra o povo palestino", e qualificou o ataque a Gaza como uma "prática nazista". O diretor de Relações Internacionais do Centro Wiesenthal, Shimon Samuels, e o representante do centro para a América Latina, Sergio Widder, enviaram hoje uma nota de protesto ao presidente e ao secretário de Relações Internacionais do PT, Ricardo Berzoini e Valter Pomar, respectivamente. "O comunicado do PT é escandaloso, mas não surpreendente totalmente, em razão de seu acordo de cooperação com o Partido Baath Árabe Socialista da Síria. Lembremos que sob o regime do Baath, a Síria deu refúgio ao criminoso nazista Alois Brunner, o braço direito de Adolf Eichmann na implementação da 'Solução Final'. Isso sim é cumplicidade com o nazismo", criticou a entidade judaica em sua nota. Samuels considerou que se o PT "realmente busca a paz, então sua melhor contribuição seria condenar o anti-semitismo do Hamas e protestar contra a chuva de foguetes que essa organização dispara contra civis israelenses, assim como contra seu abuso de civis palestinos ao utilizá-los como escudos humanos". "O Hamas tem como propósito apagar do mapa o Estado de Israel, e cita em seu Estatuto um panfleto anti-semita da Rússia czarista, os Protocolos dos Sábios de Sião. O PT está, com isso, demonstrando solidariedade com o anti-semitismo e o terrorismo", acrescentou Widder.

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : ONU pede investigação dos últimos bombardeios. Israel viola lei internacional ao bombardear uma escola?

    Genebra, 6 jan (EFE) O bombardeio israelense de ontem à noite contra uma escola de Gaza administrada pela ONU e a morte de uma família de cinco membros por causa de um ataque contra sua casa "devem ser investigados e, caso a lei internacional tenha sido violada, os culpados devem ser processados". Esta afirmação estava hoje no comunicado do coordenador humanitário da ONU para os territórios palestinos, Maxwell Gaylard, que lamenta que nem mesmo as instalações da ONU sejam seguras para os civis palestinos em Gaza. Três membros de uma mesma família palestina morreram no bombardeio israelense de uma escola da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos (UNRWA), onde buscaram refúgio. O lugar estava claramente sinalizado como estabelecimento administrado pelas Nações Unidas, informou a organização. Outro bombardeio israelense que aconteceu hoje contra outra escola da UNRWA já deixou pelo menos 40 mortos, segundo fontes médicas em Gaza, embora o comunicado do coordenador ainda não faça referência ao mesmo. Maxwell se refere da mesma forma a outro trágico incidente de ontem, quando uma família inteira formada por cinco filhos e seus pais morreu quando o Exército israelense bombardeou sua casa. "Estas mortes colocam em evidência a trágica realidade da situação em Gaza para os civis, onde nem as casas nem os refúgios da ONU são seguros", afirma o membro da ONU. "Cerca de um milhão e meio de palestinos civis estão perigosamente expostos aos combates. Não têm lugares seguros para os quais fugir", acrescentou. "Estes trágicos incidentes devem ser investigados e, se a lei internacional foi desobedecida, os responsáveis devem ser processados", declarou. A UNRWA afirmou hoje que "de um ponto de vista legal este foi um ataque contra uma instalação da ONU". Até quando Israel vai fazer o que quer e, com exceção de Hugo Chávez, o mundo vai assistir?

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Fiquei chocada com a disparidade dos numeros e com a frieza dos agressores. Israel X Palestina?

