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1°- Tenho 26 anos e uso óculos desde de criança e estou com o mesmo grau há dois anos e meio, porém eu sinto cada vez mais dificuldades para enxergar, vejo meio embaçado, o olho esquerdo é o mais prejudicado, pois não consigo ler nada e vejo tudo embaçado (o exame fundo de olho constatou uma cicatriz irreversível, e operei em 2003 estrabismo neste mesmo olho, embora não tenha resolvido muito o estrabismo e a visão não mudou nada), o olho direito enxergo, mas também está começando embaçar é como se eu tivesse levado um soco no olho, mas nada comparável com o outro olho por enquanto. Na minha última consulta com o oftalmo (maio de 2008) ele diz que estabilizei tudo, mesmo dizendo que estou com dificuldades de enxergar com o olho direito. Enfim vou procurar um outro médico, pois tenho medo de que meu olho direito fique como o outro. Minha dúvida é: Será que a ótica irá me cobrar novamente às lentes caso o meu grau mude? Pois troquei as lentes anti-reflexo têm um mês e meio. Não quero ficar no prejuízo financeiro.
2° Estou na dúvida sobre o meu grau atual, pois não lembro se é astigmatismo, miopia ou hipermetropia. Se alguém souber me dizer, eu agradeço.
/////////// esf.// cil. // eixo
O.D // +1,00// -1,50 // 90
O.E // +0,25 // -0,75 // 90
3º Existe a possibilidade de mudar o grau para mais ou menos? Não entendo nada, só sei que meu olho está cansado e as vezes embaçado.
Obrigado!
[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Maria, Mãe de Deus - Theotokos - título criado pelos cristãos (so responda se ler ate o final)?
Bom dia, e feliz 2009 a todos.
meu objetivo e apenas mostrar as pessoas de outras religioes e ate as catolicas que de alguma forma estão desinformadas sobre como deve ser visto Maria - Mãe de Deus. Espero que apos este texto, fique mais esclarecido o sentido dessa expressão, onde ela está correta, vista sob a forma correta.
se nao ler ate o final, dispenso a resposta.
A contemplação do mistério do nascimento do Salvador tem levado o povo cristão não só a dirigir-se à Virgem Santa como à Mãe de Jesus, mas também a reconhecê-la como Mãe de Deus. Essa verdade foi aprofundada e compreendida como pertencente ao patrimônio da fé da Igreja, já desde os primeiros séculos da era cristã, até ser solenemente proclamada pelo Concílio de Éfeso no ano 431.
Na primeira comunidade cristã, enquanto cresce entre os discípulos a consciência de que Jesus é o filho de Deus, resulta bem mais claro que Maria é a Theotokos, a Mãe de Deus. Trata-se de um título que não aparece explicitamente nos textos evangélicos, embora eles recordem ?a Mãe de Jesus? e afirmem que ele é Deus (Jô. 20,28; cf. 05,18; 10,30.33). Em todo o caso, Maria é apresentada como Mãe do Emanuel, que significa Deus conosco (cf. mt. 01,22-23).
Já no século III, como se deduz de um antigo testemunho escrito, os cristãos do Egito dirigiam-se a Maria com esta oração: ?Sob a vossa proteção procuramos refúgio, santa Mãe de Deus: não desprezeis as súplicas de nós, que estamos na prova, e livrai-nos de todo perigo, ó Virgem gloriosa e bendita? (Da Liturgia das Horas). Neste antigo testemunho a expressão Theotokos, ?Mãe de Deus?, aparece pela primeira vez de forma explícita.
Na mitologia pagã, acontecia com freqüência que alguma deusa fosse apresentada como Mãe de um deus. Zeus, por exemplo, deus supremo, tinha por Mãe a deusa Reia. Esse contexto facilitou talvez, entre os cristãos, o uso do título ?Theotokos?, ?Mãe de Deus?, para a Mãe de Jesus. Contudo, é preciso notar que este título não existia, mas foi criado pelos cristãos, para exprimir uma fé que não tinha nada a ver com a mitologia pagã, a fé na concepção virginal, no seio de Maria, d?Aquele que desde sempre era o Verbo Eterno de Deus.
No século IV, o termo Theotokos é já de uso freqüente no Oriente e no Ocidente. A piedade e a teologia fazem referência, de modo cada vez mais freqüente, a esse termo, já entrado no patrimônio de fé da Igreja.
Compreende-se, por isso, o grande movimento de protesto, que se manifestou no século V, quando Nestório pôs em dúvida a legitimidade do título ?Mãe de Deus?. Ele de fato, propenso a considerar Maria somente como Mãe do homem Jesus, afirmava que só era doutrinalmente correta a expressão ?Mãe de Cristo?. Nestório era induzido a este erro pela sua dificuldade de admitir a unidade da pessoa de Cristo, e pela interpretação errônea da distinção entre as duas naturezas ? divina e humana ? presentes n?Ele.
O Concílio de Éfeso, no ano 431, condenou as suas teses e, afirmando a subsistência da natureza divina e da natureza humana na única pessoa do Filho, proclamou Maria Mãe de Deus.
As dificuldades e as objeções apresentadas por Nestório oferecem-nos agora a ocasião para algumas reflexões úteis, a fim de compreendermos e interpretarmos de modo correto esse título.
A expressão Theotokos, que literalmente significa ?aquela que gerou Deus?, à primeira vista pode resultar surpreendente; suscita, com efeito, a questão sobre como é possível que uma criatura humana gere Deus. A resposta da fé da Igreja é clara: a maternidade divina de Maria refere-se só a geração humana do Filho de Deus e não, ao contrário, à sua geração divina. O Filho de Deus foi desde sempre gerado por Deus Pai e é-Lhe consubstancial. Nesta geração eterna Maria não desempenha, evidentemente, nenhum papel. O Filho de Deus, porém, há dois mil anos, assumiu a nossa natureza humana e foi então concebido e dado à luz Maria.
Proclamando Maria ?Mãe de Deus?, a Igreja quer, portanto, afirmar que Ela é a ?Mãe do Verbo encarnado, que é Deus?. Por isso, a sua maternidade não se refere a toda a Trindade, mas unicamente à segunda Pessoa, ao Filho que, ao encarnar-se, assumiu dela a natureza humana.
A maternidade é relação entre pessoa e pessoa: uma mãe não é Mãe apenas do corpo ou da criatura física saída do seu seio, MAS DA PESSOA QUE ELA GERA. Maria, portanto, tendo gerado segundo a natureza humana a pessoa de Jesus, que é a pessoa divina, é Mãe de Deus.
Ao proclamar Maria ?Mãe de Deus?, a Igreja professa com uma única expressão a sua fé acerca do Filho e da Mãe. Esta união emerge já no Concílio de Éfeso; com a definição da maternidade divina de Maria, os Padres queriam evidenciar a sua fé a divindade de Cristo. Não obstante as objeções, antigas e recentes, acerca da oportunidade de atribuir este título a Maria, os cristãos de todos os tempos, interpretando corretamente o significado dessa maternidade, tornaram-no uma expressão privilegiada da sua fé na divindade de Cristo e do seu am
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