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Revoltante - Workpédia

 
Revoltante


  • Que revolta, que indigna; repulsivo, repugnante, nojento: procedimento revoltante.
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    [ Amigos ] Pergunta aberta : Falta trabalho ou falta atitude?

    Não é o conhecimento, ou mesmo a habilidade o que diferencia um ótimo profissional de um comum. Trata-se fundamentalmente de uma atitude pró-ativa perante o mundo. Os empregos não têm crescido e em diversos setores diminuem. Uma das questões é a tecnologia, a mecanização, a robotização. Em alguns outros setores como telemarketing, sistemas de entregas, vendas diretas estão aumentando. Porém, na média a coisa não anda bem, no mundo inteiro na ótica da geração de empregos. Intrigantemente, por outro lado, é muito difícil encontrarmos um empresário ou dirigente de empresas feliz com o empenho, a dedicação e a performance do seu quadro de colaboradores. E, esse é um fenômeno antigo. Pareto, um cientista italiano no século passado, descobriu uma relação terrível de causa e efeito no mundo: a curva de Pareto ou a relação 80x20. Significa que 80% dos resultados são gerados por apenas 20% dos agentes. Chega a ser revoltante, mas, ao longo de toda uma vida como executivo e professor, pude constatar que: 20% dos vendedores de uma empresa geram 80% das vendas; 20% dos revendedores de uma empresa obtém 80% dos melhores negócios; 20% dos produtores rurais de qualquer cidade ou cooperativa do país geram 80% da produção; 20% dos alunos de uma classe são brilhantes e 80% vão da média para o insatisfatório. E, falta emprego!!!??. Onde o emprego existe, costumamos carregar cerca de 80% das pessoas com performance medianas e abaixo da média. Qual a causa desse efeito horroroso da curva de Pareto? Penso ser a atitude! Verifico que as pessoas que se encontram no lado medíocre do desempenho têm, acima de tudo, uma atitude errada perante a vida. Ou melhor, uma falta de atitude. Reparo que não é o conhecimento, ou mesmo a habilidade o que diferencia um ótimo profissional de um comum. Trata-se fundamentalmente de uma atitude pró-ativa perante o mundo. Mais do que tudo, a pessoa ou o profissional que toma para si a responsabilidade pelos resultados que colhe ao longo das suas experiências de vida. Dessa forma observo muitas pessoas em ótimas organizações com bons empregos, com possibilidades ótimas de crescimento, jogarem isso fora de maneira infantil como a criança que perde o encanto pelo brinquedo novo. Começam a reclamar da vida, do chefe, da economia, do concorrente, do cliente, do fornecedor. Nada presta em volta. E, a responsabilidade pelos seus resultados costuma ser sempre culpa do outro. Ou do azar! Por outro lado, aquele grupo dos 20% que resulta em 80% do que é produzido, lida bem com a adversidade, é criativo e transforma "lixo em luxo". Ou seja, faz do obstáculo uma ponte para o progresso. Tomam o destino próprio, da empresa ou de uma comunidade nas suas mãos e criam valor, geram riqueza onde antes só havia deserto. Acredito cada vez menos nas pessoas que não assumem definitivamente para si mesmas a relação total entre causa e efeito, o livre arbítrio, no comando e em tudo o que conseguem nas suas vidas. A colheita é o resultado da sua atitude! José Luiz Tejon Megido é autor do livro "O Vôo do Cisne", professor de MBA de marketing e vendas da ESPM e mestre em educação, artes e história da cultura -- "Tudo tem seu apogeu e seu declínio... É natural que seja assim,todavia,quando tudo parece convergir para o que supomos o nada,eis que a vida ressurge,triunfante e bela... Novas folhas, novas flores,na infinita benção do RECOMEÇO." (Chico Xavier) Uma beijoca pra vocês, fiquem com Deus, Josephine.

    [ Governo ] Pergunta aberta : É justa a forma com que o Estado trata inativos da PM? ?