    Sexta, 2 de janeiro de 2009, 14h50 Jornal do terra População do sul de Israel exige que Exército continue bombardeando Gaza, O apoio à ofensiva militar sobre a Faixa de Gaza é quase unânime entre a população do sul de Israel, onde os foguetes palestinos geraram medo, raiva e a convicção de que vale de tudo para acabar com o Hamas. O crescente número de mortos na faixa, as numerosas vítimas civis e a dureza das imagens de dor que chegam à televisão israelense não comovem a população das comunidades próximas a Gaza, onde o apoio à operação militar é em massa e quase ninguém se mostra a favor de parar o ataque. Das ruas de Sderot são avistados a apenas três quilômetros de distância os aviões israelenses que bombardeiam a região, mas não se ouvem seus disparos, embora, se se olhar fixamente, pode-se ver uma chama de luz cada vez que eles soltam suas cargas. O que sim se escuta a cada certo tempo são as sirenes advertindo do lançamento de um foguete a partir da faixa, fazendo com que todo mundo deixe o que está fazendo e se esconda no refúgio mais próximo, Nos cafés e restaurantes as pessoas comem de costas para os canais de televisão que mostram a destruição em Gaza, mas que, sobretudo, dedicam seus espaços a mostrar imagens do medo vivido pelos povoados do sul do país e os destroços causados pelos foguetes palestinos que chegam ao território israelense, mas que na sua grande maioria caem sobre zonas desérticas do deserto. "Cem por cento da população do sul e 90% dos israelenses apóiam esta operação. Queremos que continue e não nos importa se cívis morrem ou que tenhamos que esperar meses até que o Exército acabe com seu trabalho e expulse todas as organizações terroristas de Gaza", disse à Agência Efe Shalom Halevi, porta-voz adjunta da Prefeitura de Sderot. Desde que começou a ofensiva militar israelense, no sábado passado, morreram em Gaza 430 pessoas e mais de 2.200 ficaram feridas, enquanto os foguetes das milícias palestinas, a maioria de fabricação caseira e elaborados com encanamentos, mataram nos últimos oito anos 16 israelenses, quatro deles esta semana. A desigualdade de forças e o desequilíbrio entre os números de vítimas de um e outro lado, no entanto, não são nesta região motivo suficiente para chamar à contenção. Após sete dias de contínuos bombardeios em Gaza, o Exército israelense reconheceu que tinha superestimado a capacidade balística do Hamas e que a ameaça para o sul do país é menor que o que em um primeiro momento tinha sido calculado, informou hoje o jornal "Ha'aretz". Mas os habitantes do sul, sobretudo os das cidades onde até há apenas alguns dias nunca tinham chegado os foguetes palestinos, exigem do Exército que "faça seu trabalho até o final" e "acabe com o medo". Os colégios estão fechados desde que caiu o primeiro foguete e, as ruas estão mais vazias do que o habitual, mas não se percebe nervosismo na cidade, onde se podem ver algumas crianças andando de bicicleta e mulheres com seus filhos fazendo lanches nas cafeterias. Quem é contra a continuação da ofensiva é minoria e não o manifesta abertamente. É o caso de Aaron Medina, israelense descendente de espanhóis que opina que os bombardeios não são a solução. "Queriam demonstrar que Israel é o mais forte, mas isso todo mundo já sabia". Medina acredita que a única saída para que haja permanentemente paz na região será um acordo político. Dina Babulpan, gerente da Prefeitura de Ashdod, também acredita que a solução terá que ser negociada para ser definitiva, mas considera que "primeiro é preciso destruir o Hamas e todos que são contra Israel para depois se falar com eles". Segundo uma enquete divulgada ontem pelo jornal "Ha'aretz", 52% dos israelenses querem que os bombardeios continuem sobre Gaza, enquanto apenas 20% da população pede que se negocie uma trégua. Ontem à noite, cerca de 20 jovens poetas realizaram uma vigília com leitura de poemas em frente a uma casa do ministro da Defesa, Ehud Barak, de quem exigem que acabe com a destruição em Gaza. Hoje, poucas dezenas de pessoas se manifestaram na cidade portuária de Haifa para protestar contra a ofensiva, mas a aposta pelo fim da violência é minoritária em Israel, onde inclusive o único partido pacifista, o Meretz, apoiou a sangrenta ofensiva contra a região palestina.

    [ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Maria, Mãe de Deus - Theotokos - título criado pelos cristãos (so responda se ler ate o final)?

