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Ressaltar - Workpédia

 
Ressaltar
v.i. Dar saltos contínuos.

  • Distinguir-se, destacar-se, ressair.

  • V.t. Fazer sobressair; tornar saliente.
  • Assuntos relacionados a Ressaltar

    [ Religião e Espiritualidade ] Pergunta aberta : Vocês já pararam para pensar?

    [ Outras - Governo e Política ] Pergunta aberta : Balanço de 8 anos (Jan/1995 a Dez/2002) do (des)governo FHC PARTE I ?

    Balanço de 8 anos (Jan/1995 a Dez/2002) do (des)governo FHC 1. -Brasil perdeu em nov/2002 o posto de 11.a economia do mundo para a Coréia do Sul. Brasil passou a ser a 12.a economia do mundo e a segunda da América Latina (atrás do México). Brasil era a 8.a economia do mundo em 1994. Perdeu o 8.o posto para a China, o 9.o posto para a Espanha, 10.o posto para o México, 11.a para a Coréia e terminou caminhando para perder posições para Austrália, Holanda e Índia, visto que para recuperar-se do desastre de FHC e não perder mais 3 posições necessita crescer 7% no próximo governo, a partir de 2003, o que é praticamente impossível dada a monstruosa dívida pública deixada. Pode-se então dizer que FHC levou o Brasil da 8.a para 15.a economia do planeta. 2. - O PIB apurado no ano de 1994 foi de US$ 543,1 bilhões. Com base nos números conhecidos até novembro de 2002 pode-se projetar com total segurança um PIB de US$ 471,7 bilhões para o ano de 2002, ou seja: 15,14% menor do que o apurado no ano de 1994. O PIB PER CAPITA apurado no ano de 1994 foi de US$ 3.546,00. Com base nos números conhecidos até novembro de 2002 pode-se projetar com total segurança um PIB PER CAPITA de US$ 2.680,00 para o ano de 2002 (final do governo FHC), ou seja: 32,31% menor do que o apurado no ano de 1994. 3. - O Brasil teve a pior taxa de crescimento econômico dos últimos 50 anos no governo FHC. 4. -A classe média nos ultimos 5 anos de governo FHC (até dez/2002) teve um empobrecimento de até 34% e os gastos com comida encolheram 20%. O desemprego cresceu mais de 600% nos últimos 8 anos (Revista Época 03/06/2002). O salário médio da classe trabalhadora em 1994 era de R$ 1127,00 em 2002 caiu para R$ 860,00. Em 1994 a taxa média de desemprego aberto, medida pelo IBGE, foi de 5,1%. Em novembro de 2002 ficou em 7,1%, sendo a média do ano de 2002 de 7,3%. Houve um crescimento do desemprego de 43,14% em comparação ao ano de 1994. Em novembro de 2002 cabe ressaltar o perfil da amostragem analisada, qual seja: empregados com carteira assinada (42,3%); sem carteira assinada (26,0%); trabalho por conta própria (20,8%); patrões (3,8%), e finalmente desocupados (7,1%). Portanto um contingente de 33,1% dos economicamente ativos, compostos dos sem carteira assinada e desocupados, foi excluído do Brasil Oficial. 5. -A média de crescimento anual da economia nos primeiros 7 anos de governo FHC foi de 2,44% ao ano. O mesmo índice da década de 80, considerada a década perdida. 6. -O sistema Telebrás/Embratel foi vendido por FHC por apenas US$ 19 bi. Dois anos após a Estatal de telefonia da Nigéria, um pobre país africano, foi vendida por US$ 31 bi. 7. Atual-2005: A Vale do Rio Doce foi vendida por FHC por apenas 3 bi, sendo US$ 1,5 bi com moedas podres. Cinco (5) anos após a venda esta foi avaliada em US$ 35 bi, não tendo sido feito nenhum investimento direto que comprovasse tal valorização. Ou seja, foi entregue. 8. Segundo levantamento das Nações Unidas, 70% dos recursos que os brasileiros enviaram para o exterior durante o governo FHC, entre investimentos e simples remessas, foram depositados nas Bahamas, Bermudas, Ilhas Virgens, Cayman, Luxemburgo, Ilha da Madeira e Gibraltar, conhecidos paraísos fiscais. Esta foi a produção da Lavanderia Brasil, especializada em dinheiro sujo. Oficialmente, o total de dinheiro brasileiro lá fora estaria por volta de US$ 80 bilhões. Extra-oficialmente, só Deus sabe. Calcula-se algo em torno de US$ 200 bilhões, superior ao PIB da maioria dos países 9. -A população cresceu e o PIB per capita em 2002 foi menor que o de 1990. 10. -A dívida externa quase que dobrou no governo FHC: era US$ 128 bi em 1994, em Dez/2002 foi para US$ 249 bi. 11. -Dívida pública interna em dez/2002 atingiu mais R$ 890 bilhões. Foi multiplica por 14 e altamente dolarizada no governo FHC. Esta dívida em 1994 estava em torno de apenas 62 bi. No mês de Jul/2002 aumentou em R$ 43 bi. A taxa de juros selic no governo Itamar era 19%, no Governo FHC atingiu mais de 45% e encerrou 2002 com uma taxa em torno de 26%. 12. -Total da dívida pública em 1995 representava 23% do PIB. No final de 2001 representou 54% e no final de 2002 atingiu 59% do PIB. O Brasil despencou da 26ª para a 67ª posição no ranking de países exportadores de bens manufaturados na gestão FHC, até dez/2001. 13. Em um campeonato de desenvolvimento tecnológico com 72 países, em julho/2001 (7 anos de governo FHC) , o Brasil ficou em 43°, atrás da Costa Rica, do Uruguai e da Romênia, e espremido pelo Panamá e pelas Filipinas. A revelação consta de um relatório da ONU com o Índice de Avanço Tecnológico, criado para essa medição. O objetivo do estudo é tentar avaliar a criação e a difusão de tecnologia e seu

