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Remuneração - Workpédia

 
Remuneração


  • Ato ou efeito de remunerar.

  • Salário, honorários, recompensa, gratificação, retribuição por um serviço, um trabalho: pleitear justa remuneração.
  • Assuntos relacionados a Remuneração

    [ Outras - Negócios e Finanças ] Pergunta aberta : 10 pontinhos pra quem responder!!!!!!?

    Polícia Militar de Rondônia prorroga inscrições para 500 vagas

    Polícia Militar de Rondônia encerra inscrições para 500 vagas

    [ Outras - Educação ] Pergunta aberta : Física ou Engenharia? Levando em conta seus aspectos(leia o que eu tenho a dizer), necessita-se de respostas?

    Empasse; Bem, situando : eu acabei o primeiro ano do Ensino Médio, já fazendo um curso que remete ao vestibular ( e também será nos próximos 2 anos) ; já decidi bem anteriormente que a ciência, seria as exatas, mais especificamente a física, todavia, eu me coloquei em uma encruzilhada, dentre as opções que eu fui cortando e retirando, ficaram as opções Física(em âmbito científico, e não educacional), e a engenharia( pela ramo científico e tecnológico). explicando o meu estado: bem, eu sempre gostei e gosto da física, principalmente em visão futurística, seus avanços, aplicações, o fato dela exercer uma mudança radical no espaço e na tecnologia, eu simplesmente adoro esse ramo científico, dentre as razões que já mencionei, seria um modo, para inventar, apliciar e criar, quiçá para melhorar condições de vida, expansão e perpetuamento; tem um combustível que me leva a querer estudar, eu acho que ainda tem muitas coisas para serem descobertas, me inspirando nos grandes cientistas e físicos, como o brasileiro César Lattes. Oras então, porque não faz Física? Primeiro, imaginemos as instituições que eu tenho em vista para cada que é possível eu cursar, e acima de tudo passar,para Engenharia ITA, e para Física a UFRJ, ambas eu já vi as provas, e tenho sim a capacidade de passar , tenho aptidão com as matérias,por elas pedidas (de forma alguma querendo ser pretencioso, apenas para lhe situar e que responda sabendo o máximo de meu estado), temos as duas possibilidades, então vamos tratar elas como concretas (como eu já tenha me qualificado e passado para ambas), a Engenharia entraria pela oferta de emprego ,pela remuneração, pelo , diríamos, o /peso/ e nome que tem um curso superior no ITA(ou IME), pela estabilidade, e um saída não fugindo da física e que tenha um campo mais abrangente e como já falado, pela remuneração, campo mais amplo, nome, etc. Perguntas: Aqui, que eh que vocifero as perguntas, será que há uma diferença exorbitante dentre os cursos das instituições já mencionadas( a Engenharia no ITA e Física na UFRJ) digo de peso e chances????? ; e será que valeria a pena corromper um sonho em troca da estabilidade e remuneração???????(corromper que eu falo seria mudar um pouco o sentido, não totalmente); eu já conversei com professores e eles dizem "porque não faz engenharia já que gostas tanto das ciências exatas", será que essa minha idéia de avançoes cientifícos na área da física eh insensatez, e seria mesmo eu trilhar meu caminho pela engenharia?????????Diferenças grandes eu sei que existem entre os dois cursos, seria bom se me dessem detalhes também, de conguência com o que u já falei. Peço por favor que me digam, até mencionando experiências pessoais parecidas(a escolha da carreira), preciso de conselhos, dicas e opniões. e desculpem se falei algo tolo.

    [ Governo ] Pergunta aberta : É justa a forma com que o Estado trata inativos da PM? ?

