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Representada - Workpédia

 
Representada
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[ Cinema ] Pergunta aberta : Sua vida em 2008, pode ser muito bem representada por qual filme?

[ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : O jornalista e o episódio do arremesso do sapato ?

Todos viram. Vibraram. Na última segunda, dia 15 de dezembro, o jovem jornalista iraquiano, Muntader Al Zaide, arremessando seus dois sapatos em direção ao chefe do império americano, George W. Bush causou comoção no mundo todo. Indubitavelmente de forma positiva. As pessoas vibraram, sentiram-se representadas na pessoa desse combativo periodista árabe. Mas, os seus significados vão além do simples arremesso. Como veremos. O jornalista e o episódio do arremesso Al Zaide é jovem mesmo. Tem apenas 29 anos. Foi, ainda sob o governo de Saddam Hussein, presidente de uma entidade estudantil. Segundo a emissora Al Jazira, é membro do partido Comunista Iraquiano. Tem muitos irmãos e alguns deles mortos em combate na resistência contra a ocupação do Iraque por tropas estrangeiras desde 2003. Zaide é jornalista da emissora de TV Al Baghdadiya (cuja sede central fica no Cairo). Todas as reportagens da TV que ele faz na cidade de Bagdá ele conclui dizendo ?da Bagdá ocupada?. A própria emissora que o emprega exigiu a sua imediata libertação, assim como o Sindicato dos Jornalistas do Iraque. AL Zaide virou instantaneamente um herói nacional. E usou a sua arma mais potente tanto física como simbolicamente de que dispunha no momento: seus sapatos de sola de borracha pesados não teve dúvidas. Foi ficando cada vez mais irritado com a entrevista coletiva que Bush vinha dando, com suas mentiras habituais, ao lado do primeiro Ministro fantoche do Iraque, Nuri Al Maliki. Num determinado momento, decidiu arremessar em seguida, os seus dois sapatos contra Bush. A catatonia dos presentes e mesmo da segurança presidencial foi tamanha, que ele conseguiu inclusive tempo para atirar o segundo sapato. A frase que ele proferiu, gravada ao vivo por todas as emissoras presentes foi: ?É o seu beijo de despedida do povo iraquiano, seu cachorro. Isso é pelas viúvas, órfãos e pelos que foram mortos no Iraque?. E não precisava dizer mais nada. AL Zaide mostrava-se ao mundo como o vingador dos mais de 200 mil iraquiano mortos, representava o sentimento de uma nação destruída, desmontada, aviltada, vendida, entregue à sanha imperialista e com quase toda a sua infra-estrutura destruída e vendida ao setor privado (doadas na verdade). Sua fama foi instantânea. Foi saudado no mundo inteiro. Passeatas saíram às ruas para exigir a sua imediata libertação. Circulou a informação de que um empresário saudita estaria oferecendo dez milhões de dólares por um dos sapatos que foram arremessados contra Bush. A foto de Al Zaide não saia de todas as TVs árabes e os jornais americanos publicaram o sapato ?voador? passando rente à cabeça de Bush. Claro, os americanos procuraram minimizar o fato, dizendo que o mesmo não tinha importância alguma e que o jornalista não agiu em nome de nenhuma organização e não expressava a vontade do povo. Pura balela. Só se falava do ato de bravura praticado por um árabe contra o chefe do império mais odiado da história. Os policiais que o prenderam, o espancaram brutalmente. Seu irmão, Maitham Al Zaide afirma que diversas de suas costelas foram quebradas e seu olho foi atingido por coronhadas de fuzil. Continua preso sem que nenhuma acusação lhe tenha sido feita e comunicado formalmente à justiça a sua detenção. Fala-se que poderia pegar de sete até quinze anos de cadeia por ter tentado agredir chefe de estado estrangeiro em visita ao Iraque. Imediatamente uma rede de advogados formou-se para defendê-lo e exigir a sua libertação. A imprensa noticiou mais de cem advogados dispostos a prestar seus serviços gratuitamente para que ele possa ser libertado. O chefe da defesa de Saddam Hussein, Dr. Jalil Al Duleimi, será o provável defensor central de Al Zaide. Ainda continua sem nenhum contato tanto com seus familiares, como amigos e advogados, num claro desrespeito às tais normas mínimas de direitos humanos que os Estados Unidos A simbologia do sapato Atirar um sapato em alguém, no mundo muçulmano é uma das maiores ofensas que se pode imaginar. É sabido que para adentrar a uma mesquita todos os seguires do Islã devem tirar seus sapatos na porta da Mesquita. Sapatos são os protetores dos pés contra as impurezas da terra. Boa parte das coisas ruins, várias doenças, adentram em nosso corpo pelos nossos pés. As solas dos sapatos retém grande parte dessas impurezas. Assim, a simbologia não poderia ser melhor. Uma imensa ofensa ao chefe do império. Além do que chamá-lo ainda por cima de ?cachorro?, foi duplamente ofensivo. Esse contexto é toda a simbologia que se poderia ter, de um final mais do que melancólico e dramático do governo mais impopular da história dos Estados Unidos. deixa o maior rombo de caixa na maior economia do planeta. Que deixa de legado para todo o planeta o modelo neoliberal, que foi devidamente enterrado com a maior crise da história financeira do mundo. O presidente mais odiado do mundo

[ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Fé e sacrifício, juntas o impossível é possível!?

Só a fé natural dispensa o sacrifício. Não há ação da fé inteligente sem o sacrifício. Esse princípio foi ensinado pelo Senhor Jesus: ?Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me? (Mateus 16.24). Tal ensinamento, dirigido aos discípulos e seguidores, exige os três níveis de sacrifício a seguir: 1) O sacrifício de negar a si mesmo: diz respeito ao martírio dos desejos da carne, tão necessário para agradarmos a Deus; 2) O sacrifício de colocar a cruz sobre os próprios ombros: significa que erguer a cruz e em seguida colocá-la de volta ao chão não requer muito esforço. Porém, acomodá-la sobre os próprios ombros e carregá-la por toda a vida exige plena certeza de que haverá salvação no final da trajetória. É o sacrifício sobrenatural; 3) O sacrifício de caminhar com a cruz e ainda seguir nos passos do Senhor Jesus: diz respeito às características da vida cristã representadas por perdoar os ofensores; orar pelos inimigos; calar diante dos escárnios; regozijar-se pelas injustiças sofridas pela causa da fé; aceitar as humilhações e, às vezes, até a própria morte. São situações que demonstram algumas das pegadas do Senhor Jesus. Tudo isso requer fé muito além da natural. Passar por isso exige convicção sobrenatural revelada pelo Espírito de Deus. A fé natural e irracional não atende à vontade divina. Em vez disso, ela induz as pessoas a satisfazerem os próprios desejos. Mas quem tem fé sobrenatural, que é uma fé inteligente e racional, almeja satisfazer a vontade dAquele que o gerou, mesmo que isso seja contrário ao que se deseja fazer. Isso é um sacrifício exigido pela fé sobrenatural. Deus abençoe a todos abundantemente em nome de Jesus.

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