    [ Advocacia e Fiscal ] Pergunta aberta : Caso número 02: Reginaldo Carlos ingressou em juízo com uma ação pleiteando o deferimento de uma medi...?

    [ Geografia ] Pergunta aberta : Uma Conclusão de 'A Dinâmica da População' Não Concigo fazer isso Se dé pra ajudar aê?

    DINÂMICA DA POPULAÇÃO População e Sociedade A população é o conjunto de pessoas que residem em determinado território, que pode ser uma cidade, um estado, um país ou mesmo o planeta como um todo. Ela pode ser classificada segundo sua religião, nacionalidade, local de moradia (urbana e rural), atividade econômica (ativa ou inativa) e tem seu comportamento e suas condições de vida retratados através de indicadores sociais ? taxas de natalidade, mortalidade, expectativa de vida, índices de analfabetismo, participação na renda, etc. Nesta unidade, é importante não confundir população com nação, que é um conjunto de pessoas que possuem a mesma história e estão inseridas em um mesmo padrão cultural. Assim, a população de um país pode conter várias nações, como é o caso de diversos países da África, onde os colonizadores europeus estabeleceram as atuais fronteiras em função dos próprios interesses econômicos e geopolíticos. É comum também que uma nação esteja dividida em dois ou mais países, compartilhando o território nacional com povos de outras nações, o que comumente termina em divergência de interesses e sérios conflitos. Essa é a base do verdadeiro genocídio ou extermínio físico entre as tribos, que frequentemente assola a África, e dos movimentos separatistas do Leste Europeu ? ex-Iugoslávia e extinta União Soviética. É importante ressaltar ainda que em uma dada população, mesmo que as pessoas tenham idéias comuns e formem realmente uma nação, há grandes contrastes no que se refere à participação dos habitantes na renda nacional, ou seja, existem as classes sociais, e daí surge a necessidade da ação do Estado para intermediar os conflitos de interesses. Em países desenvolvidos, as diferenças econômicas são atenuadas através do acesso da população de baixa renda a sistemas públicos eficientes de saúde, educação, transporte, moradia e lazer, o que é possível graças a um sistema tributário de cunho distributivo. Já nos países subdesenvolvidos, o Estado costuma estar a serviço dos interesses privados de uma minoria da população e os serviços públicos são relegados a último plano. Quanto mais acentuadas as diferenças sociais, maior a concentração da renda, maiores as distâncias entre a média dos indicadores sociais de população e a realidade em que vive a maioria dos cidadãos. Por exemplo, a expectativa de vida de um brasileiro não corresponde à média do país contabilizada no censo de 1991 (66 anos), mas à média obtida segundo sua faixa de renda. Quem recebe mais de dez salários mínimos terá uma expectativa de vida superior ? 71,5 anos ? à de quem vive com até um salário mínimo ? 54,8 anos ? e não consegue sequer se alimentar de forma digna. Ou, ainda, se a taxa de natalidade de um país for alta, é necessário considerar o que está acontecendo nas suas diferentes regiões ou classes sociais: os pobres costumam ter mais filhos que os ricos. Portanto, diante de uma tabela contendo quaisquer indicadores sociais de uma população, temos de levar em conta a forma como está distribuída a renda do país para podermos avaliar a confiabilidade da média obtida. Quando nos referimos à população de um território, podemos considerar os conceitos de populoso ou povoado, o