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Reflita - Workpédia

 
Reflita
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[ Amigos ] Pergunta aberta : Vocês percebem o tamanho de tal incoerência?

Após uma investigação objetiva e discreta, trago aos senhores o resultado de uma pesquisa que realça uma grande incoerência muito comum aos membros do orkut. Peço que reflitam sobre a mesma, avaliando a ação impensada que é capaz de guiar qualquer indivíduo menos atento. 1- Não adiciono quem eu não conheço. Essa frase é o grande destaque de muitos no orkut. O grande problema dessa frase está na implicação que a mesma, se seguida rigorosamente, pode alcançar. A grande maioria dos internautas que a utilizam, no universo do orkut, são adolescentes, alguns nem sequer possuem 18 anos (apenas informaram tal idade porque essa é a idade mínima aceita para poder participar da rede orkut). Pois bem, pessoas tão novas (ou ainda que tivessem seus trinta, quarenta ou cinqüenta anos) podem limitar o universo de suas amizades? Dá para dizer: a partir dessa data, não quero mais amigos? Afinal de contas, como faremos amigos se impedimos essa possibilidade? Como conhecer alguém se só aceitamos quem já conhecemos? Alguns vão dizer que só aceitam aqueles que já pertencem ao círculo de suas amizades, mas quem diz isso não percebe que, há pouco tempo, também não conhecia tais amigos, ou seja, desde o momento que nascemos, sempre estamos conhecendo pessoas, portanto como escolher o momento de cessar esse processo naturalíssimo? Se o orkut possibilita a opção de recusar ou não um convite de amizade, Se os amigos podem ser excluídos a qualquer momento, Por que nem sequer saber quem está tentando ser nosso amigo ou amiga virtual? Por que não dar uma chance? É óbvio que vários "orkuteiros" agem assim sem um mínimo de reflexão, apenas seguindo um modismo ou "embalados numa onda". Espero que esse alerta os façam refletir. Até mais!

[ Amigos ] Pergunta aberta : A todos que esperam um ano melhor?

espero que realizem seus sonhos e que seja verdadeiramente feliz. Nesse ano que está indo embora,reflita sobre seus erros e o que deixou faltar ao seu amor ou mesmo aos seus amigos e sua família Valorize e cultive tudo aquilo que de bom você fez a alguém.Seja ter proporcionado alegria,carinho,amizade,confiança ou amor,tudo deverá ser multiplicado.... A vida é feita de muito e dos mais variados tipos de problemas.Alguns menos,outros mais importantes,não é? Compartilhe essas dificuldades com suas amizades.Procure também estender sua mão,sempre que for preciso,pois assim,será também ajudado.... Menos violência,menos guerras e menos desamor,é o que espera-se desse novo ano....e,embora estejamos conscientes de que isso será difícil,faça a sua parte e não espere somente o mundo melhorar..... Valorize a quem te ama e a quem tem carinho e respeito por você.Aos que querem seu fracasso,mostre mais ainda seu amor e seu respeito,pois assim,eles irão,mais cedo ou mais tarde,lembrar que nessa vida não estamos para perdemos tempo com intrigas e desuniões......estamos aqui apenas para compreender e amar.... "O caminho já está traçado.Você apenas escolhe se quer seguir a um lado ou ao outro.Mas,lembre-se que nem tudo é flores.Haverá sempre obstáculos.Não desista e tenha fé e força de vontade." Que você e sua família tenham um 2009 com muita paz e saúde e que sua vida seja iluminada de pessoas que amem e gostem de você. FELIZ 2009! http://www.mp3tube.net/br/musics/Secret-Service-The-way-you-are/196454/

[ Amigos ] Pergunta aberta : VCs acreditam que existem pessoas completamente burras nessa vida?Então leiam essa historinha e reflitam!?

Urso burro Há a história de dois ursos que caíram numa armadilha e foram levados para um circo. Um deles, com certeza mais inteligente que o outro, aprendeu logo a se equilibrar na bola e a andar de monociclo, e seu retrato começou a aparecer em cartazes e todo o mundo batia palmas: ?Como é inteligente?. O outro, burro, ficava amuado num canto e, por mais que o treinador fizesse promessas e ameaças, não dava sinais de entender. Chamaram o psicólogo do circo e o diagnóstico veio rápido: ?É inútil insistir. O Q.I. é muito baixo...? Ficou abandonado num canto, sem retratos nem aplausos, urso burro, sem serventia... O tempo passou. Veio a crise econômica e o circo foi à falência. Concluíram que a coisa mais caridosa que se poderia fazer aos animais era devolvê-los às florestas de onde haviam sido tirados. E, assim, os dois ursos fizeram a longa viagem de volta. Estranho que em meio à viagem o urso tido por burro parece ter acordado da letargia, como se ele estivesse reconhecendo lugares velhos, odores familiares, enquanto que seu amigo de Q.I. alto brincava tristemente com a bola, último presente. Finalmente, chegaram e foram soltos. O urso burro sorriu, com aquele sorriso que os ursos entendem, deu um urro de prazer e abraçou aquele mundo lindo de que nunca se esquecera. O urso inteligente subiu na sua bola e começou o número que tão bem sabia. Era só o que sabia fazer. Foi então que ele entendeu, em meio às memórias de gritos de crianças, cheiro de pipoca, música de banda, saltos de trapezistas e peixes mortos servidos na boca, que há uma inteligência que é boa pro circo. O problema é que ela não presta para viver. Para exibir sua inteligência ele tivera de se esquecer de muitas coisas. E este esquecimento seria a sua morte. E podemos nos perguntar se o desenvolvimento da inteligência não se dá, sempre, às custas de coisas que devem ser esquecidas, abandonadas, deixadas para trás... Sempre que a inteligência se destaca de um lado, alguma coisa fica esquecida do outro. Aleijão. Claro que o urso teve de se esquecer de tudo o mais para aprender a andar na bola: concentração, disciplina, coordenação motora. Coisa semelhante às exigências da especialização. Para nos especializarmos em algo, tirar nota máxima, ganhar aplausos, retratos nos cartazes e até Prêmio Nobel, é necessária aquela intensidade de concentração que obriga a esquecer do resto. E existe nada de basicamente errado com isto. É graças a esta disciplina que temos pianistas, poetas, cirurgiões e mecânicos. O problema está na confusão que fazemos entre andar na bola e inteligência. E aí há sempre alguma coisa que foi esquecida. Coisa, da qual, talvez, dependa a nossa vida e a nossa morte. Uma sociedade de especialistas é uma sociedade que se esqueceu de que, para sobreviver, não basta andar na bola... Os antigos usavam a palavra sapiência, quer dizer, ?conhecimento que tem sabor?. Saber é sentir o sabor. Mas sabor é aquilo que se encontra às portas do corpo, prestes a ser engolido. O que importa aqui não é a ?performance? extraordinária, coisa de circo, mas uma capacidade para avaliar se a coisa é boa para a vida ou não. Para se construir uma bomba atômica é preciso ser muito inteligente. Para se tomar a decisão de se desmontar todas elas é necessário ser sábio. A solução do crescimento econômico exige muita inteligência. A opção por um estilo de vida diferente precisa de muita sabedoria. Como os ursos nos ensinaram, um com um sorriso alegre e outro com um sorriso amargo, a sabedoria, com freqüência, mora ao lado da inteligência. (Adaptação do texto do educador, filósofo e escritor Rubem Alves) Escola Waldorf ?João Guimarães Rosa?

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