    Bom dia, e feliz 2009 a todos. meu objetivo e apenas mostrar as pessoas de outras religioes e ate as catolicas que de alguma forma estão desinformadas sobre como deve ser visto Maria - Mãe de Deus. Espero que apos este texto, fique mais esclarecido o sentido dessa expressão, onde ela está correta, vista sob a forma correta. se nao ler ate o final, dispenso a resposta. A contemplação do mistério do nascimento do Salvador tem levado o povo cristão não só a dirigir-se à Virgem Santa como à Mãe de Jesus, mas também a reconhecê-la como Mãe de Deus. Essa verdade foi aprofundada e compreendida como pertencente ao patrimônio da fé da Igreja, já desde os primeiros séculos da era cristã, até ser solenemente proclamada pelo Concílio de Éfeso no ano 431. Na primeira comunidade cristã, enquanto cresce entre os discípulos a consciência de que Jesus é o filho de Deus, resulta bem mais claro que Maria é a Theotokos, a Mãe de Deus. Trata-se de um título que não aparece explicitamente nos textos evangélicos, embora eles recordem ?a Mãe de Jesus? e afirmem que ele é Deus (Jô. 20,28; cf. 05,18; 10,30.33). Em todo o caso, Maria é apresentada como Mãe do Emanuel, que significa Deus conosco (cf. mt. 01,22-23). Já no século III, como se deduz de um antigo testemunho escrito, os cristãos do Egito dirigiam-se a Maria com esta oração: ?Sob a vossa proteção procuramos refúgio, santa Mãe de Deus: não desprezeis as súplicas de nós, que estamos na prova, e livrai-nos de todo perigo, ó Virgem gloriosa e bendita? (Da Liturgia das Horas). Neste antigo testemunho a expressão Theotokos, ?Mãe de Deus?, aparece pela primeira vez de forma explícita. Na mitologia pagã, acontecia com freqüência que alguma deusa fosse apresentada como Mãe de um deus. Zeus, por exemplo, deus supremo, tinha por Mãe a deusa Reia. Esse contexto facilitou talvez, entre os cristãos, o uso do título ?Theotokos?, ?Mãe de Deus?, para a Mãe de Jesus. Contudo, é preciso notar que este título não existia, mas foi criado pelos cristãos, para exprimir uma fé que não tinha nada a ver com a mitologia pagã, a fé na concepção virginal, no seio de Maria, d?Aquele que desde sempre era o Verbo Eterno de Deus. No século IV, o termo Theotokos é já de uso freqüente no Oriente e no Ocidente. A piedade e a teologia fazem referência, de modo cada vez mais freqüente, a esse termo, já entrado no patrimônio de fé da Igreja. Compreende-se, por isso, o grande movimento de protesto, que se manifestou no século V, quando Nestório pôs em dúvida a legitimidade do título ?Mãe de Deus?. Ele de fato, propenso a considerar Maria somente como Mãe do homem Jesus, afirmava que só era doutrinalmente correta a expressão ?Mãe de Cristo?. Nestório era induzido a este erro pela sua dificuldade de admitir a unidade da pessoa de Cristo, e pela interpretação errônea da distinção entre as duas naturezas ? divina e humana ? presentes n?Ele. O Concílio de Éfeso, no ano 431, condenou as suas teses e, afirmando a subsistência da natureza divina e da natureza humana na única pessoa do Filho, proclamou Maria Mãe de Deus. As dificuldades e as objeções apresentadas por Nestório oferecem-nos agora a ocasião para algumas reflexões úteis, a fim de compreendermos e interpretarmos de modo correto esse título. A expressão Theotokos, que literalmente significa ?aquela que gerou Deus?, à primeira vista pode resultar surpreendente; suscita, com efeito, a questão sobre como é possível que uma criatura humana gere Deus. A resposta da fé da Igreja é clara: a maternidade divina de Maria refere-se só a geração humana do Filho de Deus e não, ao contrário, à sua geração divina. O Filho de Deus foi desde sempre gerado por Deus Pai e é-Lhe consubstancial. Nesta geração eterna Maria não desempenha, evidentemente, nenhum papel. O Filho de Deus, porém, há dois mil anos, assumiu a nossa natureza humana e foi então concebido e dado à luz Maria. Proclamando Maria ?Mãe de Deus?, a Igreja quer, portanto, afirmar que Ela é a ?Mãe do Verbo encarnado, que é Deus?. Por isso, a sua maternidade não se refere a toda a Trindade, mas unicamente à segunda Pessoa, ao Filho que, ao encarnar-se, assumiu dela a natureza humana. A maternidade é relação entre pessoa e pessoa: uma mãe não é Mãe apenas do corpo ou da criatura física saída do seu seio, MAS DA PESSOA QUE ELA GERA. Maria, portanto, tendo gerado segundo a natureza humana a pessoa de Jesus, que é a pessoa divina, é Mãe de Deus. Ao proclamar Maria ?Mãe de Deus?, a Igreja professa com uma única expressão a sua fé acerca do Filho e da Mãe. Esta união emerge já no Concílio de Éfeso; com a definição da maternidade divina de Maria, os Padres queriam evidenciar a sua fé a divindade de Cristo. Não obstante as objeções, antigas e recentes, acerca da oportunidade de atribuir este título a Maria, os cristãos de todos os tempos, interpretando corretamente o significado dessa maternidade, tornaram-no uma expressão privilegiada da sua fé na divindade de Cristo e do seu am