que envolve a noção de população absoluta ? número total de habitantes ? e relativa ? habitantes por quilômetro quadrado. Um país é considerado populoso quando o número absoluto de habitantes é alto. Por exemplo, o Brasil é o quinto país mais populoso do planeta, com cerca de 155 milhões de habitantes, mas pouco povoado, pois possui apenas 17 hab/km2. Porém, quando a análise parte do pressuposto que interessa, ou seja, da qualidade de vida da população, esses conceitos devem ser relativizados. Os Países Baixos, apesar de apresentarem uma população relativa alta ? 429 hab/km2 -, possuem uma estrutura econômica e serviços públicos que atendem às necessidades dos seus cidadãos e não podem, portanto, ser considerados um país superpovoado. Já o Brasil, com uma baixa população relativa, é "muito povoado", devido à carência de serviços públicos, de empregos com salários dignos, habitações, etc. Nesse contexto, em última instância, o que conta é a análise das condições socioeconômicas da população, e não a análise demográfica. O Crescimento Populacional ou Demográfico Em 1994, o planeta contava com 5,6 bilhões de habitantes. Do início dos anos 70 até hoje, o crescimento da população mundial caiu de 2,1% para 1,60% ao ano, o número de mulheres que utilizam algum método anticoncepcional aumentou de 10% para 50% e o número médio de filhos por mulher em países subdesenvolvidos caiu de 6 para 4. Ainda assim, esse ritmo continua alto e, caso se mantenha, a população do planeta duplicará até 2050. O crescimento demográfico está ligado a dois fatores: o crescimento natural ou vegetativo, que corresponde à diferença entre nascimentos e óbitos verific

    [ Solteiros e Namorando ] Pergunta aberta : Suas lagrimas tem nome, gosto, ou nao estas a chorar?

    Ultimamente voce tem chorado??? nao precisa ler tudo...resumindo chorar faz bem, mas sofrer nao rsrsrsrs pesquisa realizada por cientistas, quando choramos liberamos substâncias químicas que provocam a sensação de alívio quase imediato. Esse efeito é ocasionado exclusivamente por cutucadas emocionais. As lágrimas de causas emotivas fazem com que elementos acumulados na hora do estresse sejam removidos. Atraído pelos sentimentos, o cérebro produz certos neurotransmissores. Tais compostos passam de um neurônio para outro avisando que as glândulas lacrimais precisam ser contraídas. Então o choro começa. Quando cai a primeira gotícula de lagrima, a leucinaencefalina (um mensageiro produzido pelo encéfalo) entra em ação. Esse mensageiro tem a função exclusiva de nos anestesiar se sentimos fortes dores e também de nos deixar, de certa forma, entorpecidos. Outra substância que faz parte desse processo é a prolactina (hormônio produzido na glândula pituitária, quando aumenta a tensão). Quando as taxas de prolactina estão muito altas no organismo, as emoções ficam à flor da pele. Por isso, chorar funciona como um remédio contra o estresse. É interessante ressaltar que chorar faz bem, porém o choro sem motivo e a toda hora faz mal, pode ser sintoma de depressão. O choro dura em média 2 minutos, mas pode acontecer o chamado pranto compulsivo, onde a pessoa chora cerca de 15 minutos. Normalmente 73% dos homens e 85% das mulheres sentem-se bem depois de chorar. Nossa mimi...e horrivel ne quando a pessoa vai embora e nao volta mais!!! nao fiquei assim meu anjo qualquer coisa me adicione ai nos amigos do yahoo e respondo suas respostas ok???

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