    Policial toma tiro fica alejado e perde direito? Digo isto, por saber que centenas de inativos e pensionistas tiveram seus vencimentos repentinamente reduzidos, pelos motivos mais variados possíveis. Isso, vem acontecendo desde de 2003, quando o então Governador Garotinho, com o propósito de reduzir folha de pagamento da PM resolveu mexer com os vencimentos dos inativos e pensionistas, cortando tudo que eles achavam ser possível. Não sabemos se tal medida foi por conta de alguma retaliação política ou coisa parecida, não lembro se na ocasião houve alguma manifestação dos aposentados da PM contra o austero ex-governador. A redução do triênio foi uma decisão revoltante, pois só atingiu aqueles que tiveram a carreira profissional interrompida por consequência desastrosa, onde ficaram inválidos definitivamente para o serviço Policial. Ora, minha gente, como pode poderia o Estado exigir que o POLICIAL para ter direito ao triênio integral tivesse que cumprir os 30 anos de efetivo serviço se ele se tornou vítima de ACIDENTE DE TRABALHO? Acidente este que ocorrer na defesa do interesse do Estado. Pergunto? Deve o policial sofrer a perda desse direito? Se ele se tornou inválido, trabalhando, logo, independente de sua vontade e totalmente aparado pela lei, como pode o Estado exigir que ele tenha uma impossível de cumprir? Se o ESTADO o reformou e o julgou totalmente incapaz para o serviço policial cabe a ele reformar e na forma mais benéfica, ou seja, com a maior remuneração possível, como forma de indenização. Mais grave ainda, é o Estado reformar e aprovar a remuneração máxima e depois de 3 a 4 anos reduzir. Aí amigo, estamos perdidos, pois não temos a quem recorrer, já que no judiciário, quem manda é o governoue. Depois de ter passado pelo trauma de ficar dois anos sendo submetido a avaliações médicas, procedimentos este exigidos pela lei, para garantir que não há recuperação, nesse interim o processo de reforma vai se concluindo, sendo submetido a várias analises, onde é feito o enquadramento no tipo de reforma, quais os direitos e amparos, sendo o processo submetido a avaliações de juntas médicas, jurídicas e etc, sendo por estes homologados, para ser publicado em diário oficial. A partir daí, o funcionário já na condição de reformado, passa a perceber os proventos garantidos no processo administrativo de reforma, ou seja, todos os direito alí concedidos foram mais do que examinados e exauridos por juntas e comissões. Ainda assim, depois de está recebendo os benefícios integrais, por vários anos, amparados por esse processo administrativo, inclusive o triênio, vem o governo e faz o corte do triênio, alegando que é ilegal, simplesmente porque o funcionário não tem os 30 anos de efetivo serviço prestado. O Estado não poderia reduzir qualquer benefício percebidos por mais de dois anos, isso é o que está na Lei. Mesmo aqueles que não conseguiram receber o triênio por mais de dois anos, deveriam ter garantido a sua integralidade, como forma de inidenização, já que foram vítimas, e se tornaram invalido definitivamente para o serviço policial tem o Estado o dever de reparar. O que ninguém pode imaginar e nem admitir é que depois de perder um braço, uma perna, um olho, ficar paraplégico ou tetraplégico, ter a carreira profissional interrompida, ter a reforma assinada e publicada em diário oficial, está recebendo seus vencimentos durante 48 meses, ter seus vencimentos reduzidos, alegando o estado que houve erro ou sei lá o que, para reduzir seus vencimentos, alguns em 30%, outros em 25%, outros em 40%, etc. Essa medida pode perecer justa aos olhos dos governantes e até do Judiciário, mas essa é uma DECISÃO IMORAL. O Estado não pode fazer economia, numa situação em que ele tem a obrigação de reparar o dano, é direito objetivo. Tivemos o desprazer de ter o Governador Garotinho durante 08 (oito) anos no Governo, depois dele a situação dos reformados só se agravou. A Lei nº 279 de novembro de 1979 e a Lei 443 de 01 de julho de 1981 sofreram alterações, algumas apenas na colocação da vírgula ou invertendo a ordem das palavras, paenas para extinguir direito principalmente dos reformados e aposentados. O GOVERNO, alega que os funcionários que estavam recebendo triênio integral, quando reformados, sem terem 30 anos de efetivo serviço é ATO ILEGAL e sendo ato ilegal não gera direito adquirido. O Governo, não sabemos como, tem sua decisão amparada pela JUSTIÇA (?). Como? Como podemos acreditar nessa justiça, que desconsidera todo o processo de reforma, que ignora a Lei remuneração, o tempo de

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