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Ricamente - Workpédia

 
Ricamente
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Assuntos relacionados a Ricamente

[ Yahoo! Respostas ] Pergunta aberta : Homericamente, qual foi o maior sacrifício que vc já fez na vida?

Valeu a pena? Tem valido? O que faz valer o sacrifício? Pense e Reflita A vida coloca em nossos destinos pessoas e obstáculos, A cada obstáculo uma surpresa, as vezes estas surpresas são desagradáveis Basta saber lidar com esta situação e daremos a volta por cima. As pessoas que passam pelo nosso caminho deixam marcas, Algumas deixam marcas inesquecíveis e agradáveis de se lembrar E outras deixam marcas de dor e sofrimento, mas é só encará-las de frente. Superar situações é sinal de força e coragem, Mas as vezes começamos a nos decepcionar sem tentar seperá-las E nos damos por vencidos, mas levante a cabeça e encare todas elas com justiça e sabedoria. As vezes pensamos em desistir de tudo e de todos, e nos entregar de corpo e alma a uma pessoa, Mas pense bem, será que esta pessoa merece todo este sacrficio? Não haja por empulso, sempre pare, pense e reflita, com calma, justiça e sabedoria. Não deixe de lutar pelos seus ideais e pro tudo aquilo que você acha que é o certo a fazer... Nunca magoe uma pessoa, pois depois você pode ser magoado... Nunca deixe a inveja, mentira e ambição tomarem conta de você, lute contra as coisas que vão causar dor e sofrimento... Lembre-se sempre a vida é para ser vivida com cuidado e sabedoria, Aproveite para fazer as pazes com as pessoas que você teve algum desentendimento E nunca esqueça que você é a peça fundamental para fazer um mundo melhor para se viver.. Bjs meus queridos e queridas. Bom dia! Fonte: http://www.sabedoriadosmestres.com/s/dia-das-criancas/

[ Psicologia ] Pergunta aberta : O ser humano anda sempre no limite da vida ?

Do amor e do trabalho A trajetória sócio-histórica dos conceitos amor e trabalho explicam a centralidade ocupada atualmente por elementos tão distintos. A vida do ser humano contemporâneo pauta-se por questões aparentemente desconexas, mas que, mal-resolvidas, condicionam o bem-estar à frustração, angústia, sofrimento, entre outros sentimentos. Conciliar o equilíbrio entre amor e trabalho revela-se substancial para a realização individual devido às pressões coletivas. E as pressões começam a exercer influência logo na primeira infância quando das projeções sociais impostas aos filhos pelos pais. Em ?Brinquedos?, da obra ?Mitologias?, Roland Barthes disserta sobre a constituição da criança como o adulto em miniatura. Desde cedo, as crianças são condicionadas às aspirações da vida social a partir de questionamentos como ?o que você vai ser?? e ?quantos filhos vai ter quando crescer??. A centralidade do amor e do trabalho jamais esteve na vida do ser humano, como hoje se apresenta. Na Europa da Idade Média, a religiosidade ocupava o espaço central das sociedades cristãs. Na Grécia Antiga, política e estética eram os paradigmas. Atualmente, valores baseados na liberdade deslocam o eixo central para o amor (o prazer) e o trabalho (o ter). São as transformações referenciais, a ruptura de tempo e a superação de paradigmas que apresentam novos conjuntos de valores sociais. Valores humanos são social e historicamente construídos e, portanto, desconstrui-los é um dever crítico. Hoje o ter e o prazer são fetiches da sociedade (pós) moderna. O trabalho possibilita o ter, e o amor realizar o prazer. Conquistar a plenitude de ambos os elementos na vida cotidiana desperta, invariavelmente, o mais mesquinho dos sentimentos de complexo de inferioridade àqueles que não os têm. O fraco, e, sobretudo, acrítico, mergulha na dor da inveja. A mentira-dissimulada é outro mal que se revela dessas projeções competitivas, pois o ?trabalhador bem-sucedido? e ?plenamente amado?, em auto-defesa, pode forjar uma farsa de uma vida (inexistente, apenas aparente). O fato é que o homem cobra de si mesmo, vezes sem saber o porquê, uma realização no trabalho e no amor para atender às exigências externas. As cobranças conduzem à ansiedade por conquistar um modo de vida paradigmático que, assim elaborado, torna-se o único referencial de satisfação e felicidade. Ser feliz hoje, embora possa discordar veementemente, significa conquistar (o ter) bom trabalho, com reconhecimento coletivo e sucesso, e vivenciar o amor (o prazer). Quem se priva ou é privado da sensação do prazer sofre e questiona-se diariamente por que ainda não possui o ser a ser amado ou o trabalho invejável. Os modos de produção dos bens e também dos sentidos alicerçam-se, queira ou não, nesses paradigmas. Compra-se a felicidade, paga-se bem e o binômio da existência contemporânea quer-se, assim, amor-trabalho. Sente-se no divã e conte todos os problemas: amor e trabalho, em forma e conteúdo. Agora responda: tem certeza de que está tudo bem com você? Como todos os fracos, recomendo que apenas chore

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