    [ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : O Clero suspirou por causa de uma dançarina?

    Escândalo envolveu Greene e Shirley Temple O ano foi o de 1937. O escritor Graham Greene era colaborador da revista Night and Day e escreveu uma reportagem sobre Shirley Temple na qual afirmava que a actriz, então com oito anos, era o centro das atenções no estúdio, de homens de meia idade e de clérigos. As declarações feitas na reportagem valeram-lhe um processo em tribunal e foram a verdadeira causa pela qual o escritor se refugiou no México, país que não permitia a extradição, o que o impediu de ser preso. A revelação surgiu agora, quando foi descoberto o manuscrito onde o cineasta Alberto Cavalcantti, amigo próximo de Greene, conta as suas memórias. Desaparecido em 1982, então com 85 anos, Cavalcantti conta que graças a amigos atentos e bem colocados, Graham Green foi avisado de que a Twentieth Century Fox, produtor do filme Wee Willie Winkie - sobre o qual incidia a reportagem - se preparavam para processar o escritor, arriscando ele a prisão, e pediam ainda uma avultada indemnização à revista Night and Day. "A única solução era encontrar um país sem extradição", escreveu Cavalcantti. "Eles escolheram o México e o nosso pobre Graham foi embora num ápice. Da mesma forma, Shirley Temple nunca soube que foi em parte graças a ela, durante o exílio, que Graham Greene escreveu um dos seus melhores livros", concluiu aquele cineasta que influenciou de forma determinante o cinema inglês e francês durante as décadas de trinta e quarenta. Nas páginas da Night and Day, Greene escrevera sobre Shirley Temple: "Os seus admiradores - homens de meia-idade e clérigos - não reagiam à sua dúbia coqueteria, à visão (...) do seu desejável pequeno corpo, (...) devido apenas à cortina de segurança da história e dos diálogos divididos entre a sua inteligência e o seu desejo." Os produtores consideraram que com aquelas palavras Greene insinuava que a pequena actriz actuava deliberadamente para "um público de velhos licenciosos", como conta Cavalcantti no manuscrito que deixou e ajuda fazer a história da Twentieth Century Fox. | http://dn.sapo.pt/2007/11/19/artes/escandalo_envolveu_greene_e_shirley_.html

    Página Anterior
    Página 1 de 3
    22 verbetes encontrados. Registros 1 até 10
     1 2 3 

    Próxima Página (2)
    Workpédia