    Policial toma tiro fica alejado e perde direito? Digo isto, por saber que centenas de inativos e pensionistas tiveram seus vencimentos repentinamente reduzidos, pelos motivos mais variados possíveis. Isso, vem acontecendo desde de 2003, quando o então Governador Garotinho, com o propósito de reduzir folha de pagamento da PM resolveu mexer com os vencimentos dos inativos e pensionistas, cortando tudo que eles achavam ser possível. Não sabemos se tal medida foi por conta de alguma retaliação política ou coisa parecida, não lembro se na ocasião houve alguma manifestação dos aposentados da PM contra o austero ex-governador. A redução do triênio foi uma decisão revoltante, pois só atingiu aqueles que tiveram a carreira profissional interrompida por consequência desastrosa, onde ficaram inválidos definitivamente para o serviço Policial. Ora, minha gente, como pode poderia o Estado exigir que o POLICIAL para ter direito ao triênio integral tivesse que cumprir os 30 anos de efetivo serviço se ele se tornou vítima de ACIDENTE DE TRABALHO? Acidente este que ocorrer na defesa do interesse do Estado. Pergunto? Deve o policial sofrer a perda desse direito? Se ele se tornou inválido, trabalhando, logo, independente de sua vontade e totalmente aparado pela lei, como pode o Estado exigir que ele tenha uma impossível de cumprir? Se o ESTADO o reformou e o julgou totalmente incapaz para o serviço policial cabe a ele reformar e na forma mais benéfica, ou seja, com a maior remuneração possível, como forma de indenização. Mais grave ainda, é o Estado reformar e aprovar a remuneração máxima e depois de 3 a 4 anos reduzir. Aí amigo, estamos perdidos, pois não temos a quem recorrer, já que no judiciário, quem manda é o governoue. Depois de ter passado pelo trauma de ficar dois anos sendo submetido a avaliações médicas, procedimentos este exigidos pela lei, para garantir que não há recuperação, nesse interim o processo de reforma vai se concluindo, sendo submetido a várias analises, onde é feito o enquadramento no tipo de reforma, quais os direitos e amparos, sendo o processo submetido a avaliações de juntas médicas, jurídicas e etc, sendo por estes homologados, para ser publicado em diário oficial. A partir daí, o funcionário já na condição de reformado, passa a perceber os proventos garantidos no processo administrativo de reforma, ou seja, todos os direito alí concedidos foram mais do que examinados e exauridos por juntas e comissões. Ainda assim, depois de está recebendo os benefícios integrais, por vários anos, amparados por esse processo administrativo, inclusive o triênio, vem o governo e faz o corte do triênio, alegando que é ilegal, simplesmente porque o funcionário não tem os 30 anos de efetivo serviço prestado. O Estado não poderia reduzir qualquer benefício percebidos por mais de dois anos, isso é o que está na Lei. Mesmo aqueles que não conseguiram receber o triênio por mais de dois anos, deveriam ter garantido a sua integralidade, como forma de inidenização, já que foram vítimas, e se tornaram invalido definitivamente para o serviço policial tem o Estado o dever de reparar. O que ninguém pode imaginar e nem admitir é que depois de perder um braço, uma perna, um olho, ficar paraplégico ou tetraplégico, ter a carreira profissional interrompida, ter a reforma assinada e publicada em diário oficial, está recebendo seus vencimentos durante 48 meses, ter seus vencimentos reduzidos, alegando o estado que houve erro ou sei lá o que, para reduzir seus vencimentos, alguns em 30%, outros em 25%, outros em 40%, etc. Essa medida pode perecer justa aos olhos dos governantes e até do Judiciário, mas essa é uma DECISÃO IMORAL. O Estado não pode fazer economia, numa situação em que ele tem a obrigação de reparar o dano, é direito objetivo. Tivemos o desprazer de ter o Governador Garotinho durante 08 (oito) anos no Governo, depois dele a situação dos reformados só se agravou. A Lei nº 279 de novembro de 1979 e a Lei 443 de 01 de julho de 1981 sofreram alterações, algumas apenas na colocação da vírgula ou invertendo a ordem das palavras, paenas para extinguir direito principalmente dos reformados e aposentados. O GOVERNO, alega que os funcionários que estavam recebendo triênio integral, quando reformados, sem terem 30 anos de efetivo serviço é ATO ILEGAL e sendo ato ilegal não gera direito adquirido. O Governo, não sabemos como, tem sua decisão amparada pela JUSTIÇA (?). Como? Como podemos acreditar nessa justiça, que desconsidera todo o processo de reforma, que ignora a Lei remuneração, o tempo de

    [ Pesquisas e Opiniões ] Pergunta aberta : Quando sento na privada, sinto uma solidão profunda. ?

    Eu e a privada. A privada e eu. Alguns segundos de silêncio, rispidamente quebrados por um ?cloc? (ou ?ploft?, dependendo do tamanho). Aquele alívio (eventualmente ilustrado por um ?ufa?) e aquela sensação de estar 10 kg mais magro. Que maravilha! Certa vez me disseram que o segredo da felicidade era dar valor aos pequenos momentos da vida. Nada mais certo. Reparem a felicidade que nos é proporcionada quando damos aquela cagada e, quando vamos limpar, o papel sai caprichosamente branquinho. Uh, que beleza! Economia de tempo e de dinheiro. Às vezes, vc tá triste, cabisbaixo, sem vontade de cantar uma bela canção, daí vc caga e.. tcharam!.. não suja a bunda. Que alegria! Tirando o fato de que tem uma coisa roliça e parruda passando pelo seu cu, eu poderia dizer que cagar é um dos grandes prazeres da vida. Vejam bem, além de nos ensinar a enxergar o valor das pequenas coisas (como demonstrado acima), ainda nos ensina a entender que existe o lado bom em tudo. Por exemplo, numa caganeira. Convenhamos que não é nada bom estar com caganeira, mas digo aquela das brabas, que vc parece estar mijando pela bunda, que a sua merda escorre, em vez de cair. Entretanto, numa caganeira vc não perde seu fôlego fazendo força, nem perde tempo limpando, afinal, vc só precisa secar. Essa história de limpar a bunda depois de cagar tb é uma coisa curiosa. Acredito que deveria ser objeto de enquete se o certo é se limpar sentado ou em pé. Eu, particularmente, me limpo em pé. E não consigo imaginar como alguém consegue se limpar sentado. Certa vez, um amigo me confessou que lavava com a duchinha (sim, ?que coisa de viado?, tb pensei isso quando ouvi). Teve um outro que passou dos limites do ridículo, ele só conseguia passar o papel se lavasse com a duchinha antes. Maneiro, num banheiro que não tivesse chuveirinho (vamos chamar assim, deve ficar menos viado), das três, uma, ou ele não cagava, ou ele não se limpava, ou tinha uma hemorragia pelo cu. Não podia deixar de falar disso. Vai soar mais como um desabafo do que como um parágrafo brilhante de um texto genial, mas uma das poucas preocupações quando se caga é com a água. É.. ela.. a maldita. Nada pior que largar um barrão e, logo em seguida, subir aquela jorrada de água de bosta bem no centro do rabo. Revoltante. Bom, aproveitando o embalo, e levando em conta que o texto está ficando uma verdadeira merda (com trocadilho), vou me retirando, pois meu cocô sagrado de cada dia já está na portinha. Aos que concordam com minhas sinceras palavras, boas cagadas. Aos que não concordam, vão cagar no mato, ou vão pra merda!

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